Notas iniciais
Bom dia meninas(os)e um ótimo feriado a todos. Lembrando que a fic nova onde a Bella é Advogada e o Edward promotor Público já começou a ser postada e para quem quiser acompanhar o link é o segunite: http://fanfiction.com.br/historia/369715/Traidos_Pelo_Desejo

Bjs.

Cap. 36


Bella.


–Não gosto dela, resmungou baixinho.


–Tânia está estranha. Ela veio sondar alguma coisa... Não ouviu o que o meu pai falou?


Disse abrindo a porta do quarto que estávamos dividindo deixando que eu entrasse primeiro. Olhei para ele, mas sua expressão estava indecifrável.


–Veio sondar se você tinha terminado comigo, por certo. Meu desagrado era quese palpável. Ele aproximou-se e segurou minhas mãos sorrindo mostarndo os dentes perfeitos.


–Então ela vai cansar de esperar, Bella, porque eu não pretendo deixar você nunca mais. Você pertence a mim, Bella. Assim como eu pertenço a você.


Vendo a determinação e o amor expressos tão claramente em seu olhar não pude deixar de sorrir, sentindo-me confortada apesar de saber que os abutres continuariam rondando sobre nós.


–Você está exausto. Vá tomar seu banho, falei apontando para a porta do banheiro da luxuosa suíte. Ele me encarou fixamente.


–Não quer vir comigo?


–De jeito nenhum. Você precisa descansar, Edward, falei num tom que não admitia discussões.


–Nem tanto, respondeu olhando agora para os meus seios. Recusei-me a ceder afastando-me na direção oposta a que ele estava. Ouvi seus passos na direção do banheiro e logo depois o chuveiro foi ligado. Aproveitei para trocar de roupa vestindo uma camisola de seda cor de rosa com uma calcinha da mesma cor. Não era tão provocante, mas era sexy. Passei também hidratante corporal de morangos em todo o corpo e me deitei a espera dele. Quinze minutos depois o chuveiro foi desligado. Espiei um pouco e ele estava enxugando o espelho embaçado pelo calor do vapor da água quente.


–Sabe que eu costumava sonhar com isso?

–Com o que exatamente?


–Dar um jeito de agarrar a filha do capataz. Arqueei minhas sobrancelhas vendo aquele corpo lindo enquanto ele tirava a toalha e vestia uma cuca boxer azul escura.


–Houve uma époce em que pensei estava mais interessado em Rose, eu disse.


–E estava. Mas ela sempre foi como uma irmã mais nova. Até porque o Emmett sempre foi caído pela sua prima.


Senti uma onda de ciúmes invadindo-me, mas tratei de ignorar. Nunda deixaria que ele percebesse.


–E o que pensava a meu respeito?


–Que você era uma pestinha irritante. Mas sempre quis beijar você e descobrir o que se passava nessa sua cabecinha. Não me conformava com o fato de você ser imune ao meu charme.


–Eu não era imune. Apenas disfarçava muito bem. Sabia como esconder minhas emoções, emendei rindo.


–Como não tinha coragem de arriscar elevar um fora, resolvi infernizar a sua vida.


Rolei os olhos, divertida.


–O velho e rebelde Cullen, retruquei.


–Aí está o seu tique, ele brincou deitando-se ao meu lado.


–Lá vem você com essa história de novo...


Ele riu e inclinou-se beijando os meus lábios de leve, emseguida virou-se em direção a um dos criados mudos e abriu a gaveta do pequeno móvel retirando uma pequena cixa de veludo negro de dentro, colocando-a sobre seu peito. Meus olhos cravaram na caixa e eu engoli em seco.


–O que é isso?


Ele sorriu torto e eu quase desfaleci. Edward Cullen sabia extamente como envolver e encantar uma mulher.


–Hum... O que acha que é?


Eu odiava quando ele me devolvia uma pergunta em vez de responder.


–Uma jóia, respondi com o coração acelerado no peito. -E não me responda com outra pergunte, você sabe que eu odeio isso, emendei.


–Você está rabugenta hoje, gatinha.


–Fiz uma careta para ele estirando a língua.


–Certo. Vamos tentar novamente. Você disse que “isso aqui” é uma jóia, compeltou referindo-se a caixa. -Mas o seu palpite foi muito vago. Que tipo de jóia acha que é?


–Um anel. Felei quase sem fôlego. Dificilmente uma mulher está preparada para esse momento.


–Estamos noivo, mas você não está usando um anel de noivado ou algo apropriado.


–Edward... Balbuciei enquanto ele sentava na cama segurando a delicada caixa em uma de suas mãos, abrindo a tampa com a outra. Aninhada no cetim preto estava a mais linda aliança que eu já tinha visto em toda a minha vida. A face era um oval longo com filas oblíquoas de pedras brancas redondas e citinlantes. O aro era de ouro branco estreito e delicado. O ouro tecia uma trama frágil em torno das pedras de diamante. Eu nuca havia visto nada parecido. Sem pensar afaguei as pedras reluzentes.


–Meu Deus! É... É tão linda... Murmurei para mim mesma ainda engasgada com a surpresa.


–Você gosta? Perguntou ansioso.


–Ela é linda, Edward. Quem não gostaria de um anel assim?!


–Experimente para ver se cabe, pediu. Hipnotizada pela beleza única da jóia, esyendi minha mão para a aliança, mas os longos dedos dele foram mais rápidos que os meus. Edward pegou minha mão esquerda e passou a alinça, fazendo-a deslizar pelo meu terceiro dedo. A jóia coube perfeitamente. Estiquei a mão e nós dois olhamos o contraste do oval cintilante em minha pele. Tê-la ali era maravilhoso. Finalmente o nosso compromisso estava realmente selado.


–Coube certinho, falou animado. -Ótimo. Isso vai me poupar uma viagem até a joalheria mais próxima em Billings.


–Você deve ter gastado uma pequena fortuna comprando este anel Edward. Por que não escolheu uma jóia mais simples? Estamos reformando a nossa casa... Minta para mim se tiver gastado muito, por favor, gemi baixinho.


Ele ampliou o sorriso ainda mais.


–Nossa casa. Gosto disso. E não se preocupe, pois não gastei um centavo sequer.


–Como não gastou nada?!


Questionei desconfiada.


–Relaxe, gatinha. Esta aliança é uma jóia de família. O meu avô Cullen deu para a minha avó quando a pediu em casamento. Papai guardou-a até hoje, respondeu satisfeito. Meus olhos avaliaram a aliança mais uma vez. Era realmente belíssima.


–Obrigada, amor.


–Gostou mesmo, Bella?


–Claro que sim!


–Por que quando papai ofereceu a jóia ao emmettg ele preferiu comparar para a Rósalie algo mais moderno.


–Eu me lembro da ocasião. A aliança dela era da Tiffany’s.


Ele assentiu concordando.


–Posso comprar uma amis moderna para você, se preferir.


Levantei para beijá-lo devidamente demonstrando toda a minha gratidão.


–Gosto de coisas antigas, respondi com os lábios colados aos dele.


–Assim como eu, retrucou por entre o beijo.


–Quanto ao casamento andei pensando sobre isso, falei de repente. Ele me olhou curioso.


–Poderíamos surpreender a todos e fazer uma coisa bem simples.


–O que está pensando, carinho?


–Las Vegas, falei prontamente. Ele assobiou em resposta.


–Isso vai ser muito interessante. Vamos fugir e casar em segredo?!


–Pensi nisso.


–Hum... Eu poderia usar jeans e as minhas botas favoritas. Podem os ir à capela com a janela do Drive-Through ou casar na presença do Elvis.


–Por mim paraece ótimo, respondi feliz, sabendo que Alice ficaria indignada no começo, mas depois aceitaria. Ela sempre fizera planos para os nossos casamentos, o meu e o dela.


–Mas não vamos demorar muito a fazer isso ok? Quero que seja oficial, que todos saibam que você é minha... Minha para sempre.


–Ok, cowboy, mas não pode ser mais oficila do que já é. Estamos morando juntos debaixo do teto dos seus pais.


–Certo, mas agora vamos à nossa comemoração particular, falou envolvendo-me com seus braços fortes.


–Por que não deixamos para amanhã? Você me parece tão cansado... Argumentei usando a lógica, mas ele simplesmente ignorou, sem importar-se com a observação. Devagar, livrou-me da camisola deixando meus seios expostos. Os mamilos enrijeceram em expectativa as carícias que viriam. Seu olhar faminto acariciou m inha pele e sem eguida ele inclinou-se para frente pousando os lábios ávidos nos meus.



Edward.


Depois de beijá-la longamente, deitei, acomodando-a sobre mim de modo que os seios arredondados ficassem a altura de minha boca. Bella estremeceu quando rocei a língua sobre os mamilos.


–Adoro quando você se entrega.


–Oh, Edward, assim você me enlouquece... Disse movendo os seios em direção ao meu rosto, num convite sensual, mas apenas mordisquei de leve, sem satisfazer por completo seus desejos, arrancando suspiros e sussurros roucos de sua garganta.


–Edward, por favor...


–Peça, gatinha...


–Me faça sua... Agora...


Em resposta enfiei uma perna por entre as coxas macias, penetrando-a. O contato me fez estremecer de prazer. Sentir o calor úmido daquela buceta apertada me envolvendo, meu pau deslizando nos seus fluidos, escorregando... Era bom demais. Com os olhos fecahdos e a respiração descompassada, Bella começou a movimentar os quadris, cavalgando-me, lançando seu ventre contra o meu, ansiosa por mais. Saí totalmente de dentro dela e entrei profundamente. Paramos alguns segundos sentindo meu pau e bucetinha pulsando em conjunto, numa doce e torturante sensação.


–Mais rápido, pediu num soluço. Trinquei os dentes, agrarrndo seus quadris com força, rolando sobre ela, ficando por cima. Levantei uma perna até meu ombro, vendo meu pau e entrar e sair da grutinha estreita e acelerei as investidas. Incapaz de me contar por mais tempo deixei as ondas do orgasmo me arrastarem, sentindo que Bella me acompanhava pelo abismo extenuante e libertador do gozo. Exausto, saí de dentro dela, acomodei-me ao seu lado e apaguei.


–O som irritante do telefone me despertou no meio da noite.


–O que foi agora... Consegui responder ainda com os olhos fechados.

–Edward, Acorde!


Era a voz de Charlie me chamando.


–Porra, Charlie, que horas são?


–Quase meia noite. A égua vai dar cria. Vamos precisar de você, venha. Praguejei baixinho passando a mão pelo meu rosto, exasperado. Como sempre as éguas em Breaking Dawn esperavam os piores momentos para entrarem em trabalho de parto. E se Charlie havia me chamado era porque ele e os peões não dariam conta, sozinhos. Merda... Tirei o braço de Bella que estava sobre o meu peito e levantei devagar para não acordá-la. Obsdervar seu corpo nu trouxe um sorriso aos meus lábios. A noite só não havia sido perfeita porque eu a fodi apenas uma vez, mas o anel estava em seu dedo e isso era o que importava. Em breve seríamos oficialmente casados e eu não poderia me sentir melhor.


Tratou de me apressar, pois poderia ser um parto difícil. Ao chegar às cocheiras, apenas luzes parcas iluminavam a entrada e a baia. A noite estava fria, mas serena. O céu claro e estrelado, sem nenhum sinal de chuva. Charlie, Erick, James e Newton estavam lá e todos esperavam em silêncio.


–Acho que Dakota não vai demorar a ter a cria, disse Newton. Não respondi. Cada animal tinha o seu próprio tempo de acordo com a natureza. Apalpei o ventre saliente e ela rosnou na minha direção, mostrando os dentes.


–Calma garota... Vai dar tudo certo... Falei calma e brandamente, tentando tranqüilizá-la. Olhei para o relógio e continuamos esperando. Quase duas horas depois, a égua deu um longo e agonizante relincho de dor. Examinei-a novamente, preocupado.


–Vamos ter de ajudar. Vão lavar as mãos e os braços. O filhote está fora de posição. Não vai conseguir nascer sozinho. Todos arregaçaram as mangas, lavando-se com água e sabão. Fiquei por último e em seguyida aproximei-me do animal deitado com já com grandes contrações.


–Segure a cabeça, pedi a Eric, ajoelhando-me. Mai um som angustiado saiu da boca de Dakota, cuja cabeça estava banhada de suor.


–Edward não estou gostando.


–Nem eu Charlie, respondi com a minha atenção totalmente voltada para o animal. Numas das últimas baias Tornado relinchou batendo os casacos na porta de madeira.


–Vou ficar com ele, Mike falou.

–Dê um jeito de acalmá-lo, Newton, falei. Um reprodutor rebelde era a última coisa de que precisávamos naquele instante.


–Se não visse com meus próprios olhos, não acreditaria, resmungou Eric.


–Até parece que um dos seus filhotes vai nascer, disse James surpreso.


–E sabe. Os cavalos sentem. Assim como ele sabe que ela não está bem, disse o capatz afagando delicadamente o dorso do animal que o olhava com expressão quase humana. Cioloquei uma luva especail que chega até o ombro e aos poucos fui colocando minha mão dentro dela, encontrando as patas traseiras do potro. Comecei a puxar enaunto Dakota gemia contraindo-se. Quase trinta minutos depois um filhote indefeso e pequeno demais estava sobre o feno, ainda envolto na placenta. Tirei-a rapídamente libertando-o. Ele mal se mexeu. Trocamos olhares pesarosos. Dificilmente ele conseguiria sobreviver. A égua gemeu novamente. E nesse momento constatei que eram dois filhotes em vez de apenas um. O outro estava a caminho. Dakota contraiu-se novamente e nós avistamos as petas traseiras do animalzinho, sorrindo. Desta vez ela não presiraia de ajuda. Tirei a luva ensangüentada, descartando-a na lixeira. Não demorou e o outro cavalinho nasceu, bem maior e mais sadio que o primeiro. Era uma fêmea, que imediatamente tentou levantar-se, erguendo a cabeça. A pequenina equilibrou-se nas pernas, olhando à volta. Fiquei atento a reação da égua, esperando para ver se ela rejeitava ou não a cria. Ela cheirou-o e depois começou a lamber a pequena égua, para nosso alívio. Dakota relinchou novamente e u sabia que ela estava agradecendo.


–Por nada, menina. Você também fez um ótimo trabalho aqui, falei vendo o animalzinho aproximar-se e começar a mamar. Dakota deitou a cabeça novamente exausta e nós voltamos nossa atenção para o outro filhote, envolvido por James numa manta. Ele precisava ao menso ficar aquecido e ser alimentado.


–Pode ir para casa, Edward. Deixe que nós ficamos por aqui e iremos alimentá-lo, disse Charlie.


–Ele não vai sobreviver, falei consternado.


–Provavelmente não, mas fraremos a nossa patê, ele respondeu determinado. Despedi-me e saí olhando rapidamente para o relógio, vendo que já passava das três da manhã, louco para chegar em casa e dormir nos braços da minha mulher.



Narrador.


Apesar dos esforços contínuos de Charlie e dos outros peões que passaram a noite tentando mantê-lo vivo, aquecendo-o, colocando pequenas quantidades de leite em sua boca, o potrinho não resistiu. Seu coração parou de bater assim que o dia amanheceu. Mesmo esperando por isso, todos ficaram comovidos e silenciosos, sem conseguir falar.


–Eric quebrou o gelo, carregando o animal para fora, colocando-o na traseira da caminhonete mais próxima, pegando as chaves.


–Para onde vai levá-lo?


James perguntou.


–Pensei em enterrar nas proximidades do lago, respondeu.


–Ok, Eric, vá em frente. Quando voltar teremos um café extra forte esperando por você no galpão. Ele entrou na cabine e saiu guiando o carro devagar.


–Que noite!


–E teremos um longo dia pela frente. Vamos tomar um banho e comer, emendou Charlie fazendo um sinal para James e Mike o acompanharem.



Longe dali...


Tânia acendeu um cigarro, deu uma longa tragada e soltou a fumaça bem devagar, os olhos fixos no teto do quarto.


–Eles estão noivos?


Perguntou o cowboy musculoso de olhos e cabelos escuros apoiando a cabeça em um braço, fitando-a diretamente.


–Parece que sim, mas não vi nenhum anel no dedo dela, respondeu com um misto de inveja e desdém.


–Hum... Não sei... Talvez fosse melhor desistirmos, falou casualmente. Ela virou-se em sua direção com os olhos dardejando.


–Nunca! Se quiser cair fora, fique à vontade, mas eu já tracei o meu destino e não vou desistir de ter Edward Cullen! Ele era meu até essa vadia aparecer do nada!


–Tânia, eles cresceram juntos e...


–Poupe-me desses argumentos imbecis, Vincent! Você mostrou-se encantado com Isabella aquela noite no bar do Riley e disse que queria ficar com ela... E só por isso me aliei a você! Mas se quer cair fora esta é a sua chance, disse apontando com o dedo em riste para a porta de seu quarto.


–Outch!


Brincou levando a mão ao coração como se ela tivesse lhe dado um golpe certeiro no coração.


–Humpf! Bufou irritada.


–Já parou para pensar que talvez nós dois juntos... Poderia dar certo, retrucou afagando o rosto feminino com as pontas dos dedos.


–O que nós dois temos é sexo e nada mais que isso. Fui bastante clara com você quando começamos a sair juntos e não pretendo mudar os meus planos.


–Calma minha ruiva... Não precisa ficar brava...


http://fotos.noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2012/11/12/veja-fotos-da-primeira-temporada-da-serie-beauty-and-the-beast.htm#fotoNav=4

** Vejam e babem meninas... Ai, ai...


–Detesto argumentos imbecis! Você presisava ver a cara da Esme quando me viu chergar hoje... Parecia que eu era a intrusa e não Isabella! E o Senador então?! Tive de disfarçar e engolir o meu ódio!


–Acho que sei o que fazer para lhe acalmar um pouco, respondeu pagando o cigarro das mãos dela, apagando-o e rolando sobre a mulher mais uma vez. Ela sorriu amplamente, acariciando a cicatriz em sua face, entregando a ele um par de algemas de tecido. Em questão de minutos ela estava amarrada a cabeceira da cama enquanto ele a possuía mais uma vez de maneira selvagem.


CONTINUA........



Notas finais
Bom agora vcs já sabem que não é o Jake que está com a Tânia e sim O Vincente, o cowboy que deu em cima da Bella na noite em que ela, a Ângela e a Rose foram ao bar do Riley..... XERO!!!