Notas iniciais
Oi gente, um Bom dia a todos vocês meus amores. Estão gostando da fic? Que tal dois caps em vez de um só na próxima semana?! Gostaram da idéia?! Que bom porque só depende de vocês meninas. A fic está no momento com 921 leitoras (es). Repetindo: 921. Mas só temos até agora 128 recomendações. Será que no meio de tanta gente não existem apenas 07 almas caridosas por aí que possam fazer esta autora aqui e a nossa querida Beta mais felizes e recomendar a estória?! Se chegarmos a 135 recomendações eu Prometo postar dois caps na próxima semana ok? Lembrando ainda que a minha fic nova, com a KIKI como Beta e capa da Camila Cocenza está com 02 caps postados, quem quiser dar uma passadinha por lá:
http://fanfiction.com.br/historia/369715/Traidos_Pelo_Desejo

Bjs e curtam o cap. Tiih.

Cap. 37



Cinco dias depois…



Bella.



Acordei muito cedo, antes do Edward e saí da cama pé ante pé. Ele e o meu pai estavam cuidando de tudo na fazenda há vários dias e o trabalho estava deixando-o esgotado. Carlisle estava na caspital e Esme havia ido até Billings com um motorista do Senado para buscar Rose e Emmett. Finalmente depois de uma longa espera a família Cullen estaria novamente reunida. Peguei algumas roupas no armário, vesti um roupão atoalhado e marchei em direção ao quarto de hóspede mais próximo para me trocar, mas antes me aproximei da cama, afagando de leve os seus cabelos acobreados.



–Eu te amo, sussurrei baixinho e saí.



Papai iria hoje até uma pequena vila no caminho para Helena. Ele compraria alguns suprimentos e recolheria a correnpondência da fazenda como de rotina. E desta vez eu irira com ele. Queria comprar algumas coisas, aproveitar e ligar para Alice, entrar na internet para saber se havia recebido alguma proposta de tradução e especialmente comprar um presente para o Edward. Alguma coisa especial. Ele tinha me presenteado com uma aliança linda, uma herança de família, e muito embora não fôssemos nos casar tão depressa, eu gostaria que ele também usasse algo que reprentasse o símbolo do nosso compromisso e do amor que eu sentia por ele. Tomei um banho rápido, me vesti, escovei os cabelos e os dentes e saí.



Em alguns momentos no passado eu achei aquela casa em Breaking Dawn grande e solitária, tão ampla quanto era com apenas Esme, Carlisle e seus dois filhos andando e vivendo ali. Quando eles viajavam, o que era relativamente freqüente, a casa ficava quieta e nostálgica. Mas hoje eu não tinha mais esta sensação. Qualquer pessoa poderia ver que aquele era um verdadeiro lar, um santuário de um homem e uma mulher que se amavam dia após dia, nos bons e nos maus momentos, trabalhando lado a lado e separadamente para manter a fazenda e sua família em andamento. Aquele lugar estava impregnado de lembranças quase tangíveis, refletidas em fotos espalhadas pela casa, nas paredes, sobre os móveis, nas cornijas da lareira, todas repletas de rostos sorridentes, festas de aniversário, árvores de natal, carros, cavalos, festas e outros acontecimentos.



No corredor entre a sala de jantar e a cozinha, parei para observar de perto algumas daquelas imagens. Uma delas mostrava Edward, Emmett e Carlisle no que provavelmente havia sido um dia de pescaria. Os três estavam sorrindo e ostentavam com uma das mãos os peixes que tinham pegado. Próxima aquela havia uma que tinha sido tirada numa manhã longínqua de natal. Os meninos estavam sentados a frente de uma enorme árvore de natal coberta pelos mais diversos tipos de enfeites. Cada um segurava o guidão de uma bicicleta novinha em folha. Sorri tocando a imagem com a ponta dos dedos, detendo-me na imagem seguinte, onde eles dois apareciam na varanda da antiga casa da árvore. Eu lembrava perfeitamente do dia. Rose e eu estávamos brincando com eles, mas na hora da foto, havíamos descido para o balanço. Uma ponta de saudade me invadiu. Foram tempos tão bons aqueles... Minha vida antes de chegarmos a Breaking Dawn podia ser resumida numa série de problemas. A morte da minha mãe e Ada minha tia no acidente, a dor que nós sentimos. O sofrimento do meu pai e sua luta para criar duas meninas, trabalhando sozinho... Aspectos e obstáculos que tínhamos de estar preparados para enfrentar todo santo dia. Suspirei agradecendo e DEUS interiormente por ter levado meu pai, eu e minha prima até aquele maravilhoso lar, onde podemos recomeçar a viver, deixando as lembranças dolorosas para trás. Suspirei e caminhei para a cozinha. Emily já estava a todo vapor.



–Bom dia, Bella. O que faz fora da cama tão cedo?



–Bom dia, Emy. Vou com papai até o vilarejo, respondi aproximando-me e dando um beijo estalado em sua bochecha. Ela sorriu e me indicou a mesa.



–Sente-se filha. Coma alguma coisa antes de sair.



–Pode deixar. O cheiro que vinha das panelas era simplesmente delicioso, mas àquela hora da manhã, eu quase não tinha fome, então optei por comer uma generosa taça de salada de frutas e tomar um potinho de iogurte de frutas vermelhas. Assim que acabei, ainda estava limpando a boca com um guardanapo de papel, ouvi a buzina da picape e levantei.



–Seu pai chegou, Emily disse sem desviar os olhos da massa que estava preparando para o almoço.



–Já estou indo. Emily me faz um favor?



–Claro Bella. O que?



–Você avisa ao Edward que eu saí com o papai? Não tive tempo de avisá-lo e como ele não quer que eu saia sozinha...



Emily assentiu e fez um displicente gesto com a mão para que saísse sossegada. Agradeci e corri para fora. Assim que avistei o meu pai, acenei e corri até a caminhonete, abrindo a porta e entrando.



–Pensei que tivesse desistido Bells, brincou sorrindo.



–Só me atrasei alguns segundos, pai. Ele coçou o bigode antes de se voltar em minha direção.



–Está pronta?



–Sim, respondi beijando-o na face. Ele sorriu e acelerou fazendo motor roncar estrondosamente.



–Assim você vai acordar a fazenda inteira, falei encostando a cabeça no banco. Ele pendeu a cabeça para trás dando uma alta e vibrante gargalhada, manobrando o veículo em seguida e saindo. Fazia algum tempo que não passávamos o dia juntos, então eu gostaria que o de hoje fosse mais que especial.



Edward.



Olhei satisfeito para minha nova casa quase totalmente concluída. A vantagem de se usar paredes pré-moldadas era a rapidez com que o projeto ficava pronto, desmontando do cavalo, oferecendo ao animal uma cenoura fresca. Os homens estavam trabalhando muito bem. Após afagar Thor em um dos flancos, amarrei-o com um nó frouxo na árvore mais próxima, e caminhei até a porta de entrada, que por enquanto ainda não passava de uma grande e obscura moldura de madeira cheirando a resina. Retirei o chapéu admirando os progressos visíveis da obra, protegendo os olhos com uma mão, pois o sol estava a pino. Olhei no relógio e vi suspirando que era quase meio dia. Meu trabalho na fazenda com os peões hoje seria feito mais tarde.



Coloquei o chapéu de volta sentindo um alívio imediato. Montana era uma terra de extremos: muito calor ou muito frio e para morar ali, o sujeito tinha que amar o lugar, como era o meu caso. Dei alguns passos começando a examinar a casa que em poucos dias eu havia projetado em minha mente, detalhe por detalhe. Desenhei o formato umas dez vezes e agora ela estava ali, um esboço ganhando vida, tornando-se uma casa de verdade, um verdadeiro lar. Sim, um lar onde eu e Bella viveríamos e criaríamos os nossos filhos, os filhos que Deus permitisse que nós tivéssemos. O piso já estava todo assentado, as paredes em seus devidos lugares e o telhado também. A cozinha, antes um verdadeiro e completo caos, era agora espaçosa, arejada, com um teto alto com clarabóias e uma ilha central, como toda boa cozinha de uma casa de campo. Havia lugar para um daqueles fogões enormes, modernos, com múltiplos queimadores e dois fornos. A lareira maciça, instalada na sala de estar compostas de pedras rústicas do campo e dos pastos que circundavam a fazenda, estava pronta para receber lenha e um fogo crepitante. Caminhai até a junção do que seria a sala de estar com a sala de jantar, faze4ndo uma breve pausa para examinar o acabamento no rodapé e no teto alto. Nessa parte da casa as clarabóias ainda estavam cobertas por plásticos o que deixava o brilho do sol mais fraco, mas as janelas em forma de arco com vista para a floresta ofereciam bastante claridade natural ao ambiente durante o dia. A casa teria quatro quartos amplos, fora a suíte máster e quase o mesmo número de banheiros. Sorri lembrando a expressão abismada no rosto de Bella quando lhe mostrei os desenhos. Ficara surpresa com a quantidade de cômodos e eu havia lhe explicado que queria encher a casa de pequenos Cullens peraltas o quanto antes. Ela revirara os olhos como sempre e respondera que depois que tivéssemos o nosso primeiro filho, tornaria a perguntar se eu iria querer mais algum. Mulheres...



Pensar nela me fez sentir uma sensação de inquietação de dentro do peito. Como um presságio, ou pressentimento, como queiram chamar. Uma emoção suave e ao mesmo tempo áspera, feita de tristeza, alegria e um emaranhado de outros sentimentos como a ansiedade e o medo. Quando acordei Bella não estava e ao chegar à cozinha para tomar meu café da manhã, Emily me informou que ela havia saído logo cedo com o Charlie. Tudo bem que ela estava acompanhada do pai, mas mesmo assim eu ficava inquieto. Não gostava quando ela não estava por perto. Pode parecer loucura, paranóia ou até mesmo exagero, mas eu me sentia um milhão de vezes mais seguro quando ela ficava na casa dos meus pais ou debaixo dos meus olhos.



E tudo estava muito quieto ultimamente. Ice Eyes. O nome piscou em meu cérebro como um letreiro luminoso de neon. Ele estava quieto, como se estivesse observando e esperando o melhor momento para atacar. O melhor momento para colocar suas mãos imundas em Bella. Um calafrio gelado transpassou minha espinha quando minha mente piscou alerta. Os dois policiais continuavam infiltrados, disfarçados como peões, mas até agora as investigações não tinham nos levado a nada. Às vezes parecia que aquele maldito era invisível ou então que havia desistido. Mas eu sabia que aquilo era apenas uma estratégia dele. Tentar nos vencer pelo cansaço... Sumir por um tempo e esperar por um deslize meu para tornar a exibir seus instintos cruéis, sádicos e desprezíveis. Mas eu não iria descansar um só minuto enquanto aquele filho da puta não estivesse morto ou atrás das grades. O bip do meu rádio soou alto e tirando-o da cintura atendi ao chamado.



–Edward.



–Aqui é o Embry, falou um dos policiais.



–Prossiga, respondi afastando-me um pouco dosa olhares curiosos dos pedreiros, carpinteiros, pintores e marceneiros.



–Sr. Cullen, Quil interceptou um envelope suspeito na casa de Charlie, falou com a voz baixa e tensa. Os cabelos da minha nuca ficaram arrepiados quando escutei aquilo.



–Ele viu quem colocou?



Minha respiração estava presa na garganta, minha mente trabalhava a mil por hora.



–Sim e não, respondeu secamente.



–Explique melhor, Embry, pedi entre dentes.



–Acho melhor o senhor vir até aqui, rebateu.



“Merda”



–Onde vocês estão?



–Na casa da sua noiva, digo na casa do Charlie.



–Chego em quinze minutos, esbravejei e saí sentindo os músculos tensos, os dentes trincados e a respiração alterada.



Narrador.



Ao chegarem ao vilarejo, Charlie não tardou a encontrar uma vaga para sua velha picape. O dia estava lindo, ensolarado, claro e ressaltado pelo exuberante das florestas densas que cercavam toda a região, fazendo com que ela experimentasse uma extraordinária euforia. Seu pai e ela separaram-se. Ela foi até a agência dos correios com ele, que recolheu toda a correspondência da fazenda numa grande sacola de lona verde, enquanto a filha aproveitava para usar um dos computadores disponíveis no local ao preço de três dólares a hora. Satisfeita viu que havia seis emails de clientes, quatro deles de universitários pedindo que ela fizesse trabalhos de tradução. Ela conferiu os textos rapidamente sabendo que teria condição de executar a tarefa até o fim da semana, no mais tardar. Respondeu a todos informando o número de sua conta bancária onde os depósitos deveriam ser feitos. Dois deles estavam online e conversaram com ela sobre o prazo de entrega e alguns ajustes que precisariam ser feitos, firmando um acordo. Os outros dois Bella recusou gentilmente, pois se tratavam de convites para grandes eventos, entre eles uma feira de informática em Chicago no próximo fim de semana. E como Edward havia dito, não era bom ela se ausentar da fazenda enquanto “quem a estava perseguindo” não fosse capturado.



Com um sorriso no rosto levantou da bancada, dirigiu-se até o balcão pagando pelo tempo de uso do computador e saiu disposta a comprar alguma coisinha para si mesma e para Edward. Aproveitou também para ligar para Alice e contar as novidades. A amiga vibrou com tudo menos com o fato de Edward querer casar em Las Vegas.



–E porque você faria isso?! Casamento é uma coisa maravilhosa e especial Bella, uma ocasião que deve ser única na nossa vida; e você sabe muito bem que eu adoraria planejar o seu!



Exclamou indignada. Bella disfarçou um sorriso.



–Sim, Alice, eu sei, mas sinceramente tivemos tantos problemas por aqui que eu estou quase convencida de que Vegas é a melhor opção.



–Como pode fazer isso comigo, Isabella Marie Swan?!



A voz dela não escondia a decepção e a revolta.



–Vamos apenas deixar esse assunto para uma outra hora, ok? Emmett vai chegar do hospital hoje e você precisa ver o anel que o Edward me deu... Uma herança de família, da avó dele.



Alice expressou desconfiança com a súbita mudança de assunto, mas a sua curiosidade falou mais alto. Assim aos poucos a conversa fluiu como de costume e uns bons quinze minutos depois Bella desligava o celular. Saindo dali foi até a maior loja do lugar. Um grande galpão que era uma mistura de loja departamento, eletro eletrônicos e jóias. Sorriu internamente quando entrou sendo atingida pelo frescor que emanava dos múltiplos ventiladores de teto. Decidira comprar uma aliança para Edward, e logo mais os seus olhos castanhos foram atraídos por um lindo anel de ouro branco, largo, com umas incrustações em hebraico. Após certificar-se de que poderia voltar para fazer ajustes caso fosse necessário, ela comprou a aliança com o cartão de sua conta bancária e saiu. Em seguida dirigiu-se a loja vizinha que vendia peças íntimas, comprando dois conjuntos novos. Disposta a fazer um jantar especial para Edward hoje ou amanhã a noite passou no empório escolhendo uma massa caseira, algumas verduras e legumes frescos e dois filés de peito de frango.



O próximo passo seria comprar um bom vinho tinto, de uma safra especial, adequado para acompanhar a comida. Fazia tempo que não ia para cozinha e surpreendê-lo com um jantar romântico era uma idéia adorável. Aquilo iria lhe custar uma soma considerável, mas como ela havia juntado um bom dinheiro com o seu trabalho, a ocasião valheria a pena. Pensou em que roupa usaria no jantar e achou que um vestido preto de seda que lhe realçava as curvas graciosas, mas era um modelo simples, sem ornamentos, mas bastante elegante ficaria perfeito. Ela não o usara ainda e ele tinha sido uma de suas últimas compras quando vivia em Washington. Seu celular tocou e viu que era o pai. Atendeu a ligação combinando de encontrá-lo no estacionamento onde haviam deixado o carro, pois aproveitaria para guardar os pacotes e depois comeriam alguma coisa. No modesto restaurante da vila...



–O que vai querer filha?



–Uma porção dupla de salada com molho de queijo, falei depois de dar uma olhada rápida no cardápio. Papai fez uma careta engraçada. Rolei os olhos fazendo com que ele risse.



–O Edward tem razão. Você tem mesmo um tique.



–Até você, papai?!



–Desculpe, mas é verdade, falou chamando a garçonete que se aproximou com um sorriso simpático no rosto.



–Pois não?



–Uma porção dupla de salada para ela como molho de...



–Queijo, falei.



–E um filé alto mal passado com fritas e bacon.



–E para beber?



–Duas cocas, eu acrescentei. A moça anotou tudo rapidamente e saiu em direção à cozinha.



–Não devia comer tanta porcaria, pai. Carne vermelha e frituras são uma combinação perigosa para a saúde.



–Seu velho é forte como um touro, disse alisando o bigode com a ponta dos dedos.



–Nunca se sabe, respondi. As horas passavam rapidamente e logo mais nós precisaríamos voltar para a fazenda ou então iríamos pegar a estrada à noite, o que nunca era uma boa coisa para se fazer naquela região de montanhas.



Na fazenda...



Edward.



Olhei para as fotos de Bella sentindo meu estômago revirar. Quil havia visto “alguém” afastando-se sorrateiramente da casa de Charlie e ao tentar seguir o suspeito, ele embrenhou-se na floresta desaparecendo em seguida. Em alguns pontos onde a vegetação estreitava-se era quase impossível prosseguir sem ter o corpo todo arranhado. De acordo com a descrição do policial poderia ser qualquer um dos funcionários. Ele era alto, forte e de aproximadamente um metro e oitenta e três, um metro e oitenta e seis. Suspirei exasperado. York, Newton, Ben, James, Laurent, Alec e mais uns três deles possuíam exatamente esta altura. Inferno!



–Não deu para ver o rosto?



Insisti novamente já sabendo a resposta.



–Não senhor. E como eu já disse, ele usava jeans, botas e um agasalho da mangas longas com capuz. Não pude ver nada.



–Desgraçado!



Bufei sentindo o ódio latejas em minhas têmporas. Os dois policiais entreolharam-se.



–É alguém daqui.



–Sei disso, Embry. Alguém que conquistou nossa confiança e que está a espreita.



–Resolvi dar uma olhada aqui quando soube que o Charlie havia ido até a vila. Foi quando o vi colocando alguma coisa por debaixo da porta, Quil contou outra vez.



Havia ao menos uma dúzia de fotos recentes de Bella, algumas em que ela estava comigo na ocasião, mas o maldito havia cortado a minha imagem deixando apenas a dela. A que me fez revirar as entranhas foi uma dela de toalha, recém saída do banho no quarto que estávamos ocupando na casa sede. Filho da puta! Ele realmente estava gastando boa parte do seu tempo para ficar nos espiando sem que ninguém percebesse. Engoli em seco constatando que em nenhuma foto ela estava nua, mas não significava que ele não tivesse conseguido flagrar a sua intimidade ou a nossa. No meio das fotos, solto no envelope pardo havia um único pedaço de papel, na realidade era um folheto de propagando do bar do Riley, onde ele havia colado nas costas com letra de revistas e jornais, o seu cognome: Ice Eyes.



–Algum dos peões saiu da fazenda?



–Não. Todos os funcionários estão aqui.



–Droga!



Resmunguei correndo a mão por entre meus cabelos. O meu instinto estava certo em me alertar. Algo muito, muito ruim estava para acontecer ali na fazenda, mas eu daria minha própria vida se preciso fosse para impedir que aquele maluco encostasse num só fio de cabelo de Isabella.



–Vamos contar ao Charlie?



Questionou Quil.



–Sim. Vocês contam. Vou contar ao meu pai assim que ele e minha mãe retornarem. Deixem meu irmão e a esposa fora disso. Eles já têm problemas demais para se preocuparem com mais isto, falei mostrando as fotos, sacudindo-as na cara dos dois.



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–E a senhorita Isabella?



Dei um olhar carregado de significados aos dois. O nosso tempo estava se esgotando. Aquele filho da puta não iria demorar a agir e apesar de todos os nossos esforços, ele estava sempre um passo à nossa frente.



–Edward?



Meu olhar foi de um para o outro.



–Eu contarei a ela quando chegar a hora. Até lá não quero nenhuma palavra sobre isso, falei devolvendo ao Quil as fotos e o papel. – Mande para a perícia, talvez tenhamos mais sorte desta vez, disse sabendo que as chances de encontrar ao menos uma digital parcial eram muito remotas.



CONTINUA................



Notas finais
Agradecendo as últimas recomendações feitas a Orgulho e Sedução:lana Salvatore; Lele Cullen; LalaiStew; ALD; Vanessa Schiavi; Lio Cullen; Angel; Feer_RC; Grey; LiliPattz. Meninas vcs são super, hiper maravilhosas. Muito, mas muito obrigada mesmo por recomendarem a fic. Leitoras como vocês fazem toda a diferença para esta autora aqui. Um beijo enorme no coração de cada uma. Tiih.