Os Puros Ares de Sinnoh
1 1-Novos Ares
Notas iniciais
Drake desceria das costas de sua Swanna, com Blu, a tímida Swablu, na cidade de Sandgem. A empolgação estaria a mil. Após anos tentando convencer seus pais, ele finalmente se tornaria um treinador oficial.
–Obrigado, Grace. E boa viagem de volta. – Ele afagaria a cabeça da Swanna, que tornaria a voar, rumo a Johto.
Ah, Johto! Sua bela terra natal. Era tudo o que conhecia. Porém, agora respirava novos ares. A brisa de Sinnoh bateria em seus cabelos castanhos, fazendo com que ficassem bagunçados. Drake abaixaria para pegar um pedaço de capim. Era um costume, ficar com um na boca.
–Eita. Onde tá? – Ele olhou em volta e lembrou que aquilo não era seu rancho. E uma multidão começava a encará-lo, por descer do céu em um Pokémon estranho na região. O pânico começou a tomar conta do garoto, que nunca tivera muito contato com pessoas. Ele apenas se lembrou das instruções de seu tio.
Começou a procurar a grande construção que lhe tinham falado. Bateu na porta e entrou, ainda um pouco envergonhado.
–Professor Rowan? –Disse, ao chegar a um cômodo grande com várias coisas. Um grande senhor estaria sentado à uma escrivaninha no centro. Drake foi se aproximando — Sou Drake di Rovere. Meu t... –e seria interrompido pelo senhor, que sorriria.
–Drake, meu jovem! Como está grande! E que bela companhia! *diria afagando a cabeça de Blu* Seu tio me avisou que viria. Como ele tem passado.
–Pelo que o meu primo disse quando foi lá em casa, o tio vai muito bem. Mas não o vejo há algum tempo. Ele ocupado com as pesquisas em Kanto e nós com as criações no rancho, não podemos viajar muito...
–Entendo... – diria o bom homem, ainda sorrindo – Sabe que ele mandou uma coisa para você, não?
–Ele disse alguma coisa, mas não sei o que é... – quando uma memória me passa pela mente – Poderia ser...? –murmura o garoto, ansioso.
– Ainda não sei qual é, mas seu tio disse que é especial. Que você sempre foi fascinado... – diria ele, estendendo uma pokéball para mim
Com as mãos trêmulas, Drake pegaria a pokéball e pressionaria o botão central. Os olhos verdes do garoto brilhariam ao ver um Charmander sair de dentro da pokéball.
–F-Flame? – o garoto sorriu, abrindo os braços para a pequena criatura que pulava em seu colo, nostalgiado. –M-mas como? Não poderia, depois que...
–TODO MUNDO CALA A BOCA! –uma voz entraria pela porta do laboratório. Era um assalto. E estávamos cercados.
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