Our Family
1 A Perfect End
Notas iniciais
Heyyyyyyyy mais uma one, dessa vez uma bem familia!
bjs da loba
desenho abaixo feito por mim mesma.

5:30 da manhã.
Era exatamente cinco e meia da manhã quando o despertador soou pela a casa dos Kurosaki, não um, mas pelo o menos 3 deles ao mesmo tempo, fazendo um barulho infernal. Rukia foi a primeira a acordar, afinal, ela teria que se levantar para colocar o café da manhã para os seus filhos, mas não iria fazer aquilo sozinha, de jeito nenhum!
— Vamos Ichigo! Acordar! Temos que preparar o café das crianças! — Se levantou da cama de casal e puxou o lençol da cama, fazendo seu marido que estava só de cueca se encolhe. — Vamos, vamos, vamos!
Ichigo gemeu preguiçoso, teve que obedecer a sua esposa, cas o contrário, provavelmente levaria uma voadora dela. O ruivo se levantou da cama, indo em direção ao guarda- roupa e pegando uma camiseta branca e a vestido e em seguida,enquanto sua esposa vestia um vestido florido. Fora ouvido passos ligeiros até o banheiro, provavelmente era seu primogênito indo ao banheiro antes das irmãs.
Ichigo e Rukia eram casados há aproximadamente 20 anos e com 4 filhos. Ayato era o mais velho, tinha 19 anos e estava fazendo Faculdade de Arquitetura. Depois veio a primeira menina, Mirai que ainda tinha 17 anos e estava no último ano do ensino médio, e por último, as gêmeas fraternas, Mahiru e Saori, que estavam no fundamental, tinham 14 anos.
Rukia saiu pela a porta, indo em direção à porta de Mirai e a batendo três vezes.
— Estou indo, estou terminando de me vestir! — Mentiu, na verdade ainda estava com a roupa de dormir.
Rukia caminhou até o próximo quarto, que era das gêmeas e bateu três vezes também.
— Já estamos indo, Mamãe! — Responderam juntas.
Rukia deu meia-volta, dando de cara com o seu marido encostado na porta do quarto de ambos. Se aproximou dele e levou a mão até o cabelo curto do mesmo e o bagunçou, fazendo-o resmungar. Ichigo teve a “brilhante” ideia em corta o cabelo curto e ninguém havia gostado, e agora era motivo de piada de sua esposa e filhos. O casal desceu a escadaria e foi em direção à cozinha.
— Você faz a sopa e omelete, enquanto eu faço o arroz, chá verde e o peixe grelhado. — Rukia falou, já indo em direção o armário e o abrindo.
— Está bem, mas antes...— Ichigo levou a mão até a cintura dela e a puxou contra o seu corpo, Rukia olhou para o seu marido já irritada e antes que ela pudesse falar algo, ele a calou com um beijo. Já fazia duas décadas que viviam juntos, e cada dia o amor só aumentava, cada dia era um novo dia que ambos desfrutavam junto com os seus filhos, alguns eram triste e outros eram felizes, mas a vida era assim.
Ichigo separou os lábios, olhando para aqueles olhos violeta que tanto amava.
— Eu só queria um beijo matinal. — Sussurrou, passando a mão pelo o cabelo longo e preto de sua amada.
Rukia deu um sorriso, balançando a cabeça negativamente.
— Idiota. — Se afastou dele ainda com o sorriso no rosto e voltando ao armário.
— Venha, vamos fazer a comida para as nossas crianças.
Para uma mãe, seus filhos nunca deixam de ser crianças, e para Rukia não era diferente. Então assim, ambos juntos começaram a preparar o café da manhã dos seus filhos.
Foi ouvido passos vindo da escadaria, era Ayato descendo e indo em direção à cozinha. O primogênito levou a mão até o ombro do pai, dando um tapinha, e depois virou o rosto até a mãe, dando um beijinho no rosto dela.
— Bom dia, mãe, bom dia, pai. — Falou, indo em direção à mesa e se sentado. Ambos os pais lhe respondeu com um ‘Bom dia’ também. Havia um livro em sua mão do garoto, o abriu na página que havia marcado e começou a ler. Ayato tinha os cabelos ruivos e longos, muito longos e olhos violetas. Ele era muito parecido com sua mãe.
— Hoje tem prova, querido? — Rukia o perguntou, vendo o lendo.
— Tem, eu fiquei até tarde estudando e mesmo sabendo exatamente o que vai cair, não quero fazer feio. — o Ruivo mais jovem falou sem desvia o olhar.
— Não se preocupe, você vai se sair bem. — Ichigo respondeu, também sem desvia o olhar.
Enquanto isso, no Banheiro.
Logo após Ayato te saído do banheiro, As meninas entraram de uma vez para se arrumarem. Mirai ficou no meio enquanto as gêmeas ficaram de lado a lado. Enquanto a irmã mais velha se olhava no espelho, as gêmeas olharam entre si, tinha algo pra perguntar pra Mirai e já fazia tempo.
Mirai que não é boba, notou o olhar das irmãs.
— Vocês duas tem algo pra falar? — Falou ainda olhando para o espelho enquanto passava um gloss de cor transparente nos lábios. Mirai tinha os cabelos longos e preto, igual da mãe, mas o tom de pele, olhos e a cores deles eram de Ichigo.
— Quando eles começaram a crescer? —Saori, ou melhor, a gêmea que era uma versão feminina de Ichigo foi a primeira a falar, apontando para os seios da Irmã, que eram médios.
Quando falam que Saori é a versão feminina de Ichigo, eles não estão brincando, a Garota tinha até os cabelos arrepiados do pai, porém também longos. Enquanto sua irmã gêmea, Mahiru, era uma versão da Rukia. As gêmeas nasceram idênticas aos seus progenitores.
Mirai olhou pra irmã com os olhos arregalados.
— Meus seios? — A morena desviou o olhar até a irmã com os olhos arregalados. — Acho que eu tinha a idade de vocês.
— Quer dizer que temos chance? — Mahiru perguntou, curiosa.
— É que queremos te seios grandes como o seu. — A ruivinha falou.
Mirai deu um sorriso de lado, fechado o gloss e colocando dentro da bolsa. Levou em seguida a mão até o ombro de cada uma.
— Vocês são muito linda do jeito que são, sábia? e ainda são jovens. — Falou, às abraçando de lado. — tá bom? Mas agora temos que ir tomar nosso café, ninguém aqui quer ver a mamãe brava né? — As gêmeas balançaram a cabeça negativamente. — E não se preocupem, seios pequenos também são lindos.
Mirai desfez o abraço, pegando sua mochila e saindo com as irmãs de dentro do banheiro.
— Você poderia nos ajudar com essa coisa de maquiagem e roupas? — A ruivinha perguntou meio tímida.
— A gente pediria ajudar a mamãe, mas ela não levar jeito pra isso. — a morena completo.
Mirai as olhou, sentido orgulho das irmãzinhas.
— Claro. — Foi tudo que a segunda filha respondeu. E em seguida, as três desceram pela a escadaria.
Na Cozinha.
— Ah, já quase ia esquecendo. Irei almoçar hoje com a Hidemi. — Hidemi era sua namorada desde da adolescência e também a Filha de Yoruichi e Urahara. No dia que o jovem foi pedir a mãe em namoro da filha ao pai, Kisuke quis até matá-lo, talvez por ciúmes da sua filha te arranjado um namorado. — Então, não precisa me esperar para o almoço.
Rukia se aproximou do filho, colocando uma tigela de sopa na sua frente.
— Está bem, Mas você poderia chamá-la pra jantar aqui em casa, faz tempo que ela não vem almoçar aqui. — Rukia se virou, indo em direção à pia outro prato enquanto Ichigo colocava o peixe sobre a mesa.
— Bom dia família! — Mirai apareceu na cozinha e parecia alegre, foi em direção à mesa e sentou na frente do seu irmão mais velho enquanto seu pai colocava uma tigela na sua frente. — Obrigada pai! — Ichigo depositou um beijo na cabeça da filha e se virou, pegando mais duas tigelas e colocado na frente das gêmeas. — Ah falando na Hideminha, bem que ela poderia vir né, preciso da ajuda dela. Ultimamente ela só vem aqui pra outras coisas, né. — Mirai deu um sorriso malicioso.
Ayato olhou pra ela, semicerrando os olhos.
— Como se Haruka não viesse pra cá ultimamente pra isso também né — Ayato apoiou os cotovelos na mesa e as palmas da mão no queixo, provocando a Irmã.
Haruka Hitsugaya era a filha de Toushirou Hitsugaya e também a Namorada de Mirai.
— Vocês dois! Isso não é coisa que se fale logo no café da manhã. — Ichigo se virou para os dois com um semblante sério. — E não na frente da suas irmãs mais novas!
— Como se a gente não soubesse o que eles estão falando. — Mahiru revirou os olhos.
— Mahiru!!! — Saori falou alto, brigando com a irmã, enquanto a irmã deu de ombros.
Ichigo sentiu seu rosto ficar vermelho e depois olhou para a esposa. Enquanto Rukia apenas riu. Aproximou os lábios do ouvido do esposo.
— Nossas meninas estão crescendo. — Rukia, e tal fato era até desanimado para ele.
— Nosso aniversário está próximo, ela poderia nos ajudar na festa. — Saori levou o olhar até o irmão. — Poderia falar com ela, Onii-san?
— Posso sim.
Logo então as gêmeas começaram a falar animadas sobre o aniversário que estava próximo, Mirai que também estava animada já que estava na organização. Ayato voltou a ler o seu livro, ou tentando, já que suas irmãs falavam juntas iguais umas Maritacas.
— Ichigo, acho que já podemos nos sentar. — Rukia falou enquanto tirava o Avental e colocava sobre a pia.
— Faltou as nossas tigelas. — Falou com a duas tigelas na mão e em seguida as colocou sobre a mesa. — Agora sim.
Ambos se sentaram, juntos aos seus filhos. Enquanto seus filhos comiam e falavam, Ichigo deslizou a mão até a da sua amada e a segurou, Rukia o olhou, ambos estavam sorrindo, Se sentindo realizados. Se sentia abençoados pela a família que tinham construído, e cada dias que se passavam, era difícil viver um sem o outro, até quando ambos tinham que ir trabalhar, a ausência era grande e a ansiedade em chegar em casa era maior ainda. Eles eram o que o povo dizia de alma gêmea. Soltaram se as mãos e começaram a comer o café da manhã que tinham preparado.
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— Qualquer coisa, liguem pra casa. — Rukia e Ichigo estavam junto com as crianças no corredor que dava a saída da casa.
— Estarem em casa o dia todo. — Ichigo falou, aquele era o mês de folga de ambos os trabalhos deles, só do trabalho, porque em casa não tinha folga.
— Poxa! Já sabemos, não somos mais crianças! — Mahiru respondeu, irritada.
— Ta bom, senhorita adulta. — Ichigo levantou os braços em pedido de paz.
Os Pais se despediram dos seus filhos, com abraços e beijos nos rosto de cada um, acenado em seguida enquanto os via tomando seus rumos.
Ichigo fechou a porta, olhando para Rukia em seguida. Aquela casa ficava tão silenciosa sem seus filhos. A morena se aproximou, ficando nas pontas do pés para o beija-lo, e assim o seu marido fez, ambos se beijaram. O ruivo desceu os seus braços e a segurou, levantando a morena em seus braços. Rukia riu ao meio dos beijos.
— Eu te amo, Ichigo. — Rukia sussurrou. — Amo nossa família. — Ela não era tão sentimental, mas naquele momento não estava se importando.
— Eu te amo, Rukia. — Lhe deu um selinho. — E amo nossa família. — A beijou novamente, os lábios que no quais nunca vai se enjoar.
Ambos olharam um para o outro emocionamos, admirando entre si a beleza um do outro e em seguida se beijando, um beijo que era misturado de amor e felicidade, um amor mais forte de tudo. No meio desses beijos também havia lágrimas descendo do rosto de cada um, mas não eram lágrimas de tristezas, e sim de felicidade. A felicidade de terem um ao outro para todo o sempre.
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