Um homem, já velho, o único no mundo, caminhava com um graveto de salgueiro por uma terra infértil onde à frente podia ter vista de um monte, escuro, sem vida. O velho então, resolveu caminhar em direção à ele. Quando chegou bem perto, uma rajada furiosa de vento balançou o velho e quase o fez cair. Uma luz cegante emergiu em meio às nunvens pesadas. Essa luz, não era o Sol, muito menos uma estrela. Simplesmente uma luz originada do nada. Dessa luz, surgiu um pequeno fio que caiu sobre a montanha, como se fosse um raio reto e fino. Abriu-se uma cratera quando o raio atingiu o topo do monte. O velho, curioso foi até lá para ver o que tinha acontecido. Quando chegou, olhou para o buraco escuro. Bem no meio estava um colar, na verdade um amuleto. No pingente arredondado do amuleto, havia uma infinidade de símbolos. Alguns ele conseguiu indentificar, outros não. O velho pegou o amuleto com mãos trêmulas, acreditando que aquilo podia significar alguma coisa. Passou o amuleto pelo pescoço e o pingente ficou em contraste em meio ao manto marrom. Vários dias se passaram e nada acontecia, até que o pingente caiu do cordão e se quebrou no chão. O pingente se despedaçou em vários outros pingentes, cada um com um símbolo que tinha antes no amuleto. O mundo, juntamente com o velho, se engoliu em escuridão, uma escuridão que não tinha fim.

Depois da criação misteriosa do Universo, nada tinha vida, até que três irmãos nasceram e cada um deles ficaram com o controle do Destino dele, o Universo. Vitam, o irmão mais velho, era o irmão da vida, da criação. Electio, o irmão do meio, era o irmão da escolha. Mors, o irmão mais novo, era o irmão da morte, da destruição. Eles sempre estavam juntos, dentro de uma caverna, distante de tudo, controlando o Destino da Terra. E assim, a paz reinava.

Entediados com a vida pacata da Terra, os irmãos resolveram se separar, o que causou a pior confusão existente. Vitam, resolveu viver sozinho em um jardim, onde criava tudo o que ele queria. Electio foi para o alto do Everest, onde sabia que podia meditar sozinho e que nunca alguma pessoa chegaria até o topo. Mors, gostava de se divertir, então causou mortes, muitas mortes. Depois Mors, cansou-se de tanto matar e casou-se com uma humana normal e tiveram até um filho, após o filho, a esposa de Mors morreu. Então os irmãos ficaram cada um em seu canto.

O filho de Mors, se tornou uma pessoa imortal e poderosa, que com um sío toque no lado do peito onde fica o coração faz a pessoa morrer imediatamente, sem dor, nem nada. Uma pessoa tão poderosa que controlava almas. Uma pessoa tão poderosa, que quer mudar o mundo, para um mundo cheio de dor e sofrimento. Uma pessoa que quer destruir os irmãos e o próprio pai. Uma única pessoa que se destruir os irmãos, destrói junto com ele, o destino do mundo.

Durante uma tempestade muito forte, uma raio surgiu do céu então os amuletos do velho caíram em um canto do mundo, o canto onde vivo, o canto norte da América. Os Estados Unidos.

Os irmãos logo souberam o que aquilo significava. Significava que quem pegou um amuleto, denominados Amuletos de Poder, teria poderes. Poderes que os irmão sempre desejaram. E souberam também que não seria só os irmãos teriam poderes, e sim pessoas que não tinham noção de nada.

Acontece que muitos amuletos caíram em um canto norte da América, os Estados Unidos. E acontece também que eu sou uma das pessoas que pegaram um dos Amuletos de Poder, eu sou uma das pessoas que não tinha noção de nada, devido à morte de meus pais. Eu sou uma das pessoas que agora, estão sendo treinadas, para fazer qualquer coisa para deter o filho de Mors, Malus, de destruir os irmãos. De destruir a civilização que a humanidade demorou tanto pra criar. Malus é imortal, mas há um jeito de matá-lo, um jeito que ainda não descobrimos, mas que fazemos de tudo para descobrir.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.