Notas iniciais
Bem...Esse capitulo é meio que pra criar gimmick..Portanto não é assim tão "traumatizante"
Digo já que essa fic terá só dois capitulos,pelo que não deixarei ninguém esperando muito..Então leiam felizes..Ou não --'

Otona no Omocha – Adult’s Toy

Haruhi_Hanamoto

Parte 1

O mundo é um lugar cruel…Ele nos usa e nos joga fora quando está satisfeito, mas ele volta depois quando precisa se satisfazer novamente, um ciclo interminável de dor, humilhação e sofrimento, mas nós não conseguimos fugir…Pelo menos não em vida…

Eu moro com minha família…É uma família grande, tenho um pai, muitas irmãs, e uns “Onii-sans” que me vêm visitar ás vezes…Uns mais que os outros, outros só vieram uma vez e nunca mais puseram pé aqui em casa, ou vieram e eu não sei…Afinal eu nunca saio do meu quarto…

Papai diz que é melhor eu ficar no meu quarto quietinha, porque o mundo lá fora é muito nojento e impuro, e que eu sou a criança mais pura que ele conhece. Eu não entendo porque, afinal eu me acho suja, e cada vez mais suja, quando os “Onii-sans” que me vêm visitar começam a brincar comigo.

Eu acho que eu sou apenas isso mesmo…Um brinquedo, um brinquedo para os adultos que eu vejo pagarem papai antes de entrarem no meu quarto, eles pagam com um monte de notinhas verdes, todas enroladas dentro de um elástico, papai começa a contar aquele papel todo, e com um sorriso abre completamente a porta e os convida a entrar no MEU quarto…Eu acho isso estranho, uma vez quando eu era menor, me deram um livrinho, nele dizia que os donos é que tinham que convidar a pessoa a entrar, antes dela poder entrar no quarto, mas eu acho que como a casa é do papai, o quarto também seria do papai, o que significa que eu não tenho nem um quarto para chamar de meu?

Mas eu já me acostumei a ter coisas que não são realmente minhas, o “meu” quarto, as “minhas” roupas, a “minha” comida, a “minha” cama, o “meu” corpo…Eu penso que já estou habituada, mas eu me sinto insultada cada vez que um dos “Onii-sans” deitam na supostamente minha cama, rasgam minhas supostas roupas, usam meu suposto corpo, proferindo coisas como:

“Você é minha, sua putinha”;

Mas minha vida não foi sempre assim…Quando eu tinha uns 6 anos eu ia para a escola, tinha um quarto que era realmente meu, eu tinha brinquedos em vez de ser um brinquedo, mas eu morava com outra família…Um dia eu estava brincando no parque, eu não queria ir para as aulas, nesse dia ia ter ginástica, e eu não gosto de ginástica, então papai chegou perto de mim, eu não conhecia ele…Mas ele disse que me conhecia e que tinha finalmente me encontrado, e que era meu verdadeiro pai e que eu tinha muitas irmãs em casa esperando por mim, eu não duvidei, porque ele me chamou pelo meu nome, sabia minha idade, em que escola eu estudava…Sabia de tudo, e até hoje eu não duvido, porque afinal papai sempre me tratou docemente.

Então ele me trouxe para essa casa onde eu conheci minhas irmãs, papai disse que eu já não podia ir para a escola, eu me senti aliviada, nunca tinha gostado da escola, e quando ele me disse que eu passaria todos os dias brincando, eu fiquei tão feliz que eu acho que comecei a dar saltinhos pela sala…Por isso mesmo que eu não goste das brincadeiras, eu nunca o direi para o papai, nunca!

Hoje outro “Onii-san” veio me visitar, era um “Onii-san” novo, pelo que ele parecia muito nervoso, papai entrou no quarto e disse para mim que ele era um “Onii-san” especial, era a primeira vez dele, e que eu tinha que ser muito atenciosa e boazinha para ele, que se eu fosse ele me daria um ursinho de pelúcia novo. Papai não costumava me dar presentes, pelo que assenti com a cabeça, alegre por ter finalmente algo para me divertir!

Papai saiu do quarto, e como sempre, trancou a porta, ele dizia que era para me proteger dos monstros maus que haviam no lado de fora, por isso eu nunca estranhava, me sentia segura, mas também tinha muita curiosidade, afinal já passaram 8 anos desde que eu cheguei, e nunca nada de mal aconteceu comigo. O Onii-san ficava me fitando do outro lado do quarto.

— Você não vem brincar? – Perguntei inocentemente, o Onii-san olhou para baixo vermelho, ele era bem bonito, tinha cabelo loiro preso em um rabo de cavalo, dois olhos de um verde profundo, e uma cara um tanto infantil, ele parecia ter a minha idade, talvez um pouco mais velho. Ele abriu a boca para falar, mas logo parou e voltou a fitar o chão. Eu dei uma pequena gargalhada…Não costumava rir, mas ele me deixou animada…Talvez brincar com ele não seja assim mal de todo!

— Se você não quiser brincar ainda, nós podemos conversar! Acho que temos bastante tempo! – Ele olhou para mim e deu um sorriso tímido, eu sentei na cama e dei umas palmadinhas no colchão, o convidando para sentar, ele veio e se sentou ao meu lado, visivelmente envergonhado.

— E-Etto…Qual é o teu nome? – Perguntou com uma voz cristalina e bonita…Os Onii-sans que costumam vir brincar comigo têm todos vozes ásperas, rudes, em contraste com eles esse Onii-chan tinha a voz melodiosa.

— Rin! E o teu Onii-chan? Quantos anos você tem? – Minha voz vinha embargada de curiosidade.

— K-Kagamine Len…Eu tenho 16, e você?

— 14…Afinal eu vou ter mesmo que te chamar de Onii-chan… – Suspirei de aborrecimento, eu queria chamar ele pelo primeiro nome, como se já nos conhecêssemos…Como se fossemos ami-

— Pode me chamar de Len…- Eu sorri satisfeita — Você não é muito nova para andar fazendo isso?

— Hum?”Isso” o que? Len onii-chan?

— V-Você sabe…Se p-prostistuir?

— Prostituir? O que é isso? Nunca ouvi essa palavra…

— É…Bem…E quando uma pessoa faz sexo com outras pessoas, quando essas pagam ela…

— Sexo? Eu não faço essas coisas…Eu só brinco com os Onii-sans que o papai traz até aqui…Quer dizer, eles é que brincam comigo.

— Essas “brincadeiras” que vocês fazem se chama sexo.

— Hum… – Eu parei para pensar durante um certo tempo, mas depois acabei perguntando para Len se o que eu fazia era errado.

— Bem, errado é…Mas acho que se você nem sabe o que é, você não está fazendo nada de errado, seu “pai” é que está.

— Ei! Não fale mal do papai! E se é assim tão errado, porque que você está aqui? – Falei com um tom irritado, ele ficou vermelho e não me respondeu durante um certo tempo, mas logo olhou para mim e disse:

— Eu só vim aqui porque o meu pai me obrigou…Ele disse que eu tenho 16 anos, que ele iria me trazer para um lugar que irá me transformar em um homem.

- Então você não queria vir?

— Muito sinceramente, não... – Não sei porque, mas eu senti uma dor no meu peito…Ficamos um certo tempo sem falar nada, até que ele se virou para mim e disse vermelho:

— A-Acho melhor começar…Senão meu pai vem me buscar e a gente não fez nada…

— H-Hai… – ele me segurou pelos ombros, aproximando sua face, eu corei, nunca tinha corado, e meu coração também nunca tinha batido assim tão rapidamente, ele encostou seus lábios aos meus, e me beijou, eu já meio que sabia o que fazer porque meus outros Onii-sans já tinham me ensinado, por isso abri levemente minha boca, pelo que Len introduziu sua língua, e com urgência foi explorando todos os cantos da minha boca, pelo que eu correspondia explorando a dele, depois de um certo tempo paramos para respirar e ofegantes ficamos olhando um para o outro.

— F-Foi bom... – Eu falei surpresa…Nunca tinha me sentido bem beijando os outros Onii-sans…Só Len…

— Eu também gostei…E-E agora? O-O que a gente faz?

— O que você quiser… – Ele me olhou de alto a baixo, e corou novamente, mas logo me abraçou e me deitou suavemente na cama, depositando beijos ao longo do meu pescoço, eu ia fazendo uns sons estranhos, que as minhas Onee-chans diziam que se chamavam gemidos, e que significavam que eu estava gostando, embora eu os fizesse com os Onii-sans, mesmo quando não estava gostando…O que não era o caso.

Len parou de repente, e eu perguntei o que tinha acontecido.

— P-Posso tirar tuas roupas?

— P-Pode…N-Nem precisava perguntar… – ele me sorriu docemente, e com delicadeza começou a tirar meu vestido, me deixando só de calcinha, novamente sem saber porque eu me senti embaraçada e corei, cobri meu rosto com as mãos, mas Len as segurou, tirando-as da minha face.

— Eu quero te ver…

— H-Hai… – ele sorriu novamente e depositou um suave beijo em meus lábios, para novamente fazer o percurso de beijos e pequenos chupões em meu pescoço, dessa vez descendo para meus seios, e abocanhando um deles, enquanto massajava o outro, eu novamente gemia embaixo dele, cada vez mais alto.

— Ah…Ah! L-Len onii-chan…

— Tá gostando?

— H-Hai! Ah! M-Mas não é j-justo…

— O que?

— E-Eu sou a única que está se divertindo…

— Mas eu estou me divertindo…Ou você quer me dar prazer também?

— P-Prazer?

— Nem isso você sabe? – Fiz sinal de que não sabia, e ele suspirou para me dizer com um sorriso – Prazer é quando você está se sentindo bem. Como agora!

— Então essa é a minha primeira vez sentindo prazer…

— Serio? Você não gostava quando fazia com outras pessoas?

— N-Não…Essa é a primeira vez que eu me divirto também… – ele sorriu novamente, e me beijou mais uma vez com suavidade, para depois o intensificar, eu o abraçava fortemente como se quisesse prolongar o tempo do beijo, mas ele se separou de mim, sentou-se de frente a mim e apontando para as calças com um sorriso divertido disse:

— Douzo. – Eu entendi aquilo como uma permissão para lhe dar o tal de “prazer” que ele deu para mim, desabotoei a calça dele e a tirei, tirei também sua cueca, e de lá saltou seu membro erecto, fiquei o observando durante uns segundos, os dos outros Onii-sans era menores…Mais grotescos também…Mas rapidamente sai do meu transe e o abocanhei, chupando-o vigorosamente, ao mesmo tempo que fazia movimentos circulares com minha língua, ouvindo-o gemendo levemente, eu passava a sugá-lo ainda mais, e fazendo movimentos ainda mais rápidos o fazendo gemer mais, e mais alto. Aquilo me trazia uma certa felicidade que eu não sabia explicar…Como a maioria das coisas que eu andava sentindo nesse dia…

— Ah! Rin…! E-Eu vou- – Mas não conseguiu terminar a frase, porque logo de seu instrumento saiu aquele liquido estranho, branco e espesso que eu costumava cuspir, o Onii-sans não pareciam gostar quando eu o fazia, e como eu não queria fazer nada que desagradasse Len, engoli todo aquele liquido semelhante a creme…

— Amargo… – disse levando a mão á boca, para que não despejasse nem uma gota…Len me fitou durante uns segundos e me empurrou novamente para a cama, me beijando violentamente, eu o abraçava com força, dessa vez ele não se afastou mas ao mesmo tempo que me beijava acariciava minha parte privada, ainda coberta pela minha calcinha, eu mesmo com Len me beijando não conseguia controlar os gemidos que saiam de minha boca, Len o percebeu e passou a fazer movimentos mais rápidos, enquanto eu gemia cada vez mais, mas ele de repente parou e olhou para mim com um sorriso travesso em sua face, foi descendo pelo meu corpo com suaves beijos, até chegar aos meus genitais. Tirou minha calcinha e separou levemente minhas pernas.

— E-Etto…O que você vai faze- Ah! – Ele agora tinha começado a lamber minha abertura, chupando-a, e introduzindo sua língua, fazendo minha cabeça andar a roda…Ele também passava agora a enfiar seus dedos, um de cada vez, como se me abrindo ainda mais para dar ainda mais espaço para sua língua, eu gemia desesperadamente, agarrando em seus cabelos com uma mão e com a outra tentando tampar minha boca de forma a abafá-los.

— Eu não aguento mais Rin! Posso pôr dentro? – eu acenei afirmativamente, eu também o queria, nunca quis antes, mas eu queria o de Len…Ele me beijou a testa, e posicionou seu membro um minha abertura, soltando um pequeno gemido quando entrou completamente.

Ele me olhou e me puxou para cima dele, fazendo-me sentar, comecei a dar pequenos saltos, de forma a fazer o instrumento dele entrar e sair de mim, dando prazer a, presumo, nós os dois.

— Ah!Tão quente…Hm! – Ele agora passava a se movimentar, cada vez mais rápido pelo que acelerei também, fazendo o prazer se multiplicar por dois. Gemendo sem nenhum restringente, fazendo minha mente ficar em branco. Meu corpo agora era tomado por fortes espasmos que nunca tinha sentido antes, Len o percebeu e me deitou, passando a fazer movimentos ainda mais rápidos, enquanto os espasmos ficavam mais fortes, eu senti seu corpo tremer antes de seu membro soltar novamente em mim aquele liquido quente e branco, enquanto os espasmos paravam e davam lugar á um prazer inimaginável, e uma sensação de alivio estranhos.

Len saiu de dentro de mim e se deitou ao meu lado ofegante, assim como eu…Ele segurou minha mão e olhou para mim com um sorriso cansado, eu me virei para ele e sorri também.

— Nee Len onii-chan? Você vai voltar? Eu gostei tanto de você…

— Eu também gostei de você Rin! Eu vou voltar sim, e quando eu voltar eu irei te levar daqui.

— Eh? Isso quer dizer que nós vamos ficar juntos?

— Sim! Juntos para sempre Rin! Eu te prometo isso!

— Honto? – Ele acenou afirmativamente, e eu sorri feliz – Ureshii!

Ele me sorriu de volta e me abraçou, seu corpo era confortável, quentinho também, pelo que eu acabei por adormecer. Quando acordei Len já não estava mais lá, mas ao meu lado estava um ursinho branco com um lacinho amarelo, e um coraçãozinho também amarelo na patinha, ao lado dele estava um cinto amarelo com uns triângulos castanhos, que eu me lembrava de ter visto em Len…Sorri e fiquei na cama deitada, sonhando com o dia que Len me iria tirar daqui…

Esse dia nunca chegou…

Notas finais
Bem gostaram?Teve bastaaaaaaaaaaaante hentai né? xD
Bem,como eu disse no próximo cap as coisas ficam sérias,então se vcs quiserem ele mandem reviews XD
Quando tiver pelo menos 5 reviews eu postarei a ultima parte!
Portanto deixem reviews U.U
Haru-chan ♥