Notas iniciais
Recado para as leitoras: Bom meninas(os) aí vai mais um cap saindo do forno diretamente para vcs e como domingo é o meu aniversário, dia 11/08 (embora a minha data de nascimento no FACE seja outra ok? Foi para não dar na vista) será que aquelas que ainda não recomendaram a fic poderiam me dar este presente? Olha que vai sair bem baratinho.....Rssssssss...Bjs e uma ótima leitura.

Tiih

Dez dias depois...



PDV Narrador.



Surpreso o médico olhava para Rose, Emmett e Esme. Os três estavam explodindo de tanta felicidade. As mulheres não conseguiam conter as lágrimas de emoção. Aquela era a melhor notícia do mundo.



–Parabéns Rose, você está grávida, disse deixando todos emocionados.



–Oh Deus, eu nem acredito!



–Um filho, meu amor nós vamos ter um filho!



Ela e Emmett falavam encantados.



–Isso é maravilhoso. É a melhor notícia que poderia nos dar doutor!



–Mãe, eu vou ser pai!



–E eu avó meu querido. Vou ligar para o seu pai agora mesmo. Ele vai adorar saber que será avô, disse Esme pedindo licença e afastando-se.



–O primeiro neto Cullen...



–Preferem um menino?



Disse o doutor Demetri guardando seus equipamentos na grande maleta preta retangular de couro. O estetoscópio continuava pendurado em seu pescoço.



–Tanto faz. Esperei tanto por isso que eu só quero que o bebê seja saudável, emendou Rose respondendo a pergunta do médico.



–Mas e quanto ao fibroma? Os outros médicos que consultamos foram categóricos em relação a uma gravidez. Rósalie não ficaria grávida enquanto não fosse operada, completou Emmett com uma expressão confusa no olhar de menino travesso.



–E eles estavam certos, disse o médico com tranquilidade.



–Mas, então...



–Vocês têm que agradecer a Deus Emmett. Essa gravidez é um milagre. Em todos os anos da minha carreira este é o primeiro caso que conheço onde uma mulher com um fibroma uterino conseguiu conceber um filho. Para a medicina os recursos são limitados, mas para Deus tudo é possível. Se vocês acreditam em milagre, para a ciência saibam que este filho de vocês é um deles.



–Muito Obrigada doutor, disse Rose sorrindo.



–Não me agradeçam, fiz apenas o meu trabalho.



–Com quanto tempo ela está mais ou menos?



–Pela minha experiência não mais que quatro semanas, mas pedi uma ultrassonografia para que possamos saber com precisão.



–E o fibroma? Ele pode representar algum risco para o bebê?



O médico refletiu alguns segundos antes de responder.



–Em alguns casos pode ser um problema sim, mas não vamos nos preocupar com isso agora. Primeiro vamos fazer a ultrassom e depois se for necessário nós tomamos os cuidados específicos.



–Vou ligar amanhã mesmo para a clínica, disse Rose ampliando ainda mais o seu sorriso, alisando o ventre ainda plano.



–Sim, faça isso. Aqui está a requisição, falou o médico entregando um papel com a solicitação do exame, seu nome e carimbo.



–Muito obrigada mais uma vez.



–Doutor, alguma recomendação por enquanto?



Questionou Emmett vendo que ele estava de saída encaminhando-se para a porta.



–Sim, boa alimentação, repouso e as vitaminas que eu já havia prescrito anteriormente.



–E quanto ao sexo?



Os olhos do médico expressaram surpresa e em seguida seu olhar se alternou entre o rosto de Emmett e a sua perna ferida. Rose pigarreou ficando vermelha como um pimentão, corada de vergonha até a raiz dos cabelos loiros. Ela conhecia muito bem o marido, mas jamais imaginou que ele faria tal pergunta e de supetão.



–Sugiro que vocês tenham cuidado, Emmett. Os três primeiros meses são sempre os mais perigosos para o risco de um aborto.



Desta vez foram os olhos de Emmett que se arregalaram.



–Então nada de sexo?!



Ele quase gritou enquanto Rose escondia o rosto entre as mãos rogando aos céus que um buraco surgisse inesperadamente no chão onde ela pudesse entrar de uma vez e desaparecer dali. O Doutor Demetri sorriu complacente. Ele estava acostumado a lidar com pais de primeira viagem e aquele tipo de pergunta era feito com freqüência.



–Não Emmett, eu não iria sugerir tal coisa, falou disfarçando o riso. -Eu também tenho uma esposa e sei como é ruim termos certos tipos de restrições. Sugiro que vocês brinquem, usem a imaginação, as mãos, troquem carinhos. Mas cuidado para não exagerar. Está bem assim?



O sorriso do grandão não poderia ser maior.



–Está ótimo. Muito obrigado doutor.



–Não tem de que, agora se me dão licença tenho mais dois pacientes para ver ainda hoje.



–Claro, venha por aqui sim? Eu acompanho o senhor disse Rose sentindo seu rosto em chamas. Eles saíram e Emmett relaxou deitando na cama com os braços cruzados sob a sua cabeça. Aquela tinha sido a terceira melhor notícia do dia. A primeira era que Bella e Edward estariam voltando para casa hoje; a segunda que finalmente ele seria pai e a terceira... Bom a terceira era talvez para ele fosse a melhor notícia de todas.



–-----



Edward ajudou Bella a descer do carro. Eles estavam na frente da nova casa. A reforma havia sido concluída enquanto ela convalescia no hospital. Ele devia muito a sua mãe e a Rose, pois foram elas duas sozinhas quem cuidaram de tudo enquanto ele estava ausente cuidando de Bella. Mas tinha de admitir que as duas tinham feito um excelente trabalho. Em breve a casa estaria rodeada pela neve com a chegada do inverno frio e rigoroso.



Bella ainda tinha o braço preso a uma tipóia, mas no mais estava perfeitamente bem. Ela desceu do veículo enquanto seus olhos percorriam o lugar encantada com tudo o que via. Não poderia haver uma casa mais bonita em toda a região.



–Bem vinda ao nosso lar, Bella.



–Edward, eu... Eu nem sei o que dizer...



–Venha vamos ver de perto, falou satisfeito com a emoção dela.



–Tudo está... Está maravilhoso, disse sentindo seus olhos úmidos pela emoção. As janelas altas de vidro refletiam as nuances amarelo alaranjadas e douradas do por do sol. O teto e as paredes tinham uma aparência sólida o suficiente para abrigar várias gerações Cullen que nasceriam cresceriam se apaixonariam, casariam e teriam seus próprios filhos e descansariam por fim quando envelhecessem, para sempre na tranquilidade e solidez daquelas terras.



–Amor não chore, pediu carinhoso.



–Não se preocupe, eu estou bem, apenas emocionada.



–Espere então até ver como tudo ficou lá dentro. Vamos entrar?



–Sim, claro!



Ele segurou sua mão colocando-a apoiada em um dos braços dele e seguiram o caminho de seixos a plantas naturais até a porta principal onde Edward retirou três chaves douradas do bolso e entregou uma das chaves a ela.



http://papouniv.com.br/2012/07/06/chale-sem-rusticidade/

–Pode fazer as honras, disse afastando-se um pouco enquanto Bella inclinava-se para colocar a chave na fechadura com a mão trêmula e girava para a esquerda. A porta cedeu e eles abriram, entrando juntos pela primeira vez.


–Em breve espero poder carregá-la para dentro nos braços com a senhora Edward Cullen, falou sereno.



–Esse é mais um estranho pedido de casamento?



–Quem me pediu em casamento foi você gatinha, eu estou apenas implementando o contexto, falou sorrindo torto deixando Bella embevecida.



–Eu...



Ele continuou fitando-a. Bella prendeu a respiração sem querer.



–Isso não é justo, falou baixinho.



–Sim, sei que sou lindo, gostoso e muito sexy, mas acho que agora é hora de você olhar a nossa casa, carinho. Sua voz estava carregada de diversão e Bella respirou fundo antes de desviar seu olhar do rosto amado e observar o ambiente decorado a sua volta.



–Acho que você esqueceu-se de acrescentar os termos convencido e bobo a sua modesta lista de elogios, completou divertindo-se também. Seus olhos no mesmo instante pousaram sobre a magnífica lareira onde uma tapeçaria tecelã artesanal encontrava-se pendurada em sua moldura escura lustrosa e reluzente.



–Edward isso é lindo!



Exclamou entusiasmada sabendo que a peça deveria ter custado um bom dinheiro.



–Quando mamãe a trouxe eu tive a certeza de que você adoraria. Ela conhece bem os seus gostos, assim como conhece os da Rose.



–É simplesmente perfeito, falou fazendo uma nota mental para agradecer particularmente a Esme depois.



–Só acho que não foi muito fácil colocá-la a li. Os rapazes devem ter suado um bocado, disse imaginando que a mãe deveria ter dado diversas ordens aos peões fazendo-os mover a linda tapeçaria alguns centímetros para a direita, depois para esquerda, até que estivesse satisfeita com a posição perfeita de destaque sobre a lareira de pedras. Naquele instante Edward aproximou-se a envolvendo com os braços pela cintura. Bella sorriu e descansou a cabeça no tórax largo dele observando o restante da mobília. Os sofás de tecido claro contrastavam com os outros móveis de madeira escuros. A mesa de jantar com seis lugares, a mesa de centro, uma cristaleira com o fundo de vidro espelhado, duas poltronas vermelhas de apoio. Um lustre lindo e antigo, várias arandelas dispostas em pontos estratégicos da sala, dois abajures de mesa sobre duas mesinhas de apoio, um vermelho e um branco, vários porta retratos espalhados com fotos deles dois hoje e quando pequenos e muitos outros detalhes que Bella gostaria de analisar com calma e apreciar verdadeiramente. Sua casa estava linda. Havia uma mistura de rústico com um toque de modernidade na medida certa. Esme como sempre acertara em cheio.



–Quer casar comigo?



Ele perguntou desta vez.



–Fiz esta pergunta a você primeiro.



–Agora é a minha vez, retrucou deslizando a ponta de seu nariz pelo pescoço alvo deixando-a arrepiada.



–Sim.



–Quando?



–Logo, respondeu dando uma risada. A realidade acabava mostrando-se melhor que qualquer conto de fadas



–Defina logo, pediu exigente deslizando as mãos espalmadas obre o seu ventre fazendo a pulsação dela acelerar.



–Não estamos com uma festa de noivado sendo preparada?



–Sim, mas...



–Um mês depois está bom para você?



–Treze de outubro?



–Acho que é uma boa data, ela falou.



–Alguma data especial?



–Era o dia do aniversário da minha mãe, respondeu tranqüila.



–Jurei que se não fosse um dia tão especial para você, eu iria te arrastar para Las Vegas no dia seguinte à festa e te fazer minha esposa na frente do Elvis.



–Hum, você está muito romântico hoje, amor.



–Edward Cullen romântico?! Nossa, acho que estou ficando mole mesmo.



–Nada disso, você continua o mesmo cowboy turrão de sempre, mas nenhuma mulher resiste há um pouco de romance.



–Achei que elas não resistissem ao meu charme, carinho, provocou.



–Estou com o braço imobilizado Edward, mas ainda posso lhe dar um bom chute no meio das pernas e fazê-lo cair no chão gemendo de dor, disse com uma expressão singela.



–Que horror! E acabar com o seu parquinho de diversões particular?!



Perguntou fingindo estar chocado.



–Eu bem que poderia encontrar alguma coisa para me entreter... Passear com Mike Newton talvez. Ele é um bom rapaz e sempre se ofereceu para me dar aulas de montaria. Um rugido brotou do peito e da garganta de Edward que desta vez fitou-a com irritação, os olhos verdes escurecidos pela raiva.



–Acho que ele será o próximo a ir parar no hospital!



–Por quê?



–Por que eu vou quebrar as duas pernas daquele fedelho se ele for atrevido o bastante para olhar mais uma vez que seja para você!



–Está com ciúmes?



Perguntou deliciada.



–Não, estou possesso! Você é minha Bella. Minha. Sempre foi e sempre vai ser, concluiu.



–Calma cowboy, não precisa exagerar...



–Então não me provoque.



–Você me provocou primeiro.



–Não provoquei não, eu só estava brincando!



–Hum-hum.



–Não deboche gatinha.



–Não estou debochando. Sabe que eu estava pensando no Jacob? Involuntariamente o corpo dele enrijeceu.



–Por quê? Perguntou sentindo que o ciúme começava a borbulhar em seu peito. Não gostava de associar Bella a nenhum outro homem que não fosse ele próprio.



–Porque graças à decepção que eu tive com ele decidi voltar para casa. E assim encontrei você novamente.



–Parece que o amor resolveu nos dar mais uma chance, disse sentindo o ciúme começar a se esvair aos poucos.



–É, parece. E o destino também.



Edward tomou sua mão virando-a de frente para ele e começou a beijar cada um de seus dedos. Bella ofegou sentindo sua respiração acelerar. Ele massageou o interior de seus braços descendo até o pulso enquanto as batidas do coração dela aceleravam.



–O anel já está no seu dedo, mas aqui vai uma proposta formal, disse ele. –Quer ser minha esposa na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, gerar os meus filhos e fazer as pazes na cama cada vez em que brigarmos até a morte nos separe?



Bella não podia esperar um pedido mais lindo, especial, maravilhoso e honesto como aquele.



–Sim, eu quero ser sua esposa na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, gerar os nossos filhos e fazer as pazes em qualquer um dos cômodos desta casa, enquanto nós dois estivermos vivos. Eu o amarei e o honrarei, Edward, mas quanto à parte que se refere a “obedecer” você pode esquecer. Ele gargalhou alto lançando sua cabeça para trás com o comentário.



–Mas você esqueceu uma coisa...



–De que?



–Da parte em que fará o meu jantar todas as noites, respondeu sorrindo maliciosamente.



–Hum, deixe-me pensar um pouco, pois estou meio confusa... Você quer que eu faça a comida ou quer que eu seja o prato principal?!



Ele estreitou os olhos.



–Onde está a menina envergonhada e tímida que eu vi crescer?! Quem é você e o que fez com ela?!



Perguntou em tom de brincadeira adorando a ousadia que ela estava demonstrando agora.



–Ela mudou, cresceu, amadureceu e se apaixonou completamente por você, cowboy.



–Tenho que admitir que esta foi a melhor parte da nossa conversa até agora, disse começando a se achar “o cara”, puxando-a para si e beijando-a com os olhos e o seu coração transbordando de amor.



–Eu te amo.



–Eu também te amo, carinho. Parece que aqui em Montana as paixões explodem como a fúria selvagem da natureza.



–Além de romântico você está poético também? Minha nossa! Eu desconhecia totalmente esse seu lado, cowboy.



Ele riu do comentário.



–Que tal subirmos para vermos o restante da casa?! Nossa cama é imensa. Tem lugar para três travesseiros um ao lado do outro. Os olhos de Bella brilharam divertidos.



–Nesse caso eu ainda sou muito antiquada, Edward. Não vou fazer sexo a três. Os olhos dele estreitaram-se perigosamente.



–Acho que está querendo se por muito travessa hoje senhorita Swan, talvez umas boas palmadas no traseiro façam o seu cérebro começar a funcionar melhor e a sua boca parar de dizer asneiras, disse perigosamente estreitando os olhos. Ele parecia um felino pronto para atacar.



Silêncio. Bella pigarreou quebrando a tensão.



–As palmadas que me deu no hotel foram mais que suficientes para o resto de nossas vidas não acha?!



–Está brincando com fogo, amor, e eu estou no meu limite. Tem idéia de quanto tempo eu estou sem sexo?!



–Sim, o mesmo tempo que eu, disse fitando-o com o desejo estampado nos olhos castanhos, abrindo um amplo e genuíno sorriso. Um gemido rouco surgiu em seu peito escapando em seguida pelos seus lábios.



–Não me olhe com essa cara ou não vamos nem conseguir chegar até a escada, disse com os dentes trincados, seus olhos verdes escurecidos de paixão.



–Que cara?



Perguntou franzindo o cenho, confusa.



–De safada.



–Edward!



–Você faz essa cara todas as vezes que está excitada, com desejo, a luxúria correndo pelo seu corpo.



–Sério?! Tenho que me olhar no espelho então da próxima vez, rebateu achando graça do comentário dele.



–Não estou brincando gatinha. Cheguei ao meu limite máximo de abstinência enquanto você estava hospitalizada. Se demorasse mais alguns dias não sei o que seria de mim...



–Asseguro que você daria um jeitinho, completou. Seus olhares se cruzaram. O clima mudou instantaneamente. Ambos sentiram a descarga elétrica do forte apelo sexual crescendo entre eles a cada segundo.



–Como está o braço? Perguntou visivelmente excitado.



–Ele vai aguentar Edward, respondi suavemente. Nada poderia ser mais importante do que os dois juntos novamente e agora na casa nova. –Quero você, ela disse encostando seu corpo no dele.



–Bella... Falou estremecendo.



–Então cowboy o que está esperando para me pegar no colo e me levar para cama?! Por favor, não me faça esperar mais, suplicou sentindo seu sexo já úmido latejar em antecipação, enlaçando-o pelo pescoço. Mas antes que ele fizesse qualquer coisa o seu celular começou a tocar no bolso da calça. Bella suspirou enquanto Edward praguejava contra o mundo.



–Ah, não, por favor, agora não...



Gemeu desalentado puxando o aparelho. Bella também ficou frustrada com a súbita interrupção e engoliu em seco, mas achava importante que ele atendesse a ligação, pois poderia tratar-se de alguma urgência na fazenda.



–Oi Emmett.



–Onde vocês estão? Já chegaram? Por que estão demorando tanto?! Caralho, Edward, venham jantar que nós temos muito o que comemorar meu irmão! Esse deve ser o dia mais feliz da minha vida, porra!



Edward não pode deixar de rir com o entusiasmo do irmão mais velho.



–Mas o que aconteceu com você hoje, grandão?! Está falando mais do que uma matraca!



–Edward, a Rose está grávida! Grávida, mano, eu vou ser pai!



Gritou do outro lado da linha.



–Mas que notícia boa da porra, Emm, meu parabéns!



Bella fitava-o curiosa e ele deu-lhe as boas novas.



–Rose está grávida.



–Mas que coisa maravilhosa! Até que enfim! Ela lutou tanto por isso... Exclamou com os olhos rasos d’água.



–A Bella está radiante, respondeu voltando a falar com o irmão.



–Todos nós estamos. Papai está chegando a qualquer momento para o jantar e vocês também são esperados. Já chegaram?



–Sim, estou mostrando a nossa casa à Bella e estaremos aí daqui a pouco.



–Por favor, não demorem, pediu.



–Ok, Emm estamos indo agora.



–Valeu mano. Tchau.



–Tchau.



Seus olhares se cruzaram e ambos sabiam que teriam de esperar um pouco mais para dar vazão ao desejo devastador e a paixão avassaladora que os consumia.



–A Rose não estava com sérios problemas para engravidar?



–Sim, ela ia consultar um especialista em Washington.



–Bem, não sei se há uma explicação lógica para isso, mas o Emmett está feliz como nunca.



–Deus os abençoou Edward. Essa gravidez da Rose sem ter retirado o fibroma é um verdadeiro milagre.



–Assim como nós dois, falou num suspiro. -Tudo bem com você?



–Claro. Vamos?



–Sim. Sinto muito por isso, mas prometo que vou amar cada pedacinho de você na volta, disse solenemente.



–É uma promessa?



Questionou sentindo seu corpo incendiar sob o olhar apaixonado que ele lhe dirigia.



–Sim.



–Vou cobrar.



–Vou esperar ansioso por isso. Agora vamos. Depois teremos todo o tempo do mundo para fazer amor e ver como ficou o restante da casa.



–E a banheira de hidromassagem?



–Está no mesmo lugar, só que agora teremos com o usá-la com privacidade.



–Estou ansiosa por isso cowboy.



–Eu também, gatinha, eu também.



Notas finais
Oi gente tava sumida nê, vou ficar com fama de turista deste jeito rsrsrsrsr, mais mês de ferias e complicado.... filho e marido ainda ja viu nê.

bem pessoas lindas esperam que vocês tenham gostado do cap.

beijooooo grande
Kiki