Orgulho E Sedução.
46 Capítulo 46
Notas iniciais
PDV Bella.
Quando retornamos à sala de jantar eles ainda estavam sentados à mesa, tomando café. Assim que entrei o olhar de Edward encontrou o meu.
-Pensei que mamãe tivesse saído vocês, brincou rindo e tomando mais um gole da bebida fumegante.
-Eu não sairia com as meninas sem avisar o seu pai, Edward. -Emily eu também quero uma xícara, disse Esme.
-Rose? Bella?
-Eu aceito, emendou Rose sentando ao lado do marido, enlaçando-o pelo pescoço com carinho. Ele inclinou-se e beijou-lhe os lábios de leve.
-Não obrigada, falei colocando a sacola no chão ao meu lado assim que ocupei minha cadeira ao lado de Edward.
-Podia avisar a gente também mãe, implicou o Emmett.
-Só preciso dar satisfações ao meu marido, querido. Você e o seu irmão é que precisam dar explicações não eu, ela rebateu sorridente.
-Um a zero para sua mãe, Emmett, Carlisle disse sorrindo enquanto via o filho mais velho suspirar.
-Não vale pai, ela sempre ganha!
-Por isso que eu jamais discuto com ela. Sua mãe sempre encontra um jeito de ganhar, falou carinhoso.
-Faz parte do charme feminino, Esme respondeu fazendo papai gargalhar alto.
-Do charme feminino não, Esme, do seu charme, emendou meu pai todo galante.
-Obrigada, Charlie, você como sempre um ótimo amigo.
-Até você vai ficar do lado dela agora, Charlie?! Inquiriu Emmett fingindo estar indignado.
-Claro grandão. Eu não gosto de perder. Nunca. E o time das mulheres sempre vence. Jamais esqueça isso, falou rindo.
O clima era ameno, de paz e harmonia. Edward segurou em minha mão depositando um beijo na palma. Os cabelos de minha nuca ficaram em pé. Os lindos olhos verdes jade, carregados de promessas, foram do meu rosto ao pacote e em seguida voltaram a me fitar curiosos.
-O que tem aí? Perguntou interessado.
-Sua mãe me deu um presente, respondi tirando algumas mechas teimosas do meu cabelo que caíam sobre o meu rosto.
-O que é?
Arqueei minhas sobrancelhas com a súbita pergunta.
-Deixe de ser curioso, Edward, o presente é meu, retruquei disfarçando um sorriso.
-Não posso saber o que é? Insistiu. Lancei um breve olhar ao redor vendo que os outros conversavam animadamente.
-Em casa eu lhe mostro, sussurrei baixinho. Seus olhos imediatamente escureceram pelo desejo e pela paixão duramente reprimidos.
-Vamos embora, falou apressado, depositando a xícara sobre o pires sobre a mesa, fazendo menção de levantar, mas eu o impedi. Ele me fitou frustrado.
-Por que a pressa?
Ele inclinou-se em minha direção colando os lábios em meu pescoço. Minha pulsação acelerou, meu corpo arrepiou-se por inteiro.
-Você sabe muito bem porque, rebateu ofegando. Sua voz saiu tão baixa que mesmo que alguém estivesse ao nosso lado não conseguiria ouvir.
-Não gosta de ficar aqui jogando conversa fora com a sua família? Provoquei.
-Claro que gosto, respondeu um tanto sem graça. — Mas papai disse que a mamãe gastou uma nota em lingeries novas esta semana, frisou;
-Então eu já posso até imaginar o que tem aí dentro dessa sacola...
Adorava vê-lo daquela maneira, relaxado e se divertindo, mas não dava para esconder que ele estava louco para me levar para a nossa casa e arrancar minhas roupas fora. Mas acontece que eu tinha um plano em mente e iria executá-lo apenas para testar os limites dele. Dei um sorriso malicioso.
-Não faça essa cara, pediu num gemido enquanto Emily chegava com os dois cafés.
-Que cara? Questionei ingênua.
-De quem está aprontando alguma.
-Como assim? Perguntei surpresa.
-Conheço você muito bem, gatinha e sei que está tão louca para fazer amor como eu, disse com o braço por trás da minha cadeira brincando com o meu cabelo.
-Errou amor.
-Você não me engana, Bella, falou dando o sorriso torto que me deixava completamente sem fôlego.
-Golpe baixo, respondi entre dentes.
-Que golpe baixo? Do que está falando agora? Estreitei meus olhos encarando-o firmemente.
-Do fato de você saber que deslumbra as mulheres com esse seu sorriso lindo e fazer isso de propósito, acusei-o.
-Eu deslumbro as mulheres?
-Não banque o espertinho, Edward. –Você sabe que sim.
-E quanto a você? Também fica deslumbrada comigo?! Perguntou divertindo-se com a situação.
-Com muita freqüência, respondi disposta a fazê-lo pagar caro por ter me provocado.
-Edward?
-Sim pai?
-Andei olhando dois reprodutores esta semana e estou pensando em comprá-los, mas gostaria que você desse uma olhada nos animais antes.
-Claro. Onde os encontrou?
Aproveitando sua distração com a conversa, resolvi agir. O desejo estava no ar ao nosso redor e sinceramente eu não sei como meu pai, os pais dele, Rose ou Emmett ainda não tinham percebido o clima de sedução que pairava no ar. Desliguei minha mente seguindo apenas meu instinto e minha luxúria, sabendo que eu me renderia a ele no instante em que entrássemos em casa. Por baixo da toalha de mesa, deslizei minha mão aberta sobre o seu jeans sentindo que ele ficava imediatamente tenso. Aproximei minha cabeça de seu ombro, encostando-a nele que apertou meu ombro em resposta e em franco sinal de advertência. O perto de seus dedos dizia; “pare”, mas eu ignorei, continuando a minha erótica exploração chegando até o meu destino, o seu pênis, espalmando a mão sobre ele, acariciando-o em toda sua extensão. Em segundos ele estava duro como pedra sob o meu toque e eu disfarcei um sorriso, deliciada pela forma como seu corpo reagia a mim, atrevendo-me a erguer meu rosto para observá-lo, mas nada em sua expressão denunciava o desejo brutal que o consumia. Alheio ao que se passava bem diante de seus olhos, Carlisle continuou com a conversa sobre a compra dos cavalos.
“Ótimo” pensei decidida a continuar com o meu joguinho. Comecei a acariciá-lo com os dedos, tomando o cuidado de manter os movimentos lentos e suaves, impossíveis de serem percebidos.
-Quem aceita licor ou conhaque?
Esme ofereceu erguendo as duas garrafas de uma só vez.
-Eu mãe, disse ele sem que nada em sua postura ou expressão denunciasse a forte excitação que sentia. Eu sabia que ele estava travando uma batalha consigo mesmo e adorei cada segundo.
-Conhaque?
-Sim, dose dupla, por favor, falou com calma. A mãe fitou-o surpresa com o pedido e eu aproveitei o momento para me ajeitar na cadeira, encostando agora a lateral do meu quadril nele. O fato de Edward conseguir se manter tão controlado fez minha excitação crescer ainda mais. Era uma situação desafiadora e eu não iria desistir de deixá-lo completamente maluco. Apertei seu membro com força vendo-o continuar com a conversa. Assim que ele alcançou o copo com o conhaque entornou de uma só vez, inclinando-se para frente, retirando o braço do meu ombro. Ele agora estava com um das mãos livres para tentar me deter se fosse necessário.
-Minha nossa Edward, o que foi isso?
Gracejou Emmett rindo vendo-o fazer uma careta engraçada após engolir a bebida.
-Muito estresse acumulado, eu acho, respondeu limpando a boca com as costas da mão. Com ousadia alcancei o botão de sua calça, abrindo-o, excitada por sentir o calor de seu membro contra minha mão. O botão abriu facilmente e eu vibrei interiormente com o meu sucesso, mas assim que encostei meus dedos no zíper, meu punho foi agarrado com uma rapidez tão impressionante que me assustei atraindo a atenção de todos, enquanto ele trazia minha mão para cima, bem segura entre a dele e beijava cada um dos meus dedos.
-Bella?
-O que foi?
-Está tudo bem?
Suspirei longamente antes de dar um sorriso amarelo e sem graça.
-Sim, claro, está tudo bem, respondi envergonhada por não conseguir ter o autocontrole ferrenho que ele possuía.
-Você estremeceu assustada, papai falou preocupado.
-Minha mente estava longe, e quando me dei conta caí de volta na realidade.
-Você está segura, Bella, Carlisle emendou num tom solene.
-Ninguém nunca mais vai te machucar, Esme concluiu.
-Ela sabe disso. Mas agora acho que chegou a hora de irmos embora, Bella, o que me diz?!
-Vamos. Estou louca para ver o restante da casa, falei levantando depressa.
-A casa nova ficou realmente uma beleza, mas acho que também já vou andando, papai falou levantando e espreguiçando-se. Edward agarrou minha mão, sem permitir que eu me afastasse muito dele. Fitei-o sem compreender, mas quando o olhar de Carlisle foi atraído para a pelve de Edward e depois para o rosto do filho. Sua expressão era de pura diversão e eu fiquei morta de vergonha, despedindo-me rapidamente e querendo sair dali o mais rápido possível antes que alguém mais percebesse o que eu havia feito.
-Tchau, gente. Boa noite. Obrigada por tudo Esme, falei recebendo um olhar cúmplice de volta.
-Não precisa agradecer Bella. Você e Rose também são minhas filhas, emendou satisfeita sorrindo misteriosa.
-Tchau gente e cuidado no caminho, brincou Emmett.
-Boa noite crianças, eu vejo vocês amanhã, disse o Senador com um olhar carregado de malícia.
Baixei a cabeça e saí de mãos dadas com ele que me segurava firmemente. Eu estava ansiosa e curiosa para saber como seria o restante da nossa noite. Edward puxou-me apressado e impaciente. Tanto que reclamei assim que saímos pela porta principal.
-Ai!
Ele me fitou com um misto de frustração e irritação. Pude sentir a carga sexual ele reprimia a muito custo e tentei sorrir sentindo meu sexo latejar e a umidade no meio as pernas aumentar consideravelmente.
-Você está me machucando um pouco, reclamei.
-Entra na porra do carro, cuspi furioso.
-Calma, Edward, qual é o seu problema?! Ele me fitou com um misto de fúria e perplexidade.
-Você sabe muito bem qual é o “meu problema”, Isabella Marie Swan, falou nervoso.
Não esperei que ele viesse até mim para abrir a porta. Eu mesma fiz aquilo e entrei no volvo esperando que ele sentasse ao volante e respirasse profundamente.
-Pensei que você tivesse gostado, falei tentando descobrir o que havia de errado com ele.
-Claro que gostei Bella, mas se eu já estava prestes a explodir antes, imagina agora, caralho! Eu quase gozei tendo que ouvir meu pai falar um monte de merda sobre reprodutores, quase levantei e carreguei você dali direto para o lavabo aonde iria te foder sem parar até nós dois gozarmos e todo mundo naquela sala ouvir! Puta que pariu você não tem idéia de como eu fiquei louco!
-Minha intenção era essa mesmo, devolvi atrevida. Seus olhos estreitaram-se perigosamente.
-Vai ser castigada gatinha, falou manobrando o carro com uma mão enquanto com a outra descia o zíper de sua calça e puxava seu membro grosso e duro como pedra para fora da calça. Meus olhos seguiram cada um dos seus gestos e vi a cabeça dilatada brilhante e úmida devido ao líquido pré-seminal que já havia despontado. Lambi meus lábios sem conseguir evitar as fantasias eróticas que encheram a minha mente.
-Uma vez você disse que não transava no volvo, falei maliciosa.
-Que se dane o volvo e o resto do mundo!
Exclamou ajeitando melhor sua posição enquanto dirigia. -Eu quero tanto você que chega a doer Bella, disse com a voz rouca. — O tempo todo. É só você abrir essa boca e eu escutar sua voz mansa que fico de pau duro.
Um sorriso deliciado formou-se nos meus lábios.
-Quero chupar você aqui e agora Edward, pedi louca de desejo. Ele baixou sua mão para a lateral do banco do carro empurrando-o para trás e facilitando meu acesso. Soltei o cinto de segurança enquanto ele manobrava o veículo entrava numa estradinha lateral de terra batida. Inclinei-me sobre ele, tendo o cuidado de não deixar o meu peso sobre o meu braço machucado, segurei-o com a minha mão boa e desci já com a boca aberta decidida a lhe dar o maior prazer que eu pudesse. Ele desligou o motor e segurou minha cabeça com as mãos fazendo-me parar e olhar diretamente em seus olhos.
-Chupa o meu pau agora, ordenou. Quero ver essa boca linda me chupando, amor. Quero sentir sua língua e seus dentes deslizando na minha carne, quero ver meu pau entrando e saindo dessa boquinha deliciosa. Mudei de posição de forma que eu deitasse a cabeça no colo dele e sem deixar de fitá-lo falei:
-Quero que goze para mim, Edward. Quero ver e sentir você gozando, liberando seu líquido quente na minha boca.
-Farei isso com todo prazer, carinho, respondeu tenso. Vendo que estava no seu limite, lambi o líquido que comprovava sua excitação admirando as suas reações e imaginando como seria na hora em que ele fosse retribuir o carinho. Meu sexo molhou só de pensar.
Abocanhei a cabeça macia. Ele respirou fundo e suas pálpebras caíram,
Como se o prazer que sentisse fosse único.
-Sim... Isso... Assim mesmo. Bella... Você não faz idéia de como eu adoro essa sua boca...
As palavras sussurradas em meio aos gemidos abafados me estimularam ainda mais. Eu queria que ele perdesse o controle, gritasse e gozasse como nunca. Se dependesse de mim e do meu tesão aquele seria o maior orgasmo da vida dele. Inclinei minha cabeça um pouco tentando enfiar na boca o máximo dele que eu conseguia. Edward grunhiu alto. O gemido dele era como um poderoso afrodisíaco para mim. Seu cheiro, seu gosto, seu membro grosso e cheio de músculos... Tudo nele me deixava maluca.
Percorri toda a sua extensão com os lábios e a língua, sugando-o e lambendo sempre.
-Gatinha...
Não respondi continuando com a minha tarefa sentindo que os músculos do seu abdome se contraíam de leve. De levinho.
-Aproveite a chance, pois depois será a minha vez e quando eu colocar minha boca nessa sua doce e fogosa buceta, nada vai me fazer parar...
Gemi com seu membro na boca ansiosa para que ele cumprisse aquela promessa e me levasse a ver estrelas. Nossa distância havia sido necessária, porém dolorosa e ambos estávamos no limite da excitação. Se eu aguentasse iria passar a noite toda transando com ele.
-Diga que me ama, pediu roucamente.
-Eu te amo, Edward e sempre irei te amar, falei passando a beijar seu pênis.
-Bella...
-Adoro te dar prazer, meu amor. Adoro quando você fica fora de si, quando estremece e perde o controle, adoro quando você goza e grita. Especialmente quando você goza na minha boca, eu disse voltando a colocá-lo na boca.
Ele gemeu alto e segurou minha cabeça enfiando os dedos por entre os meus cabelos aumentando o ritmo das estocadas. Era como se ele estivesse “fodendo” a minha boca, como ele mesmo dizia.
-Sim, gatinha, você adora isso tanto quanto eu...
Sibilou ofegando quando uma contração mais forte atravessou seus músculos abdominais. Se a posição não começasse a incomodar eu poderia passar horas e horas fazendo aquilo só para vê-lo louco de desejo, explodindo de tesão. Num gesto hábil e rápido senti meu vestido sendo puxado para cima e a sua mão agarrando minha calcinha fio dental branca e puxando-a com força. O tecido arrastou sobre o meu clitóris numa provocante sensação e eu gemi com a boca “cheia”.
-Não para, por favor, não para, pediu continuando a puxar minha calcinha, empurrando desta vez seu membro até minha garganta, puxando de volta em seguida deixando um rastro do seu líquido na minha língua. Meus olhos arderam com a sensação, mas eu não queria parar com aquilo. Por nada neste mundo. Saboreei seu gosto erguendo minha mão e arranhando de leve sua pelve, o caminho de pêlos crespos e emaranhados logo acima do pênis, voltando a tentar engolir tudo o que a minha boca suportava. Edward era enorme e eu jamais conseguiria colocá-lo inteiramente todo na boca. Ele estremeceu mais uma vez e eu peguei o ritmo mais acelerado. Ele gemeu como se desse um silvo alto e gostoso, agarrando em meu queixo com as duas mãos, afastando mais suas coxas.
-Isso carinho... isso... Me chupa até eu gozar Bella...
Meu coração se aqueceu com as suas palavras. O desejo dele também era meu, sua vontade a minha. Os nossos corpos falavam uma linguagem própria quando estavam juntos. Um sabia exatamente como agradar ao outro.
-Bella...
Gemeu entre dentes tendo uma contração mais forte que a anterior e eu sabia que ele estava quase lá... Subi e desci, trazendo-o para dentro e para fora de minha boca, abocanhando-o de novo, deslizando agora meus dentes sobre sua carne.
-Eu... Vou gozar... Falou quando sento seu membro inchando na minha boca, suas mãos segurando forte em meus cabelos e seu corpo estremecendo por inteiro enquanto ele se libertava em jatos na minha boca. Seus jorros eram espessos, longos e quentes. Engoli tudo quando senti minha boca inundada por uma grande quantidade de esperma, liberando tudo o que ele havia guardado por dias a fio enquanto estava comigo no Hospital. Só parei quando ele encostou a cabeça no encosto do banco, todo suado, trêmulo e relaxado. Sua respiração alterada me fez perceber o quanto eu também estava ofegante e suada. Meu braço protestou pela posição incômoda e finalmente eu me ergui fitando-o com carinho e passando minha mão sobre sua face, memorizando cada traço daquele magnífico rosto de anjo.
-Adoro lhe dar prazer, falei aproximando-me e colando nossos lábios. Ele sentiu a mistura salgada do seu gosto em minha boca, mas não se esquivou aceitando o beijo com paixão. Agora eram nossas línguas que se buscavam e se provavam. Quando os nossos lábios se separaram...
-Também adoro te dar prazer, gatinha, mas acho melhor continuarmos com os nossos planos em casa, disse afivelando o meu cinto, o dele em seguida e girando a chave dando partida no motor possante.
-Posso pedir uma coisa?
-O que quiser, respondeu sorrindo.
-Me deixa fazer isso de novo hoje?
-Claro que sim, mas antes a minha boca e as minhas mãos vão passear um pouquinho sobre você...
-Negócio fechado, respondi rindo, acariciando sua coxa firme por sobre o tecido grosso da calça jeans.
-Nunca me canso disso, Bella. Sexo com você é uma coisa indescritível, única, especial e mágica.
-Eu amo você cowboy e estou louca para mostrar as coisinhas que a sua mãe me deu de presente hoje... Ele não respondeu limitando-se a acelerar o carro ainda mais. Dez minutos depois chegamos em casa.
Notas finais
até mais pessoal
não esquecem de comentar.
Beijos
Kiki.
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