Os caçadores e as vampiras.
2 Os caçadores.
P.O.V. Dean.

Essas moças são estranhas. Sempre usando palavras como se fossem códigos.
–Gente, cheguei!
–Bem na hora. E os pirralhos?
–Preciso de ajuda pra descarregar.
–Você pega aqueles bebês. Se acontecer alguma coisa com os monstrinhos, papai monstro mata a gente.
–Como se eu fosse deixar acontecer alguma coisa com eles.
Aqueles bebês pareciam feitos de porcelana só que viviam e respiravam.
–Como? É algum tipo de magia negra.(Sam)
–Não. É mais complicado que isso.(Elena)
–Vou acomodar os nenéns e você começa a fazer o jantar.(Elena).
–Não se esqueça de chamar o outro.(Katherine).
–Não vou.(Elena).
–E os nomes deles?
–Henrik e Hannah.
Elas fizeram macarrão á bolonhesa para o jantar.
–Nossa! A tanto tempo que não comemos comida de verdade.
–Tipo uns 17 anos.
–Uau! Porque?
–Temos que estar sempre nos mudando, viajando.
Elena fechou os olhos e os abriu minutos depois.
–Não. Eles não são.
–Não somos o que?
–Então o que eles são?
–Acho que são... como o Jer.
–Um dos sete?!
–Talvez. Mas, eles não são como nós, nem como eles.
–O porta malas.
–Que?
–Jesus! Katherine! Eles são.
–Meu Deus! Elena como você é burra! Convidou o inimigo pra dentro de casa!
–O Jeremy não matou a gente.
–O pequeno Gilbert era seu irmão! Esses ai não são.
–Vamos agir naturalmente.
–Algum problema?
–Não. É que vocês carregam armas no carro. Vocês são assassinos? Satanistas ou algo assim?
–Somos caçadores.
–De que?
–Monstros.
–Monstros? Na nossa cidade? Que bobeira.
–Aparentemente, são vampiros.
–Essas coisas não existem.
–Existem e estão nos lugares mais improváveis. Podem ser qualquer um, seu vizinho, seu melhor amigo até sua esposa.
–Credo. Vocês tão me assustando. São malucos.
–Chega Dean! Elas estão ficando com medo.
–Elas tem que saber.
–Não queremos saber. Vocês não batem bem da cabeça.
–É fiquem longe de nós.
Elena pegou uma faca.
–O que pretende fazer com essa porcaria?
–Não se aproxime.
–Dean! Deixe-as.
–Essas duas são apenas duas desavisadas.
–Fica longe.
Elena enterrou a faca na barriga do meu irmão.
–Vem Katherine!
–Sua vadia!
–Para Dean! Que merda!
–Vai defende-la agora?
–Ela foi gentil com a gente. Nos deu quartos, comida e banho quente!
–Só por isso?
–Nos receberam de braços abertos na casa delas sem nem saber nada sobre nós!
–Vou tentar conversar com as meninas. Toma.
–O que é isso?
–Kit de primeiros socorros.
Ouvi a Elena dizer:
–Ele está subindo. Posso ouvir os sapatos dele na escada.
–Fica calma. A porta está trancada, eles não tem força pra abrir a porta.
–Você acha? Viu o tamanho dos braços dele?!
–Cala a boca.
–Elena, abre a porta.
–Vai embora ou vou chamar a polícia!
–Por favor, não vamos machucá-las.
–Vai embora!
–Por favor. Sou eu, o Sam.
–Espera. O que eu faço Kat?
–Está considerando abrir a porta?!
–Sim.
–Toma.
–Verbena.
A outra gêmea abriu a porta e veio com tudo pra cima de mim.
–Não vou deixar que machuque a minha família caçador.
Os dentes e os olhos. Era um demônio.
Recitei o ritual de exorcismo, mas não aconteceu nada.
–Como? Devia ter funcionado.
–Sou uma vampira seu idiota!
–Não Katherine! Não machuca ele!
–Cala a boca Elenesma! Isso é culpa sua.
–Deixa ele ir. Eu prometo que vou honrar o pacto se fizer isso. Só você e eu pra sempre.
Elena chorava.
–Ele é um maldito caçador! E você é uma vampira! São como água e óleo, não se misturam.
–Tanto faz, solte-o.
–Aposto que vou me arrepender.
A gêmea de cabelos cacheados me deixou ir.
–Fora da minha casa seu maldito!
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