Orgulho E Sedução.
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Cap. 25
Emmett e Rosalie.
Meu pau duro latejava só de olhar para ela. A roupa era sexy sem ser vulgar e ela exalava sensualidade por cada poro de sua pele alva e macia.
–Está com frio?
Perguntei ligando o aquecedor.
–Não.
Fiz algumas tentativas de estabelecer um diálogo, que não surtiram efeito algum.
Durante todo caminho para casa Rose não disse uma só palavra, o que me fez acreditar que ela tinha me beijado com tanto ardor no bar para mostrar a Jéssica que nós estávamos bem. Suspirei profundamente vendo-a sorver mais um gole da lata de cerveja que trazia nas mãos.
–Tem certeza de que deveria tomar mais esse gole?
Minha preocupação era genuína. Rose nunca tivera muita resistência à bebida.
–Sou maior de idade, Emmett. Sei me cuidar. E além disse só tomei três latas, falou sem desviar os olhos da estrada.
–Cinco, afirmei calmamente.
–Por que está contando? A irritação já transparecia em sua voz.
–Por que você não costuma beber muito, falei com a voz baixa.
–Todo mundo tem que encher a cara algum dia.
–E esse dia seria hoje?
Ela deu de ombros e não respondeu.
–Quer parar em algum lugar para comer?
–Não.
–Vai passar mal se não comer alguma coisa, falei tentando usar o meu tom especial de persuasão.
–Isso é problema meu, Emmett, disse com raiva. Eu sabia que já era o efeito do álcool em seu organismo e por isso preferi me calar. Ela levou à lata a sua boca virando-a e entornou o líquido que restava de uma só vez, amassando o recipiente em seguida e jogando aos seus pés no carro. Achei melhor abrir os vidros deixando que o ar da noite entrasse nos envolvendo. Rose iria precisar de todo frescor da brisa fria e suave muito em breve.
–Vai demorar muito?
Perguntou inquieta remexendo-se no banco. Eu sabia que o próximo passo seria encostar o carro no acostamento.
–Estamos quase lá, respondi. Ela sorriu amargamente.
–Deve estar me achando uma tola, falou lamentando-se.
–Eu nunca me casaria com uma mulher tola, respondi tranqüilizando-a.
–Arg...
Gemeu baixinho.
–O que foi?
Eu já sabia a resposta, mas ainda assim fiz questão de perguntar.
–Pare! Por favor, Emmett... Pare agora!
Antes que ela terminasse a frase eu já tinha encostado o carro e desligado o motor.
–Eu... Eu vou... Vomitar, respondeu colocando a cabeça para fora e vomitando logo depois. Esperei pacientemente que ela botasse tudo para fora, limpasse a boca com um lenço umedecido que sempre trazia no cofre do carro e recostasse no banco do passageiro para ligar o motor outra vez e dar a partida.
Rosalie.
–Sua tonta!
Murmurei fitando minha imagem patética e deprimente no espelho do banheiro. Eu estava disposta a dar uma senhora lição no meu marido e não haveria uma noite melhor que aquela para isso. Mas quando chegamos ao bar do Riley e vi a vagabunda da Jéssica Stanley usando roupas vulgares, montada no touro mecânico com todos a sua volta aplaudindo-a e encoranjando-a, eu surtei. E naquele instante eu precisava provar para todos e para mim mesma que era melhor que ela. Muito melhor. Para minha sorte talvez, Bella e Ângela foram dançar e me chamaram, mas como tinha outros planos em mente, recusei deliberadamente o convite. Quando me certifiquei de que estava sozinha, fui até lá e me inscrevi para montar o touro. Eu já havia feito aquilo inúmeras vezes quando era mais jovem, mas no momento sentia-me meio enferrujada e insegura. Estava com os nervos a flor da pele e fiz uma grande tolice: para criar coragem comecei a beber. Eu sabia que na hora em que os rapazes descobrissem onde nós estávamos eles iriam bater lá. E estava esperando por isso. O beijo que dei em Emmett foi proposital. Ela veria que nós estávamos juntos e felizes, ou pelo menos pensaria assim. E tudo saiu exatamente como eu havia previsto... Menos o fato de eu ter que enfiar a cabaça para fora do meu carro e vomitar daquele jeito. E agora eu estava envergonhada e constrangida. Um longo e malfadado suspiro escapou da minha garganta. Minutos depois ele batia à porta do banheiro.
–Rose, você está bem?
Ele estava sendo gentil e cuidadoso.
–Eu vou ficar bem, não se preocupe. Pode ir se deitar, falei sentindo as lágrimas queimarem em meus olhos.
–Não vou sair daqui até me certificar de que você esteja bem, disse num tom calmo, mas firme.
–Ok, respondi abrindo a torneira da pia deixando que a água forte escorresse alguns segundos, antes de encher as mãos e lavar meu rosto com vontade.
–Sabe que vai acordar com uma ressaca brutal, não sabe?
Sim, eu sabia. E apesar de já estar sóbria, eu me sentia completamente sem energia para conversar ou discutir qualquer coisa que fosse. E também não queria ir para cama com ele, não para fazer amor. Para dormir tudo bem, mas para namorar não. Eu só baixaria minha guarda depois de uma longa conversa. Depois de mais um suspiro e outra olhada no meu reflexo, decidi para de me lamentar, pois aquilo não levaria a nada. Respirei fundo, enchendo os pulmões, empertiguei meus ombros e saí decidida do banheiro, afinal de contas o que estava feito, estava feito e como diz o ditado: Não adianta chorar sobre o leite que foi derramado.
Assim que os seus olhos castanhos pousaram sobre mim, ele sorriu amplamente fazendo com que as covinhas charmosas em sua face aparecessem. Prendi a respiração involuntariamente. Eu o amava com todas as minhas forças. Estendeu as mãos entregando-me uma xícara fumegante. Aceitei e olhei para o líquido amarelo escuro, sentindo o cheiro da mistura de ervas fazendo uma careta de repulsa. Ele riu.
–É chá de boldo e gengibre. Vai ajudar a passar o seu enjôo.
–Não sei se consigo tomar, repliquei fazendo uma careta, sentindo meu estômago revirar, gemendo só em olhar para a xícara.
–Faça um esforço. Sente-se, pediu.
Sentei numa poltrona grande e macia cor de chocolate, que se encontrava do lado oposto a nossa cama.
–Rose...
Falou num suspiro.
–O que?
Perguntei sentindo o gosto amargo do líquido quente descendo garganta a baixo.
–Não vou morder você, disse cruzando as mãos sobre o colo. Ergui as sobrancelhas tomando mais dois goles, fitando-o diretamente.
–Mas bem que gostaria, rebati. Ele sorriu e eu quase me desmanchei toda.
–Você me conhece, falou levantando tirando a camisa e em seguida a calça. Juro que tentei ignorar, mas parecia que os meus olhos tinham adquirido vida própria e não obedeciam aos comandos do meu cérebro. Ele andou de cuecas um pouco, para lá e para cá e depois foi até o closet pegando um pijama curto listrado de azul e branco e vestindo.
–Está disposta a conversar?
–Não, respondi balançando também a cabeça. Ele assentiu.
–Amanhã então?
–Sim. Hoje não estou me sentindo muito bem, falei baixinho.
–Ok. Então vamos só dormir juntos, como ontem. Tudo bem para você?
–Sim, respondi. Apesar de todos os nossos problemas, eu não podia negar que ele estava tentando realmente mudar desde que Bella havia voltado a Breaking Dawn e não iria ser hipócrita, pois adorava dormir aninhada nos braços fortes do meu marido, sentindo seu cheiro, seu corpo junto ao meu e me sentindo mais que segura. Ele afastou as cobertas, deitou-s e ficou esperando que eu terminasse de beber o chá, me trocasse e deitasse ao seu lado.
–Boa noite, falei dando-lhe as costas, sentindo ele me puxar contra si. Senti os músculos rijos do tórax bem definido encostados a minha pele, o cheiro de sua colônia amadeirada, os braços protetores a minha volta... Senti-me em paz.
–Boa noite, amor. Falou baixinho. Fechei os olhos relaxando e esperando o sono que não tardou a chegar.
–------
Edward
Subi as escadas numa velocidade quase vampiresca. Eu tinha uma sede incontrolável por ela. Uma fome ansiosa, imperiosa e ao que parecia insaciável. Descobrir que ela me amava fez tudo valer à pena. A espera, o sofrimento, as noites insones e o vazio dentro do meu peito pertenciam ao passado e lá ficariam para sempre. Agora eu precisava amá-la com toda paixão e amor que estavam transbordando em meu peito.
–Edward... Sussurrou enquanto eu arrancava as roupas de seu corpo. Em questão de segundos ela estava nua em minha cama. Mas mantive os sapatos. Era uma visão apelativa e devastadoramente sexy. E estava fazendo miséria com a minha libido. Meu pau duro latejava implorando por alívio dentro da calça. Cinco segundos mais tarde as roupas de Emmett estavam desordenadamente espalhadas pelo chão. Nota mental: Tirar a calcinha de Bella do bolso e guardar nas minhas coisas antes de devolver a calça para o grandão. Ela percorreu meu corpo com o olhar e esperou. Subi na cama de joelhos, postando-me ao seu lado, acariciando suas pernas macias, subindo pelas coxas torneadas, acariciando cada recanto de sua pele. Ela suspirou deitando a cabeça no meu travesseiro. O cheiro de morangos selvagens dos cabelos cor de mogno penetrou em meu cérebro.
–Como vai ser Bella? Como quer que eu te foda? Duro e rápido ou lento e fácil?
Um sorriso brincou em seus lábios travessos.
–Como você quiser Edward. Me faça sua. Agora.
Aquela frase iria queimar em meu cérebro e em minha alma.
–Porra, linda, assim você vai me deixar doido...
Ela riu e estendeu as mãos chamando-me. Levei minha mão até sua buceta, constatando quanto molhada ela estava. Bella gemeu e eu afastei suas pernas penetrando-a de imediato. Ela suspendeu as pernas enroscando-as em volta da minha cintura, jogando o corpo para frente, me recebendo todo. Comecei os movimentos com uma lentidão deliberada. Ela gemia, choramingava baixinho e arranhava de leve as minhas costas com as unhas.
–Lento e fácil, falei dando uma longa estocada dentro dela. Em seguida me retirei completamente deixando-a desesperada, vazia, Ardendo, para tornar a enchê-la de novo, abrindo-a, desvendando nervos sensíveis e escondidos enquanto seu clitóris apertava com iminente liberação.
–Vou tomar conta do seu clitóris e dessa buceta linda a noite toda, falei escorregando uma mão por entre nossos corpos, encontrando o brotinho inchado e começando a esfregá-lo. Isabella buscou pelo ar que ameaçava faltar em seus pulmões.
–Como pode ser tão...
Resfolegou baixinho. Eu ri mordiscando de leve sua orelha.
–Está melhor que lá... No bar...
–E vai ficar melhor... Acredite gatinha... Vou exigir tudo de você hoje...
Bella.
Fechei os olhos enquanto ele dizia coisas obscenas junto a minha orelha. Seu hálito morno batendo em minha pele, me deixando arrepiada. Meu corpo tremia a cada investida, minha vagina palpitava em antecipação. Eu sentia tudo, mas não conseguia acreditar que o sexo pudesse ficar melhor a cada vez. Lutei por ar novamente. Edward estava levando meu corpo ao limite, deixando-me insana, perdida no tempo, fazendo com que eu largasse minhas inibições e ansiasse por ele cada vez mais. Ele continuou descrevendo tudo o que queria fazer comigo, sussurrando suas fantasias e exigências, um erotismo sem igual, envolvendo-me, sugando-me num frenesi de sensações poderosas e intensas. Meus músculos começaram a apertar em torno dele...
–Porra, você está tão perto. Grunhiu baixinho. -Você está ficando mais apertada, disse começando a se mover mais rápido.
–Edward... Sim, mais rápido. Sim, assim... Oh, Edward, eu quase... Não posso... Suportar.
O prazer estava me açoitando, impelindo-me, girando loucamente. Minha barriga tremia. Senti a doce e forte tensão crescendo... Estrelas cadentes... Pequenos pulsos de êxtase correndo. Os dedos dele esfregaram sobre meu clitóris, ao redor, incitando, dedilhando, exigindo Tudo. Tão perto. Tão perto. Eu estava tão perto... Edward movia-se mais rápido, nossos quadris se chocando, bombeando dentro de mim, empurrando com pesadas, fortes, excitantes investidas...
Uma descarga elétrica me rasgou de cima a baixo, batendo diretamente em meu clitóris.
–Vou gozar.
As palavras sibilaram dos meus lábios e Edward rosnou baixo grunhindo e invadindo meu corpo profundamente.
–Oh céus... Edward. Eu vou gozar.
–Goze, gatinha, goze. Goze para mim. Pediu fodendo-me mais rápido do que eu achava que era possível.
–Deixe essa buceta me chupar com força!
Falou entre dentes. E ouvir aquilo foi o meu fim. Meu orgasmo explodiu numa onda caótica e quente. Pelo estímulo das palavras dele, pelas as fortes golpeadas carícias dentro de mim e pelo trabalho dos seus dedos. Um calor me tomou por inteiro. Gritei me contorci contra ele, a cabeça agitada contra o travesseiro. Meu corpo sacudiu com os violentos tremores pulando, devastando, vibrando em meu ventre, derrubando-me indefesa, num abismo que me consumiu e me largou, convulsionando sob o corpo firme e másculo, debaixo dele. Ouvi quando ele grunhiu meu nome e endurecia. Seu membro pareceu inchar palpitar e derramar jatos de fogo nas minhas entranhas. Edward foi engolido pelas mesmas sensações que eu, cobrindo-me com seu corpo, estocando sem parar até ser completamente tragado pelo prazer crescente, levado para outra dimensão.
Caí debaixo dele e longos minutos depois o senti se mover, desabando sobre mim. Ouvi o ofegar de sua respiração entrecortada no vão do meu pescoço. Ele então moveu-se a rolou, colocando-me por cima, nossos sexos unidos. Senti o sono querendo me oprimir e ele praguejou alto.
–Nós ainda não terminamos, Bella. Este foi apenas o terceiro. Faltam dois.
OMG! Eu mal conseguia respirar e ele vinha com aquela conversa sexy?! Inspirei profundamente tentando ordenar meus pensamentos antes de falar alguma coisa.
–Acho que vou precisar de uns minutinhos... Minha respiração descompassada chegou até ele que sorriu torto.
–Vou precisar te dar umas vitaminas. Você está meio fraquinha, amor.
“Amor”... Doce som... A palavra nesse instante parecia feita de açúcar.
–Você... Só pensa em sexo?
Consegui balbuciar fracamente.
–Eu não era assim, mas desde que você voltou fiquei obcecado, respondeu. Sua voz rouca e sexy estava levemente divertida. Meus olhos começaram a pesar.
–Me dê só um tempinho... Acordei muito cedo...
Sentiu seus dedos em minhas costas. Ele me puxou, ajeitando melhor nossa posição na cama, saindo de dentro de mim. Protestei vagamente, sentindo seus braços me envolvendo, a palma da mão dele, lisa sobre o meu ventre, alisando com carinho. Uma sensação de paz me tomou. Gostei disso. Um beijo foi pressionado em minha fronte. A borda da subconsciência me subjugou e eu me apertei mais contra ele. Foi à última coisa da qual me lembro...
Narrador.
Bella não sabia ao certo se estava sonhando ou não. Sentiu os lábioa ávidos sobre sua boca e respondeu ao carinho com volúpia. Logos depois o sentiu deslizar na cama de maneira que os seios redondos ficassem alcance da boca masculina. Sentiu a língua quente em seus mamilos e abriu os olhos, excitada, tomando consciência de que “tudo” estava realmente acontecendo. Edward a estava sugando ritmadamente. Ela gemeu alto. Ele veio até sua boca novamente.
–Adoro quando você se entrega.
–Edward... Você me deixa louca... Eu fico... Fora de mim... Disse movendo os seios na direção dele num convite sexy e irresistível, mas Edward apenas mordiscou-os, sem satisfazê-la por completo, arrancando suspiros de ansiedade e frustração.
–Possua-me, Edward... Agora.
Pediu roucamente. Ele enfiou uma perna por entre as dela e afundou-se naquela gruta quente, tenra e úmida, que o recebeu inteiramente, tornando os seus corpos num único ser. Bella forçou o corpo contra o dele, que respondeu de imediato, entrando e saindo do corpo feminino com investidas rápidas e vigorosas. Bella gemeu, Edward gemeu mais alto. Bella ergueu as pernas cruzando-as sobre as costas definidas, puxando-o mais em sua direção, seus sexos pulsavam exigindo o alívio do prazer, levando-os por caminhos sedutores e deliciosos.
–Estou perto, Bella, sussurrou lambendo o lóbulo da orelha feminina.
–Eu também, ela respondeu num suspiro.
Com mais três investidas profundas, os dois foram incapazes de resistir e entregaram-se ao orgasmo crescente que os dominou pela quarta vez naquela noite...
–Edward, eu não agüento mais... Sua voz estava entrecortada como sua respiração. Ele sorriu preguiçoso, ainda sob o efeito recente do êxtase arrebatador e poderoso.
–Vai ter que agüentar gatinha. Eu ainda não estou completamente saciado... Respondeu baixando a cabeça e depositando um beijo no suave quadril feminino.
–Não consigo... Mais...
–É só ficar quietinha. Deixe que eu faça todo o trabalho. Bella ainda entorpecida conseguiu esboçar um fraco e débil sorriso.
–Você é impossível...
–Eu costumava sonhar com isso, sabia?
Perguntou sorrindo e deslizando os dedos sobre as curvas macias do corpo feminino.
–Hum... Sonhar com o que, cowboy...
–Trazer a filha do capataz para o meu quarto, afirmou num gracejo.
–É mesmo?
–Sim. Eu adorava quando você ajudava Emily a arrumar os quartos e forrar as camas. Ficava admirando suas lindas pernas.
–Bobo.
–E torcia para que desse um vento e a saia do seu vestido levantasse. Assim eu teria a perfeita visão do paraíso.
Ela engasgou num sorriso. Edward Cullen era simplesmente impossível.
–O que eu vou fazer com você?!
Disse segurando o rosto dele com ambas as mãos.
–Me amar. Para sempre. Os olhos verdes escurecidos pelo desejo brilhavam sérios na escuridão do quarto iluminado pelos raios da lua. Ela lhe deu um olhar solene.
–Vou fazer isso, Edward. É uma promessa.
Os lábios foram selados num beijo tranqüilo. As mãos masculinas voltaram a excitá-la com maestria. O corpo de Bella reagiu de imediato, como se tivesse vontade própria e a dança dos amantes recomeçou mais uma vez... Suave, lenta, sensual e carregada de prazer e luxúria. Os toques dele eram precisos, hábeis. Ela gemeu. Ele gemeu de volta. As bocas e as mãos subiam e desciam sobre suas peles, estimulando, provocando, sentindo, degustando. Bella afastou-se baixando a cabeça e provando-o com sua boca. Edward lançou a cabeça pata trás e gemeu profundamente. O deslizar da língua e dos dentes sobre o seu membro, enlouquecia-o. O prazer cresceu. Edward a empurrou com suavidade, deiotando-a na cama. Seus olhares se cruzaram. Bella afastou as pernas e Edward a possuiu novamente. Ele entrava e saía levando-a ao limite junatmente consigo. Alguns minutos depois foram novamente arrebatados por um clímax mágico, poderoso e extenuante.
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