Os 7 Demônios de Elizabeth.

13 Capítulo 11 - A interferência da Irmandade.


Notas iniciais
Interferência da Irmandade? O que está prestes a acontecer?

Sofrimento apareceu dando um chute na cabeça do demônio, depois dois socos na barriga e puxou-o pelo braço lançando-o longe. Os dois demônios, Morte e Sofrimento, iriam enfrentar o demônio inimigo juntos. Sofrimento estendeu sua mão para Morte e ajudou a se levantar. Ver isso, ajudou Elizabeth a tomar forças e fazer um feitiço de relâmpagos. Um feitiço muito forte. O bruxo inimigo voou longe.

Sofrimento agarrou o demônio pelo pescoço e jogou-o para cima, Morte pulou e deu um chute na mandíbula, Sofrimento puxou o pela perna e Morte arrancou-lhe a cabeça.

O bruxo não revidou, apenas disse: "Algo vai acontecer aqui. Maior do que a mim e a você..." Fez um feitiço e sumiu.

Os demônios de Elizabeth começaram a virar cinzas, Sofrimento disse: "No livro de feitiços de Emily Winchester, livro 2... Você vai descobrir como..."

Os demônios de Elizabeth viraram cinzas. A polícia chegou na escola e prendeu Elizabeth, que foi dada como louca. Foi levada para um hospício onde lá, recebeu a visita de três bruxas da Irmandade.

Cármen: Olá, Elizabeth! Meu nome é Cármen e essas são: Sindy e Brittany. Somos da Irmandade.

Elizabeth: O que fizeram comigo? Onde estão meus poderes? E meus demônios?

Sindy: Fiz um feitiço de separação; Seus demônios estão presos dentro de mim. E seus poderes foram temporariamente removidos.

Elizabeth: Me tirem daqui!

Brittany: Não podemos, é uma lei. Não podemos interferir no mundo humano. Lei absoluta!

Cármen: Você interferiu, por isso está aqui. Sua sorte é que você é uma bruxa novata. Se não fosse seria morta.

Sindy: Você é forte, tem um futuro promissor... Queremos você na Irmandade.

Elizabeth: Mas eu não vou.

Cármen: Se quiser seus demônios de volta, vai ter que entrar. Do contrário...

Brittany: Tem uma excessão.

Sindy: Ah! É mesmo! A Batalha das Bruxas!

Cármen: "Aquele que ganhar o grande torneio, terá direito à revogar uma penalidade ou até mesmo, ter um desejo realizado."

Brittany: Olhe, Elizabeth... Você pode até tentar... Mas você tem mais chances de morrer do que de ganhar. Ainda mais sem ter o treinamento certo.

Sindy: Se você desejasse ir para a Irmandade, poderiamos te treinar. Você conserteza ficaria muito forte...

Elizabeth: Não vou com vocês!

Sindy: De qualquer maneira... Você terá tempo suficiente para pensar nisso...

Elizabeth: O que quer dizer com isso?

Cármen: Você vai ficar tempo suficiente aqui, até acharem que você estará apta a viver com outras pessoas...

Elizabeth: Quanto tempo?

Brittany: Meses... Anos... Décadas...

Elisabeth: O que?

Uma enfermeira chega na sala de visitas e fala para Elizabeth que o horário de visitas acabou. As bruxas sumiram após isso.

Elizabeth não tinha mais o que fazer. Sua rotina era sempre a mesma: Acordava e tinha de limpar o chão dos corredores, cada pessoa internada tinha de fazer algo para a "residência", depois, passava 1 hora no pátio. Almoçava junto às outras meninas internadas e tinha mais 2h30min de lazer. Depois disso ela teria de fazer os exames. Geralmente ela tinha que falar o que via em certos desenhos, falava o que estava sentindo e coisas do tipo...

Já se passaram 2 meses e 3 semanas. Elizabeth, que não era louca estava se tornando uma. Não aguentava mais aquela rotina de merda e sem graça. Queria dar no pé dali... Começou a escrever cartas. Cartas sem destinos. Cartas que ela sabia que nunca entregaria a ninguém. Primeiro ela falava do que fez no dia, depois falava das outras meninas e das funcionárias... Depois só reclamava de tudo. Normal para uma "louca"...

Um dia uma enfermeira veio perguntar à Elizabeth se ela desejava mandar cartas para alguém... Elizabeth desconfiada, claro, não negou mas também não aceitou. "Ela acha que sou doidinha, não tem pra que mandar minhas cartas!" Pensava Elizabeth.

Certa dia, Elizabeth perguntou a mesma enfermeira se ela podia ajuda-la. "Claro! Só me diga no que precisas de ajuda..." Respondeu a enfermeira.

Elizabeth: Vou escrever uma carta para uma amiga... Pode entrega-la ao correio?

Enfermeira: Posso!

Elizabeth: Eu já tenho a carta, tem até os dados do remetente e do destinatário.

Enfermeira: Ok, me dê a carta que ainda hoje levo para você!

Elizabeth: Por favor, não leia...

Enfermeira: Tudo bem... Não é amiga né? É seu namorado?

Elizabeth sorrindo: Pois é! Tenho que dar notícias à ele...

Elizabeth mentiu. A carta era para Catherine... Elizabeth pediu para que Catherine a ajudasse a fugir. Poucos dias depois, ela receberia a resposta da Catherine...

Apartir desse dia, Elizabeth acordava e ia direto para a caixa de correios, era a mesma coisa antes do toque de recolher. O problema era que depois de 2 semanas a resposta de Catherine não chegava. Elizabeth chegou a perder as esperanças.

"Ela recebeu a carta?" "A enfermeira mandou a carta?" "Será que errei o endereço?" "Será que ela não vai me ajudar e por isso não responde?" "Ela lembra de mim?" "Ela esta viva?" — Se perguntava Elizabeth...

Após 23 dias, Elizabeth recebeu uma carta. O nome de Catherine estava nela. Elizabeth abriu a carta e leu o que estava escrito. Catherine iria ajudar Elizabeth a fugir daquele lugar...

Notas finais
A fuga de Elizabeth estava prestes a acontecer... Os 7 demônios de Elizabeth chega à sua reta final.