Os dois lado da mesma moeda
4 Capítulo 4 - Ele ou Ela? Quem é o novo inimigo?
Notas iniciais
mas foi a thatta kem fez o cap -comigo obrigando-
boa leitura =3
O sorriso sádico formou em seu rosto enquanto apreciava a cena. 'Ótimo' Pensou.
O vulto encapuzado se virou e caminhou novamente para as sombras, sem antes, claro, dar uma última olhada na 'luta' que se estendia no castelo da rainha negra. Voltou a andar.Já não havia mais nada para fazer ali.
*
– Lass? — Chamou a rosada — Você não vem comer? O almoço está na mesa. Estamos te esperando.
– Já estou indo. — Saltou do galho que se encontrava — Eu já disse que poderiam comer sem mim. Não precisam esperar — Dito isso rumou em direção à base, junto a dançarina.
O albino não pronunciou nenhuma palavra sequer durante o caminho, muito menos no almoço. Passara este tempo- se não mais -perdido em seus pensamentos. Afinal, indagou-se novamente, não poderia ser ela, ou poderia?
*
Ergueu a espada banhada no sangue de suas tropas. Eram essa as tropas que iria comandar? Não tinham nem o direito de serem chamadas de monstros.
– É apenas isto?! É esse todo o poder da grande e temida tropa da rainha negra!?! — Indagou para seus servos — vocês não fazem jus ao titulo que tem! Não podem nem ser comparados a monstros de verdade. Não servem nem como distração para ganhar tempo!
Vagou seu olhar pelos guerreiros, onde os protestos começaram. Suspirou. Não estava com paciência para ficar resolvendo casos de ‘ferimentos de orgulho de monstros.’ Agindo assim até lembravam o Ronan. Bufou. Se virando caminhando para o lado de sua mestra.
– Quietos! – Ordenou – Deveriam agradece-lá! Afinal ela não esta humilhando vocês. – começou Cazeaje – Apenas sendo mais realista e paciente do que eu...
– Eu não vou comandar tropas fracas assim. – Passou reto pela rainha, parando alguns passos atrás desta – Se realmente quer ter a vitória, ao menos deveria me apresentar uma tropa digna para tal.
– Então o que você pretende fazer?
– Vou treiná-los. – virou um pouco o rosto, encarando a rainha – Eles ficaram mais fortes, já que não temos nada melhor, vamos pegar o pior e melhorar. Eles ao menos, em vez de ficar reclamando, deveriam ser gratos. Pois se fosse outro momento eu já teria matado todos. – Afirmou com uma voz calma, mas ao mesmo tempo ameaçadora. – Lembre-se Cazeaje. Você pode ser a força mais poderosa que for, porém enquanto não tiver servos fortes, não significará nada. Foi por este mesmo erro que você caiu antigamente. A Grand Chase está mais forte, isso. – apontou para os guerreiros – Não significará nada. Sabe por que Astharoth é forte? Por que ele tem servos fortes. – Voltou a andar, parando poucos metros a frente da porta do castelo – Amanhã, às cinco eu quero todos no campo de treinamento, aquele que se atrasar... Será morto.
– Aonde vai? — Indagou a rainha da escuridão visivelmente brava pela 'indireta'.
– Tenho algo a fazer agora — Proclamou a ruiva antes de virar-se e desaparecer por entre as sombras que permaneciam amontoadas no interior do castelo.
*
Era inicio de madrugada enquanto o albino vagava de um lado para o outro em seu aposento. O mesmo encontrava-se indeciso sobre se deveria ou não repostar a comandante quem na verdade poderia ser a nova inimiga.
Não tinha plena certeza do que viu, se realmente era verdade o que viu. Talvez uma notícia destas apenas fosse fazer uma tempestade em um copo d’água. Afinal, esta, mais do que nunca, era uma informação importante e teria que ser correta. Estava em períodos tensos, Astharoth já havia conseguido todas as esferas dos deuses. Em Arquimidia a guerra ficara mais complicada, a paz estava longe de chegar a este continente. Acabaram de perder o membro valioso da caçada. A culpa, por mais que não parecesse, martelava a cabeça de cada um, tanto quanto do albino, quando direcionava o olhar para a rosada ou passava em frente ao quarto da Ex-lider.
Estavam em uma situação complicada, estavam em períodos instáveis, onde a guerra poderia explodir a qualquer momento. Uma informação destas, que "ela" era a inimiga. Não era uma coisa qualquer, principalmente porque esta sabia muito sobre cada um. Os pontos forttes e fracos. Se realmente fosse verdade... Se ao menos tivesse certeza que era verdade. Não poderia arriscar deixar seus companheiros preocupados por apenas um engano.
Deitou-se na cama, fitando o teto. Por mais que pensasse não conseguia achar alguma solução cabível para sair deste problema. Falar ou não falar?
Fechou os olhos.E pouco tempo depois, voltou a abrí-los. Já havia decidido.
*
Levantou-se de sua cama. Estava sem sono. Varias questões lhe martelavam a mente, uma delas era quem era o ser que encontraram mais cedo. Seria outro inimigo? Seria este muito mais forte? Outro aliado de Astharoth?
Saiu do quarto, andando pelos corredores, questionando-se por que não falara nada quando vira o tal ser. Logo sua atenção foi voltada para a memória do momento em que sentiu sua presença. No começou achou que era Cazeaje, logo porém, mostrou-se totalmente diferente. Mais forte, mais cruel. Poderiam sentir uma sede enorme por sangue, como a de uma pessoa que não come a dias, ansiando por comida fresca. Poderiam sentir o desejo de vingança, como aquele que fora torturado por anos sem motivos, mas que finalmente tinha como fazer todos os que o machucaram sofrerem. A pessoa odiava como se tivesse sido rejeitada e torturada pela sociedade, como se crescesse sendo rejeitada, odiado a cada existência que a odiava.
Lembrou-se também que ao bater uma leve brisa o capuz se mexera, relevando uma mecha vermelha. Logo, a não ser que Cazeaje tenha ficado incrivelmente mais forte e ruiva, não poderia ser esta.
Também não poderia ser Astharoth ou Duel, ao menos que Astharoth tenha enfraquecido ou Duel se fortalecido e ambos tenham virados ruivos. Descartou logo essas insanas possibilidades, ainda assim um pouco inseguro.
Então, como as cenas de um filme que tendem a seguir uma ordem cronológica ou não, a memória seguintes focaram-se em Lass. Este fora o único que havia chegado perto para atacar o tal ser, talvez, perto o suficiente para vê-lo. Este também tinha agido estranho o dia inteiro.
Infelizmente o aposento deste se encontrava distante de onde o moreno estava e mesmo que fosse ate lá, não teria certeza que estaria acordado ou com humor para um longo interrogatório. Suspirou frustrado, baixando o olhar para o chão. Logo voltou a levantá-lo para encarar o túmulo a frente. Se deixando levar a contra vontade por lembranças de uma época não tão distante,fazendo-o perder aos poucos o brilho de seu olhar.
Antes mesmo que seu olhar se perdesse totalmente em lembranças, uma flecha passara zunindo por seu ouvido, fincando-se na lápide e rachando a mesma.
O imortal logo se põe em posição de defesa, vasculhando tudo a sua volta. Nada, não sentia nada, não via nada.
Abaixou-se cautelosamente, pegado a flecha que carregava um papel preso, no mesmo havia escrito apenas uma palavra.
‘Arrependido?’
– Sabe... Eu nunca fui muito boa em arco-e-flecha... — escutou-se o murmurar e seguida a esta uma risada quase silenciosa.
O moreno virou-se a tempo apenas de deparar-se com o misto de sombras que desfaleciam-se no ar.
– ...nos veremos em breve Cavaleiro Imortal... — fora a ultima coisa que o rapaz escutara antes que mais nenhuma sombra pudesse ser vista.
Notas finais
e.... eskeci o q ia dizer... enfim
bjoss ;*
Nayasha Akie!
Nussa! que mistério não? Pois é ouviram a Ree, é pra comentar! =D
Té mais!
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