Orgulho E Sedução.
8 Capítulo 8
Notas iniciais
esta ai o cap. de hoje, postei logo sedo em.
PDV Edward Cullen.
Sentei-a no meu colo, engolindo em seco. Porra... Tinha sido muito melhor que cinco anos atrás. Mil vezes melhor. Bella agora sabia exatamente como fazer e o que fazer. Meu coração batia descontrolado. Fiquei temeroso. Será que ela conseguiria ouvir?! Engoli em seco novamente. Ela suspirou baixinho e eu a abracei com mais força. O vapor da água quente ao nosso redor criava um clima envolvente e quase mágico. Nossas respirações estavam descompassadas. O suor misturava-se com o calor da água. Mechas do cabelo longo grudaram no meu ombro e peito. Doce cheiro de morangos selvagens.
Minha sunga e o sutiã do biquíni estavam boiando na água quente. Estendi a mão sorrindo internamente e alcancei as duas peças. Bella no meu colo ainda usava a calcinha azul do conjunto. Não falei nada. Tudo agora parecia surreal, idílico, perfeito. Palavras erradas poderiam estragar a beleza do momento. E isso eu não queria. Ela remexeu-se, a bunda roçando no meu pau. Estremeci. Meu desejo começou a renascer e eu fechei os olhos sem acreditar no que estava sentindo. Porra! Eu acabei de ter um orgasmo violento e meu pau já dava sinal de vida outra vez?! Que diabos estava acontecendo comigo, afinal?!
-Está com frio?
Perguntou erguendo os olhos.
-Não, mas vamos acabar pegando um resfriado se não sairmos dessa água logo, falei.
Eu a queria de novo sim, mas desta vez numa cama. Numa grande macia e confortável cama, para tomá-la nas mais diversas posições que a minha mente pervertida estava elaborando. Beijei sua testa de leve, afastando os cabelos úmidos esperando que ela dissesse mais alguma coisa, mas não tivemos a chance.
PDV Narrador.
O ruído de vozes aproximando-se fez com que os dois rapidamente se afastassem procurando vestir depressa suas roupas. Edward já de sunga, praguejou baixinho pela interrupção indesejada. Sua irritação era quase palpável. As vozes estavam mais altas agora e eles puderam distinguir claramente duas pessoas: O senador Cullen e seu filho mais velho. Ele e Bella se entre olharam, ela mordeu o lábio inferior, nervosa.
-Por favor, seja boazinha e vista-se, disse olhando para o corredor.
-Estou tentando!
Exclamou agoniada. Ele então aproximou-se ajudando-a a amarrar o sutiã do biquíni. Ela segurava a peça firmemente sobre os seios, mas atrapalhara-se toda na hora de finalizar os ajustes, vermelha como um pimentão.
-Conseguiu falar com a Casa Branca?
-Ainda não. Um dos Secretários ficou de retornar a ligação.
-Bom. Vai precisar da ajuda de Tânia para isso?
Estavam cada vez mais perto.
-Não, pai. Pode deixar que eu resolvo sozinho esse assunto. Já decidiu quem vai apoiar para as próximas eleições e... Bella?!
Gritou dando um pulo para trás, assustado ao encontrá-la ali.
-Edward?!
Com as sobrancelhas arqueadas, o sorriso de Carlisle para o filho era de pura malícia. Seu olhar passou de Edward para Bella, tornando a pousar no filho caçula em seguida. Os dois homens traziam toalhas sobre os ombros e trajavam sungas idênticas na cor verde escuro. Emmett havia ficado alguns passos atrás, parado como uma estátua.
-Mas que surpresa... Disse o homem mais velho. Seus olhos azuis repletos de cinismo falavam mais que mil palavras. Bella sorriu constrangida.
-Oi pai, falou Edward.
-Vejo que as coisas estão... Melhorando entre vocês dois, gracejou fazendo com que Bella desejasse desaparecer, sumir, evaporar.
-Hum-hum!
Edward pigarreou desviando o olhar.
-Como vai Senador?
Morta de vergonha, conseguiu perguntar.
-Melhor agora que eu estou vendo você, Bella. Venha aqui me dar um abraço, menina.
Ela atendeu o convite, sendo acolhida num caloroso abraço de boas vindas. Estava claro para todos o que ela e Edward estiveram fazendo há pouco.
-Seja bem vinda a Breaking Dawn, filha.
-Obrigada, Carlisle.
-Como está se sentindo?
-Em casa, falou sorrindo timidamente.
-Você está linda. A garotinha que saiu daqui cinco anos atrás cresceu e tornou-se uma bela mulher. Com certeza a cada dia se parece mais com sua mãe, falou admirando-a.
-Obrigada.
-Não me agradeça por falar a verdade, disse brindando-a com um largo sorriso.
Ele sempre fora bonito e deveria continuar arrancando suspiros das mulheres por onde quer que passasse. Seus cabelos loiros, hoje grisalhos nas têmporas aumentavam o charme e seu ar respeitável. Bella observou-o alguns instantes sinceramente feliz em revê-lo e só então virou-se para Emmett que parecia estar congelado no lugar. Sua expressão mudou da água para o vinho. Bella estava zangada e avançou dois passos, enquanto ele recuou dois.
-Vai a algum lugar Emmett?
Edward perguntou encarando-o com firmeza, as sobrancelhas erguidas, os braços cruzados sob o peito..
-Eu... Eu...
Balbuciou olhando para os lados, visivelmente nervoso. Bella fechou as mãos cerrando os punhos, apertou os lábios numa linha fina e caminhou decidida até ele. A tensão cresceu. Os outros observavam a tudo atentamente.
-Calma, Bella, eu posso explicar...
Disse o grandão, estendendo as mãos para frente e recuando na mediada em que ela avançava na sua direção.
-Explicar?! O que você vai explicar Emmett?! Que andou abrindo sua boca enorme e despejando um monte de mentiras?! Que não pensou no quanto essa estória ridícula e maluca iria magoar a “minha família”?! Que não se incomoda nem um pouco comigo, Rose ou com o meu pai e que só pensa em você?!
Ela estava possessa.
-Seu imbecil!
-Calma, Bella...
-O que você tem na cabeça, seu idiota?!
Esbravejou.
-Nada, completou Edward.
-Vá para o inferno, Edward!
Gritou Emmett. Bella chegou mais perto e deferiu-lhe um forte tapa no rosto, que fez com que ele virasse a cabeça para o lado. Se alguém tinha dúvidas a respeito da sua moral, as coisas agora estavam devidamente esclarecidas.
-Nunca ficamos juntos e nunca vamos ficar, ouviu bem?!
-Esse doeu, ele falou massageando a face atingida.
-Isso é para você aprender a me respeitar e pensar duas vezes antes de sair por aí inventando fofocas, espalhando mentiras e denegrindo a minha imagem como pessoa! Como você pôde, Emmett?!
Seu olhar trazia indignação e decepção.
-Bella, por favor, eu posso explicar...
-Eu adoraria ouvir o que você tem a dizer, Emmett, falou Edward divertido. O irmão o encarou profundamente irritado.
-Tem certeza de que quer ouvir, Edward?! Pois bem, então lá vai!
Os dois pareciam dispostos a entrar numa luta física.
-Emmett! Edward! Já chega!
Gritou Carlisle interferindo.
-Estou esperando, Emmett, disse Bella fitando- com os braços cruzados sob os seios.
-Eu falei merda sim, mas eu estava em crise com a Rose...
-Estava?! Sei...
Edward interrompeu aproximando-se dele e de Bella. O estresse dominou o ambiente.
-Cala a boca, porra!
-Já chega!
A voz do pai não admitia discussão. Os dois o fitaram e logo em seguida entreolharam-se novamente. Emmett respirou fundo e prosseguiu:
-Como eu disse, meu casamento estava atravessando uma crise. Rose é bonita, extrovertida, sexy, mas de um tempo para cá começou a dar mais importância ao fato de engravidar do que a nossa relação. Sexo deixou de ser prazer e virou uma obrigação para ela. Gerar um filho... Ela só pensa nisso, droga!
-Isso não lhe dá o direito de inventar mentiras e me envolver, Emmett! Rose é minha prima, sangue do meu sangue. É a irmã que eu nunca tive e você quase estragou isso!
Ele baixou a cabeça, envergonhado.
-Bella está certa, Emmett. Você agiu sem pensar e magoou muitas pessoas. Vai ter de tomar uma atitude e resolver isto, filho.
-Rose é sua esposa. Você deveria conversar com ela, explicar como se sente, dizia Bella ainda tensa com a situação.
-Encontrar você naquele avião me fez pensar por um segundo se eu não tinha escolhido a prima errada para casar, disse baixinho.
Silêncio mórbido reinou alguns instantes.
-Como é que é?!
Edward questionou visivelmente irado, enquanto Bella arregalava os olhos empalidecendo mortalmente. Carlisle o encarava estarrecido.
-Emmett!
-Você sempre foi linda, Bella, desde pequena.
-Pensei que estivesse interessado na Rose naquela época, filho, disse Carlisle.
-E estava, mas a Bella saiu daqui, foi morar na cidade e amadureceu. Hoje é uma mulher diferente, determinada, cativante, sexy e realizada. Você desperta a atenção dos homens mesmo sem querer.
O ar era opressivo.
-Você não pode estar falando sério!
Exclamou incrédula e aturdida.
-O nosso encontro mexeu muito comigo e eu juro que nunca pensei em mentir, mas depois de discutir com a Rose e com o meu irmão no dia em que voltei... Só queria feri-los, fazê-los sofrer. Então eu não pensei nas consequências. Abri a boca e despeje tudo sem parar para pensar. Eu queria magoá-los. Mas sei que ultrapassei todos os limites quando inventei aquilo tudo. Fui um imbecil, um tremendo egoísta.
-Você é patético. Eu quase acreditei em você, disse Edward furioso.
-Acreditou porque nunca conseguiu tirar a Bella da cabeça, Edward!
Cuspiu Emmett.
-Que merda você está falando, seu imbecil?!
-Já chega, Emmett! Essa conversa acabou! Peça desculpa a Bella agora!
Edward e Carlisle falaram ao mesmo tempo.
-Desculpas não bastam!
Bufou Edward sentindo que seu autocontrole estava por um fio.
-Você ultimamente deixou de ser meu irmão, Edward e tomou para si as dores da Rosália, reclamou.
-Por que você a tem tratado muito mal, Emmett! Rose é sua esposa, cresceu conosco assim com a Bella e merece respeito.
-Se ela voltasse a ser como era antigamente nada disso teria acontecido, desabafou com amargura.
-Deixe de ser imaturo e vá trás da sua mulher, Emmett. Todo casamento passa por fases difíceis, mas se existem sentimentos o casal supera. Eu e sua mãe já tivemos momentos assim. Superamos. E estamos juntos e felizes até hoje. Tenha uma conversa séria com ela, explique tudo que está acontecendo. Vocês precisam resolver isso, disse a voz experiente de Carlisle que sentia uma pena profunda do filho mais velho.
-Agora é tarde, pai.
-Se você a ama, jamais será tarde, o pai enfatizou.
-Desculpe Bella. Sei que vacilei feio e...
Edward não permitiu que ele concluísse a frase.
-Não me envolva mais nos seus problemas, Emmett. Cresça e assuma as suas responsabilidades, sozinho.
-Foi você quem se envolveu, Edward.
-Sua esposa foi me procurar! Agora vê se cresce.
Emmett aproximou-se do irmão perigosamente. A postura retesada, as pernas levemente afastadas.
-Você se importa muito com a Bella, Edward!
Bradou com o dedo em riste.
-Claro que me importo!
O sorriso de Emmett era de puro desdém.
-Eu vi vocês no lago norte, cinco anos atrás.
-Emmett!
Carlisle advertiu.
-O que?! Bella balbuciou.
-Cala a boca!
Esbravejou Edward.
-Eu vi vocês dois transando, meu irmão e logo depois daquilo a Bella foi embora da fazenda, disse apontando acusadoramente para Edward e para Bella em seguida.
-O que estavam fazendo antes que eu e papai chegássemos? Relembrando os velhos tempos?!
Perguntou irônico.
-Ora, seu... Seu...
Edward não terminou a frase voando em cima dele deferindo-lhe um soco certeiro no queixo. Emmett caiu no chão batendo a cabeça no piso, mas não revidou. Edward gemeu sacudindo a mão devido a dor do impacto. Emmett sempre fora maior e mais forte. Carlisle explodiu gritando exasperado com seus filhos, enquanto Bella dava meia volta, tremendo, virando as costas para os três.
-Oh meu Deus! Com licença, eu preciso...
Falou arfando e saiu correndo em disparada. Não precisava ouvir mais nada. Não queria escutar mais nada. Seu rosto estava pegando fogo. Se vergonha matasse com certeza estaria morta.
PDV Isabella Swan.
Saí correndo desesperada. Emmett havia nos visto no lago e agora Carlisle sabia de tudo. Meu Deus! Maldita hora em que eu inventei de voltar para Montana. Devia ter seguido meu instinto e ido para a Europa, para Londres, para Roma ou até mesmo Paris. Em qualquer lugar do mundo eu estaria melhor do que estava agora. Peguei a saída de banho, enfie pela cabeça e corri o mais rápido que pude. Cheguei ao estacionamento avistando o carro de Rose, Corri até lá, mas estava trancado. Havia outros carros e eu testei a maçaneta de cada um deles para ver qual estaria aberto. A porta de um jaguar branco cedeu e eu entrei toda molhada, rezando para que não fosse o carro do Senador, mas eu daria um jeito em tudo. Mandaria lavar o veículo, aspirar e o devolveria novo em folha, completamente limpo. As chaves estavam na ignição e eu dei a partida, manobrando o veículo e guiando na direção da casa do meu pai.
O carro era veloz e em questão de minutos cheguei em casa. Saltei apressada, deixando a chaves na ignição e corri para dentro louca para tomar um banho e me deitar. Meu apetite havia desaparecido depois do turbulento encontro com o Emmett.
Algum tempo depois...
PDV Edward Cullen.
Depois de almoçar uma deliciosa sinfonia de frutos do mar, na casa sede com os meus pais, Rose, Emmett e Tânia, eu estava frustrado e mal humorado com os acontecimentos recentes.
-Onde está Bella?
Mamãe questionou.
-Foi para casa, querida, meu pai esclareceu.
-Que pena. Adoraria tê-la aqui hoje almoçando conosco.
-Ela disse que precisava trabalhar, falei neutro, fitando meu próprio prato. Se todos achassem que Bella estaria ocupada à tarde, ninguém a incomodaria. E ela com certeza precisava de um tempo depois de tudo.
-Ela virá pra o jantar, Esme, disse Rose alcançando a mão da minha mãe sobre a mesa, sem desconfiar de nada. Eu gostaria muito de tê-la conosco à mesa do jantar, mas duvidava que Bella saísse da segurança da casa de Charlie hoje novamente.
Como de costume o café foi servido em seguida, mas eu recusei, despedindo-se da minha mãe com um beijo no rosto e dos outros com acenos. Queria ficar sozinho. Como estava sem carro, decidi então dar uma boa caminhada até minha casa. Exercício físico sempre fazia bem. No bolso da calça meu telefone tocou. Surpreso pelo aparelho estar pegando olhei para a tela vendo o nome de Tânia no visor e quase desisti de atender.
-Alô.
-Edward, cadê o meu carro?
Perguntou aborrecida. Como ela havia me encontrado na piscina mais cedo e eu falei que estava sem carro, deduziu que eu havia pego o Jaguar. Ledo engano. Bella tinha usado o carro quando fugiu de mim, papai e Emmett. Sim, tinha sido ela, pois ao entrar em casa Rose perguntou pela prima logo que me viu, dizendo que as duas tinham vindo juntas da casa do Charlie, mas Tânia não precisava saber disso.
-Desculpe, eu o peguei, mas vou devolvê-lo logo, Tânia.
Falei passando a mão pelos cabelos que estavam uma bagunça.
-Não precisa pedir desculpas. Você sabe que pode usar tudo o que for meu, falou dando duplo sentido à frase, mas fiz questão de ignorar.
-Vai precisar dele agora?
-Daqui a pouco. Preciso voltar ao escritório do seu pai e trabalhar na agenda da próxima semana.
Olhei no relógio. Passava das duas.
-Estarei com ele aí daqui a pouco, tudo bem?
Pausa.
-Seu pai tem urgência em relação a alguns assuntos...
-Tudo bem, chego aí o mais rápido que puder, respondi.
-Obrigada. Mas porque saiu tão depressa? Pensei que depois do almoço você fosse querer comer sobremesa..
Ela sabia como ser insinuante, deixando as coisas no ar. Quem quer que escutasse a nossa conversa teria dúvidas a respeito do que ela falava, mas eu a conhecia bem. E nesse momento não estava nem um pouco interessado no que ela tinha para oferecer. No meu íntimo até que torcia para que tudo voltasse a ser como antes do retorno de Bella. Retorno? Não. Aquilo fora uma invasão à minha sanidade mental.
-Estou cansado Tânia, falo com você depois.
-Edward.
-Sim?
-Você mudou.
-Olhe Tânia, eu...
-Devo presumir que Isabella Swan é a culpada do nosso afastamento?
Suspirei pesadamente.
-Nós tínhamos um acordo, Tânia. Eu saio com outras, você sai com outros... Nós combinamos!
-Sei que nunca exigimos fidelidade um do outro, Edward, mas faz algum tempo que você está me evitando. Desmarca nossos encontros em cima da hora, não retorna as minhas ligações... Não sou estúpida. Tudo isso começou quando a filha do capataz voltou a Breaking Dawn.
-Tânia...
O que eu diria agora? Que ela estava certa?!
-Você a deseja?
A pergunta era direta e por isso merecia uma resposta direta.
-Sim. Desejo Bella com loucura. Talvez a palavra certa fosse Atração. Uma forte e inexplicável atração. Uma coisa ímpar, mas problemática de contemplar em aspectos físicos, químicos e mentais, mas muito significativa e demasiadamente forte para ser ignorada. Não era a mesma coisa que amor, mas muito próxima possivelmente.
Do outro lado da linha, silêncio.
-O meu corpo não lhe agrada mais?
Perguntou com uma ponta de amargura.
-Você sabe que é bonita Tânia.
-Mas seus sentimentos por mim não mudaram, disse chateada.
-Não. Penso em você apenas como uma amiga.
Ela riu.
-Amiga?!
-Sim. Desculpe. Você achou que eu tinha mudado de idéia, falei referindo-me ao fato dela ter sugerido que nós dois morássemos juntos após o natal daquele ano. Ela não respondeu.
-Uma amiga com adicionais, não é mesmo, Edward?!
Aquela conversa não levaria a nada.
-Uma boa parceira de cama, Tânia.
Mais silêncio. Esperei.
-Nada mais?
-Não.
-Assim você me ofende, rebateu.
-Sinto muito, mas estou sendo honesto.
-O que sente por Isabella?
Perguntou bruscamente. Como poderia responder se nem eu mesmo sabia? Resolvi ser honesto.
-Não sei.
-Então a nossa relação acabou?
-Acho que sim, falei com sinceridade. Não adiantava iludi-la ou alimentar falsas esperanças ao meu respeito. Mas eu me sentiria melhor se ela gritasse, xingasse ou algo do tipo.
-Como quiser, Edward, mas não esqueça de devolver o meu carro, replicou modulando seu tom de voz que agora era frio e polido. Como diz o velho ditado para bom entendedor, meia palavra basta. E Tânia não era nada ingênua.
Notas finais
Beijos meninas até mais..... quem sabe a Tiih não libera mais um este final de semana em....
Kiki
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