Our World

9 8. 14... 14... 14... 14...


Notas iniciais
AEAEAE É NÓIS QQQQQ
NOVO CHAAAAAPIE ♥♥♥
BOA LEITURA, AMORES ♥♥♥♥ *___*
DICA: LIMONAAAAADA ~~
Q

As aulas logo voltaram, e vieram trazendo o inverno.

Maldito inverno, devo dizer.

O dormitório gelado também não ajudava.

Minha vontade de sair das mil-e-uma cobertas para ir à aula era quase nula.

Quase, por causa do pequeno.

“Será que ele está bem agasalhado?”

— Hahah! Você parece a minha mãe!

— Mas você não está mesmo com frio?

— Bem... Eu digo que estou pra você me abraçar...

— Oh, pequeno!

Abracei-o, como se ele fosse um gatinho indefeso.

Só faltava ele ronronar.

— Melhor assim, Ruki?

— Hai! O seu cheiro me acalma...

Incrível como os nossos corpos se encaixam.

Parece que ele foi feito para mim, sob medida.

— Voltando à aula, você entendeu essa parte?

— Pra falar a verdade, não...

— Bem, não é difícil. Veja, o importante na fatoração é achar os termos em comum e separá-los dos outros, agrupando os restantes como, por exemplo, “2x² + x”, temos o “x” em comum aos dois termos, portanto, o isolamos e agrupamos os restantes, obtendo assim, “x( 2x + 1)”.

— Até aí eu entendo, mas e quando há mais de um termo comum, como nesse exemplo: “2x² + 4x + y”?

— Começamos isolando qualquer um dos termos em comum. Por exemplo, isolando primeiro o “x”, ficamos com “x( 2x + 4) + y”, certo?

— Certo. Agora isolamos o “2”?

— Isso! Então, o que obtemos?

— 2x( x + 2) + y?

— Exato!

— Hey, isso não é difícil!

— É que eu sou um bom professor, sabe...

— Hah! Convencido!

— Hum...

— Nee, senpai... Falta pouco pra aula terminar... – Ele apoiou as mãos em meus ombros e sentou no meu colo, de frente para mim, com uma perna de cada lado do meu corpo. – Vamos encerrar por hoje? Onegai...

— Ah, pequeno, é impossível dizer não desse jeito...

— Hn...

— O que foi, gatinho?

— Senpai! Eu fico encabulado quando você me chama assim!

— Mas você é meu gatinho!

— É só que... Estou muito cansado...

— Quer descansar um pouco?

— Uhum...

— Tudo bem. Eu vou apagar a luz, e deixo você descansando...

— ... Hai...

Ele deitou na minha cama, eu o cobri e lhe dei um leve selinho.

Assim que levantei, ele segurou a minha mão.

— Etto...Você pode ficar aqui... comigo?

— Mas é claro!

Me deitei ao seu lado, e ele se aconchegou em meu peito.

— Arigatou...

— Não precisa agradecer, Taka...

— ... Hai...

— ...

Ruki parecia cabisbaixo.

“Bem, é melhor não pressioná-lo.

Talvez seja melhor esperar ele falar.”

Abracei-o fortemente.

Transmitindo toda a calma, o carinho e amor possíveis.

— Aishiteru...

— Aishiterumo, gatinho.

Ele pegou no sono enquanto eu acariciava seus cabelos.

Dormimos por quase quarenta minutos.

Teríamos dormido mais, não fosse pelo meu maldito celular.

— Era o Uruha. Ele falou para passarmos no quarto do Kai, que eles estão jogando.

— Ah! Hoje é aniversário do Kai-san, né?¹

— Sim!

— Então, vamos?

— Vejamos... Comemorar o aniversário do Kai, ou ficar dormindo com o meu gatinho... Bem, tchau, Kai!

— Senpai! O Kai-san vai ficar magoado se não formos!

— Mas eu sei que ele vai superar...

— Vamos!

— Ah, eu não quero levantar...

— Se eu te beijar, você levanta?

— Eu levanto por quinze beijos!

Ele riu baixo, e começou a me beijar.

— 11... 12...

— 13... 14... 14... 14... 14...

— Vamos logo!

— Ah! Tudo bem!

— Etto...

— Nani?

— ... Nada... Deixa pra lá...

— Ok...

.

— Omedetou gozaimasu, Kai-san!²

— Yay! O Ruu-chan veio!!

Uruha, que estava sentado no colo de Aoi, levantou rapidamente e abraçou Taka, quase sufocando-o.

— Estamos jogando Sengoku Basara!

— E quem tá matando quem?

— O Kai tá quase me matando, mas só porque tô deixando ele ganhar!

— Mentira! Você é que joga mal!

— Ah, só porque eu não consigo tirar os olhos do Masamune³! Ele é tão bonitão!

— Sabe, isso é um gráfico de jogo!

— Kou, como pôde?! Me sinto tão traído!!

— Ah, Yuu! Você sabe que é mais bonitão que ele!

— Dá pra discutir a relação outra hora? Eu tô quase te matando, Uru!

— Alguém quer pegar o meu lugar no jogo? Já cansei...

— Quer jogar, Taka?

— Por enquanto não... Pode ir!

— Ok...

— Ah! Como assim?! Você me matou?!? Mas você estava quase morrendo!!

— Fazer o quê, Kai? Eu sou bom!

— Hahah! O Kai perdeu!!

— Que seja! O que querem jogar agora?

Guitar hero!!!

— Ok!

— Ruu-chan? Ruu-chan!

— … Hã?

— Quer jogar Guitar hero?

— Ah... Podem jogar...

Estou começando a ficar preocupado.

Era como se ele estivesse desatento a tudo.

Algo está afligindo ele.

Preciso saber o que é.

— Quem vai?

— Eu quero ir!!

— Então primeiro vai o Yuu, eu quero ir depois!

— Eu vou ter a pontuação mais alta, koi!

— Duvido, meu bem!

— Quer apostar?

— Beleza. Quem perder faz o que o outro quiser por um dia!

— Sem problemas. Se prepare!

— Digo o mesmo!

Obviamente eles se referiam a algo pervertido. Se o Kou perdesse, ele estava fodido na mão do Yuu.

Se bem que vice-versa também se aplicaria.

Desviei a atenção novamente para o Ruki.

Uma lágrima solitária escorreu pelo seu queixo.

“Oh, Deus.”

Sem avisar, ele se levantou e saiu do quarto.

Corri atrás dele.

Ele parou na porta do meu quarto.

Alcancei-o, abraçando-o fortemente.

Não querendo soltá-lo jamais.

Ele segurou a minha camiseta tão forte, como quando um gato crava as unhas na cortina.

Chorou copiosamente.

Senti o meu coração murchar como uma triste flor no outono.

Uma tremenda dor.

— O que houve Taka? Me diga!

Ele procurou acalmar-se, tentando se esquivar dos soluços.

— Calma, pequeno! Estou aqui pra te ajudar!

Sorrateiramente, fui levando-o até o meu quarto, sentando na minha cama com ele.

O beijei carinhosamente, esperando-o se acalmar.

O que aconteceu depois de um tempo.

— Pode me dizer o que aconteceu, Taka?

— Não... Não me deixe, por favor...

— Taka, eu não vou te deixar, jamais! Por quê está pensando nisso?

— É que... No ano que vem você vai para o terceiro ano, e depois vai sair do colégio... Eu não quero ficar longe de você!

Mais lágrimas escorreram.

Então era por causa disso?

- Taka, presta atenção, eu te amo como nunca amei alguém antes! Para mim não há nada mais importante no mundo que você! De fato, eu vou para a faculdade e tudo mais, mas não irei te abandonar! Sempre virei te visitar!

— ... Sempre?

— Sempre!

— Eu te amo muito, senpai!

— Virei te ajudar com matemática! E a gente vai ficar junto todo fim-de-semana!

— Yubikiri da?³

— Hai!

Seus olhos se iluminaram, após selarmos a promessa de dedinhos.

Trocamos rápidos e curtos selinhos, nos aproximando cada vez mais.

As lágrimas cessaram, à medida que eu acariciava seus cabelos.

Suas mãos foram até o meu quadril.

Sua língua pediu passagem, indo ao encontro da minha.

Nossos lábios se uniram, enquanto que seus olhos encontraram os meus, me fazendo entender a mensagem do que estava por vir.

Ele estava pronto.

Deitei-o em minha cama, e, por cima dele, comecei a marcar o seu pescoço, saboreando os seus tímidos gemidos.

Adentrei a sua blusa, sentindo a pele quente tremer contra os meus dedos gelados.

Mesmo com o frio, ele tirou a blusa.

Seus mamilos enrijeceram instintivamente.

Ataquei um, prendendo-o entre os dentes e, em seqüência, lambendo-o.

— AAH!

Suas delicadas mãos pousavam na minha nuca, e se apertavam a cada toque mais intenso.

— Está ficando duro-AAAH! Você está torcendo? Isso... Isso é bom... Hn!

Seus olhos pouco se abriam, enquanto eu atritava e torcia os seus mamilos.

Avermelhados.

Adorável.

Contrastando com sua pele, que parecia um veludo branco.

Minhas mãos passeavam por todo o seu frágil e pequeno corpo.

— S-senpai... Suas mãos são tão... Ah... Tão... Grandes...

Aquele som levava e trazia a realidade.

Composto de gemidos baixos, quase sussurros, e suspiros melodiosos.

Seu prazer era meu.

Ele sentou-se e tirou a minha camiseta.

O que me deixou um pouco desconfortável, porque ele, mais uma vez, ficou boquiaberto.

Ele se aproximou e me abraçou.

Estávamos tão próximos que pude sentir seu coração bater forte.

Seus olhos pareceram me enfeitiçar.

Grandes e brilhantes, como os de um gato travesso, ou de uma coruja atenta.

Seu sutil sorriso abriu para que ele fizesse um pedido.

— Senpai... Eu posso tirar a sua faixa?

— Mas por quê?

— Eu quero ver todas as partes do seu corpo...

Aquilo só fez minha ereção pulsar.

Sem poder resistir, atendi ao seu pedido, esperando que, assim que ele retirasse a minha faixa, não fosse rir demais do meu maldito nariz.

O que aconteceu foi exatamente o contrário.

Ele beijou o meu nariz.

Ficou olhando para o meu corpo por um tempo.

— Senpai... Você é tão... Sexy...

Eu pouco tinha o que responder, uma vez que só o que vinha à minha mente eram coisas pervertidas.

— Ah é, pequeno? Eu sou sexy? Eu te deixo durinho, é?

Sussurrei ao pé de seu ouvido.

Péssima saída, eu sei.

Me sinto o Yuu.

Enfim, ele ficou rapidamente vermelho e tentou esconder o rosto.

— ... Hai!

— Oh meu Deus, como você é fofo!

Mordi sua bochecha.

Tirei a minha calça, e ele, a sua.

Ele ficou olhando por um tempo a minha bóxer preta e a sua tipo ‘sunga’ vermelha, com estrelas desenhadas.

Parecia incomodado.

— Não é justo! A sua é mais legal!

Foi impossível não rir aquela hora.

— Você acha? Eu gostei da sua!

— Mas a sua é mais legal!

— Não acho...

Sem conseguir me conter, abocanhei sua ereção, junto do pano vermelho, que já se encontrava úmido.

— HYAAH!

Com movimentos de língua, massageava aquele pedaço adorável do meu pequeno.

Desci o pano já encharcado, e comecei a lamber o seu falo.

Mesmo cerrando os olhos devido à vergonha, ele parecia atento às mordiscadas, aos beijos e chupões.

Não demorou muito para que ele se desfizesse.

Engoli seu prazer.

“Ah”

Ele sentou-se e me beijou, de forma incrivelmente indecente, excitante.

Sem que eu percebesse, fui me deitando, e ele foi ficando por cima de mim. E, novamente sem perceber, ele retirou a minha bóxer.

De forma que eu só fui notar o que se passava, quando ele abocanhou o meu sexo, e começou a chupá-lo.

— Aaah!! Taka, você não precisa fazer isso!

Seus dedos se encontravam sobre os meus testículos, me acariciando.

Seus gemidos vibravam contra o meu membro, me deixando mais excitado.

Ele subiu até a glande, e concentrou-se lá, lambendo-me em demasia.

Forçou a língua na fenda.

— AAAH, TAKA!

Em seguida, ele levou minha mão até a sua entrada, e me olhou, com aqueles globos que, naquela hora refletiam total libido.

— Eu quero você dentro de mim...

.

Sentado no meu colo, ele gemia contra o primeiro dedo.

O segundo veio junto de uma contração em sua entrada.

Ele me abraçou forte e escondeu o rosto na base do meu pescoço.

Esperei que se acostumasse, e depois inseri o terceiro.

Lágrimas rolaram, acompanhadas de um voluptuoso gemido de dor.

Procurei voltar sua atenção para outra coisa.

Ajoelhei-me e voltei a acariciar seus mamilos, enquanto ele se acostumava com o volume.

— Tá tudo bem, Taka?

— Uhum, só, não demore muito com isso...

— Desculpe, pequeno. Esse será o último.

Inseri o quarto dedo, fazendo-o derramar mais lágrimas e me abraçar forte, me arranhando de leve.

Beijei seus lábios, que já estavam inchados de tanto morder para tentar aliviar a dor.

Tornei a masturbá-lo.

Taka devia estar confuso com aquela mistura de dor e deleite.

Felizmente, ele logo movia-se contra os meus dedos, parecia já não sentir tanta dor.

Deitei-o.

— Está melhor, pequeno?

— H-hai... Acho que estou pronto...

— Tem certeza? Sabe que vai doer mais, né?

Ele abriu um sorriso meigo.

— Não me importo. Porque é você.

Retirei os dedos, e me posicionei, após me lubrificar.

— Então... Eu vou entrar...

— Hai...

Lentamente penetrei a glande. A extensão foi sumindo nele.

Enquanto meu prazer aumentava, eu assistia, sem poder fazer muito, à sua dor.

Ele enterrava os dentes no lábio inferior.

Beijei-o novamente, sentindo um leve gosto de sangue.

Seu falo pulsava na minha mão.

Esperava pacientemente, até que ele se acostumasse.

Como ele é apertado.

Notei que um filete de sangue escorria de sua entrada.

— Ah, pequeno! Quer que eu pare?

— Iie! Só... Só espere mais um pouquinho... Onegai...

— O quanto precisar.

— Arigatou...

— Não precisa me agradecer, lindinho...

Pus sua franja para trás e carinhosamente beijei sua testa.

Logo ele começou a mover o quadril, gradativamente, e assentiu para que eu prosseguisse.

Comecei a me mover, e percebi que, a cada investida, ele contraía a entrada.

Reflexo da timidez.

— Ah, como você é fofo, Taka!

— Eu te amo, senpai!

— Te amo, gatinho!

O vai-e-vem estava ficando cada vez mais rápido.

Os choques entre nossos corpos se evidenciavam.

— Ah! Aaah!!

— Tá gostando, pequeno?

— H-hai! Eu... Eu te sinto pulsar... Hn! É tão... Grande... AH!

Estou começando a achar que ele tem um lado pervertido...

Interessante.

Ele movia seu quadril, sincronizado ao meu.

Tornei a marcá-lo com as mãos.

Cheguei até sua coxa, apertando-a, e indo até a virilha.

Massageando-a.

Ele levantou as pernas, encaixando-as em minhas costas.

O que aumentou meu campo de visão.

Suas nádegas brancas e macias esperavam para ser marcadas.

Depois de um tempo, já se encontravam avermelhadas.

— HYAAAH!

Acertei sua próstata, fazendo-o delirar.

— Isso é bom, Taka?

— Sim, AH! Sim!!

Notando seu membro esquecido, e o fato de que eu estava perto do ápice, tornei a tocá-lo, massageando dos testículos à glande, a qual dei uma leve beliscada, fazendo-o gemer em puro tesão.

— Ah, senpai! Estou quase...

— Vem comigo, Taka!

— Aah! Por favor... Me... Beija... !

Ele fez um biquinho adorável com aqueles lábios rubros.

Beijei-o, no exato momento em que chegávamos ao ápice.

Chegamos a gemer alto.

Pouco conseguíamos respirar.

Preenchi sua entrada, e ele melou nossos corpos.

O prazer era tanto que, embora nossos corpos estivessem em brasa, eles tremiam, sentindo um arrepio gelado.

Procurando prolongá-lo, me movi mais um pouco, contra o corpo do pequeno, e, em seguida, tombei ao seu lado, retirando-me de dentro daquele interior quente e apertado.

Meu loirinho se aconchegou contra o meu peito, e eu o abracei, escondendo-o de tudo, mantendo-o só para mim.

Assim que consegui controlar minha respiração, deixei um selinho em seus lábios.

— O que achou, gatinho?

— Foi... Perfeito...

Beijei-o novamente, procurando mostrar o quanto eu o amo.

— Nee, senpai...

— Nani?

— Será que... A gente podia ir... De novo?

— Eh?! Quer repetir?!

— ... Hai...

— Sem problemas... Eu acho...

— Aishiteru, senpai!

— Aishiterumo, Taka!

~~~~~~~~~~~L'EgendéQQ~~~~~~~~~~~~~~~~

¹- Porra, não faço a mínima ideia de quando é o aniversário do Kai *pokerface* enfim, na fic é esse dia aí -q;

²- Omedetou gozaimasu: Feliz aniversário;

³- Yubikiri da?: Promete? (no Japão, é costume eles fazerem promessas de dedinho *qfofo* inclusive, 'yubikiri' significa algo como 'unir os dedos' *não confie nessa tradução minha como algo literal pls*)

Notas finais
"Se eu te beijar, você levanta?"
Olha, pode ser que OUTRA COISA levante *trollaRuki*
se fosse comigo, eu juro que ia vomitar de tanto rir quando o Reita tirasse a faixa >XDDD*apanhamil*
bem assim: "oh, tire a faixa!" ele tira "ok.pode pôr de novo .__."(Q)
GOSTARAM? *ansiosa pra saber o q vcs acharam :3*
espero mesmo que tenham gostado, fiz um grande esforço pra isso ♥ aguardem o próx cap *__*
um beijo!!!