Kagome estava em
seu quarto quando olhou pela janela e viu Inuyasha e Kikyou passeando no
jardim. Sentiu seu coração bater mais rápido e um grande incômodo lhe abater.
Passou a mão na testa e logo fechou a janela para não ver a cena deles sentando
no banco e conversando com os rostos próximos.



Quando vieram
chamá-la para o almoço, Kagome sentiu que poderia descer e mandou pedir
desculpas à baronesa. Logo depois do almoço Kikyou foi vê-la.





-O que aconteceu,
querida Eri, por que não desceu pro almoço? – inclinou-se para colocar a mão na
testa de Kagome – Está com febre! Vou chamar um médico.





-Não, não precisa,
baronesa! Por favor não se preocupe. É só uma enxaqueca, logo vai passar.





-Bem, se é assim,
descanse e desfaça essas tranças.





Quando a baronesa
voltou ao terraço Inuyasha perguntou:





-E então, o que
aconteceu com a dama de companhia?





-Ela está doente e
não sei se chamo um médico.





-Chame Folkmar. Eu
o encontrei ontem e ele queria visitá-la hoje. – fez uma pausa – Parece-me que
é ele que está chegando agora. Ele tem um surpreendente faro! Onde quer que
adoeça uma mulher bonita e ele já está por perto.





Pela alameda que
conduzia ao terraço ia apressadamente um rapaz alto e elegantemente vestido.
Cabelos cheios castanhos e olhos negros. O jovem médico beijou a mão da
baronesa e em seguida cumprimentou o amigo de infância.





-Olá Kouga!





-Como vai Inuyasha?





-Gostaria de
almoçar doutor?





-Aceito sua
proposta, baronesa.





Enquanto a baronesa
providenciava o almoço, Kouga olhou para Inuyasha e comentou:





-O que há
Inuyasha? Está tão calado.





-A vida está de
tal forma que só sinto tédio.





-Ouça meu conselho
Inuyasha e case-se. Já está com 28 anos, tem que continuar a família Taisho.





-Vá para o inferno
com esse seu conselho Kouga. Só aceito uma obrigação: viver com o máximo de
prazer.





A baronesa voltou e
eles encerraram o assunto. Depois de o doutor ter almoçado a baronesa se
pronunciou:





-Ah, eu já estava
esquecendo, doutor, minha dama de companhia parece doente, pode dar uma olhada
nela?





-Ah, a senhorita
já tem uma nova dama de companhia? Ela é tão adorável como a srt.Henrietta?





-Bem, ela não é
uma solteirona como a st.Henrietta. – respondeu Inuyasha.





-Bem, vamos lá.





Kikyou acompanhou
Kouga até o quarto de Kagome.





Kouga arregalou os
olhos quando finalmente viu Kagome que dormia deitada na penumbra de seu quarto
com os cabelos soltos que chegavam até o chão como uma cortina de seda. Olhou para Kikyou que mordia um lenço pra não
rir e voltou-se para Kagome pegando em sua mão.





Kagome abriu os
olhos assustada, que estavam com um brilho febril.





-Este é o doutor
Folkmar, Eri.





-Ah, não precisava
se incomodar baronesa!





Depois que Kouga a
tinha examinado e passado alguns medicamentos ele e a baronesa voltaram para o
terraço onde se encontrava Inuyasha.





-Inuyasha, a moça
não é bem uma solteirona? Ela é simplesmente lenda!





-Já está todo
acendido?





-Ah, mas você
também estaria se a tivesse visto com eu vi. Os cabelos soltos como um manto
sedoso, os olhos de um brilho febril e o rosto corado.





Inuyasha não sabia
porque mas não gostava desse interesse do seu velho amigo pela dama de
companhia.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.