Orgulho E Sedução.
68 Cap. 68
Notas iniciais
68 – Orgulho e Sedução.
Bella.
Olhei para o vestido e fiquei muda. Ele era lindo. Perfeito. Era como se a Alice tivesse captado cada detalhe da minha mente. O decote simples, as mangas justas, as costas cobertas por uma fina camada de renda, a cauda... Caramba... Eu estava sem palavras.
–Bella? Alice perguntou ansiosa.
–Hum? Consegui balbuciar ainda sem pisar no chão direito. Eu estava flutuando. Literalmente.
–Você gostou? Pelo canto do olho pude perceber o quanto ela estava inquieta e sorri. Sorri amplamente. Se eu tinha gostado?! Eu tinha amado aquele vestido. Era o vestido dos meus sonhos.
–Claro que sim, Alice!
–Sério?! Minha melhor amiga estava insegura e aquilo não era uma coisa muito fácil de acontecer.
–Alice, eu amei. Ele é a minha cara. É perfeito. Lindo.
Com três passos ela me alcançou e me deu um forte abraço. Pude sentir que ela finalmente relaxava.
–Que bom, porque eu comecei a ficar preocupada com a sua demora em responder viu?! Ufa!
–Boba! Eu fiquei muda, sem palavras. É o meu vestido ideal, Allie.
–Ótimo. Fico super feliz em saber disso. Que tal experimentar? Preciso ver se vai ser necessário fazer algum ajuste.
–Ok. Por mim tudo bem, respondi preparando-me para subir na cama. Nesse momento bateram à porta do quarto em que ela estava hospedada na fazenda.
–Quem é?
–Edward. Posso entrar?
–Não! Alice gritou.
–Por que?! A Bella não vai experimentar o vestido? Eu quero ver.
–Mas de jeito nenhum! Bradou a baixinha com os olhos arregalados. –Você não sabe que ver a noiva vestida antes do casamento dá um azar brabo, Edward?!
–Alice, Bella não é minha noiva; Ela é minha esposa, você esqueceu?! Nós nos casamos em Vegas, então eu não vejo problema nenhum em vê-la com o vestido. A cerimônia é só para oficializar a nossa união, explicou enquanto girava a maçaneta da porta.
–Acho uma pena que você pense, assim, Edward, porque não vai ver a Bella usando o vestido antes da cerimônia de jeito nenhum! Só sobre o meu cadáver!
–Amor?! Você acha isso justo?! Reprimi o riso. A última coisa que eu queria agora era uma guerra entre o meu marido e a minha melhor amiga.
–Amor, eu saio já ok?! E aí vamos poder ir para casa.
Segundos de silêncio.
–Promete?!
–Prometo. Por que não vai até a cozinha fazer um lanche? Saio em alguns minutos.
–Tudo bem, mas não demore. Já passei tempo demais longe de você hoje.
–Está certo, falei e ouvi seus passos se afastando. Alice sorriu satisfeita enquanto me ajudava a tirar a roupa e vestir o vestido de noiva.
Edward e Bella se casaram três semanas depois, ao pôr do sol, a beira do lago onde tudo havia começado anos atrás, onde a paixão que ambos sentiam tinha explodido sem controle. Eles trocaram seus votos diante dos familiares, amigos, funcionários de Breaking Dawn e dos conhecidos de toda região que conheciam a família Cullen há várias gerações e admiravam o desempenho político de Carlisle no Senado. Emmett e Jasper foram os padrinhos. Alice e Rose, gravidíssima das gêmeas, com uma enorme barriga, foram às madrinhas. Charlie, sem conseguir esconder as lágrimas em seus olhos, conduziu a linda noiva com os cabelos presos adornados por uma tiara de diamantes, até o altar sob a música:
A Thousand Years (Christina Perri)
Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow
One step closer
I have died everyday waiting for you
Darling don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more
Time stands still
Beauty in all she is
I will be brave
I will not let anything take away
What's standing in front of me
Every breath
Every hour has come to this
One step closer
I have died everyday waiting for you
Darling don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more
And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I love you for a thousand more
One step closer
One step closer
I have died everyday waiting for you
Darling don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more
And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more
TRADUÇÃO: Mil Anos
Batimentos acelerados
Cores e promessas
Como ser corajoso
Como posso amar quando eu estou com medo de cair
Mas vendo você sozinho
Todas as minhas dúvidas de repente vão embora de alguma forma
Um passo mais perto
Eu tenho morrido todos os dias esperando por você
Meu amor não tenha medo eu tenho te amado
Por mil anos
Eu vou te amar por mais mil
O tempo para
Beleza em tudo o que ela é
Eu serei corajoso
Eu não deixarei nada tirar
O que está na minha frente
Cada respiração
Toda hora tem caminhado pra isso
Um passo mais perto
Eu tenho morrido todos os dias esperando por você
Querida não tenha medo eu tenho te amado
Por mil anos
Eu vou te amar por mais mil
E o tempo todo acreditei que te encontraria
O tempo trouxe o seu coração pra mim
Eu tenho te amado por mil anos
Eu vou te amar por mais mil
Um passo mais perto
Um passo mais perto
Eu tenho morrido todos os dias esperando por você
Querida não tenha medo eu tenho te amado
Por mil anos
Eu vou te amar por mais mil
E o tempo todo acreditei que te encontraria
O tempo trouxe o seu coração pra mim
Eu tenho te amado por mil anos
Eu vou te amar por mais mil anos...
Como o inverno estava muito próximo, o Crepúsculo passou rapidamente enquanto a brisa fria soprava e a noite surgia para abrilhantar o som da banda que tocava músicas românticas e as que marcaram época. Houve a festa, os brindes, o bolo, Edward levantando a barra do vestido e rasgando a liga que Alice havia colocado sobre o joelho da amiga, muitas palmas, olhares sentidos, como o de Mike Newton para os noivos e o do Sr. Weber para a filha e o genro, Erick York, mas para Bella tudo mais parecia um filme, uma névoa agradável e desejada. Cada vez que voltava o seu olhar para Edward, o que acontecia com frequência; e que estava estonteante em um smoking preto,

ele era tudo o que ela conseguia enxergar; e sabia pela expressão estampada daqueles olhos verde jade, que o marido se encontrava sob o mesmo feitiço. Eles estavam cercados por amigos, por sua família, por risos, luzes, uma decoração impecável, música, amor e carinho; mas poderiam estar sozinhos no Planeta, apenas os dois, de tão absortos que estavam um no outro. Ambos comeram bolo, brindaram com as taças de cristal de Esme cruzadas e posaram para as mais diversas fotografias. Imagens que Bella com certeza guardaria para o resto de sua vida.

Com um sorriso amplo, Carlisle se aproximou do casal e perguntou ao filho se agora ele poderia dançar com a noiva. Edward sorriu e deu um abraço forte no pai, dizendo:
–Pai, quando uma mulher casa com um Cullen, ela leva todos os outros no pacote, falou sorrindo. O Senador deu um beijo no filho e conduziu sua nora à pista de dança, onde deu um show diante dos convidados.
–Agora, é a minha vez, pai, já chega. Você está monopolizando a noiva! Bem vinda à família Cullen, senhora Edward Cullen! E não me importo nenhum pouco de dizer que você demorou que só a porra para fazer isso viu?!
Bradou Emmett tirando Bella habilmente dos braços do seu pai, que desta vez foi dançar com a Alice.
–Você está falando igualzinho ao meu pai, Emm, retrucou Bella sorrindo.
–Nem sei dizer quantas vezes nós pensamos em bater as cabeças duras de vocês uma na outra. Se o Edward fosse mais maduro, ele não teria deixado você partir, Bells. Ele sofreu pra caramba quando você foi para Washington. Passou mais de uma semana bebendo e dormindo na floresta. Todos aqui enxergavam o que estava acontecendo, menos ele. Orgulhoso demais. O segundo nome dele deveria ser Orgulho disse a ela, citando uma frase antiga de seu irmão. Bella sorriu suavemente.
–E o sobrenome Sedução. Por que ele me seduziu completamente, Emmett. Ao escutar aquilo Emmett rodopiou Bella várias vezes enquanto dançavam e ela riu a valer com as piadas do seu cunhado, enfatizando que Edward, assim como ele não negava fogo, e que ambos haviam herdado tal característica do pai.
Rose sentada numa cadeira com os pés inchados sobre outra cadeira comia os salgados que eram servidos pelos garçons do bufet e conversava com Esme. Depois foi a vez de Jasper dançar com a recém-casada e antes que mais algum homem presente tivesse a mesma ideia, Edward antecipou-se e tomou a esposa nos braços.
–Eu amo você, senhora Cullen, disse sorrindo fitando-a nos olhos. – E estou determinado a beijá-la agora, então se prepare. Bella corou e deu uma risadinha baixa. Segundos depois os lábios exigentes do marido cobriram os seus. O beijo foi longo, profundo e devastador. Bella ficou excitada e os convidados começaram a bater palmas e a assoviar com o entusiasmo deles.
–Também amo você, Edward Cullen. Para sempre, respondeu quando o beijo foi interrompido. Com um toque Edward ergueu seu queixo com suavidade.
–O que acha de sairmos daqui agora, senhora Cullen? Perguntou sorrindo malicioso. –E deixar todo mundo aqui se divertindo e festejando? Bella fitou-o embevecida.
–Acho uma ótima ideia, cowboy. Edward então sorriu amplamente e guiou-a para fora das tendas sob as quais a festa transcorria animada. Na saída encontraram Esme e Carlisle também saindo de fininho. O olhar de seu pai era tenso.
–O que houve papai? Questionou intrigado.
–Um escândalo no Senado. Estamos indo para Washington ainda hoje à noite, respondeu o Senador enquanto atendia ao celular depois do segundo toque. Os olhares inquisidores de Belle e Edward se voltaram para Esme.
–Um dos Senadores Republicanos, como seu pai, teve um ataque cardíaco enquanto estava num motel com uma menor de idade. Ele faleceu.
–Nossa!
–Fiu! Isso vai ser um prato cheio para a oposição!
–Com certeza, filho. Eu vou com ele. Estamos indo fazer as malas. Se cuidem e aproveitem a noite ao máximo.
–Obrigada, Esme. Disse Bella ruborizada até a alma, enquanto Edward dava um beijo na face da mãe. Carlisle já havia se afastado e aguardava a esposa em seu carro.
Alguns minutos depois os recém-casados chegavam até a casa deles que havia sido enfeitada com corações vermelhos, balões brancos e fitas douradas. Ideias de Alice e de Rose. Ambos riram. Bella então virou-se para o marido:
–Não está na hora de você me pegar nos braços e entrar por aquela porta? Ele fingiu considerar alguns minutos e depois respondeu:
–Está correta, meu amor. Vamos que eu estou louco para começar logo a nossa lua de mel, completou erguendo-a com facilidade e caminhando até a soleira da porta que foi aberta em seguida.
–Edward Cullen, você foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida, respondeu suspirando.
–Você também amor. Era o que faltava para que eu me sentisse um homem completo. Em uma fração de segundos ele entrou em casa, carregou-a para cima e colocou-a sobre a cama, despindo-se diante dos olhos apreciadores de Bella. Em seguida aproximou-se e virou-a de costas delicadamente, desabotoando o vestido, tirando-o, deixando sua mulher apenas de calcinha e meias sete oitavos. Os olhos verdes brilharam de desejo.
– Quero você gatinha.
Falou com a voz carregada de desejo. Era uma afirmação, uma exigência. Ela instintivamente passou os braços ao redor do pescoço dele, num consentimento mudo e pleno. Ele sentiu a tensão sexual se apoderar do corpo feminino. Instantes depois, Edward sentiu a pequena língua dela tocando a dele. Ele gemeu, e seus lábios declinaram contra os dela.
– Você me deixa maluco.
Murmurou por entre o beijo.
– Você é minha Bella. Nunca permitirei que vá embora outra vez, falou antes de aprofundar o beijo, a inclinando enquanto a levantava, forçando suas pernas a irem ao redor da cintura dele e pressionando seu pênis contra a calcinha minúscula de cetim branco, entre as coxas macias e roliças, enquanto a abraçava. Levou uma mão aos seios e a outra aos quadris, enquanto sua boca sugava a dela ritmadamente.
– Também quero você, Bella sussurrou baixinho.
Edward gemeu. Um gemido gutural, rouco, profundo. Seu pau estava duro como nunca, as suas bolas em fogo. Tudo por culpa do amor que sentiam. A luxúria se misturava com a ternura, a necessidade forte de preenchê-la se mesclava com o cuidado e a gentileza para não machucá-la devido à gravidez. Seu pênis latejou reclamando. Ele era fogo puro, líquido derretido, labareda viva e só o corpo de Bella poderia lhe dar o alívio que buscava freneticamente.
Escorregou a mão entre os seus corpos, alcançando o fino tecido da calcinha e rasgou. Os pedaços de pano caíram em torno deles. Sua mão hábil alcançou a buceta apertada verificando com satisfação que estava quente, molhada e pronta para ele.
– Deliciosa.
Investiu dois dedos na fenda estreita, arrancando um gemido abafado dela. Bella arqueou as costas, entregue. Subiu a mão para o clitóris e o circulou várias vezes com o polegar, fazendo com que ela gemesse num sussurro em antecipação.
– Quero sentir essa bucetinha gostosa me apertando, envolvendo meu pau todo Bella.
Levou-a até o limite com seus dedos experientes antes de se enterrar completamente na buceta quente e apertada, bombeando seu pau grosso para dentro e para fora. Bella pensava em seu íntimo se sobreviveria a tamanho prazer. Os dedos do marido a estavam enlouquecendo. Uma doce e deliciosa tortura. Ela estava queimando e ele também. Bella abriu seus olhos e fascinada viu algumas gotas de suor na testa de Edward, acompanhando o caminho que elas percorriam. Os olhos verdes como esmeraldas estavam quase negros. E expressão de seu rosto parecia ter sido esculpida em pedra de tão carregada pelo desejo crescente.
– Oh, Edward...
– Sim, amor, eu sei.
Ainda de pé, segurando-a nos braços, Edward investiu para baixo penetrando-a. Ela gemeu quando sentiu a grossa cabeça do pênis se enterrando em seu corpo macio pela primeira vez naquela noite. A vontade de tê-lo durante toda a noite era gigante. Ele investiu novamente e chegou até o fundo. Bella arfou. O sangue latejava através de sua cabeça. O prazer era como um efeito dominó. Faíscas de eletricidade correndo em seu corpo. Edward gemeu. Ela gemeu. Os gemidos se misturavam noite à dentro. Ela se balançou contra ele, sentindo-o escorregar mais dentro dela. Eles se encaixavam perfeitamente numa sincronia única e singular.
– Porra Bella...
Ela sentia o pênis alargando-a, tomando-a, a cada investida. Edward entrava e saía, enlouquecendo-a. Podia ver a necessidade crescendo dentro dele. Masculina, feroz, dominante e poderosa. Edward estava se segurando para não machucá-la. Entrelaçou sua mão a dela e falou em seu ouvido:
– É bom demais tomar você assim, amor. Estou quase gozando.
Ela também estava quase lá, mas não conseguiu articular ou proferir qualquer palavra. Naquele momento, ela soube que ele já tinha tudo dela. Se pudesse gritaria aos quatro ventos o quanto o amava. Seus quadris se chocaram novamente. Entorpecida pelas poderosas e envolventes sensações, ouviu um grito escapar de sua própria garganta. Sentiu o agonizante e queimante êxtase que a encheu quando o orgasmo a rasgou de cima a baixo, seus músculos estremecendo em cadeia. Em segundos, Edward gemia alto e liberava seu jato quente e espesso de sêmen no interior de corpo de sua esposa e desabava sobre ela literalmente. Caíram juntos sobre a cama. O clímax havia sugado temporariamente toda a energia que existia neles dois.
Meia hora depois eu ainda arfava, mas meu corpo queria mais. Respirei profundamente tentando acalmar minha respiração.
–Amor? Chamei baixinho.
– Sim?
– E se eu quiser mais? Perguntei sentindo uma quentura se espalhando pelo meu rosto e pescoço. Ele me fitou e sorriu torto. Eu quase desfaleci. Edward parecia uma estátua de Michelangelo.
– Vai me fazer o homem mais feliz do mundo, porque se você aguentar, linda, eu pretendo foder você a noite inteira.
“Oh My God”!
Se eu já estava excitada antes, agora então nem se fala. Ele me puxou e começou a me beijar devagar, como se não tivesse pressa e degustasse uma fruta suculenta. Deixei que ele me conduzisse doce e lentamente. Os beijos eram longos, molhados e pacientes, o que contribuía para aumentar o meu desejo ainda mais. Não sei precisar quanto tempo Edward levou apenas me beijando e me deixando louca por carícias mais ousadas. Sem que eu esperasse, me segurou pela cintura e me virou de frente para o espelho na parede lateral, me acomodando no meio de suas pernas. Pude sentir o membro duro e grosso pressionando minha bunda.
– Agora abra as pernas, gatinha, passando cada uma delas sobre as minhas.
Fiz o que ele pediu sentindo um misto de vergonha e tesão crescendo dentro de mim. Daquela forma eu ficaria aberta e completamente exposta diante dos nossos olhares no espelho. Ele então lambeu minha orelha com a ponta da língua e abarcou meus seios com as mãos, levando os polegares a friccionar meus mamilos simultaneamente. As sensações que ele despertava em meu corpo associadas à poderosa visão quase me fizeram desmaiar.
– Veja eu te tocar, carinho. Quero que veja como reage as minhas carícias, senhora Cullen. E dizendo isso continuou a explorar minha vagina com seus dedos hábeis. Levei minhas mãos aos seus cabelos, puxando-o, gemendo, me contorcendo toda, mas ele não permitiu que eu me movesse. A outra continuava circulando um mamilo e depois o outro. Senti um calor abrasador começar a se espalhar no meu baixo ventre e tentei trazer minhas pernas e roçá-las uma na outra, tentando aplacar aquela doce agonia, mas ele também não deixou.
– Por favor...
Supliquei levando mais uma lambida na orelha. Seu hálito quente me atingiu como um afrodisíaco potente, me deixando mole e entregue. A coisa que eu mais queria nesse instante era que ele me jogasse na cama e me possuísse de uma vez.
– Calma gatinha... Tudo ao seu tempo... Veja como você é linda, disse abrindo minha vagina com a mão e deslizando os dedos vagarosamente por toda a extensão da minha carne, me levando a loucura. O desejo consumia minhas entranhas. Eu queria gozar, eu precisava gozar e liberar aquela tensão deliciosa.
– Você é macia, suave, quente... Tão apertada... Dizia enquanto me torturava.
– Edward... Por favor... Supliquei elevando meus quadris implorando por mais.
– Shh... Vou fazer você gozar amor, mas antes quero que veja e sinta cada detalhe e cada toque meu. Mal acabou de falar e mergulhou dois dedos em minha fenda apertada, fazendo movimentos de vai e vem, arrancando de mim um soluço estrangulado.
– Sinta os meus dedos te fodendo gatinha... É bom?
– Si... Sim... É mui... Muito... Bom... Respondi com a voz entrecortada. Ele continuou com os movimentos e levou a outra mão até o meu clitóris inchado. Solucei.
– Oh, céus...
– Vou te dar alívio, mas quero que você veja tudo, cada passo que vamos percorrer até o seu orgasmo. E depois eu vou te comer de novo e de novo... Doce agonia... Ele começou a friccionar o clitóris com um dedo e a me penetrar com outros dois ao mesmo tempo em que afastava suas pernas me deixando mais aberta para sua exploração.
– Diga que está gostoso.
– Muito... Demais... Não pare... Aquilo era extremamente erótico. Nossos olhos vidrados observavam atentos todos os detalhes enquanto ele me tocava intimamente. Edward intensificou os movimentos enquanto dizia um monte de palavras sujas e sacanagens em meu ouvido. Choraminguei, jogando a cabeça para trás. Ele parou e eu quase morri.
– Edward, por favor...
Ele levou os dedos a sua boca e os lambeu, um por um. Depois me fez virar para o espelho novamente e mergulhou a mão experiente no meu sexo ensopado.
– Eu quero que você veja Bella. Abra os olhos e veja os meus dedos brincando, te acariciando, te dando prazer e te fazendo gozar carinho. Agora.
Céus...
– Veja. Olhe. E eu juro que se você não gostar, eu paro.
– Por favor...
– Por favor, o que?
Disse esfregando dois dedos no meu clitóris, me enlouquecendo.
– Não pare meu amor...
Ele sorriu baixo e começou um trabalho manual maravilhoso, devastando minha vagina, me levando ao abismo máximo do prazer carnal. Senti meu orgasmo chegando e meus músculos começaram a se retesar. Rapidamente ele retirou uma mão do meu sexo e levou ao meu ânus depilado, enfiando um dedo na região intensificando o prazer que me tomava por inteiro. Gozei. Gritei. Urrei de prazer. Gemi nocauteada. Desfaleci sobre a cama. Virei uma porção de massinha de modelar nas mãos habilidosas do meu marido, que beijou meus cabelos suavemente e me deitou na cama de lado, dobrando uma das minhas pernas e invadindo meu corpo de uma só vez com seu pênis duro e grande. Eu não tinha forças para nada. Edward investiu algumas vezes e rapidamente gozou. Senti seu jato quente dentro de mim e seu corpo caindo sobre o meu. Ficamos deitados por algumas horas ali juntinhos, sem falar nada, até que ele começou a me dar um banho de língua digno de um filme erótico, começando pelo meu queixo, descendo pelo pescoço... Uau... O que mais eu poderia desejar na vida?! Estava casada com o homem dos meus sonhos, grávida de um filho dele, vivendo o meu conto de fadas. Fechei os meus olhos decidida a deixar que ele me conduzisse mais uma vez para o mundo mágico do prazer e da luxúria.
CONTINUA....
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