Os irmãos bruxos
7 capitulo 7- Eu sou sua irmã Harry.
Notas iniciais
Acordei mais cedo hoje, estava muito empolgada, Dumbledore disse que hoje Harry ia saber sobre o nosso parentesco, e eu como não sou ansiosa fui correr me arrumar para tomar café e ir a sala do diretor.
Tomei um banho troquei a roupa e desci no salão comunal, estavam lá os gemios, Lino, mais um garoto e uma garota que eu não conhecia. Eles estavam discutindo sobre o Quadribol, estavam sem dois jogadores uma havia adoecido por isso não veio para Hogwarts, já o outro jogador que pelo que ouvi era o irmão dos gemios terminou ano passado, eles estavam desesperados a procura de alguém que jogasse. Fred parecia estar muito ocupado então eu decidi ir sozinha até a sala do diretor, então quando passei por eles dei bom dia. E Fred foi me apresentar aos jogadores
– Ravenna, esse é o Olivio capitão e goleiro do nosso time, essa é a Katie, falta Angelina que ficou doente, e a Alicia que até agora não deu ar da graça. Eles jogam quadribol-disse ele meio abobado.
– Prazer em conhece-los- disse sorrindo- eles me comprimentaram.
– Onde é que a srt pensa que esta indo a essa hora sem seu protetor?- disse ele em um tom de cavalheirismo.
– Conversar com o diretor, não da para esperar até a noite.
– Me espera vou com você.
– Não esta ocupado demais para isso?-ele negou e foi trocar a roupa.
Saímos por entre o quadro, ele ficou todo eufórico pelo fato de que quando Harry souber de tudo, os pais dele poderão saber que sou filha de Lilian, assim iria em sua casa sem nenhum problema.
Falamos a senha e subi as escadas, e quando olhei para a Fênix Harry estava ao seu lado acariciando suas penas.
– Oi Fred, oi Ravenna, como estão?- disse ele espantado.
– Estamos bem e você?- respondi por mim e Fred.
– Bem, oque fazem aqui?
– Vim falar com o diretor. Mas eu posso voltar mais tarde.
– Não será necessário sair, preciso conversar com os dois- disse o diretor aparecendo do nada.
– Ravenna vou esperar lá fora- assenti. Então ele saiu.
– Sentem-se por gentileza- disse o diretor, e assim fizemos. Harry me encarou com um ar de surpresa, e quando eu o olhei ele desviou o olhar- Acho que não á porque prolongar nossa conversa, creio que saibam por que estão aqui.
– Se for o mesmo assunto que havíamos conversado antes, desconfio- disse Harry.
– Então sem mais delongas, na noite em que seus pais foram mortos, alguns aurores foram até a casa em que moravam para ver se encontravam todos vivos, mas só encontrou você vivo harry e os corpos de Lilian e Tiago, não achamos a outra criança, então deduzimos que ele tinha deixado que um de seus comensais fizesse o trabalho sujo de mata-la.
Harry estava com os olhos marejando de lagrimas, olhava para mim e depois para o diretor.
– Até que quando eu cheguei em Hogwarts, alguém com uma mascara prateada trouxe um bebe dormindo em seus braços e me pediu para que achasse uma maneira para que a criança ficar fora de perigo e que não fosse encontrada.
Eu fiquei com os olhos arregalados, pois ninguém me havia dito essa parte da história. Quem era a pessoa que tinha me resgatado depois que mataram meus pais?
– Chamei Minerva para que ela me ajudasse a pensar em alguém de confiança com quem podia deixa-la, então ela teve a idéia de deixar a criança em um orfanato trouxa. Onde uma antiga aluna da escola trabalhava. Ela cuidou bem da menina durante dez anos, até que eu fui visita-la e percebi o quanto era igual a mãe.
– Você é minha irmã?- perguntou Harry de cabeça baixa.
Olhei para Dumbledore e ele assentiu com a cabeça em forma de dizer para que eu respondesse ele.
– Sim, eu sou sua irmã Harry.
– Eu sabia que eu te conhecia de algum lugar, você era minha irmã, é minha irmã, mais porque não ficou comigo esse tempo todo?
– Não sabíamos se seria seguro deixar os dois juntos, achamos que aquele que não deve ser nomeado poderia voltar, e te encontrar pela cicatriz, isso ponharia a vida dela em perigo- disse Dumbledore.
Por algum tempo fez-se um silencio constrangedor, Harry andava de um lado para outro, eu fiquei sentada olhando para Dumbledore, que estava respeitando o silencio do meu irmão, oque me deixou incomodada, então quebrei o silencio:
– Harry posso não ser a irmã dos seus sonhos, mais prometo que vou respeitar sua escolha de me querer como irmã ou não- disse me levantando- Eu nunca quis saber o porque eu fiquei naquele orfanato esse tempo todo, pois tive medo de saber que meus pais não me quiseram mais. E quando soube que eles foram assassinados, vai parecer egoísta mas eu gostei de saber, porque eu não estava lá pelo fato de ser abandonada, mas sim porque eles morreram por amor a nós, foi a primeira vez que me senti amada- como ele não me olhou fui me encaminhando até a porta para ir embora- Bom se me derem licença vou para meu dormitório.
Quando sai me senti sendo puxada para um abraço, um abraço desesperado mesmo assim um abraço aconchegante, era Harry que chorava como uma criança quando se perde dos pais.
– Por que não crescemos juntos, ia ser tão bom íamos ser tão felizes minha irmã- fiquei muito emocionada quando me chamou de irmã, então chorando apertei ainda mais o nosso abraço.
– Ainda podemos ser felizes, não é tarde para isso. Você não sabe o quanto esperei para esse abraço acontecer. Eu te amo meu irmão.
– Eu também te amo Ravenna.
Dumbledore estava sorrindo quando nos viramos para ele, um sorriso muito sincero, capaz de acalmar aqueles que o visse.
– Estou muito feliz por vocês crianças, agora que estão em Hogwarts estarão protegidos, então se quiserem assumir a familiaridade que tem, podem ficar tranquilos cuidarei da segurança de vocês- assentimos- Bom espero que não tenham perdido o café da manhã, se apressem para não perderem as primeiras aulas.
– Antes quero que me responda senhor, quem nasceu primeiro?- perguntei.
– Você nasceu primeiro srt Evans-respondeu rindo.
– Então você me deve obediência mocinho- disse abraçando ele. Então saímos da sala, e sentado na escada encontrei Fred que parecia estar cochilando.
– Fred acorda, vamos nos atrasar.
– Ravenna oque?- disse ele meio sonambulo
– Podemos ir agora, Harry e eu já nos entendemos, ele já sabe que somos irmãos.
– Fico feliz-disse ele me abraçando.
– Vocês dois são... tipo namorados? Você é meu cunhado? Porque se for, você tem a obrigação de pedir ela em namoro para mim- disse meu irmão quebrando o clima e me deixando totalmente constrangida, oque fez meu cabelo ficar rosa.
– Não, não somos namorados Harry, na realidade ele é nosso primo, nossa mãe era madrinha dele.
– Eu não ligaria de pedir ela em namoro para você pequeno Potter- corei quando ele disse isso- falando nisso vou mandar a coruja para a mamãe dizendo que você não morreu e que seu irmão voltou para o mundo bruxo, quero que passem o natal em casa- disse Fred todo eufórico.
– É claro- disse eu e Harry juntos e rimos, e nos encaminhamos para o refeitório onde ainda tinham alguns alunos.
Harry contou aos amigos deles que a metamorfomaga era sua irmã que a muito tempo era tida como morta, e que estava muito feliz, pois não mais estava sozinho.
Os irmão Weasley ficaram contentes pois passaríamos o feriado de natal na casa deles, antes mesmo de perguntar aos pais se poderíamos ir.
O dia foi muito feliz, nem mesmo aquele amargo do professor Snape não poderia estragar.
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