Os tigres se tornaram reais
4 Comassim?!?!
Notas iniciais
Abri os olhos devagar e pude ouvir kish e ren discutindo sobre algo com um senhor mais velho, eu ainda estava meio sonolenta, me virei e fechei os olhos no intuito de dormir novamente. Quando estava prestes a cair no sono, a imagem do senhor me veio a mente KADAN. OMG
Dei um salto, me levante e sai correndo, invadi a sala e o abracei
– Pensei que vc tivesse morrido!
Ignorando completamente minha alegria, snr. Kadan pareceu confuso, eu o soltei e percebi que estava ainda de roupas de dormir na frente de meus tigres. Já estava envergonhada o suficiente pela reação do snr. Kadan, e depois de perceber que estava com um mini short com desenhos de vaquinha, com uma blusa de flanela bem curta, tudo que eu queria fazer era enfiar minha cabeça num buraco.
– Já volto — disse e sai correndo, entrei em meu quarto PERA, MEU QUARTO? ONDE EU ESTOU?
Não fazia ideia de onde estava, era um quarto aconchegante, e grande, abri o guarda-roupas e todas as minhas roupas estavam la, a cama era grande e tinha o cheiro de meus tigres indianos, tudo indica que eles dormiram na mesma cama que eu, inclusive suas roupas estavam ao lado das minhas, a ideia de ter dormido na mesma cama que dois lindos homens me deixava um tanto quanto perdida. Eles não só me viram em trajes ridículos, como posso ter chutado eles ou ter falado alguma besteira enquanto dormia... AI SENHOR.
Ignorei o fato de não fazer a minima ideia de onde estava e fui me trocar, penteei meus cabelos, fiz um lindo rabo de cavalo, tirei meu shorts e fui ao banheiro lavar meu rosto. No banheiro mesmo vesti uma calça jeans, tirei minha blusa de flanela e fui buscar uma blusa descente no guarda-rupas.
Eu estava procurando no guarda-roupa minha blusa vermelha que minha mãe havia me dado de aniversario quando senti uma mão me abraçar por trás.
– AHHHHHH
–Shii- disse Kishan tapando minha boca.
Sua mão segurava minha cintura nua de encontro com seu corpo malhado QUE TAMBÉM ESTAVA SEM CAMISA, OMG. Tentei colocar uma blusa sobre mim para me cobrir, mas Kishan tomou-a de mim, segurou minha cintura contra a sua, olhou em meus olhos, sorriu sarcasticamente e disse baixinho em meu ouvido
– Silencio bilauta... não vai querer que descubram a gente
Tentei argumentar que não havia nada entre a gente, mas no meio tempo em que acompanhei o seu peitoral se movimentar de acordo com sua respiração e tentei falar algo, ele me beijou. E não foi um beijo qualquer, eu sentia todo o seu sabor, seu corpo de encontro com o meu, sua pele na minha, sua boca que parecia querer me levar ao ceu. Repentinamente ele parou, olhou para mim e riu da minha expressão um tanto confusa, um tanto sem ar, me deu um beijo de leve, se virou, pegou uma blusa preta que estava em cima da cama, sorriu novamente
– Está olhando o que? Não vai querer perder o café, não é?
Desfiz minha cara de quem estava confusa na hora, retomei o folego para lhe dar uma bela de uma resposta.
– Mas se você quiser... — disse kishan, passando a mão pelos meus cabelos- não vejo problema algum, a gente pode comer mais tarde, ou quem sabe...
– KISHAN! — eu disse enquanto tirava sua mão dos meus cabelos.
Peguei minha blusa e pude ouvir a porta do quarto bater após sua saida.
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