Os Filhos De Zeus

11 Temos uma surpresa bem desagradável


Notas iniciais
Acho que vocês vão gostar, tá pequeno mais tá bom!

– É... Mais ou menos isso mesmo... – comecei – ele sempre esteve em minha escola, aonde ninguém ia há anos! Quero dizer, só uma pessoa... Era Julho de 2002... [Não é pra esse lado não, olha prá cá].

~ Flashback ~

Estávamos indo inaugurar o novo laboratório de informática que ficava na ala leste da escola, onde todos diziam que o lugar era assombrado.

– Duvido que você tenha coragem de se aventurar para mais longe daqui! – disse Harold, um menino irritante que sempre pegava no meu pé na escola.

– Eu não! Vai você! – retruquei.

– Ok! Pelo menos eu não sou tão marica como algumas outras pessoas aqui neste lugar...

Ele desceu. Alguns meninos ainda tentaram segui-lo, mas eles não conseguiram, ele tinha ido muito fundo. Quando o professor o chamou para irmos a aula ele ainda não tinha voltado de lá. A nova sala era muito bonita, ela era toda cheia de computadores e coisas do tipo, as paredes eram vermelhas e o chão era de madeira [Pensando bem, parece mesmo até onde Julur está escondido].

No meio da aula Harold chegou com suas vestes de escola todas rasgadas e com rosto de assustado, cheio de manchas roxas e cortes. Ninguém sabe aonde ele foi lanchar naquele recreio.

~ Fim do Flashback ~

– Alguns anos depois a ala leste foi interditada, nunca mais ninguém ousou pisar ali. Só Harold, que ficara muito excluído desde o incidente naquele laboratório...

– Hum... – disse Quíron – Então... Naquele dia ele viu Julur?

– Provavelmente... – disse Sophie – Temos que acha-lo!

– Mas... Como? – disse Miih.

– Não sei... – disse Quíron – Deem um jeito! Vocês precisam achar ele, AGORA!

Ele falou de um jeito tão estranho, parecia que ele estava com raiva, ou medo. Assim que ele nos falou isso nos empurrou para fora da sala e fechou a porta em nossa cara.

– Nossa! – sussurrou Nico – Que gentil!

Voltamos pra nossos chalés e arrumamos nossas coisas do jeito mais rápido possível. Sem trocar de roupas nem nada. Encontramos-nos perto da fogueira, que estava apagada, e saímos.

– Você lembra onde ele morava? – perguntou Sophie

– O pior é que não! – respondi – só sei que era em Nova York.

Me esforcei muito para lembrar, era no Brooklyn, me esforcei mais ainda, era perto da Rogers Ave, pedi a Atena para eu conseguir me lembrar. Algum tempo depois me lembrei. Rd. Beverley, um prédio de tijolos do lado de um restaurante.

– Lembrei! – disse – Rodovia Beverley, Brooklyn, do lado de uma confeitaria/ restaurante.

– Agora sim! Bem melhor! – disse Miih – Como vamos chegar lá?

– Talvez Argos possa nos levar – lembrou Nico.

– Mas, a essa hora da noite? – disse Sophie

– É... Talvez não... – disse — Vamos perguntar a Quíron!

Andamos até a casa grande outra vez. Passamos pelos corredores até chegar à porta da sala de Quíron. Havia vozes lá dentro.

– Mas, como eles souberam onde ele está? – disse uma voz desconhecida

– Não sei, eles disseram que foi através de um sonho. – disse a voz de Quíron

– Então... Eles têm uma conexão empática com ele?

– Sim... Esperava que não, mas eles realmente têm...

– Isso quer dizer...

– Sim... Se o monstro morrer, eles também morrem.

Olhei as pessoas ao meu redor, todas com cara de assustadas. Ele abriu a porta.

– Desde quando vocês estão ouvindo pela porta? – disse ele.

– O bastante para saber que se Julur morrer, morremos junto – disse.

– Wow! Isso é bastante! – disse ele – sentem-se, vou explicar como uma conexão empática acontece.

Notas finais
Reviews?? :)