Os Últimos Hérois - Fic Interativa
13 Sou perseguida por um morcego gigante
Notas iniciais
Ah, quase eu ia esquecendo: CHEGAMOS A 120 COMENTÁRIOS! Obrigado a todos vocês, leitores que comentam sempre que podem! Vocês não sabem o quanto me motivam a continuar a fic! E quanto aos que não comentam, sem comentários sobre vocês também. Mas poderiam comentar de vez em quando né? Eu aceito até se vocês falarem "Pirulito que é bom nasce em árvore". Ok, eu aceitarei, mas é melhor se falar sobre a fic né? Estou falando demais. Acho melhor eu parar e deixar vocês lerem a fic. Boa leitura!
Jasmine
Eu estava na escola e não tinha visto a hora passar. Quando eu olhei meu relógio, eu me espantei. Já eram onze horas! Meu ônibus já havia saído há dez minutos! Por acaso você deve achar que eu poderia facilmente pegar outro ônibus certo? Errado! Iria demorar pelo menos mais uma hora para o próximo ônibus chegar e mais outra para que eu chegasse a minha casa.
Comecei a pôr em prática meu plano B: Correr até minha casa com minha velocidade máxima multiplicada por dez. Peguei minha mochila e alguns livros que eu ainda não tinha guardado e comecei a correr até minha casa. Eu esperaria o próximo ônibus se eu não tivesse um ensaio fotográfico para fazer. Claro, eu não gostava de fazê-los, mas fazia por meus pais, Peter e Mary Parker, os magnatas da grande cidade de New York e donos das empresas publicitárias Parker's.
Estava tão distraída que acabei esbarrando em um menino e nós caímos. Meus livros estavam todos jogados no chão e eu teria que perder mais de meu precioso tempo os pegando antes de ter que voltar a correr.
– Porque não olha por onde anda? – eu perguntei irritada pegando meus livros. Ouvi-o pedir desculpas, mas ainda não me conformava que ele tivesse me atrasado. Ele estava pegando alguns livros junto comigo. – Você é cego ou... – minha voz morreu ao olhar para seu rosto. Ele era lindo! Ele era meio pálido e tinha um cabelo preto curto. Seus olhos castanhos me fitavam com um brilho que eu não saberia explicar. Seu sorriso fazia com que eu sentisse cada um de meus ossos derretendo e achei que eu fosse cair, pois minhas pernas ficaram bambas de repente.
Percebi que ele estava segurando dois de meus livros e os estendia para mim. Nossa! Quanto tempo será que eu fiquei hipnotizada? Esperei que não tivesse sido muito. Peguei meus livros e retribui o sorriso que ele me dera.
Abri a boca para poder me apresentar e então lembrei que eu estava muito atrasada.
– Tenho que ir! Tchau! – eu falei e voltei a correr para casa. Ele pareceu ter tentado me avisar sobre alguma coisa, as eu já estava longe e não consegui escutá-lo.
Pelo resto do caminho eu só pensava em como tinha sido grossa demais com aquele menino. Eu já fui meiga e simpática com todos que conhecia, mas só tinha descobri a decepção que ficava cada vez maior. Quando eu mudei de escola eu decidi parar de ser boazinha com todos e começar a ser fria e grossa com as pessoas que me questionassem ou ficassem no meu caminho. Foi melhor eu ter sido grossa com aquele menino. Seu eu fosse meiga e simpática como antes, ele logo se aproveitaria de mim e me desprezaria na primeira oportunidade que tivesse.
Depois de mais dez minutos de correria intensa eu cheguei a minha casa já vermelha e arfando. Tomei um banho rápido e almocei, já que eu ainda não tinha comido nada desde manhã.
Sai de casa e fui ao Studio no qual iria fazer o ensaio fotográfico. Caminhei por cinco minutos até chegar até lá. O Studio era realmente... magnífico! Sua entrada era formada por um arco onde estava escrito o nome Studio Films (N/a: Inventei agora. Se existir mesmo será só uma coincidência). Dentro dele havia vários lugares com diferentes cenários. E por todo lado havia pessoas caminhando apressadas e estressadas.
– Vai fazer algum filme ou só está observando? – uma mulher loira perguntou atrás de mim.
– Ah, eu vim fazer um ensaio fotográfico – eu disse ainda admirada com o Studio.
– Ah, você é Jasmine Parker? – ela falou como se tivesse falando com uma celebridade e eu assenti. – Venha! Eu te mostro o caminho!
Ela me levou para o Studio 8 e foi embora, pois estava atrasada. Eu entrei e procurei alguém que me informasse onde e o que eu iria vestir. Achei um homem andando apressado com dois copos de café em mãos. Era para seu chefe provavelmente.
– Com licença! Onde eu posso me arrumar para o ensaio fotográfico? Aliás, qual é o tema? – eu perguntei.
O homem disse que o tema era “Os Antigos Tempos” e apontou para uma pequena cabine preta no canto da sala dizendo que lá eu encontraria meu figurino. Caminhei até ela e entrei. Não era nada demais. Apenas uma sala pequena com dois cabides e uma cadeira.
Achei o figurino em cima da cadeira e tirei minha roupa. Pendurei-a nos dois cabides e me vesti. Percebi na hora que aquele seria um dia longo.
( http://www.ligadanasdicas.com/wp-content/uploads/2012/12/fantasia-de-%C3%ADndia-1.jpg )
Saí da cabine com um pouco de vergonha. Havia um homem baixinho de braços cruzados olhando fixamente para mim. Ele tinha o cabelo loiro oxigenado e ficava batendo os pés nervosamente no chão.
– Jasmine Parker? – ele perguntou.
– Sou eu
– Está atrasada! – ele falou com fúrias nos olhos – Vá até o cenário e faça seu trabalho! – ele apontava para um cenário totalmente verde. Devem colocar o cenário graficamente depois.
Fui até o cenário e comecei a fazer poses aleatórias. O tempo se arrastava. Era muito vergonhoso ter que se vestir daquele modo. E a sorte não estava para o meu lado. Ainda vesti-me de navegadora portuguesa, camponesa, egípcia.
Depois de tirar essas fotos fui até a cabine me trocar para a próxima sessão de fotos. Meu figurino já estava lá. Uma armadura grega se encontrava em cima da cadeira. Junto com ela, uma saia prata com cinto preto. Havia também um elmo negro, braceletes e botas. Tirei meu figurino egípcio e coloquei-o nos cabides, perto da minha roupa normal. Vesti a minha fantasia de gladiadora e fui ao cenário.
– Hm, acho que está faltando alguma coisa! – o diretor disse antes mesmo que eu fizesse alguma pose. Ele estalou os dedos – Claro! Uma espada! Arrumem uma espada para a senhorita!
As pessoas começaram a correr de um lado para outro procurando por uma espada. Senti alguém pegando no meu pulso e me puxando para uma mesa e me mandando escolher uma das várias espadas falsas em cima dela. Cada uma pior que a outra. Havia uma que era colorida como um arco-íris. Outra era totalmente rosa. Outra era torta, disseram que era assim para dar charme.
Estava muito indecisa, até que uma chamou minha atenção. Era uma espada totalmente negra sem nenhum enfeite exagerado. Ela estava apoiada em pé no canto da sala mais afastado. Caminhei alguns poucos passos até ouvir o homem que tinha me puxado para a mesa de espadas:
– Já escolheu querida? – ele perguntou.
– Sim, sim! – disse me virando para ele — Eu escolhi aquela... – minha voz morreu ao ver que a espada negra não estava mais lá. Havia sumido.
– Aquela...? – ele perguntou. Eu pensei em falar da espada que tinha sumido em menos de um segundo, mas achei que ele iria me achar uma louca. Então caminhei até a mesa de espadas novamente e peguei a mais simples possível. Uma espada cinza cheia de glitter e brilho. – Esta daqui! – disse com a espada em mãos.
–Ah! – ele disse sem muito entusiasmo – Boa escolha! Agora vamos!
Ele me puxava pelo pulso e eu era arrastada para o cenário novamente.
– Pronto, querida! Agora você está perfeita! – o diretor falou – Coloque a ponta da espada perto de seu pé e faça como se estivesse usando-a como apoio. – eu fiz o que ele mandou. Ninguém merece o sofrimento que eu estava passando.
– Sim, e agora faça um biquinho sedutor – Não! Ninguém merece mesmo! Tive de me controlar para não ir até o diretor e quebrar sua cara. Calma Jay! Pelos seus pais! Isso, concentre-se! Disfarcei a raiva que sentia e fiz o biquinho como ele mandou.
***
O ensaio acabou depois de mais cansativos trinta minutos. Quando foi anunciado que teríamos só mais quarenta minutos para comermos e voltar para o Studio. Fui até a cabine preta colocar minha roupa normal, mas ela não estava lá! Havia sumido! Sai as pressas procurando quem que tivesse pegado minhas roupas, mas não havia quase ninguém lá dentro, apenas o diretor e alguns de seus empregados que trouxeram seu lanche. Caminhei até ele.
– Onde estão minhas roupas? – eu perguntei. Curta e grossa.
– No seu corpo querida! Não está vendo? – morri de raiva. Mas minha prioridade era encontrar minhas roupas normais, não podia me distrair.
– Não esses figurinos ridículos! Eu quero a roupa com que eu vim para cá! Eu deixei-as pendurada em um cabide lá na cabine, mas agora que eu vi, elas não estavam mais lá – eu disse irritada.
– Ah! Aquelas roupas bregas? – realmente eu tinha que me controlar para não bater nele. – Um de meus empregados veio me perguntar sobre elas e eu o mandei joga-las no lixo.
Fiquei abismada. Haviam jogado minha roupa no lixo?! Pensei em correr para vasculha-lo e já ia começar quando o diretor disse. – Nem adianta procura-las no lixo amor! O caminhão de lixo passou há uns dez minutos. – Não! Aquilo era a gota d’água! Eu já aguente demais! Sem pensar duas vezes, soquei a cara dele.
– Aiii! Meu nariz! – ele gritou. Sangue escorria de seu nariz. Eu via os seus empregados lutando para conter um riso. – Sua estúpida! Maltrapilha! Arrogante!
Ele reclamava sem parar enquanto eu andava calmamente ao portão. Ele pareceu ver que suas palavras não faziam efeito nenhum sobre mim. Então gritou:
– Está despedida! – Eu me virei e o vi sorrindo ao ver que suas palavras fizeram efeito. – Isso mesmo! Está despedida! No olho da rua!
Estirei meu dedo para ele e voltei a caminhar calmamente. Melhor assim. Aquele maldito emprego só estava me provocando problemas. Sai e peguei um metro para ir comer em um Subway.
Todos olhavam para mim de um modo estranho. Olhei meu reflexo na janela do metro e percebi o porquê. Eu ainda estava vestida como gladiadora! Senti minhas bochechas corarem. Olhei para frente novamente. Pensei comigo mesma que não tinha porque me envergonhar. Eu não me importava com o que as pessoas achavam de mim.
***
O metro parou e eu sai. Todos ainda me olhavam. Mas eu estava confiante e parecia que os outros percebiam isso, pois paravam de me olhar rapidamente.
Achei o Subway e fui fazer meu sanduíche. Estava morta de fome então escolhi vários ingredientes para pôr dentro dele. Sentei na mesa e comecei a devora-lo. Parecia que eu chamava mais atenção ainda comendo um sanduíche gigante como se eu não comesse há dias.
Alguém puxou a cadeira da minha frente e se sentou nela. Olhei e parei de comer instantaneamente. Era o menino que eu tinha esbarrado hoje de manhã! Ele vestia uma calça jeans e uma camisa verde em que estava escrito “The power of Sun”. Ele passou uma mochila que estava em suas costas para seu colo e a segurava forte. Fiquei sem fôlego e engoli pesadamente a comida que estava mastigando há segundos atrás.
– O que você pensa que está fazendo? – ele perguntou e eu fiquei sem entender direito. Ele deve ter percebido, pois ele explicou logo depois – Andar com esta armadura grega é como sair por aí com uma placa eletrônica com letras escritas em néon dizendo “Olhem para mim! Eu estou aqui!”
Ah! Era só o que me faltava! Um gatinho preocupado por eu estar vestindo roupas extravagantes. Achei fofo de sua parte, mas eu não precisava que ninguém se preocupa-se comigo.
– Olha aqui! Eu não me importo se as pessoas olharem para mim! – eu comecei – Eu não me importo o que elas pensam, só quero comer meu sanduíche em paz e depois voltar para casa, ok?
– Quem disse que eu estava falando em pessoas? – ele e perguntou levantando de leve a sobrancelha direita.
– Ué, eu pensei que... – parei de falar quando o vi. Um tipo de morcego gigante voando diretamente para mim. O menino seguiu meu olhar e viu aquele monstro.
– Droga! – ele disse – Eles nos acharam! Temos que correr!
Ele se levantou e ajeitou a mochila em suas costas. Eu ainda estava sentada olhando para aquele morcego gigante que se aproximava cada vez mais. Senti o menino tocando meu pulso e me dando um puxão para que eu acordasse. Funcionou. Depois disso eu comecei a sair correndo.
– Conhece algum lugar para nos escondermos? – ele perguntou.
– O metrô! – Foi à única coisa que pensei. Seria perfeito! Afinal, uma criatura dos céus não entraria no metrô não é? Ou será que entraria? Só tinha um jeito de descobrir.
Nós dois entramos no metrô só que não paramos de correr. Escutamos gritos vindos das escadas do metrô. Droga! Ela tinha entrado! Chegamos ao final do metrô. Vi que o menino estava segurando um arco curvo nas mãos e sua mochila estava entreaberta mostrando uma aljava cheia de flechas douradas. Vi a dúvida em seus olhos. Ele não podia atirar, senão poderia machucar pessoas inocentes. E se ele não atirasse, nós morreríamos.
Ouvi algo do meu lado e olhei. A terra estava, digamos que, cuspindo a espada negra que eu vira no ensaio, mas que sumira antes que eu a pegasse. O menino pareceu perceber e se espantou um pouco. Eu peguei a espada antes que ela sumisse de novo. Talvez eu tivesse que usa-la. O morcego se aproximava cada vez mais e seria bom ter algo com que se defender.
Percebi um trem que estava quase saindo do meu lado direito. Suas portas estavam se fechando. Coloquei a espada na bainha de meu cinto e puxei o menino até as portas do trem. Corremos o máximo possível para entrar a tempo, mas não conseguimos. A porta se fechou completamente quando estávamos a poucos centímetros dela. Bati nela com toda força, mas ela não abriu. O trem começou a andar e o garoto me puxou para que eu não me machucasse.
O morcego se aproximava. Estava a apenas sete metros. Com o canto do olho, vi o trem sumindo. O morcego agora estava a cinco metros e se aproximando cada vez mais rápido. Uma ideia maluca surgiu na minha cabeça e eu pulei para a pista do metrô, puxando o menino junto comigo. Saí correndo em direção onde o trem acabara de sair. Afinal, outro tem não passaria mais cedo.
Corri e vi o monstro nos seguindo. Agora que não havia perigo de ninguém se machucar, o menino atirava várias flechas no morcego, mas ele desviava facilmente. Pelo menos, as flechas o distraiam e ele não nos alcançava.
– Cuidado! – eu adverti-o – As flechas vão acabar se você continuar assim!
– Não vão não! – ele disse e me espantei ao ver que sua aljava ainda estava completamente cheia – Ela é mágica! As flechas nunca acabam!
Estava prestes a falar que mágica não existia quando ouvi um barulho ensurdecedor. Olhei para trás. O morcego ainda estava lá, mas agora havia uma luz cegante vinda de trás do túnel e chegando a uma velocidade inacreditável. O trem. Ele iria nos matar se continuássemos ali. O menino parou de atirar flechas e nos concentramos em correr.
E agora? Era este o fim? Morrer atropelada por um trem enquanto sou perseguida por um morcego gigante? Não! Aquele túnel tinha que ter uma saída! Olhei para os lados e não vi nada. Mas eu sentia que havia outro túnel poucos metros à frente, que tinha sido construído, mas nunca utilizado.
– Tem outro túnel mais a frente! – eu avisei para o garoto.
O trem chegava cada vez mais rápido. Chegamos à parte que eu disse que haveria um túnel, mas não havia nada lá além de uma parede enorme. Eu não entendo! Tinha que haver um túnel lá! Quer dizer que eu estava errada e que agora morreríamos. O único jeito era continuar a correr.
O menino me segurou forte e disse:
– O túnel era aqui não era. – falou mais como afirmação do que como pergunta – Tente abri-lo! Faze-lo chegar até aqui! Sem perguntas, por favor! Eu vou distrair a fúria!
Fúria? Acho que era o nome do morcego gigante. Cheguei à parede que pensei que ficava o túnel e toquei nela.
– Oi Parede do Túnel de metrô! Tudo bem com você? – eu perguntei me sentindo uma idiota.
– Pode ir direto ao ponto? – o menino perguntou. Ele estava com uma faca na mão lutando com aquela... como é mesmo o nome? Fúria, acho. Virei-me para a parede e voltei a falar.
– Então, você poderia abrir um novo túnel aqui! – eu falei para parede desesperada ao ver como o trem estava perto. – Eu estou com problemas aqui e ficaria muito grata se você me ajudasse!
Como em um passe de mágica, a parede se abriu, dando espaço para um túnel mal cuidado que devia ter sido abandonado.
– Consegui! – gritei. Virei-me para avisar o garoto, mas ele parecia ter visto, pois correu até mim e pulou. Puxando-me junto com ele para o túnel enquanto o trem passava e um vento forte atingia aquele estranho lugar que eu havia criado.
Após o vento passar eu percebi a minha situação: Eu estava deitada no chão do metrô coberta de poeira e com um menino, que até era bonitinho, em cima de mim como se fosse para me proteger.
– Ãn.. – tentei falar, mas as palavras não saíam de minha boca – Pode sair de cima de mim, por favor? — Perguntei ainda com vergonha.
– Claro! – ele disse e percebi que suas bochechas estavam coradas. Não o culpava, as minhas também estavam. Levantei-me e tirei a poeira de minha saia. Percebi que eu ainda vestia a armadura.
– Então, o que vamos fazer agora? – eu perguntei tentando entrar em outro assunto para nos fazer esquecer o momento vergonhoso.
– Vamos seguir o resto deste túnel e subir para a superfície! – ele disse apontando para uma parte do túnel que eu ainda não tinha visto. – Depois disso iremos a um local seguro.
– Cinco quilômetros e dez metros e meio até um bueiro que está perto da Times Square! – eu falei tendo certeza total daquela informação. Mas como eu sabia disso? – Como...
– Você sabia? – o menino completou. – Olha, antes eu tenho que te explicar: Os deuses mitológicos existem! E eles têm filhos com mortais, mas por arrogância, deixaram de tê-los e acabaram mal. Um mal antigo foi despertado e digamos que ele paralisou os deuses, deixando-os incapazes de salvar a humanidade. Mas não antes que os deuses dessem parte de seus poderes a mortais para salvarem o mundo. Você é uma delas! E, eu suspeito que o deus que te escolheu foi Hades. – Ele falou e respirou fundo por ter passado tanto tempo falando.
– Onde estão as câmeras? – eu perguntei olhando para os lados a procura de alguma. O menino fez uma cara de quem não estava entendendo – Porque isso só pode ser uma pegadinha! Eu devo estar em um daqueles programas que fazem você passar por algo muito esquisito e você acaba por acreditar.
– Você acha que conseguiriam fazer aquela fúria voar e você abrir o túnel? – ele perguntou – E ainda mais arriscar em colocar dois adolescentes dentro de um túnel com um trem vindo em uma velocidade que os mataria em menos de segundos!
–É... – Ok, eu não acreditava que aquilo poderia ter sido feito por um simples programa. – Tá, eu acredito em você!
– Ótimo! Agora te levarei a um lugar seguro – ele respondeu sorrindo. – A propósito, meu nome é Will! – ele falou estendendo sua mão para mim.
– O meu é Jasmine, mas pode me chamar de Jay! – eu disse sorrindo e segurando sua mão. Eu tinha certeza de que aquilo seria o começo de uma grande amizade (ou quem sabe algo mais) e de uma louca aventura!
Jasmine Parker:
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Notas finais
Cinderella gostou?
Quanto aos leitores fantasmas que criaram um personagem, apareçam! Seu personagem será substituído se você não comentar por 3 capítulos seguidos. E já se passaram três semanas desde o último capítulo... Então, comentem porque senão seu personagem irá sumir. E os que não tem personagens, comentem também! Não faz mal falar só uma palavrinha dizendo o que acho né?
Postarei o próximo capítulo assim que puder!
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