Notas iniciais
Bom dia Meninas e Meninos!!!!!!!!!!!

PDV Narrador.

Carlisle ficou de pé e bateu com uma colher de sobremesa levemente em sua taça, chamando a atenção de toda a família. A felicidade pairava no ar da fazenda Breaking Dawn, o clima era leve de paz e tranqüilidade. Quem olhasse de fora veria que ali estava reunida uma família de verdade, unida e forte. Uma garrafa de champanhe guardada há muito tempo na adega da fazenda havia sido aberta especialmente para a ocasião. Charlie também estava à mesa, afinal de contas ele também seria avô dessa criança.

-Vamos propor um brinde à gravidez da Rose.

-Muito bem pai, bradou Emmett com seu vozeirão.

-Proponho um brinde ao amor, emendou Esme erguendo sua taça.

-Bravo!

Exclamou Charlie satisfeito.

-Mãe, todo bom político adora um discurso e o meu pai não foge às regras, emendou Edward zombeteiro levando um beliscão discreto de Bella em suas costelas.

-Ai, reclamou baixinho.

-Shhh... Agora não, Edward.

-Hum-hum, o senador limpou a garganta antes de prosseguir. Todos os olhares estavam fixos nele.

-Essa é uma ocasião muito especial para toda a nossa família. E quando digo “nossa família”, o Charlie e a Bella estão totalmente incluídos. Não seríamos uma família feliz sem vocês.

-Obrigado, respondeu Charlie com sinceridade.

-E a Emily também, completou Esme.

-Claro que sim. Sem você, Emily, disse fazendo uma reverência a antiga governanta parada sob o arco da porta que dividia à sala de jantar do corredor que levava de volta a cozinha, — Sem você nós não teríamos conseguido criar tão bem os meninos e administrar essa casa. Muito Obrigada por tudo. Devemos demais a você.

-Assim o senhor vai me fazer chorar, disse a velha senhora com a voz embargada pela emoção passando as mãos sobre o avental amarelo que usava sobre a roupa, num gesto de ansiedade.

Ele sorriu e continuou:

-Esta casa e essas terras pertencem à minha família há mais de dois séculos. Cinco gerações de Cullens foram criadas aqui e agora DEUS nos deu a graça do meu legado se perpetuar. Após dois anos e meio de casamento e muitas tentativas sem sucesso, Rose foi especialmente abençoada e concebeu um filho. Esta criança é uma dádiva, um milagre, uma esperança e um presente maravilhoso para cada um de nós. Por isso proponho um brinde ao Emmett, a Rose, ao bebê e ao amor que reina em nossa família. Saúde!

-Saúde!

Gritaram os outros em uníssono, erguendo suas taças e bebendo o líquido amarelo claro em seguida. Emily recusou a bebida alcoólica, mas tomou um copo d’água compartilhando a felicidade da família. Discretamente ela e Esme enxugaram as lágrimas que teimavam em escapar de seus olhos.

-Era tão bom que fosse uma menina, disse Carlisle ainda eufórico com a novidade. Os olhos de Emmett quase saltaram das órbitas.

-Ô, pai, o que é isso?! Vou deixar de ser consumidor para ser fornecedor agora?! Eu hein!

-Emmett!

Rose o repreendeu, indignada. Os outros sorriram complacentes. Emmett seria sempre Emmett. No fundo uma eterna criança.

-Mas amor, eu quero que seja um menino! Um meninão! Um garotão para eu poder jogar bola com ele ensiná-lo a montar, jogar beisebol... Rose revirou os olhos respirando fundo e contando mentalmente até dez. Depois, fitou-o diretamente nos olhos. Paciência não era o forte dela. Nunca fora.

-Você, assim como eu quer que o bebê seja saudável. O sexo realmente não importa. Ficaremos felizes de qualquer maneira.

Edward riu baixinho enquanto Emmett respirava profundamente buscando o ar que lhe faltara, enchendo seus pulmões.

-Se eu tiver uma filha, vou enlouquecer quando os garotos tentarem chegar em cima dela, Rose. Por que é isso que os garotos fazem! Eu fiz isso! O Edward fez isso! Essa é a natureza masculina e não vou admitir de jeito nenhum que um moleque filho da puta fique cercando a minha princesinha, portanto é melhor que seja um menino!

-Emmett!

Carlisle repreendeu-o divertindo-se.

-Pai eu sou capaz de matar o infeliz que começar a dar em cima de uma filha minha! Disse com a cara fechada visivelmente irritado.

-Filho eu acho que você não vai ter como resolver isso desta vez. A Rose está certa. Tanto faz se vai ser um menino ou uma menina, vamos amá-lo da mesma forma e ele ou ela será o meu primeiro netinho, rebateu Esme com o jeito especial que só as mães possuem para acalmar seus filhos.

-E qual é o problema de ser uma menina? Eu não criei sozinho a Bella e a Rose? Uma tinha cinco anos e outra sete quando suas mães morreram. Vocês vão tirar de letra meu rapaz, falou Charlie animado com a perspectiva de se tornar avô. Emmett sabia que seu sogro estava certo, mas remexeu-se inquieto na cadeira enquanto os outros o observavam divertindo-se com a situação.

-Se for menina, eu com certeza vou precisar de terapia, falou contrariado. Edward ampliou seu sorriso colocando o dedo em riste na face do irmão.

-Então tomara que seja uma menina, disse zombando da situação e deixando Emmett mais irritado do que já estava.

-Retire o que disse Edward!

-Há! Não mesmo! Terapia é uma coisa excelente, especialmente no seu caso que tem um parafuso solto.

-Edward...

O olhar que deu ao irmão era ameaçador.

-Retire o que disse!

As sobrancelhas de Edward ergueram-se diante do tom exigente dele.

-E o que foi que eu disse demais?

-A palavra com “A”, emendou irritado.

-M.E.N.I.N.A.

Edward repetiu em alto e bom som.

-Vai se fuder!

-Já pensou se fossem gêmeas?! Caralho, Emmett eu iria pagar para ver a sua reação!

-Ei, vocês dois! Chamou Charlie batendo na mesa de leve. -Cada um de vocês ficou com uma das minhas meninas, esqueceram?! E nem por isso eu surtei ou me intrometi no caminho que elas escolheram. Seus olhos procuraram os de Emmett.

-É assim que as coisas funcionam, meu rapaz. Nós criamos os filhos para o mundo e não para ficar sob os nossos cuidados a vida inteira. Emmett resmungou baixinho e Edward continuou a provocá-lo.

-Cala a boca, Edward!

-Eu não!

-Você deve estar querendo levar outra bordoada na cabeça!

Sibilou entre dentes referindo-se ao incidente com a muleta no hospital. Os dois se entre olharam com certa animosidade e o Senador resolveu interferir antes que a briga começasse de verdade. Sabia melhor que ninguém como contornar aquela situação.

-Edward! Emmett! Já chega!

Os dois baixaram as cabeças enquanto ouviam a voz experiente do genitor.

-Menino ou menina, gêmeos ou não, essa gravidez veio para unir a nossa família e não o contrário.

Silêncio.

-Então sugiro que parem de agir como duas crianças mimadas, o que, aliás, vocês nunca foram e comecem a se comportar como adultos a partir de agora. Emmett você vai ser pai e você Edward, tio.

Esme a muito custo disfarçou um sorriso enquanto via os filhos balançarem a cabeça concordando com o pai. Aqueles eram os seus três tesouros mais valiosos.

-Tudo bem pai, você tem razão, completou Emmett sentindo-se um tanto frustrado.

-Desculpe Emm, eu estava brincando.

-Ok.

-Bella, Rose, vamos até o meu quarto. Eu tenho uma coisa para dar de presente a vocês, disse Esme levantando-se satisfeita com o fim daquela discussão tola e infantil. As moças levantaram sorrindo, pediram licença e afastaram-se deixando os quatro homens conversando agora sobre gado e cavalos.

-Presente? Oba, eu adoro presentes!

Disse Rose empolgada enquanto as duas seguiam a sogra pelo longo corredor até a entrada da suíte principal. Esme abriu a porta e elas a seguiram, admirando o bom gosto da decoração daquele ambiente. Havia uma pequena sala com um sofá e uma chez diante de uma TV de tela plana gigante, bem como uma simpática mesinha de escritório branca posicionada na frente da janela com um notebook cor de rosa sobre o tampo. Com certeza era ali que ela trabalhava quando estava em casa, inspirando-se na vista maravilhosa das montanhas, no verde exuberante da floresta e na paz que a fazenda exalava a cada amanhecer.

-Sentem-se meninas, eu vou buscar lá dentro e já volto, falou com um sorriso misterioso indicando o sofá confortável, desaparecendo pela porta que dava acesso ao quarto.

-Estou ficando curiosa, disse Rose. Bella sorriu.

-Está ficando não, você sempre foi curiosa. Até demais. Nossa, para conseguirmos fazer uma festa surpresa no seu aniversário de dezessete anos foi uma luta, disse com e mente cheia de recordações. Rose riu alto.

-Eu me lembro. Você inventou um motivo para brigar comigo para poder arrumar as coisas enquanto eu ia ao cabeleireiro.

-E você disse que nunca mais ia falar comigo.

-Até descobrir a surpresa. Muito obrigada, Bella.

-Não tem que me agradecer Rose.

-Tenho sim. Você é a irmã que eu nuca tive e tio Charlie o meu pai. Se não fosse pela boa vontade e pelo enorme coração dele talvez eu tivesse ido parar em um orfanato ou em lares adotivos financiados pelo governo.

Bella sentiu uma pontada no coração. Talvez a prima estivesse certa, mas elas nunca iriam descobrir porque a generosidade do seu pai falou mais alto assim como o amor e o seu caráter. Charlie acabou abrindo mão de sua própria carreira para tentar criar as duas crianças com dignidade, carinho, amor e respeito.

-Quando chegamos aqui tivemos uma ótima infância.

-Sim nós tivemos.

-Bons tempos aqueles, Bella disse nostálgica.

-Prefiro os de hoje. Estamos felizes, em casa e com os homens que amamos. Esme voltou e entregou um pequeno pacote a cada uma, sentando no meio delas no sofá. Bella encarou o presente apalpando antes de abrir enquanto Rose rasgava o papel escuro e arregalava os olhos diante do conteúdo em suas mãos. Bella fez o mesmo e olhou para as letras em negrito na embalagem do estranho aparelho:

massageador profissional waterproof”. Aquilo era um massageador íntimo que servia como um vibrador, mas que não tinha o formato de um pênis. Era pequeno, leve, discreto e pelo jeito muito eficiente. Funcionava a pilha e ambos já estavam com elas inclusas.

-E então gostaram?

-Sim, claro. Muito obrigada Esme, respondeu Rose abraçando a sogra.

-Bella?

-Sim, respondeu corando violentamente enquanto as outras duas mulheres riam a valer. -Obrigada.

-Não tem de quê. E não precisa ficar constrangida, querida, sou casada e sei muito bem o que um brinquedinho como esse pode fazer na relação a dois. Sem falar que conheço os meus filhos como a palma da minha mão.

-Obrigada, Esme.

-Não me agradeçam até usá-los e constatarem o quanto é bom. Tenho certeza de que vão adorar; especialmente você Rose, pois acho que precisará ficar em repouso por um tempo e aí é só não fazer muito esforço. Ah, tem mais uma coisa... Falou reticente levantando e andando até um dos cantos do quarto onde havia uma mala marrom de tamanho médio. Ela puxou o objeto que deslizou facilmente sobre as rodinhas e colocou sem esforço sobre a chez.

-O que é isso?

Rose questionou intrigada. Esme abriu a tampa superior da mala revelando lingeries lindíssimas, sexy e de muito bom gosto.

-Meu Deus que coisas lindas!

-Também achei por isso trouxe algumas para ver e experimentar aqui em casa. Bella e Rose aproximaram-se pegando as peças com as mãos e analisando uma a uma.

-Onde conseguiu isso?

-Uma grande amiga da época da faculdade deu uma guinada radical em sua vida. Era professora numa escola e resolveu mudar de ramo iniciando uma empresa de moda íntima. Ela ligou alguns dias atrás e me pediu uma opinião. Quando vi tive a mesma reação que vocês. Adorei. Ela ficou muito feliz quando eu pedi que separasse alguns conjuntos para que eu pudesse trazer e experimentar com calma e ela sabe que eu tenho duas noras, então...

-Nossa cada uma é mais bonita que a outra, falou Bella encantada.

-Escolham com calma.

-São muito caras? Bella quis saber.

-Não. Achei os preços dela melhores que os das lojas por aí. Fiquei com três deles para mim. Um vermelho, um preto e um vinho.

-Ótima escolha. E onde fica a loja?

-Em Helena. Vou marcar um dia para nós três irmos até lá juntas.

-Não vai dar certo. Vamos acabar comprando tudo!

Esme riu da previsão da rose enquanto Bella optava por dois conjuntos: Um babydool preto com uma calcinha transparente e minúscula e um outro, azul de cetim e renda que deixava boa parte da bunda exposta por ser a calcinha em formato de coração.

-Achei sua escolha perfeita, Bella. Esses tons combinam com a sua pele clara.

-Só não estou com dinheiro agora, Esme. Pago a você amanhã, está bem?

-Não querida, este é mais um presente.

-De jeito nenhum. Não posso aceitar. Você já fez demais por mim.

-E você também. Trouxe o meu Edward de volta para casa. Antes de você ele vivia isolado e distante usando o trabalho como válvula de escape. Era uma preocupação constante para mim e para o pai. E agora faz parte da família novamente. Tenho muito que agradecer a você.

-Não precisa, eu o amo com todo o meu coração, Esme.

-Sei disso. Está escrito no seu rosto. Agora vá vestir os conjuntos para nos mostrar, pediu. Bella obedeceu e voltou em seguida. Rose abriu um amplo sorriso feliz por ela e pela prima.

-Não tem como o Edward não gostar... Você vestida para matar e com um brinquedinho nas mãos...

Rose riu e encarou Bella diretamente divertindo-se com o rubor que se espalhava pelo rosto da prima.

-Não precisa nem vestir o outro agora Bella. Use este hoje à noite e o meu filho vai ficar maluco. Nesse ponto os dois são iguaizinhos ao pai.

-Certo, disse Bella enquanto ia ao banheiro e vestia novamente sua roupa. Apesar do braço na tipóia ela estava conseguindo se virar sem a ajuda de ninguém. Quando retornou ao quarto Rose já havia escolhido os dela: Um babydool vermelho com uma calcinha indecente fio dental e um conjunto branco de tule e renda, transparentes.

-Tem certeza de que vocês não querem mais nenhum outro, meninas?

-Sim. Isso já seria abusar da sua boa vontade.

-De forma nenhuma. Gosto de lingerie da mesma forma como gosto de brinquedos.

-A Esme e o Carlisle sempre gostaram de brinquedinhos. Eles têm um monte de coisas interessantes. Calcinhas comestíveis, óleos de massagens afrodisíacos, bolinhas que explodem... Uma gaveta cheia, afirmou enquanto Bella olhava com carinho para aquela mulher que sempre agira como uma mãe cuidando dela por muitas vezes no passado.

-Eu já sabia. No dia em que fomos buscar as encomendas da fazenda em Helena havia uma caixa de um sex shop endereçada a você. O sorriso de Esme aumentou.

-Eu e o Carlisle sempre estamos de olho nas novidades. A internet é um prato cheio de idéias e inovações. Nós adoramos.

-O Edward viu essa caixa, Bella? Perguntou sua prima curiosa.

-Sim, Bella disse rindo relaxada. –E quase surtou.

-Ora essa, e como ele acha que ele e o irmão nasceram?!

Disse Esme sacudindo a cabeça.

-Foi o que eu disse a ele, mas ele é cabeça dura. Você sabe isso melhor que eu, emendou.

-Filhos... Respondeu rolando os olhos.

-Eu disse que antes de você ser mãe era esposa e ele ficou de cara feia.

-Imagino. O Edward sempre foi mais fechado, mais sério.

-Enquanto o Emmett é mais divertido, até mesmo um palhaço às vezes, disse Rose.

Bella riu e foi acompanhada pela sogra e pela prima.

-Acredita que ele me disse no aeroporto que não conseguia nem suportar a idéia do Carlisle e você tendo uma relação mais apimentada?!

-Mas que machista!

Esme exclamou estreitando os olhos castanhos.

-“Mãe é santa, uma coisa sagrada”, disse tentando imitar a voz dele levando todas elas a gargalhar.

-Homens!

-Conto com você para melhorar a cara feia dele, Bella. Não há nada de mal em um casal querer ousar, experimentar coisas novas e se divertir na hora do sexo.

-Eu concordo. Uma vez comprei uma fantasia de tigresa e vesti para o Emmett. Ele quase enfartou quando me viu e não demorou muito para tirar sua roupa e me atacar. Literalmente.

-Também gosto de me fantasiar e até o Carlisle já entrou nessa. Antes do Emmett se machucar com o puma ele trouxe uma fantasia de médico para ele e uma de enfermeira para mim da capital. Foi uma noite... Memorável, disse com os olhos brilhando. –Houve uma vez em que ele fechou um clube de strip só para nós dois fazermos loucuras no palco.

-Sério? Onde?

-Em Chicago, disse num suspiro saudoso.

-Uau!

-Sentei até no balanço e tudo!

-Nua?

Ela assentiu com a cabeça.

-Ai, eu adoraria fazer isso!

Falou Rose animadíssima com a idéia enquanto Bella silenciosa pensava se teria coragem para tanto. Esme prosseguiu:

-Um casamento de muitos anos vai estar sempre tendendo a cair na rotina. E isso é ruim. Os homens precisam de estímulo e incentivo ou vão acabar encontrando isso fora de casa. A mulherada hoje não perde tempo. Pode ser casado ou solteiro que elas dão em cima e não querem nem saber. Ainda mais se o homem tiver uma situação financeira privilegiada como a nossa.

-Nisso você está coberta de razão, disse Rose. A traição de Emmett com a locutora de rodeios ainda era uma coisa recente. Esme segurou a mão de Rose e apertou-a de leve com a sua, confortando-a

-Esse tipo de coisa dá uma levantada na relação e faz um bem enorme. Acho que no dia em que fizermos cinqüenta anos de casados ainda vamos agir como dois coelhos no cio!

Gracejou. Rose e Bella sentiram uma grande admiração por aquela mulher que era um exemplo de mãe dedicada, esposa fiel, companheira, amante e que além de tudo isso também era uma excelente profissional.

-Esme.

-Sim?

-Será que eu posso perguntar uma coisa?

-Claro, Bella, o que quiser.

-A Rose falou que você tem outros brinquedos...

-Já sei, está querendo emprestar algum! Disse Rose interferindo. -Boa prima! Deixa o Edward de quatro!

Bradou animada e ansiosa, seus olhos bem abertos e travessos.

-Pode falar Bella. Você e a Rose também são minhas filhas. Terei prazer em ajudar.

Bella criou coragem e perguntou de uma vez:

-Será que você teria algemas de pano?

Rose fitou-a com uma expressão carregada de malícia enquanto Esme dava-lhe um amplo sorriso. -Tenho três pares. Quantos deles você quer? Perguntou com um brilho divertido no olhar.

-Apenas um, respondeu timidamente.

-É pra já, disse levantando do sofá e caminhando até o seu quarto novamente.

-Hum... Está com a cabeça fervilhando de idéias prima? Acho que o Edward hoje terá uma grande surpresa.

-Estamos sem ter relação há muito tempo, Rose.

-Sei como é. Eu e Emmett também passamos por isso, mas vale a pena depois. Muito bem Bella. Manda ver hoje à noite.

-É o que eu pretendo, respondeu Bella rindo enquanto ambas aguardavam a volta da sogra. Rose estava certa. Depois de tanto tempo separados ela queria muito fazer uma surpresa para Edward. Uma coisa diferente e especial que ele dificilmente esqueceria.

Notas finais
Até Mais turmaaaa.