Notas iniciais
Oi. Estou aqui de novo. Quero dizer que não tem mais coautora, escreverei os últimos capítulos sozinho. SIM, VOCÊS NÃO LERAM ERRADO! A fanfic acaba no capitulo 12, mas nao fiquem tristes pois o final vai ser épico.

– Olá velha conhecida, como vai? — Perguntou a pessoa misteriosa sorrindo sarcasticamente.

– Você, Você e a assassina? Você matou o Maxi e a Lena e vai matar eu e a Fran também? Você e uma duas caras! — Gritou a loira, sem conseguir acreditar no que via.

– Acertou! Eu matei a Helena Vidal, mas quem disse que o Maximiliano Pontes esta morto? -Respondeu ela, deixando Ludmila confusa.

A loira ficou confusa por alguns instantes mas depois se recompôs.

– Você tá blefando. Cobra! Você matou o meu amigo, meu AMiGO. Ou melhor, nosso amigo ne? Eu te odeio garota, e você vai pagar pelo que você fez agora! — Ludmila gritou e pulou pra cima da pessoa, e começaram a brigar com puxões e tapas. Enquanto elas duas se engalfinhavam Francesca acordou atordoada, mas depois percebeu o que estava acontecendo e foi ajudar Ludmila. Elas não eram migas mas a italiana sabia do que a outra era capaz e não queria que mais mortes ocorressem.

As duas juntas conseguiram imobilizar a outra e trancaram a porta, saindo da casa abandonada logo em seguida.

Quando estavam longe do local Ludmila parou e virou-se para Francesca.

– Obrigada por me ajudar Fran, nunca fomos muito próximas, mas mesmo assim obrigada. — Ludmila agradeceu de forma sincera e ate tentou sorrir.

– Que isso, não precisa agradecer não viu? Eu posso ser fria mas não quero a morte de ninguém. E olha, talvez possamos nos tornar amigas daqui pra frente. — A morena sorriu, também sincera e as duas se abraçaram.

Com Naty e Tomás

Depois de lerem o conteúdo do diário secreto de Lena os dois se olharam de forma confusa, sem saber o que fazer nessas circunstâncias Nathalia estava se sentindo meio traída, mesmo não namorando com o Maxi ela o amava, e saber que ele e a sua irmã mais nova tiveram um caso, ou ate mais que isso a deixava profundamente magoada. Mas o mais importante era resolver o assassinato deles, então decidiram entregar o caderno pra policia.

Depois de sair da delegacia Tomás percebeu que a amiga estava estranha.

– O que foi Naty? Tudo vai ficar bem e essa tal de Violetta será presa viu? — Ele se aproximou dela e fez um carinho na bochecha. Involuntariamente foram se aproximando e quando viram estavam se beijando. Ficaram assim por alguns minutos ate se separarem:

– Estava com saudades de você Naty! — Tomás sorriu, acariciando a bochecha dela novamente.

Ate que Napoleão, o namorado dela, chegou e não estava com boa cara.

– O que esta acontecendo aqui, posso saber? — Olhou pra eles com as mãos na cintura e uma cara nada boa.

Antes que qualquer um dos dois pudesse responder, uma menina ruiva agarrou e deu o maior beijão em Napoleão, Naty, ao ver a cena, ficou com lágrimas nos olhos e saiu do local com o "amigo"

Vanessa chegou a frente da mansão Pontes nervosa. Esta não era a primeira missão dela, mas era a mais importante, e nada podia dar errado. Respirando fundo, ela apertou a campanha. Alguns minutos depois um homem de meia idade magro e alto feito um palito abriu o portão. Ele se apresentou como Lisandro Ramalho, o mordomo. Ele ficou a mandando algumas cantadas indecentes das que ela conseguiu se desviar. Logo ela foi levada ate uma das inúmeras salas de estar do imóvel, onde Pablo Galindo a estava esperando.

– Olá Manuela Ferreira, em que posso ajudar? — Perguntei o homem, sorrindo e apertando a mão dela, momento que fez um calor percorrer pelo corpo dos dois.

Vanessa sentou-se no sofá ao lado dele e começou a chorar, como parte do plano para descobrir mais sobre Maximiliano Pontes.

– Me desculpa senhor. E que e muito difícil pra mim falar disso, ainda mais que eu estou gravida do Maxi e agora descobri que meu filho vai nascer sem pai. Quero que você me ajude com isso, eu tenho esse direito. — Ela exigiu, com voz chorosa. Ela era uma boa atriz, mas esse plano a estava deixando muito nervosa, mas muito mesmo.

Com Leonetta.

Os dois se olharam de forma maliciosa, o desejo estava mais que aflorado entre os dois. Leonard ficou tão hipnotizado pela beleza e as curvas da moça que ate se esqueceu do que realmente foi fazer na casa dela, entrou, a agarrou, fechou a porta com o pé esquerdo e a pensou contra a parede. Quando ele a ia beijar ela se afastou bruscamente w correu pro outro lado.

– Desculpa, mas não podemos fazer isso. — Ela falou, de forma cínica mas ele não desistiu e a pegou outra vez, mas dessa vez foi a porta que os atrapalhou. Abriram e estavam Diego e mais outros dois policiais.

– Violetta Castilho Diaz, você esta presa pelo assassinato de Maximiliano Pontes e Helena Vidal. — Falou um dos policiais, a algemando logo em seguida. Foi ai que Leonard voltou a si e percebeu o que tinha ido fazer ali, mas agora era muito tarde.

Com Ludmila

Depois de fugirem juntas, Ludmila e Francesca pararam numa lanchonete e comeram um cachorro-quente cada uma e viram que elas tinham muitas coisas em comum em meio a conversas alegres e animadas. Depois se despediram, trocaram números de celular e cada uma foi em direção a sua casa. Durante o caminho, Ludmila se pegou pensando na assassina, em Maxi e principalmente em Federico. Quando chegou em casa teve uma surpresa, sua mãe Priscilla estava sentada no sofá.

– Mãe, aconteceu algo de grave? — Perguntou a moça preocupada, já que a sua mãe nunca saia da sua cidadezinha.

– Desculpa filha, mas não posso mais cuidar dela, chega, não da, agora tudo mundo vai ter que saber que você tem uma filha de quatro anos com o Maximiliano. E isso, ou eu entrego a Luiza pra adoção. Então, qual escolhe? — Perguntou a mãe dela, desafiadora.

Notas finais
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