momentos antes...

(POV equipe 3: Aoi, Kurumada, Kirino,)

— Droga. — Kurumada gritou, frustrado. Chutou o chão e deu as costas à muralha a sua frente.

— Não vamos chegar a lugar nenhum desse jeito. — Kirino suspirou, sentindo-se um inútil já que seus poderes não podiam fazer nada para tirá-los daquela situação.

Já faziam vários minutos que tinham chegado na escola Seidouzan, depois de terem se separado em equipes, em busca dos colares de Cristal e de veneno. Mas logo que o fizeram, o capitão da Seidouzan, Kurosaki Makoto, erguera um muro de cristal em torno deles, impedindo-os de avançar ou recuar.

— Já faz quase uma hora que ele nos prendeu aqui. — Aoi levou a mão ao peito, assustada. — O que será que pretende?

— Não sei — Kirino olhou para cima, onde o caminho era livre, porém, alto demais. — Deve estar querendo nos cansar.

— Não aguento mais ficar preso aqui. — Kurumada estava irrequieto, fitou o muro com impaciência. — AHHHHHHHHH Nos tirem daqui — elevou a voz novamente, apontando para a figura marrom, o capitão da Seidouzan, que os observava com um sorriso gentil. Em seguida mirou o outro ser daquela cena, sentado em cima de uma pedra ao lado da escola. Ao receber o olhar furioso, Tsutsumi olhou para outro lado, irritando ainda mais Kurumada pois já era a quarta vez que ele o ignorava. Aquele avermelhado já estava o tirando do sério.

— Acalme-se Kurumada. — Kirino colocou a mão em seu ombro.

— Está bem. — Kurumada recebeu o olhar no amigo e bufou, tentando se controlar.

Kirino olhou para o capitão da Seidouzan, relembrando da partida que tiveram no final da Holy Road.

— Makoto, você não é disso. — Através do cristal translúcido, era possível ver com clareza suas feições e formas. O jeito como Makoto os tratara desde que chegaram era estranho, ele os havia deixado presos, sem nada dizer além de observá-los serenamente. — Nós já te contamos toda a história, precisamos dos colares, temos pouco tempo. — Kirino insistiu.

Kurosaki olhou amigavelmente para Kirino, parecendo pensar antes de repentinamente abaixar a muralha de cristal que havia levantado. Kirino e Kurumada olharam perplexos os muros descerem em alta velocidade.

Makoto suspirou e fechou lentamente os olhos antes de se dirigir aos jogadores da Raimon.

— Está bem. — olhou nos olhos deles, tirando o colar do pescoço e o mostrando. — Nós não temos interesse nos colares. Por mim os entregaria agora a vocês.

— Então por que nos prendeu? — Kirino ergueu uma sobrancelha, não entendendo a linha de pensamento do outro.

— Fiz isso por mera casualidade, foi divertido. — ele sorriu.

— O que? — Kurumada bradou, indignado. — Estava só brincando com a gente?

— Calma Kurumada. — Kirino viu que o colega estava ficando alterado demais, faíscas pareciam sair de seus olhos. Voltou-se para o portador do elemento cristal. — Então vai nos entregar os colares?

— Hum, não. — Makoto riu. — Não seria divertido.

— Como quer fazer então? — o rosado também estava ficando meio impaciente. Tinham ficado por tempos tentando sair sem sucesso da brincadeira do outro.

— Sugiro um jogo, simples, um contra um.

— Está bem — cansado de perder tempo, Kirino aceitou a proposta.

— Tudo bem para você, Tomo? — Makoto perguntou para o companheiro de time, que deu de ombros, logo olhando para Kurumada.

— Tsc. — Kurumada devolveu um olhar desafiador.

— Então está resolvido — Makoto juntou as mãos. — Meu oponente será você... Kirino Ranmaru — apontou para ele.

— Que seja — Kirino disse.

— Vamos logo com isso — Kurumada se pronunciou.

— Vamos fazer isso separados. — Makoto pegou uma bola de futebol que estava no chão, pois antes de terem sido atrapalhados pela Raimon, ele e Tsutsumi treinavam juntos. Levantou a bola e a jogou para Tomo.

Tomo pegou a bola e se afastou do local, logo sendo seguido a distância por Kurumada.

— Aoi — chamou Kirino. Aoi até agora não saira do lugar. — Vá com ele, Kurumada pode precisar da sua ajuda. O elemento do outro é perigoso.

Aoi assentiu com a cabeça e foi na direção onde os outros dois tinham sumido.

Kurosaki Makoto sorriu.

— Tem certeza?

— O que? — Kirino voltou-se para ele.

— Que fofo, preocupando-se com seu companheiro... Mas e você? Não vai precisar do poder dela? Sabe, meu amigo Tomo levou consigo a única bola...

— O que quer dizer com isso?

— Quer dizer que vamos ter que lutar para decidir quem fica com o colar. — Makoto formou em volta de si dezenas de fragmentos de cristal transparente. Afiadas, estavam prontas para atacar.

— Por mim tudo bem — Kirino fechou os olhos e um espesso nevoeiro cobriu os dois.

...

Kurumada o seguiu até uma quadra de futebol gramada. O lugar estava silencioso, deserto. Quando andou até o centro do campo o garoto já estava o esperando, a bola debaixo de um braço.

— Então você vai ser meu adversário — Kurumada disse enquanto o avaliava de cima a baixo, ansioso para gastar sua raiva em alguém.

Tsutsumi estreitou os olhos.

— Você já me deu nos nervos, me ignorando daquele jeito. O que há? Tem medo de mim? — Kurumada zombou.

— Medo de você? — Tsutsumi pôs a bola no chão com cuidado. — Não me faça rir, baixinho.

— Não consigo te ver rindo. Aliás, não me chame de baixinho — irritou-se com o comentário. Ainda mais quando percebeu que precisava olhar um pouco para cima para achar os olhos do outro — Vamos começar de uma vez.

— Só quero que saiba de uma coisa — Tsutsumi disse, atraindo a atenção de Kurumada. — Eu não sou como o Makoto. Não me importo com diversão. Vamos jogar sério.

— É óbvio — Kurumada disse, deixando o outro irritado.

— Quem fazer três pontos primeiro vence. O gol esquerdo é meu e o direito é seu. — falou rápida e rispidamente. — Vamos começar.

— Já não era sem tempo — Kurumada atacou.

Tsutsumi desviou agilmente da investida, abola acompanhando suavemente seus pés. Kurumada novamente tentou tirar a bola do outro, que driblava facilmente enquanto se aproximava do gol.

— É fácil enfrentar cabeças duras como a sua, baixinho. Atacantes como eu precisam passar por defensores fracotes como você para fazer o gol — foi a vez de Tsutsumi zombar, antes de chutar ao gol. — Meu nível é diferente do seu.

— Isso é o que vamos ver — Kurumada rosnou, indo pegar a bola. — Eu começo agora.

Tsutsumi se dirigiu ao meio do campo, esperando o outro vir e para a sua surpresa, Kurumada usou seu golpe “Dash Train”, jogando-o para longe. Kurumada fez seu primeiro gol.

— Co... Como? — Tsutsumi perguntou se levantando.

Kurumada olhou-o de cima.

— Defensores precisam tirar a bola de atacantes arrogantes como você para passá-la aos outros.

— Maldito... — foi até a bola, o corpo ainda doendo da queda.

Tsutsumi disparou com a bola, novamente driblando o menor musculoso. Aoi observava distante, torcendo em pensamento.

...

— Arg — Kirino caiu de joelhos.

Feridas ardiam em todo seu corpo, sangrando de cada corte aleatório nos braços e pernas. A única arma que lhe protegia agora era sua névoa, que envolvia toda a área. Estava, de fato, meio surpreendido. Makoto não podia ver onde ele estava, mas ainda assim atacava, sem se importar se atingiria algum ponto vital. Por sorte, acertara somente raspões.

Kirino podia controlar a névoa em todas as suas formas e quantidades, entretanto, não podia ver nada também, mas a névoa lhe permitia saber onde tudo estava. Por isso sabia que Makoto formara um casulo de cristal em volta de si, sendo assim não poderia paralisá-lo com seu elemento como fizera com Shindou e Kariya. Makoto era forte. Não sabia mais como atacá-lo.

Uma nova chuva de de cristais atingiu os arredores. Kirino foi se desviando segundo o movimento da névoa, entretanto, algumas acertaram o canto das pernas e braços.

— Vamos parar com isso agora, sim? Estou com medo de te matar atirando às cegas desse jeito — Kurosaki falou de algum lugar.

Não era você que disse que queria se divertir?” pensou Kirino, ironicamente. Queria perguntar-lhe em voz alta mas não arriscaria revelar sua posição.

Outra chuva veio e Kirino desviou de todas novamente, logo pousando no gramado. um fragmento atrasado atingiu seu calcanhar. Pego de surpresa, Kirino cambaleou antes de cair sentado. Arrancou o pedaço de cristal de si enquanto sentia as forças se esvaírem, junto com a névoa, revelando sua posição e a do oponente.

— Ah, aí está você — Makoto levou a mão ao queixo, pensativo. — Fiquei curioso de uma coisa, quem foi o desajeitado que soltou as pedras por aí?

Com dor por todo o corpo, Kirino mirou o outro de maneira nada simpática.

— Mitsuyoshi. — Respondeu.

Kurosaki Makoto ficou pensativo.

— Não sei quem é... Não, espera, acho que lembro... De qualquer forma, que irresponsável da parte dele...

— Poderia acontecer com qualquer um — Kirino o cortou.

— Não acho.

— Não é certo julgar as pessoas desse jeito. Nós fizemos isso com o Mitsuyoshi, não cometa o mesmo erro que a gente, julgando sem saber da história toda. Nós mesmos sabemos... Que ele não nos contou tudo.

Makoto de deu ombros.

— E ainda assim confiam nele?

— Sim — Kirino respondeu, surpreendendo o outro. — É compreensível que ele não se sinta confortável para dizer tudo, nos conhecemos faz pouco tempo. Devemos respeitar e procurar ajudá-lo no que for possível. Apenas isso, ele parece já ter sofrido demais.

— Entendo — Makoto sorriu, desceu a barreira em volta de si e se aproximou do adversário caído.

Kirino ficou receoso. Tentou invocar seu elemento agora que o outro estava desprotegido, mas estava fraco demais para fazer qualquer coisa.

Makoto tirou o colar que envolvia seu pescoço, jogando-o para Kirino.

— Uh? — o rosado estranhou. — Por quê?

— Você me convenceu — Kurosaki ofereceu a mão para o outro, que hesitou antes de aceitar. — A Raimon continua sendo a Raimon.

— O que isso quer dizer? Estava me testando?

— Talvez... — Makoto riu, apoiando o braço do rosado sobre seus ombros.

— Sabia que poderia ter me matado? — Kirino perguntou desconfiado. Por que fez toda essa encenação?

— Desculpa por isso, mas vocês chegaram de repente e.... Não é todo dia que se tem poderes para usar. Isso foi realmente divertido — respondeu Makoto, fazendo Kirino bufar. — Além do mais, meu amigo Tomo não iria querer entregar de bom grado, ele é impulsivo, sabe? Agora... Aonde está a moça que cura?

Foram em direção aonde os três passaram minutos antes.

...

A pontuação seguia em dois a dois. A bola estava em posse de Tsutsumi, que arfava pelo cansaço. Kurumada tampouco estava em melhor condição.

— Seu nome é Tomo não é mesmo? — Kurumada perguntou.

— Tsutsumi para você — Tsutsumi respondeu, irritado com o modo que o outro disse seu primeiro nome. — E acho melhor desistir enquanto ainda pode.

— Vai sonhando... — riu. — Acha mesmo que pode me derrotar? — rebateu.

— Acho melhor não me subestimar — Tsutsumi cerrou os dentes. — Vou fazer você se arrepender de ter dito as coisas que disse.

Kurumada gargalhou alto.

— O que foi? Disse algo engraçado? — Tsutsumi preparou-se para atacar com a bola.

— Não consigo ter medo de você, Tomo — Kurumada respondeu, fazendo com que Tsutsumi atacasse prontamente.

Kurumada começara a se acostumar com o ritmo e a velocidade do atacante da Seidouzan. Ele era rápido, ágil... Fofo... O defensor balançou a cabeça, abismado do que acabara de pensar. Fofo..? Tomo de fato era bonito, mas... Nunca ligara para essa coisas, afinal, gostava de garotas. Espera, pare. Por que raios tinha que afirmar isso? Era óbvio que gostava de garotas.

— Xeque-mate.

Ouviu-o falar em um momento de distração. Kurumada recuou alguns passos. Viu o rosto do oponente muito próximo de si, próximo demais. Seus olhos negros se encontraram com os marrom-amarelado dele. Sentiu uma dor aguda em sua perna direita e caiu, tonto.

— O... o quê?

— Se esqueceu que também tenho um colar? — Tsutsumi o contornou, havia se aproximado apenas para poder atacar com seu elemento.

Kurumada arregalou os olhos, lembrando.

— Veneno.

— Isso — Tsutsumi confirmou. — Meu elemento não é como os outros, eu não consigo usar muito de uma vez. É difícil juntar na natureza o necessário para uma pequena quantidade de veneno. — O garoto levantou a mão e em volta dela foi-se lentamente formando uma matéria roxa e líquida. Apontou-a para ele.

— Está trapaceando — Kurumada inquiriu.

— Não lembro de falar que era contra as regras... Não lembro de ter regra nenhuma — riu antes de atingir novamente o defensor com o líquido mortal.

Kurumada retorceu no chão, sentindo muita dor. Dor essa que corria em cada local de seu corpo. Entreabriu os olhos e viu Tsutsumi se agachando ao seu lado.

— Você ainda tem coragem de dizer que não tem medo de mim?

Kurumada observou-o por um instante. Os olhos grandes e gentis, apesar de no momento fazer uso de uma expressão arrogante, por trás de seus lisos cabelos carmim. O corpo magro a alvo, não era tão alto, apenas um pouco mais que Kurumada.

— Já disse que você não me assusta, Tomo.

Tsutsumi ergueu-se de uma vez, irritado, e tratou de golpeá-lo mais vezes. Kurumada se contorcia com cada ataque como se fossem picadas de uma cobra. Tomo fraquejou com a quantidade de poder que usara e logo parou com as investidas, cansado.

Tsutsumi voltou a se abaixar, pegando o defensor da raimon pelo colarinho.

— Você perdeu — disse a ele antes de começar a se levantar, precisava fazer o gol e acabar logo com essa história. Porém, seu pulso foi segurado antes que pudesse fazê-lo. Tsutsumi cerrou os olhos para aquele que impedira seu movimento. — Solte-me.

— Não... Você disse que não tinha regras não é? — Kurumada indagou. O corpo antes todo dolorido agora voltava ao normal ao destruir o composto venenoso, uma energia verde revigorava-lhe a força e a energia perdidas. O defensor puxou o pulso do atacante, que caiu de lado no campo. Kurumada se pôs em cima dele, fazendo com que ficasse de costas no chão.

— O... O que... Você... — Tsutsumi arregalou os olhos e tentou se soltar sem sucesso. Exasperou-se. — Como isso é possível? O veneno não surtiu efeito?

Kurumada riu ao prender os braços do atacante no chão.

— Por um momento aquilo doeu como o inferno — respondeu. — Mas agora não mais.

— Como? — Tsutsumi não entendia. Tentava com toda sua força livrar seus braços das mãos alheias, mas havia gastado toda sua energia para produzir veneno, não restava mais nada.

— Não é o que importa agora, não acha? — Kurumada sentiu uma emoção estranha ao ver o outro vulnerável em suas mãos. Balançou a cabeça, afastando pensamentos indesejáveis.

— Por que... Por que não teve medo de mim? — perguntou-lhe.

Kurumada pensou por um instante, seus olhos fixados nos dele. Os cabelos magenta do outro estavam esparramados no verde do campo, provocando um contraste marcante; os olhos marrom-amarelado reluziam ao sol... Tão belo, inocente, delicado... Hesitou em responder e sentiu seu corpo se mover contra a vontade.

— É porque... — Aproximou-se do rosto do outro — Você é muito fofo — Seus lábios se tocaram. Tsutsumi arregalou os olhos e Kurumada tampouco sabia o que fazia. O beijo era quente, macio, suave, nada parecido com o comportamento que demonstraram antes em jogo. Tsutsumi nem se mexia, submerso no sabor caloroso da boca do defensor. Kurumada surpreendeu-se, era tão doce.

Alguns segundos depois se separaram e ficaram a se observar em silêncio. Kurumada levou a mão até a face alva do ser abaixo de si,, passando-a por toda a sua extensão antes de se levantar e caminhar lentamente até a bola. Com toda a tranquilidade, fez seu terceiro gol.

Tsutsumi permanecera imóvel onde estava, as bochechas na cor de seu cabelos. O que acabara de acontecer aqui? Kurumada, o defensor baixinho e super em forma da raimon, tinha o beijado? Estava morrendo de vergonha. Sem dizer que acabara de perder o jogo que ele mesmo ditara as regras.

— Você pretende ficar aí? — Kurumada ofereceu-lhe a mão.

A voz grave do outro o fez voltar a si. Tsutsumi se sentia, de certa forma, humilhado, envergonhado. Relutou em aceitar a mão do defensor mas esse pegou a sua sem pedir licença e o ergueu com sua força absurda. Tomo cambaleou, tonto, e Kurumada o ajudou a se equilibrar.

— Agora, vou ficar com isso — Kurumada tirou o colar arroxeado que envolvia o pescoço fino do atacante. Tsutsumi suspirou pesado, sentindo-se derrotado.

Ouviram vozes se aproximando. Makoto, Kirino e Aoi vinham em sua direção.

...

Kirino já estava melhor, os poderes de cura da Aoi o havia ajudado.

O rosado olhou para seu amigo ao se aproximar.

— Então, conseguiu?

Kurumada ergueu o colar e Kirino sorriu.

— Foi difícil? — Kirino ficou curioso com a partida do companheiro de time.

Kurumada corou.

— Um pouco.

Tsutsumi olhou para Aoi e finalmente lembrou-se que ela estava observando o tempo todo.

— Foi você? — finalmente entendeu. A garota tinha curado o defensor do seu veneno, isso explicava tudo.

Aoi acenou com a cabeça, aliás, ela estava mais vermelha que um pimentão, afinal tinha visto toda a cena antes de Makoto e Kirino chegarem. Tsutsumi percebeu isso e levou sua mão na testa, consternado.

— Esqueça o que viu — murmurou para ela, sério, mas Aoi apenas sorriu.

— Esquecer por quê? — Kurumada perguntou, roçando sua mão na do atacante. Tsutsumi corou de súbito, o coração acelerando.

— Hunf — Tsutsumi olhou para o lado, cruzando os braços. Kurumada gargalhou, divertido.

Makoto observou a cena com medo de perguntar o que tinha acontecido. Apenas sorriu, seu amigo parecia diferente.

“Trimmm” O som de um celular foi ouvido.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.