Os Incríveis X-men
5 Capitulo Cinco
Notas iniciais
Mesmo assim continuo postando.
Nesse capítulo os X-Men no futuro enfrentam o Quarteto Fantastico. Josh e Mercy "brincam" com um casal no Central Park. Vemos Dentes de Sabre na mansão. e na ilha Muir Paul relata sua tragédia.
Capitulo grande por sinal.
Futuro: Trinta Anos.
Não foi difícil avistar o Four Freedows Plaza. O único edifício que sobreviveu a devastação.
Os X-Men presenciaram muita coisa, cheiro de morte e de medo, corpos e mais corpos. Emma Frost não conseguia manter sua postura de esnobe, via ali jovens, adultos e crianças, poderiam ser mutantes, mas ela se controlava. Tentou inutilmente sondar uma mente morta, porem desistiu, não estava bem. Ao menos tinha Scott ao seu lado, porque estando nesse lugar era repugnante.
Kitty também sofria por tantos corpos encontrados pelo caminho, o cheiro era insuportável, olhava para Peter toda hora querendo ele, desejando chamá-lo para poder se proteger no corpo do russo, se fazia de corajosa, isso Kitty reconhecia que era, mas queria que a missão terminasse logo. Scott Summers estava seguro de si, não demonstrava preocupação ou não percebíamos atrás dos visores de quartzo-rubi, atrás de Emma, ele caminhava, pensava no professor, no seu repentino sumiço, nos Novos Mutantes que se debandaram e viraram clandestinos nas ruas, em Ororo que pediu licença pra viajar pra África e Vampira que dominado por Mesmero, um vilão de quinta categoria quase destruiu os X-Men. E Jean Grey? Mas quem era Jean Grey? Só o futuro saberá e ainda tarda a aparecer às respostas desse enigma.
Peter, serio caminhava, via a postura preocupante de Kitty, nem ousou falar ou perguntar alguma coisa a ela. Se ela o chamasse, daria seu corpo pra se proteger e acalmar. Peter ainda espera que algo maior esteja por vir, um grande inimigo dos X-Men. E ele estará preparado? E porque não? Muitas vezes demonstrou que sim. Pobre Peter, com o tempo houve muitas coisas em sua vida, muitos que o abalaram, mas o mutante russo está ai, firme e forte e tem Kitty para continuar.
Kurt melhorou após o ataque do sentinela, ainda admirado por estar vivo e assistindo ao caos, o silencio é um incomodo, ele se sente inconfortável, tinha vontade de fazer piadinhas, no entanto olhava para seus amigos e piadas não fariam efeito, via a morte, em olhos inocentes, em vidas que nem amadureceram e que foram ceifadas. Era uma pena e Kurt lamentava, só não aceitava o banquete da morte que via.
Logan liberou seus sentidos, era fato, o mutante farejou longas distancias e não sentiu nenhuma presença familiar. Pois onde estaria os Vingadores e o Capitão América? E o Quarteto? Ele e seus amigos estão expostos, se possível sendo vigiados, só não entende porque não houve um novo ataque de sentinelas, tudo era estranho para Logan e quando avistou o Four Freedows, sentiu uma forte presença de perigo vindo do edifício.
Finalmente chegam ao Four Freedows Plaza. Quartel General do Quarteto Fantástico.
Emma: Muito bem. Adentramos esse lugar, encontraremos o responsável por enviar o sinal. E voltamos o mais rápido possível ao presente.
Logan: Simbora gente.
E adentram os seis.
Uma recepcionista robô sente a presença dos X-Men e começa a falar descontrolada.
Robô: Olá? Sejam bem vindos ao Four Freedows Plaza, quartel general e empresa do Quarteto Fantástico. O que desejam senhores?
O edifício estava abandonado, vazio, algumas coisas quebradas, fios, moveis, vidros, era uma desordem. Não havia corpos ali, mas era um total abandono.
Os X-Men nem deram atenção para a robô recepcionista e seguiram avançando ainda mais o edifício.
Kitty: Que silencio isso aqui.
Scott: Todo mundo atento. Pode haver perigo. Emma?
Emma: O sinal está lá em cima. Ele termina lá.
Scott: Então vamos. Mas fiquem atentos.
Só que Scott Summers esqueceu de lembrar que nesse local que entrou era à base do Quarteto Fantástico e que no grupo existia um homem chamado Reed Richards e que a esposa desse homem tinha o codinome de Mulher Invisível.
Adentraram num salão que também estava bagunçado, Logan com seus instintos presenciou perigo.
Logan: Aqui não ta bem.
E foi depois que o mutante canadense falou que veio o primeiro ataque dirigido pra Emma. Foi como um soco no rosto que a fez cair.
Scott: Emma!
Ele vê sua namorada cair.
E logo os X-Men sentem um choque que fazem caírem sem reação nenhuma.
Então surge o perigo. Sue Richards a Mulher Invisível em postura de batalha, com punhos fechados encarando os mutantes.
Os X-Men recuperados se levantam. Emma ainda atordoada levanta e olha há agressora um pouco a frente. Sente ódio.
Scott: Sue Richards, não viemos brigar.
Sue: Invasores! Protegemos o nosso lar.
Scott: Nós viemos do passado por causa de um sinal que Emma recebeu e esse sinal está sendo gerado no quartel general do Quarteto Fantástico.
- Ah, quieto quatro olhos!
Uma voz vinda de trás anuncia a chegada de Johnny Storm, o Tocha Humana que voando lança bolas de fogo contra Scott e os X-Men que deviam.
E logo aparecem Ben Grimm, o Coisa e Reed Richards, o Senhor Fantástico.
Logan: Eles querem briga, moçada.
Johnny: É melhor se prepararem, nanico. Somos o Quarteto.
Bem: Falou e disse, garoto!
Scott: Reed, não viemos lutar, queremos saber por que o país ficou desse jeito e do sinal que veio daqui. Não somos invasores.
Reed: A resposta é Victor Von Doom. E não aceitamos aliados de Destino em nosso lar.
Kitty: Hey, peraí. Vocês estão encanados, não somos aliados de ninguém.
Ben: Papo furado guria. Vocês são trutas de Destino.
Scott: Acreditem em mim Reed somo seus...
Antes que Scott pudesse terminar o Tocha Humana lança uma bola de fogo contra os X-Men.
Johnny: Quieto quatro-olhos!
Os X-Men desviam da bola de fogo.
Logan furioso aciona suas garras pronto para lutar.
Logan: Desista chefia, eles não querem ouvir!
E os X-Men se preparam para a batalha contra o Quarteto Fantástico.
Peter: É uma pena que tem que ser nessa forma.
E Peter transforma seu corpo em aço.
Então Emma toma a iniciativa e lança um ataque mental para que a batalha nem se inicie, porém...
Emma: Oh, eu não consigo. Alguma coisa errada. Não consegui entrar na mentes deles. Há um bloqueio que não sei o que é.
Ben: Chega de lenga lenga. Ta na hora do pau!
Sue: Algum problema? Não consegue me atacar mutante? Eu consigo.
E Sue lança um escudo invisível contra Emma que na forma de diamante sente o forte impacto. Emma fica mais furiosa. Era a segunda vez que sentia o golpe de Sue Richards.
Sue: Isso foi só o começo.
Kitty: Hey, Sue Richards, segura essa!
Kitty tentou acertar Sue com um pedaço de ferro que encontrou e Sue rapidamente se protegeu criando um campo de força ar redor dela e lançou contra Kitty que nem teve tempo de ficar intangível.
Sue: Não me conhece mocinha.
E Kitty sente a força e cai. Emma vê sua companheira caindo desmaiada.
Emma: Kitty!
Foi um descuido de Emma. Sem perder tempo Sue Richards lança seu campo de força e desta vez Emma não suporta o golpe.
Kurt: Scott, Emma e Kitty tombaram.
Scott: Proteja-as, Kurt!
Mas quando o mutante alemão se teleporta pra perto de suas companheiras a Mulher Invisível ataca. Porém Kurt se teleporta e chega por trás de Sue e a segura.
Kurt: Não quero machucá-la Sue Richards.
No entanto, Kurt é atingido por Tocha Humana também por trás e cai.
Johnny: Ninguém faz isso com a minha irmã, palhaço!
Wolverine contra o Senhor Fantástico.
Reed: De que adianta usar suas garras? Elas não significam nada para a estrutura do meu corpo.
Furioso Logan tenta em vão ferir Reed, mas não consegue suas garras de adamantium não tem efeito num corpo que foi banhado por raios cósmicos. E como uma serpente ligeira, Reed se enrola em Logan e o prende.
Reed: Viu? Cansou-se a toa.
E Reed desfere um forte soco fazendo Logan desmaiar.
E era a vez de Colossus e o Coisa. Força bruta equivalente.
Aqui não há diálogos, provocações de desafio. Somente dois seres se golpeando, um desferindo golpes um no outro. Socos em cada parte do corpo e eram grande, o impacto fazia o edifício tremer e Peter vacila, talvez por presenciar Kitty caída, ele afrouxou a guarda ou talvez não quisesse machucar Ben Grimm, um herói. Optamos pela segunda hipótese. Pobre Peter Rasputim, o Coisa não pensa da mesma forma, ele não afrouxa nenhum pouco e isso o mutante russo leva a pior, um belo soco que fez Peter voar metros, atravessar paredes, tombar e ficar desmaiado.
Só restava Ciclope, contra quatro.
Johnny: Perdeu caolho. Você sozinho não é páreo contra nós quatro.
Scott: O único equivoco Tocha, é que você se acha garoto.
Scott como um pistoleiro ágil, dispara suas rajadas em Johnny que nem esperava uma reação tão rápida de Ciclope.
Sue: Johnny! Desgraçado!
E Scott é atingido por Sue Richards. Mas não fica desmaiado, ele levanta com dificuldade, mas é preso pelo corpo elástico de Reed Richards.
Reed: Desista rapaz, seus amigos estão abatidos.
Scott: Não entendo porque estão nos atacando.
Reed: Não confiamos em aliados de Destino.
Scott: Eu lhe disse que somos do presente, não somos dessa era.
Reed: Palavras e argumentes não vão adiantar.
Num canto, Wolverine recobre a consciência. Ninguém percebe, seus olhos transmitem fúria, a fera foi liberta, então se ouve um som de Snikt e ele como um ágil animal se aproxima de Sue Richards que estava tentando acordar seu irmão Johnny.
E Scott vê e se assusta, Wolverine está pronto, o animal dentro dele é o que prevalece.
Scott: Não Logan, não!
Já havia feito. Wolverine usa suas garras nas costas de Sue Richards e a rasga no meio.
Logan: Fica frio Summers. Olha aí o que era. Quando o borracha me prendeu eu tive uma impressão e pra minha sorte eu tava certo. Olha aí, eles são robôs.
No corpo mutilado de Sue Richards fios em curtos, um corpo robótico e Reed furioso foi pra cima de Wolverine.
Reed: Animal!
E o derruba com um soco.
Emma e Kitty acordam.
Johnny Storm também.
Scott: Emma ouça, esses não são o Quarteto verdadeiro, são robôs, Logan descobriu.
Emma: Certo Scott. Entendi.
E Peter chega.
Kitty: Tudo bem Peter?
Peter. Sim Kitty. Só um pouco envergonhado.
Emma: Então meu caro, não se acanhe. Esse Quarteto é uma farsa, são apenas robôs.
Peter: Obrigado Emma.
E Peter corre pra cima de Ben Grimm.
Ben: De novo moleque? Ta a fim de apanhar mais?
Peter: Não Ben Grimm, àquela hora fui leve com você.
E Peter desfere seu soco que faz o Coisa sentir e revelar seu corpo robótico. Alguns circuitos entram em choque e Ben não consegue mais se levantar.
Kurt se levanta e se teleporta pra perto de Emma e Kitty e ele vê Scott e Tocha Humana e Logan e Reed Richards lutando.
Kurt: O que eu perdi?
Kitty: Kurt ajuda o Scott. O Quarteto são falsos, eles são robôs.
Kurt: Ah, entendi. Aí melhorou a situação.
Bamf.
Johnny: Será que não aprende quatro olhos? Naquela hora me acertou por pura sorte.
Bamf.
Kurt: Jovem Johnny acho que você tem que rever a sua sorte.
E Kurt soca Johnny Storm que cai.
Johnny: Merda! Tinha me esquecido de você.
E Scott se aproxima.
Scott: Um grave erro. Mesmo sendo um robô, você é igual ao original, inconseqüente e ainda se acha.
E sem perder tempo, Scott dispara seus raios óticos na cabeça do Tocha Humana robô.
Kurt: Logan precisa de ajuda.
Scott: Não. Veja.
Logan: Cê já era Borracha.
Reed: Nunca!
Logan: Cê fala que nem teu brother, o Destino.
Reed: Não cairei diante doa aliados de Destino.
E com fúria Logan sem piedade vai estripando o corpo do Senhor Fantástico, agora ele não consegue escapar dos golpes do mutante, sai pele, carcaça, vai arrancando tudo, sem dar reação ao Reed robô que vai se destruindo até não sobrar nada dele.
Quando termina Logan está fora de si. Respira forte, está cansado.
Kurt se teleporta até ele.
Kurt: Mein freund?
Logan: E-eu tô bem, Kurt. Ta tudo bem.
E todos chegam.
Scott: Estão todos bem?
Emma: Aff! Estou com raiva de mim mesma.
Scott: Calma Emma.
Kitty: O que estamos esperando? Temos que continuar.
Peter: Kitty está certa.
Scott: Muito bem, vamos. Quero terminar o mais rápido possível isso aqui, porque não sei o que há nesse futuro quando mais rápido encontrarmos esse sinal melhor.
E os X-Men correm para encontrarem o causador que enviou o sinal no presente, mas daremos uma pausa e daremos uma olhadela no presente, trinta anos antes.
...
Ilha Muir: Presente.
E o rapaz de nome Paul começa a relatar a sua historia.
Não era agradável narrar a historia, pois seu semblante tornou-se triste, respirou quatro vezes e ela a moça que havia salvado a sua vida olhava para ele, aguardando que ele começasse, por alguma coisa que ela não conseguiria responder, sentia um apego pelo rapaz. Seria pena? Compaixão? Não havia respostas para tal sentimento.
O mar cantava sua musica, uma melodia melancólica reinava e ela desviou seu olhar para ver o mar, viu ele solitário, lamentando, era um infinito de solidão que ela enxergava na escuridão.
Então, olhou de volta para o rapaz, olhou os olhos deles e eram tão lindos e tristes e ele a encarou como se não tivesse forças para contar e deu mais duas respiradas e começou sua narrativa.
- Eu tinha pai, mãe e uma irmã mais nova e morávamos todos felizes perto daqui, num vilarejo de boas e gentis pessoas, eram famílias honestas, unidas e hospitaleiras. A nossa sobrevivência vinha do mar, meu pai era pescador e vivíamos do sustento da pescaria que ele vendia na cidade. Eu ajudava meu pai no alto mar, enquanto minha irmã Clara e minha mãe cuidavam da nossa casa.
Mas aconteceu que tudo se perdeu, os mercadores não aceitavam mais o preço que os pescadores estipulavam e queriam um valor mais baixo, alguns aceitaram o acordo, mas meu pai por honra recusou diminuir o valor o que fez com que os mercadores fechassem à porta pra ele, ninguém o aceitou e nisso começamos a ter prejuízo, começamos a sentir necessidades, foram seis meses de miséria quando os outros pescadores continuavam a aceitar as propostas dos mercadores, eles viviam bem e eu e minha família com problemas, nossa ajuda aparecia dos vizinhos que com pouca coisa que eles possuíam nos davam porem, não tínhamos como ficarmos no vilarejo, minha família decidiu se mudar pra outro lugar, pra um lugar do norte onde pudéssemos recomeçar nossas vidas. Meu pai com muito esforço vendeu a casa e com esse dinheiro comprou passagens pra todos nós numa embarcação que ia para o norte, era um navio velho, antigo que somente só levavam pessoas que como a gente estava em busca de uma nova vida em outro lugar.
E assim embargamos na esperança de recomeçar tudo novamente, prontos pra tudo e isso nos trouxe uma pequena parcela de alegria e seguimos com nossos sonhos.
Estávamos nessa embarcação havia quatro dias e no quinto, tudo começou, começou o pesadelo, não só de mim e da minha família e sim da tripulação inteira, fomos tragados num tremendo pesadelo e desse pesadelo a tragédia veio e sem remorso.
Ninguém viu ou sentiu a presença da criatura, a noite tinha chegado e o mar agitado contribuía e como eu disse a embarcação era antiga o que se podia confirmar suas defesas eram frágeis e sua estrutura envelhecida pelos anos que navegava. E isso fortaleceu mais a tragédia prevalecer.
E ela veio, sem ser percebida, sentida, a criatura veio e atacou a embarcação. O impacto foi enorme e logo a velha carcaça se despedaçou da embarcação. Assustados, saímos de nossos aposentos e vimos o perigo.
Do mar avistamos uma enorme criatura, eu tinha lido, ouvido estórias sobre uma criatura do mar que atacava embarcações, mas para mim significavam lendas, estórias narradas pelo povo, mas eu vi, eu a vi, a criatura, meus olhos viram o demônio do mar era o pesadelo em pessoa. E a tripulação sentiu seu ataque de fúria, ódio ou que estava nela, pois ela com sua força atingiu a embarcação novamente o que causou um dano maior, estávamos sendo afundados pelo mar.
Veio a histeria, confusão, gritos, medo da morte, alguns desesperados pularam nas águas, outras se trancaram em seus aposentos e de lá não saíram mais. Eu e minha família não sabíamos o que fazer, pois havia apenas dois botes salva-vidas e cada um entrou num deles, eu fui separado de minha família, embarquei em outro. A embarcação afundava e poucos sobraram pra estarem nos botes e nervosos e amedrontados saímos em fuga do pesadelo. Infelizmente o mar estava revolto e ondas enormes dificultavam o manejo dos botes e a criatura não parava de atacar a embarcação, até que quando estávamos numa certa distancia não vimos mais a embarcação, mas estávamos preocupados com a criatura, pois ela poderia com sua agilidade chegar até nós, então remávamos desesperadamente, gritando e gritando, tentando escapar o Maximo
possível da criatura, mas as ondas não deixavam e jogavam os botes. Eu estava com seis pessoas, dois homens e duas mulheres que rezavam chorando, pedindo a Deus que protegesse, minha família no outro bote também sofria pelas ondas que jogavam seus botes e foi nisso que uma enorme onda apareceu, eu me segurei firme, um dos homens do bote caiu, tentamos colocá-lo de volta mais aí veio outra onde e o levou para bem longe e ele gritava pedindo ajuda, mas cada vez mais a onda nos afastava e o bote da minha família também virou, todos caíram no mar e eu gritei, vendo minha família dentro das águas, gritei para o capitão voltar para salvar minha família, o capitão disse que era perigoso voltar não tinha como, as ondas nos jogavam pra frente, eu gritava para minha família enquanto as ondas iam-nos jogando e eu chorava, sabendo que estava perdendo minha família e que eu não pude fazer nada diante do poder das águas.
Exaustos chegamos à terra firme, eu desolado pela perda da minha família, agora sozinho o sentido da vida se apagou para mim. O que seria da minha vida sem meu pai, mãe e minha irmã? Eles estavam lá, no mar, eu também deveria estar junto deles, eu não merecia a misericórdia de ter sido poupado, essas escolhas eu não aceitava.
E assim eu vaguei por cada canto, ajudando ali e ganhando para sobreviver e encontrei esse lugar e vivo ajudando pescadores e dormindo na pousada. Só que meu coração vive amargurado, ele não sarou da perda da minha família pra mim nada tem sentido e então eu resolvi me jogar nas pedras e você me salvou, sem saber quem eu era, me salvou e foi meu anjo salvador.
E eu não sei como retribuir. Agora você sabe o porquê eu quis pular, reconhece a minha angustia.
Os olhos dele começaram a lacrimejar e ela sentiu dó, percebeu que ele precisava dela. Agora podia tocar nele, pois usava luvas e tocou, pôs sua mão no ombro dele e apertou e falou:
- Sim. Estou triste pela perda da sua família, triste por você estar assim. Mas agora, vamos.
Ela o ergueu facilmente e ele deixou ser conduzido.
- Vamos pra pousada, você precisa descansar. Mas não pense em fazer bobagens, não é o que sua família deseja pra você.
E assim ela conduziu o rapaz de nome Paul e pensou em seus amigos e no que eles estariam fazendo e a noite continuava e aqui damos uma pausa pra visualizar outros eventos para os nossos leitores ficarem a par dos acontecimentos desse conto.
...
Escola para jovens superdotados do professor Xavier:
Dentro da escola:
Na sala de Perigo se encontram os X-Men em estado de dormência. Algumas horas atrás eles iniciaram uma viagem astral em busca de uma visão que Emma Frost teve e até o momento eles não retornaram dessa “viagem.” No entanto um invasor adentrou a escola a fim de segura-los por um período de tempo e ele não esperava ver seus inimigos assim. Seu nome é Victor Creed, mas conhecido como Dentes de Sabre, velho amigo de Wolverine e ele está na escola a pedido de Mística que parece que tem planos para acabar com o grupo mutante. Creed não gosta dos X-men e fazer esse serviço seria de Maior prazer para ele e vendo-os frágeis assim ele se regozija de prazer, sua mente psicopata e assassina vai se banquetear com o presente que tem em mãos.
Creed: “X-men... Unff! Seus cheiros me enojam cambada medíocre. Pena que não poderei me deliciar no prazer de dar cabo de vocês. Não quero contrariar minha querida Mística, talvez o que ela pretende com vocês seja tão bom no que irei fazer aqui. Hahahahaha!”
O louco ri, gargalha alto fazendo eco na silenciosa mansão. Então aproxima sua cabeça pra perto de Logan e o cheira ferozmente, animal irracional.
Creed:”Não tem graça de pegar desse jeito, baixinho. Contigo eu quero mano a mano. Pra ver sua dor, sua angustia ao me assistir vitorioso e esmagando como um verme.”
O animal irracional com sua mão grande prende o pescoço de Logan e o aperta por alguns segundos.
Creed:”Hehehe. Seria gostoso de matar assim baixinho, sem você saber quem o matou. Seria uma delicia. Mas contigo, quero bater em você vivo de olhos abertos e bem acordados.”
E ele vê Kitty Pride e a cheira, analisando cada momento e se sente enojado de ver uma moça toda certinha.
Creed: “Ah. Você será minha ultima diversão nada como uma desforra depois de quebrar as fuças dos seus amiguinhos, principalmente do seu namoradinho russo boiola. Hahahahahaha.”
E sua próxima escolha foi Emma Frost e essa sim ele teria o prazer de começar sua brincadeira.
Creed: “Piranha. Agora faz parte desse grupinho nojento. Vai lembrar do que vou fazer sua vaca prateada.”
E o animal louco num gesto sádico e prazeroso começa a passar suas garras no rosto de Emma e com outra mão segura o pescoço dela e vai arranhando o rosto dela com sua garra e ele nem se importa, pois não tinha presa de terminar, estragaria o rosto de Emma fosse o tempo que fosse, depois, havia mais X-Men e Logan que ele mataria com o mutante bem acordado e violentaria Kitty Pride o troféu de sua conquista.
E ele continuou a arranhar o rosto de Emma Frost e sangue escorria e ainda era o direito tinha muito que fazer ainda.
E os X-Men continuavam dormentes nem sabendo que seus corpos estão expostos ao inimigo e um inimigo psicopata que não tem nenhum sentimento em matar é ele Dentes de Sabre o animal louco na mansão de Charles Xavier.
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