Notas iniciais
Bom... Um fic básica, pra descontrair. Espero que gostem, é ORIGINALMENTE MINHA. Sem cópias please. A capa fui eu que fiz, gostaram? Entra em contato que faço tbm: williamshakz@live.com .
Sei que preciso MELHORAR, E MUUUIITO. q Postem meus erros e sugestões nos comentários.
Aviso: Os personagens existentes não serão os protagonistas dos primeiros capítulos. A historia seguira um rumo diferente, mais esse clímax que aqui se encontra é necessario para todo o ocorrimento da história.

#GRATO DESDE JÁ. =D

Nova York — EUA

1970

Charlie estivera deitado em uma rede na varanda de sua casa de campo durante uma tarde inteira, lia e pensava em cenas de guerra exageradamente, como se não houvesse amanhã. Salivou os dedos e passou a pagina do diário empoeirado, porém moderno, — que estivera lendo durante todo o inverno nebuloso — lentamente, ele o segurava com firmeza. Seus olhos, embora não se desgrudassem do matagal próximo á cerca recém pintada de madeira, estavam em alerta, mas também pretensioso á lida do diário. E começara a ler:

"O tempo da decadência está próximo, tenho que me proteger, se ler isto, por favor, faça o mesmo. Não deixe que o mundo acabe, porém não se acabe pelo mundo. Proteja apenas o que realmente vale a pena, pois na guerra final, tudo será deixado para trás."

O diário se fechou. Não se abria mais. A capa encadernada amarela, parecida com ouro, estava manchada de sangue e as letras e suas cores mudavam de acordo com o clima e o pensamento de Charlie.

Charlie se levantou devagar, tirando de seus olhos negros os terríveis cabelos louros e compridos, porém enrolados pelo frio daquele curto período da quinzena de Junho.

Ele piscava sem parar, observando em alerta qualquer movimento.

A brisa pairava naquele local, como se não existisse outro.

Com o coração comprimido e confuso Charlie tirou um microcomputador — antigo, empoeirado, porém precioso, de dentro de uma das gavetas abaixo do carrinho do bebê. Abriu algumas paginas no navegador e engoliu em seco, noticias de desaparecimentos e mortes em altos números em Boston, Massachusetts. Seus olhos se desviaram para dar atenção ao bebê chorão que lá se encontrava. Não se sabia se era ou não filho de Charlie, porém o amor entre os dois era notável e qualquer tipo de criatura poderia sentir, de tão exalante, o sentimento forte entre os dois explodia em melodias harmônicas no ar. Dobrou sua coluna, agachando-se e o fez carinho, Ian — o bêbê chorão -, parara quase que instantaneamente.

Charlie fixou seu olhar negro suave para a grande floresta escura em volta da fazenda. Uma névoa baixa chegava junto com o anoitecer.

O Sol entrava em decadência pelo Oeste. E a Lua surgia como mais uma estrela grande brilhando no céu, lindo de se ver.

Homens negros, altos, fortes e encapuzados estavam espalhados por todos os lados, assim, de um segundo para outro, um exercito de Brigstes estivera espalhado pela floresta. Um Jipe moderno e alto — muito alto — chegava pela estrada de mão única em direção á casa de campo. Um homem claro, alto e de olhos vermelhos, vestindo roupas pretas montava o jipe como se fosse um cavalo ou outra coisa do gênero.

- Charl, Charl... — disse o homem em tom provocativo em alto e bom som.

Charlie respirou, tentando digerir tudo o que estava acontecendo. Homens cercando a casa, um jipe ameaçador vindo em sua direção e um homem provavelmente não muito bom se aproximava. E disse pausadamente, sem deixar nenhum pingo de medo no ar:

- Richard... ?!

- Há quanto tempo... — Ele pausou a fala, focando seus olhos somente no bêbê chorando em seu carrinho. — Irmãozinho!

O clima ficava cada vez mais pesado. A tensão ganhava foco no ambiente.

Charlie se levantava devagar e sabia que Richard, seu irmão mais velho era uma ameaça. Ele tremia e suas curvas na bocheca o deixavam parecer novo e fraco. Sem perder tempo impôs uma posição de luta que anjos utilizavam, era algo especial, passado de geração em geração.

- O que você quer? — perguntou.

- Nada de mais, vim te ver. — Mentiu Rich gargalhando.

-Não brinque com a minha cara... — sussurrou Charl.

- Vou ser rápido e indolor. — Rich pulou e desapareceu em meio a nevoa. — Eu disse!

Rich era rápido... Na verdade todas as criaturas Deuces eram rápidas demais para os olhos de simples anjos.

Rich tirara uma adaga pulsando uma cor dourada e roxa. Cravara a mesma, sem fazer nenhum tipo de som, nas costas de Charlie.

- Você... — Disse Charl, tentando continuar, mais estava sentindo muita dor para prosseguir.

- Você o quê!? – disse Rich em tom ameaçador — Não consegue dizer nada, é?

Passou os dedos em volta da bochecha de Charlie. Dando leves batidinhas

- Peguem o bebê e o livro... — ele ordenou aos homens, e em tom de "finalmente" disse: — A profecia está cumprida!

Uma vez que Homelium, o deus-dos-arcanjos disse: “A Terra foi criada como mais um campo de batalha entre o bem e o mal, porém foi o campo escolhido para habitar a única raça existente além dos Brigstes, Deuces, Alliums e Soniums. Um dia esse campo será escolhido quando houver a ‘Strathosphera Hoyalle’, ou mais conhecida como “A Batalha do Milênio”. Essas raças, sendo duas servas do bem e outras duas servas do mal, terão de se enfrentar secretamente, cada uma procurando os diários do clã Grey – família com antepassados de todas as raças. – E por fim, quando um lado estiver com todos os Diários, a batalha finalmente irá acabar e um mundo aonde todos possam conviver em paz e harmonia será criado, sem a raça perdedora.”

Os olhos de Charl se fecharam. Charlie estava morto. Porém... Haveria vingança pelo o lado dos Alliums...

Notas finais
Gostaram? Segue a história, deixa um comentário e favorite se possível. Divulgue sempre. =P
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.