Os Filhos De Zeus
5 Descubro quem é Julur
Notas iniciais
– Rachel? Rachel? RACHEL? — gritei para ela me escutar
– Hã? O que foi que eu falei?
– Alguma coisa sobre as trevas e os céus, quatro filhos dos três grandes, luz e monstros um cara com um nome cabuloso e o Brasil. – disse Milena.
– Ah... Ta... Legal...
– Enfim... Vamos voltar? – disse Sophie – Este lugar me dá arrepios.
– É... Vamos.
Quando descemos a colina Quíron já estava nos esperando.
– E então...
– Como eu já disse ela falou de trevas e os céus, quatro filhos dos três grandes, luz e monstros um cara com um nome cabuloso e o Brasil.
– Por favor, poderia falar com as mesmas palavras?
– Quatro Filhos dos Três Grandes viajarão para o Sul/Os céus e as trevas juntos deverão sair/Em névoa ou sangue os mortais verão a Luz/Para o Brasil é onde devem ir/Despertar a fúria dos monstros e do Julur. – disse Sophie.
– Como você lembrou isso? – falei.
– Eu presto atenção diferentemente de dois de vocês.
– Sobre a parte das trevas, — disse Quíron – Pode ser um filho de Hades.
– Tem algum aqui? –perguntei.
– Não, mas conhecemos um, seu nome é Nico Di Angelo.
– E como fazemos para falar com ele? – disse Sophie
– Fácil! Mensagem de Íris.
– Mensagem do que? – disse Milena
– Venham.
Quíron nos levou para o lago onde ele pediu para uma dríade (espírito dos rios e lagos) fazer uma fina camada de água onde batesse o sol. Assim que ela fez um arco-íris apareceu.
– Ó magnífica deusa Íris aceite nossa humilde oferenda – disse Quíron, e dizendo isso ele jogou uma moeda dourada para o arco-íris. – Nico Di Angelo, submundo.
Assim que ele terminou de falar um menino alto de cabelos pretos e meio forte apareceu na imagem.
– Oi Quíron! Como vão vocês aí?
– Olá Nico, vamos bem. Você tem que vir para o acampamento agora.
– Ok! Tchau.
– Tchau, Nico.
Dizendo isso, a imagem se dissipou e abriu uma fenda no chão de lá acabara de sair o menino que nós acabamos de ver da mensagem.
– Olá! Quem são vocês?
– Olá meu nome é Peter, essa é Sophie e essa é Milena. Somos filhos de Zeus.
– Tá e por que vocês me chamaram?
– Por que, você precisa ir a uma missão com a gente!
– Ok! Quando saímos?
– Assim que falarem com o Sr. D. – disse Quíron.
Chegamos à casa grande de novo e o Sr. D nos esperava na mesma varanda que ele tinha conversado com a gente.
– Silena, Percy, Sara e Nisco!
– Na verdade é Milena, Peter, Sophie e Nico – disse eu.
– É, é tanto faz!
– Viemos te perguntar quando podemos sair para a missão – disse Nico
– Amanhã de manhã.
– Ok... – dissemos os quatro.
O resto do dia passou muito rápido. Entre arcos, flechas, lanças, espadas um menino do chalé de Hefesto veio me procurar. Ele era meio parecido comigo, cabelos castanhos e encaracolados, mas ele tinha uma aparência de latino, não como eu.
– Olá, meu nome é Leo Valdez. Soube que você vai sair á uma missão... Você vai precisar de uma arma. Você já sabe qual é a melhor pra você?
– Não, nunca tentei fazer nada deste tipo antes.
– Ok... Vamos tentar o Arco e a Flecha, tente atirar naquela maçã – disse ele apontado para uma maçã que ainda estava em sua árvore. Nem preciso falar que errei a maçã por muito. Quase que ela acertou a cabeça de uma menina de aparência meio indígena.
– É... Peter não é?
– É... Esse é meu nome.
– Vamos tentar fazer outra coisa como uma faca.
Eu não achei que eu era tão ruim com a faca assim, acertei dois dos 10 alvos que ele me mandou acertar.
– Ok... A espada é a sua última chance, se você não conseguir, fica com a espada e arruma mais tempo para praticar, afinal, você vai sair para uma missão amanhã.
Peguei a espada, ele me mandou bater em um boneco feito de palha e ao invés disso, cortei o boneco ao meio.
– É ISSO AÍ! É essa a sua arma! Boa! Agora me siga, vamos escolher a sua espada.
Chegamos á um chalé que parecia uma oficina de tanta sucata que tinha onde deveria estar o telhado.
– Bem... Esse é o chalé de Hefesto. Ali do lado é a nossa oficina. Vá lá e escolha uma arma que caiba na sua mão e que você se sente bem carregando ela, se não se importa tenho que ver qual arma suas irmãs irão pegar, com licença.
Cheguei lá um menino me perguntou:
– Qual arma?
– Espada.
Ele pegou muitas espadas de tamanhos diferentes, escolhi uma que era reta e com couro na ponta.
– Gostei dessa!
– Essa se chama Σκότωσε τα τέρατα.
– Como?
– Mata-Montros
– Aaah agora eu entendi.
Depois disso fui procurar Sophie e Miih. Soube que Sophie ficara com a Faca e Miih ficara com um arco e flecha.
O dia passou mais rapidamente depois disso, pois eu e as duas meninas ficamos treinando muito. No fim do dia não conseguíamos mais mexer um músculo. Fomos para o nosso Chalé sem jantar.
Sonhei com o cara dos olhos vermelhos de novo. Ainda não conseguia ver seu rosto, mas dessa vez ele falou comigo.
– Olá Filho de Zeus!- disse ele com aquela voz aguda — Acho que agora você sabe meu nome! Sim, eu sou o Julur de sua profecia. Vim te avisar neste sonho que eu só posso ser encontrado no lugar menos provável que você procurar! Então nem tente m,e achar que você nem vai conseguir.
– Eu sei onde você está! Você está no Brasil!
Ele deu aquela risada aguda de novo e eu despertei. Percebi que Sophie e Miih tiveram o mesmo sonho que eu. Elas também despertaram na mesma hora. Foi quando eu ouvi, alguém estava batendo na porta.
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