Notas iniciais
Olá Garotas (os)

Pdv Bella e Edward.

Hummm... Aquela sensação era deliciosa... Pensei espreguiçando-me de olhos semicerrados na cama, o meu corpo relaxado e dolorido devido à noite intensa de peripécias sexuais. Pisquei por um momento sentindo beijos molhados percorrendo toda a minha pele na extensão do pescoço e imaginei se seria um sonho. Por via das dúvidas mantive as pálpebras fechadas, deliciando-me com a brisa fresca que soprava e refrescava minhas pernas nuas, mal cobertas pelo lençol de seda azulo marinho. Eu estava completamente nua e imaginava que Edward também estivesse. Não lembro nem à hora em que fechei os olhos durante a madrugada, completamente vencida pelo sono.

-Bons sonhos?

Sussurrou Edward passando os lábios pelos meus seios nus, deixando um intenso rastro de fogo com seus lábios sexy e libertinos.

-Sim... Murmurei louca por mais. Aquele homem estava me transformando numa ninfomaníaca!

-Deliciosos... Disse alcançando os meus seios. Gemendo baixinho suspendi ligeiramente o corpo, oferecendo-lhe os mamilos duros. Atendendo ao convite silencioso, ele aproximou-se mais, roçando a língua nos meus seios, brincando com os mamilos por vários minutos, me torturando. Quando eu já estava arfando e respirando aos arquejos, ele desceu a boca para o ventre e para minhas coxas. Suspirei alto abrindo os olhos para contemplar a beleza daquele corpo magnífico e excitado, que agora sugava o meu sexo ritmadamente, me fazendo delirar com as carícias e os toques de sua língua e lábios. Deus! Como era bom...

-Quer mais?

Perguntou sem permitir que eu chegasse ao clímax, percebendo os arrepios elétricos e sensuais, que me deixavam trêmula da cabeça aos pés. Minha voz saiu baixa, rouca e sussurrada, o que denunciava o prazer que se alastrava como um raio em meu corpo à medida que os dedos másculos voltavam em busca dos mamilos rijos... Uma lenta e deliciosa tortura...

Sabendo que eu não ia resistir por muito tempo e vendo que com a outra mão Edward estava masturbando-se, ergui as pernas pousando-as nos ombros largos e definidos, chamando-o para dentro de mim. Edward atendeu ao pedido imediatamente, alinhando-se sobre o meu corpo, penetrando-me com uma estocada forte e precisa.

Assim que senti o seu membro grosso e pulsante me preenchendo totalmente, tomei as rédeas do jogo intensamente erótico e inverti nossas posições ficando por cima dele, passando a saborear cada pedacinho daquele corpo viril e sexy que eu tanto amava. Edward gemeu, arfou, beliscou meus seios, proferiu um monte de palavras sujas, picantes e sedutoras que aumentaram ainda mais o meu prazer. Percebendo que o orgasmo estava perto para nós dois, aumentei os movimentos dos meus quadris, num louco frenesi que arrancou de nossas bocas gemidos altos, longos, desconexos, baixos e abafados. Os sons misturavam-se na atmosfera quente e carregada de luxúria.

-Bella... Gemeu forte enquanto agarrava meus quadris com força, enterrando-se mais fundo no meu canal estreito. Fechei os olhos para sentir... Eu estava na borda, tão perto... Logo depois espasmos deliciosos e excruciantes, gritos e carinhos misturando-se em perfeita sintonia.

-Assim vamos acabar nos matando, eu falei desabando sobre ele.

-Hum... Eu morreria bem feliz.

Algum tempo depois...

-Comprei um presente para você, ela falou fazendo-me arquear as sobrancelhas, surpreso.

-Quando?

Ela maneou a cabeça antes de responder.

-Já faz algum tempo.

-Quando exatamente? Bella tinha ficado por vários dias no hospital, então teria que ter sido antes do ataque.

-No dia em que fui com papai ao vilarejo. Estremeci. O malfadado dia em que Tânia havia estado lá em casa para encher meu ouvido com besteiras e levado o cowboy filho da puta, que dera em cima de Bella no bar, a tira colo! Mulherzinha desprezível! Por causa dela tivemos uma briga feia, Bella fez greve de sexo e eu quase me acabei na mão!

-Certo. E o que é?

-Era para ser surpresa, respondeu enrolando.

-Detesto surpresas e você sabe disso. Diga-me o que é, pedi curioso. Ela levantou e andou até a cômoda sobre a qual sua bolsa estava. Abriu a bolsa e retirou uma caixa pequena de veludo azul marinho. Meus olhos desceram do seu rosto ao objeto pequeno em suas mãos. Meu coração quase parou. Senti um friozinho no estômago. Ela caminhou até mim, entregando-me com um sorriso tímido. Engoli em seco antes de abrir o presente.

Assim que levantei a delicada tampa meus olhos cravaram numa linda aliança de ouro branco, larga, com umas incrustações em hebraico. Senti um nó no estômago, um calor esquisito subindo pelo meu peito e os olhos úmidos. Pisquei algumas vezes. Chorar geralmente era coisa de gay e eu odiava que me vissem chorando. Desde pequeno eu agia assim.

-Edward?

-Sim?

-Se não gostou, tudo bem. Nós podemos ir até a loja e trocar por outra coisa, falou constrangida com a minha reação.

-Coloque em mim, pedi. Ela fez o que eu pedi. A jóia ficou perfeita no meu dedo anelar.

-Comprei num impulso quando acabei pedindo você em casamento, mas não tem problemas, podemos devolver e procurar algo que lhe agrade mais; emendou apressada.

-Ela é linda, Bella. Eu adorei. Obrigado, falei abrindo o meu coração.

-É sério? Você gostou mesmo? Perguntou incerta.

-Eu amei gatinha. Vou usar isso aqui até o fim da minha vida. Quero que todo mundo saiba o quanto eu te amo e o quanto você é especial para mim.

-Jura?

-Palavra de cowboy, respondi puxando-a para um abraço apertado. Minutos depois o estômago de Bella roncou alto.

-Desculpe, disse dando um risinho desconcertado.

-Sem problemas. Vá tomar um banho enquanto eu desço para preparar o nosso desjejum.

-Mas e você?! Não vai tomar um banho também?

-Claro que sim, mas no banheiro lá de baixo. Se eu entrar aí com você, falei apontando para o banheiro da nossa suíte, vai ser um banho muito demorado. E você precisa comer.

Ela assentiu e saiu andando para o banheiro. Babei vendo-a nua de costas. Minutos depois peguei rapidamente uma muda de roupas e desci sem se preocupar em me vestir. Estávamos livres e em paz para recomeçar nossa vida a dois e a fazenda sempre nos reservava a privacidade necessária e que tanto prezávamos.

Uma semana depois...

Narrador.

-Seja bem vinda Alice.

-Obrigada, Edward. Tenho um monte de coisas para organizar. A festa será no próximo fim de semana?

Perguntou fazendo anotações em sua agenda cor de rosa. Edward sorriu amplamente. A melhor amiga de Bella era pequena, agitada e inquieta. Ele a tinha pego no aeroporto de Helena uma hora mais cedo e agora estavam na fazenda. Bella não fora porque estava acompanhando a prima em uma consulta do pré-natal. Emmett ainda estava de molho na cama, irritado até a raiz dos cabelos, com um mau humor dos infernos, louco para fazer alguma coisa e sentir-se útil outra vez.

-Sim, no próximo sábado. Ela vai fazer aniversário.

-Eu sei. 13 de setembro. E vocês também vão ficar noivos.

Ao mesmo tempo em que falava com ele, ela fazia mais e mais anotações deixando Edward impressionado com a sua eficiência. Alice realmente era uma líder nata. Uma mulher segura, perfeccionista e profissional acostumada a comandar as coisas ao seu redor.

-Tem certeza de que consegue dar conta de tudo sozinha? Perguntou curioso. Ela fitou-o com certo ceticismo em seu olhar.

-Está brincando?! Eu estou acostumada a cobrir eventos com a semana da moda de Nova York e de Milão. Uma festa para mim é como uma brincadeira de criança. Tiro de letra.

-A Rose está disposta a ajudar, mas com a gravidez e o mau humor do meu irmão...

-Não se preocupe Edward, vou dar conta de tudo. Algumas das coisas eu já providenciei, mas sempre falta algo. E eu quero que tudo saia perfeito.

-Relaxe, Alice. Vai dar tudo certo. As pessoas aqui em Montana não são tão exigentes como as da cidade, e uma festa sempre é uma festa. O seu noivo não vem?

-Se der tempo, sim. Ele adora a Bella. Ela e o Jasper se deram bem desde que eu os apresentei. Foi como um amor a primeira vista, falou empolgada. Edward sentiu um pouco de ciúmes, mas controlou-se a tempo. Afinal, Bella tinha amigos e saber que um deles era comprometido ajudava bastante.

-Seria bom que ele chegasse neste fim de semana. Vamos ter o rodeio anual em Billings no sábado.

-Rodeio?

Perguntou com os olhos castanho-amarelados brilhando.

-Sim. Ele gosta?

-Não sei. Jasper é uma pessoa da cidade, Edward. Não sei se leva jeito para essas coisas, disse sorrindo.

Edward riu.

-Deixe seu noivo comigo uma semana e garanto que ele se tornará um verdadeiro cowboy!

Alice gargalhou alto.

-Essa eu pagava para ver!

-E por quê?!

-Porque ele é empresário do ramo da construção civil e vive viajando a negócios. Não acho que vai curtir a vida no campo.

Edward arqueou uma sobrancelha, divertindo-se. Alice era uma ótima pessoa e ele ficava feliz em saber que Bella estivera rodeada de amigos especiais, que gostavam dela de verdade.

-Bom eu acho que quem vai ter uma surpresa é você.

-Está querendo fazer uma aposta cowboy?!

-Sim!

-Cem paus!

-Negócio fechado!

-Você já perdeu esta, Edward! Disse esfregando as mãos uma na outra visivelmente excitada.

-Veremos. Olhe, a Bella falou alguma coisa sobre comprar um vestido. Acho que ela vai querer ir com você até o vilarejo amanhã cedo. Alice tirou os óculos escuros mais uma vez e fitou-o com um amplo sorriso. Edward realmente há conhecia muito pouco.

-Não vai ser preciso. Eu já trouxe o vestido que ela vai usar, respondeu dando duas tapinhas leves em sua mão, tranqüilizando-o. Edward a olhou com um misto de surpresa e incerteza misturando-se nos lindos olhos verdes jade.

-Tem certeza disto?

Alice riu diante da desconfiança dele.

-Claro que sim! Quem você acha que a levava para fazer comprar antes?! Foi graças a mim que Bella passou a andar produzida, maquiada e com os cabelos impecáveis. Sempre insisti que uma tradutora não deve parecer séria, sombria e muito menos mais velha. Saímos juntas várias vezes até que o guarda roupas dela ficou lindo, moderno e muito sexy.

-Sexy?

-Claro! Bella deve ser a tradutora mais sexy, gostosa e bonita que as pessoas já conheceram!

Edward engoliu em seco quando escutou aquela frase, acelerando a caminhonete um pouco mais que o necessário. Odiava a idéia de outros homens achando a “sua mulher” gostosa e sexy. Seu sangue ferveu. Alheia aos sentimentos conflitantes que o dominavam a baixinha continuou a tagarelar sorridente.

-Eu trouxe dois vestidos lindos e exclusivos, Edward. Ela pode escolher o que quiser para usar na festa.

Ele engoliu em seco antes de perguntar:

-Que tipo de vestido?

-Lindos, justos, curtinhos, de caimento impecável e na última moda. Você também vai adorar, eu tenho certeza!

Apertando os lábios numa linha fina para não começar a dizer uma torrente de palavrões, ele decidiu preocupar-se na hora em que visse os tais vestidos e não agora. Se não fizesse isso iria acabar ficando maluco. Alice prosseguiu com o seu discurso interminável até pararem o carro na garagem da casa principal. Esme estava de pé na entrada e os aguardava ansiosa.

-Seja bem vinda, Alice.

-Muito obrigada. Sua casa é maravilhosa, falou com grande admiração. Ela não tivera oportunidade de conhecer a fazenda quando Bella estivera no hospital.

-Obrigada querida. Vamos entrar? Está frio aqui fora...

As duas entraram com Edward imediatamente atrás trazendo uma bagagem monstruosa. Ele olhou para as malas e para a pequena mulher que conversava animadamente com sua mãe, sacudindo a cabeça sem conseguir entender, trazendo as malas para dentro. Parecia que a melhor amiga de sua noiva havia trazido duas ou mais estátuas na bagagem. Que peso! E olha que ele estava acostumado a fazer o trabalho pesado na fazenda... Mulheres! Por mais que tentasse jamais iria conseguir entendê-las!

Enquanto isso na estrada...

-Você ouviu o médico, Rose, então não vá fazer nenhuma extravagância, certo?

-Eu não sou maluca, prima. Desejei demais esta criança para correr algum risco de perdê-la.

-Ótimo. Siga todas as recomendações ao pé da letra e se sentir qualquer tipo de desconforto, ligue imediatamente para ele.

-Ok, mas isso não me preocupa.

-E o que a preocupa?

Rose olhou para a prima e depois voltou os olhos pára a estrada. Bella ainda estava impossibilitada de dirigir devido ao braço.

-Minha preocupação agora é o rodeio, falou num suspiro.

-Por quê? Bella questionou intrigada.

-Por causa do Emmett, gemeu entre dentes.

-Rose eu não estou entendendo nada, Bella falou virando para fitar a prima atentamente.

-Há vinte anos que ele não perde um rodeio destes.

-Mas ele não está em condições de ir! Precisa se recuperar e para isso ele tem que ficar de repouso, oras!

Rósalie revirou os olhos e Bella riu.

-E depois dizem que sou eu quem tem um tique...

-E você tem mesmo!

-Fala sério Rósalie...

-Concordo com tudo o que você disse Bella, mas eu aposto que o meu marido irá ao rodeio. Com ou sem muletas!

-Ele não é tão louco assim Rose, Bella falou incerta lembrando-se da poeira, dos ventos intermináveis, do sol escaldante ou até mesmo da chuva que poderia vir a cair durante aquele tipo de evento. Brancos, negros e índios misturavam-se na profusão de cowboys, bebendo e competindo sem parar. Uma verdadeira multidão. Na verdade ela não sentira a menor saudade daqueles rodeios quando estava fora da cidade. Mas conhecia bem o Edward e sabia que ele sem sombra de dúvidas estaria lá. E que com certeza daria um jeito de competir em alguma prova.

-Ele é sim. E o Edward também irá.

-Imagino, disse baixinho. O gemido agora foi o dela e não da prima.

-E ela também, vai estar lá, concluiu baixinho, agarrando a direção com uma força desnecessária. Bella entendeu a aflição da prima. Jéssica Stanley, a ex-amante do Emmett era uma das melhores locutoras de rodeios da região. Talvez a melhor e mais famosa. Lá era o território dela. Ela estaria no palco, sob a luz dos holofotes, narrando e conduzindo as provas durante o evento. Bella engoliu em seco pensando na enorme insegurança que Rose deveria estar sentindo. Se fosse com o Edward ela certamente surtaria.

-Calma. Não vamos pensar nisso agora ok?

Rose rolou os olhos novamente.

-Bella... O rodeio é daqui a dois dias! Dois malditos dias! Como é que eu não vou pensar nisso, droga?!

Bella respirou profundamente antes de responder.

-Vamos pensar em alguma coisa.

-Só se você conseguir pensar prima, porque eu estou uma pilha! Meus nervos estão à flor da pele com essa história toda. A ansiedade este me matando!

-E se você não for?!

-E deixá-lo ir sozinho?! Nunca! Nem morta! Aquela lagartixa escorregadia vai dar um jeito de se aproximar dele. E eu não vou tolerar isso! Já basta o que sofri o ano passado e no início deste ano. Chega.

-Tudo bem, Rose, você está certa, mas nós vamos pensar em alguma coisa ok? Eu prometo.

-Obrigada, Bella.

-Não precisa me agradecer. Irmãs servem para isso mesmo, falou esticando o braço e apertando de leve o ombro de sua prima, a irmã que ela nunca tivera.

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Edward.

O rodeio era um espetáculo anual que atraía uma grande quantidade de pessoas que juntas davam um colorido diferente aquele lugar geralmente pacato. Era um conjunto, um encontro de várias etnias e culturas diferentes unidos as antigas tradições dos cowboys desbravadores. Naquela manhã as arquibancadas fervilhavam de gente, quando nós chegamos ao portão principal. Olhei em volta sentindo meu sangue vibrar com a excitação do momento, pensando em como este rodeio seria diferente e especial. Até o ano anterior, eu ia com o Emmett ou com os rapazes da fazenda. Bella ainda não estava lá. Hoje o dia seria mais que especial. Ela estava comigo. Nós estávamos juntos.

-Eu lhe avisei Edward, disse ao meu lado. Sorri passando um braço em volta de sua cintura delgada.

-Não vou esquecer amor.

-Nunca, nunca aposte contra a Alice. Ela sempre ganha. Não sei qual é o segredo, mas ela sempre consegue ganhar! Completou sem esconder o riso.

-Ok, está registrado.

-O que achou do Jazz?

-Gostei do Jasper. Ele é gente boa.

Alice e Jasper haviam ficado na fazenda. Ele chegara a Breaking Dawn hoje cedo. Eles resolveram curtir a piscina coberta, a hidromassagem e ficar a sós para poderem matar as saudades com privacidade. Emily prepararia o almoço e tudo mais que eles quisessem.

-Demais. Eu o adoro. É um homem com H maiúsculo, gentil, educado, cavalheiro... A Alice tem muita sorte.

-Quer me deixar com ciúmes?!

-Não, claro que não! Isso nem me passou pela cabeça, apressou-se em responder quando viu a minha cara feia. –Desculpe-me.

-Tudo bem. Desculpas aceitas. Mas não gosto nada de vê-la falar assim tão entusiasmada sobre outro cara, eu disse tentando disfarçar o quanto havia ficado chateado.

-“Esse cara” é o namorado da minha melhor amiga, o “amor da vida dela”, então, por favor, refreie o seu ciúme para que o nosso dia seja agradável ou acabaremos brigando, emendou. Olhei para ela de relance e resolvi relaxar. Na ponta dos pés Bella tentava assimilar tudo a nossa volta, onde o relinchar dos cavalos, misturava-se ao som dos músicos e cantos indígenas.

-O que está se passando nesta sua cabecinha, eu posso saber?

-Será que vão precisar de algum tradutor?! Perguntou com os olhos brilhantes.

-Não sei, mas acho que podemos descobrir em breve, falei tirando meu celular do bolso e ligando para um amigo que estava na organização do rodeio. Para minha surpresa uma voz rouca, sexy e feminina atendeu ao telefone dele.

-Alô?

-É o celular do Jared?

-É sim.

-Eu posso falar com ele?

-Quem gostaria?

-Edward Cullen. Sua risada rouca ressoou no outro lado da linha.

-Mas que mundo pequeno... Como vai Edward? É a Jéssica, tudo bem? Meus olhos capturaram os de Bella no mesmo instante.

-Sim, Jéssika, está tudo bem. O Jared está com você?

-Está saindo do banho. Por favor, espere um momento...

Enquanto aguardava pensei no quanto àquela mulher era uma oportunista de mão cheia. Ela não perdia tempo. Assim que ouviu o nome da ex-amante do meu irmão, Bella varreu a área dos trailers onde havia três veículos nossos. Onde o meu irmão e Rósalie se encontravam, assim como os meus pais. Os rapazes da fazenda também estavam por lá, mas sem as costumeiras responsabilidades. Hoje era dia de diversão.

Jared atendeu em seguida e eu expliquei que a minha noiva era tradutora, etc. e tal, mas ele disse que ali não seria necessário. Agradeci olhando-a fixamente.

-Tudo bem. Fica para uma próxima vez, falou tranqüila. Escrutinei seu rosto com os olhos, mas não havia nada errado. Ela realmente estava bem e não estava frustrada, triste ou algo parecido. Suspirei aliviado. Eu sabia que ela sentia falta do trabalho e teria que dar um jeito de resolver aquilo ali mesmo em Montana.

Notas finais
Mais um cap. pra vocês espero que tenham gostado, não esqueçam de cometar em.

Beijos
Kiki