Orgulho E Sedução.
24 Capítulo 24
Notas iniciais
Tiih....
PDV Edward.
Assim que eles entraram na casa, Edward olhou em volta franzindo os lábios com a bagunça permanente da cozinha. Seu semblante carregado atraiu a atenção de Isabella que acompanhou o olhar dele.
–Droga! Isso aqui está horrível!
Lamentou.
–Liguei para um empreiteiro, mas até agora nada. O estado da cozinha é lamentável. Um caos.
–Sem falar nos perigos que existem ali, Bella disse apontando para o assoalho descolado.
Ele voltou-se em sua direção com o cenho franzido.
–Você se machucou?
Perguntou olhando-a diretamente nos olhos.
–Não exatamente, mas foi por pouco.
–Merda! Esbravejou nervoso. — Hoje dormiremos aqui, mas amanhã mesmo faremos nossas malas e vamos passar uns dias na casa dos meus pais. Vou trazer uma equipe com pedreiro, marceneiro, mestre de obras, arquiteto e sei lá mais o que para começaram a reforma ainda esta semana.
–Posso ficar na casa do meu pai.
Eu a fitei estranhamente.
–Ele não tem quarto de hóspedes, falou esperando que ela entendesse.
–Posso ficar no meu quarto, respondeu.
–E eu?
Sua expressão era séria, os braços cruzados sob o peito.
–Na casa dos seus pais, falou como se fosse a melhor coisa do mundo. Edward fez um muxoxo com a boca evidenciando seu desconforto.
–Não gostei muito dessa parte.
–Por quê?
–Não é óbvio?! Como vamos poder dormir juntos?!
Falei já estressado. Ela sorriu e passou os dedos pelo encosto do sofá, dando a volta e sentando, cruzando as pernas bem devagar. Meus olhos baixaram acompanhando o movimento das pernas bem feitas. Fui ao céu e ao inferno ao mesmo tempo. Meu pau vibrou exigente quando vi através da brecha da saia jeans a buceta depilada. Bella continuava sem a calcinha que estava no bolso da minha calça.
–Baby, se quer realmente conversar, sugiro que não fique me provocando dessa forma, porque nesse momento a única coisa em que eu consigo pensar é em te pegar no colo, subir as escadas depressa, te jogar na minha cama e te dar os três orgasmos de hoje que ainda estou devendo.
PDV Narrador.
–Está com fome?
–Um pouco, disse Bella sentando com cuidado para não dar mais nenhum lance. Ela sabia que terminaria a noite nos braços dele, mas agora o que eles mais precisavam era de uma boa e esclarecedora conversa.
–Trouxe dois sanduíches de rosbife da Emily para cá. Bella sentiu sua boca encher d’água quando ele mencionou os sanduíches. Emily era uma cozinheira magnífica.
–“Aquele sanduíche de rosbife”? -Com cenoura e queijo?
–Pode apostar que sim, respondeu desaparecendo no interior da cozinha e voltando em seguida com os sanduíches e duas garrafas de cerveja. Bella aceitou e devorou o sanduíche em poucos minutos. Edward a observava divertido. Um apenas, não mataria a sua fome, mas ele não diria isso a Bella ou certamente ela se privaria de comer para dar uma parte do seu lanche a ele. Beberam as cervejas nos gargalos das garrafas mesmos. Bella fez menção de levantar para levar as coisas de volta para a cozinha, mas ele impediu, colocando tudo sobre a pequena mesa de quatro lugares num canto da sala. Edward sentou em outro sofá respeitando o espaço que havia entre ele e deu um pigarro discreto.
–Que tal conversarmos agora?
–Tudo bem.
–Você primeiro.
Bella suspirou umedecendo o lábio inferior com a ponta da língua. Aquilo mexeu bastante com a libido dele, mas Edward fez um esforço para controlar-se.
–Bom...
Começou a dizer nervosa, enquanto Edward esperava.
–Eu fiquei treinando isso na minha cabeça durante um bom tempo. Então...
–Então?
–Por favor, me escute, pediu.
–Bella...
Ela respirou fundo varrendo sua mente em busca das palavras certas.
–Você disse que nós estamos juntos, que estamos namorando oficialmente certo?
–Correto. Ele começou a sentir seu coração bater mais forte, as mãos suadas, a dúvida rasgando seu coração ao meio. Por uma fração de segundos, Edward cogitou a possibilidade de Bella estar arrependida por aceitar ficar com ele. Sem perceber a inquietação que o afligia, ela continuou:
–Então presumo que você quer isto. Ficar comigo. Namorar-me.
–Sim. Quero muito, falou sentindo sua pulsação acelerar. Ele sabia que não seria feliz sem ela. Bella pertencia a ele, estava marcada nele para sempre.
–É o que eu também quero Edward, disse ela deixando-o aliviado e feliz ao mesmo tempo.
–Você me assustou, gatinha, falou dando seu melhor sorriso torto, o qual fez Bella perder momentaneamente a concentração.
–O que?
–Nada. Prossiga, por favor.
–Um relacionamento tem que ter bases sólidas, Edward. Tem que haver confiança mútua, respeito e diálogo, falou enfatizando especialmente a última palavra.
–Tudo bem. Você está certa.
–Que bom que você concorda Edward, porque ontem no avião, mal me deixou falar.
Ele ergueu as mãos num gesto que indicava rendição.
–Me desculpe.
–Desculpar é fácil, mas a mágoa não desaparece assim tão facilmente.
–Bella, olhe...
Ela estendeu a mão pedindo que ele se calasse. Ela anuiu e esperou.
–Você disse que eu fugi que fui embora daqui... Você estava certo. Sinto muito, Edward. Eu errei.
Falou com a voz soando áspera, desviando os olhar do dele, fitando seus próprios pés. Edward encarou-a surpreso. Era a primeira vez que admitia aquilo para alguém além dela própria e de sua psicóloga. Suspirou longamente antes de continuar:
–O que aconteceu entre nós, aquela tarde no lago...
–Eu te fiz mulher, ele disse ternamente fazendo-a corar.
–Eu sei e naquele momento... Tudo que aconteceu foi demais para mim, Edward. Eu tinha dezessete anos e de repente me vi no meio de um monte de coisas novas, sensações intensas, e eu não sabia o que fazer. Fiquei perdida, zonza, desorientada... E não havia ninguém com quem eu pudesse conversar. Rose era tão ou mais imatura que eu. Meu pai, nem pensar, disse rolando os olhos. — Eu morreria de vergonha de tocar num assunto assim com ele. Morreria antes mesmo de abrir minha boca, falou estremecendo.
–Minha mãe?
Ele questionou. Mais um longo suspiro foi ouvido.
–Cheguei a pensar nisso, Edward, juro, mas Esme apesar de ser uma pessoa maravilhosa, é a sua mãe. Ela poderia ficar brava com você, comigo, sei lá. Ou de repente forçá-lo a assumir um compromisso, um namoro sério...
Algo agridoce o fez sentir uma inquietação no peito, uma emoção suave e áspera, um misto de tristeza, alegria e um emaranhado de outros sentimentos que não conseguiu definir. Bella prosseguiu:
–O fato é que eu não podia lidar com aquilo. Você vivia me infernizando, implicando comigo, me apelidando, metendo-se em todo tipo de confusão e trocando de garotas como quem troca de roupas. E ainda se vangloriava disso. E de repente nós tínhamos feito amor.
–Você achou que eu faria a mesma coisa com você, disse sentindo um gosto amargo em sua boca.
–Eu nem sabia o que pensar, para ser sincera. Mas eu não poderia ficar aqui e ver você me ignorar ou talvez agir como se nada tivesse acontecido.
Os olhos dele arregalaram-se surpresos. Um tom púrpura de nuances cinza, preto, azul marinho e vermelho estendeu-se como um céu tempestuoso, da sua mente até o seu coração num rasgo veloz e esmagador.
–Eu jamais faria isso, Bella! Escute! Você sempre foi diferente para mim. Você e a Rose eram especiais. Eu e Emmett sempre soubemos disso, emendou.
Eles se encararam por alguns segundos.
–Não podemos mudar o passado, mas é importante que você saiba por que eu parti.
–Você podia ter me procurado, disse com tristeza.
–Eu sei, mas não tive coragem. Achei que você riria na minha cara, me humilharia e me mandaria voltar para casa. Tratei de encarar aquilo como um fracasso épico. O meu maior fracasso, concluiu com a voz embargada.
Edward empalideceu brutalmente quando escutou aquilo. Ele sabia que ela estava abrindo completamente seu coração e sua alma. Bella notou seu desconforto e apressou-se em se corrigir.
–Mas hoje eu sei que você não me deixaria ir embora. Você ficaria comigo, ou ao menos tentaria.
A frase que ele proferira no avião: “A única coisa que eu queria era você”, ribombou piscando em letras luminosas dentro da cabeça dela.
–Está certa. Eu nunca deixaria você ir embora. Estava disposto a deixar a turma dos motoqueiros para trás, as farras, as transas sem compromisso, voltar para a faculdade e fazer o que fosse preciso para ficar com você. Tem idéia do quanto eu fiquei devastado?! Bella, eu passei uma semana no meio do mato, acampando, dormindo no chão e quase sem comer. Eu me embriaguei por dias seguidos, não queria ver ninguém. Só queria beber até cair para esquecer. Esquecer que você tinha se entregado a mim e depois tinha fugido, como se eu fosse algum demônio, um monstro, um doente ou sei lá o que. Eu achei que tinha te machucado, te ferido, que você me odiava por isso e quase enlouqueci.
Bella encolheu-se com o desabafo, visivelmente desconfortável.
–Desculpe-me.
–Como você mesma disse, não podemos mudar o passado.
–Você passou um tempo difícil, Edward. Por minha causa. Rose me falou que você andava estranho. Ela sempre me ligava e disse isso algumas vezes, mas não explicou direito.
Ele olhou para longe, sue olhar perdendo-se no vazio.
–Ela não poderia. Ninguém poderia explicar. Charlie e Emmett foram atrás de mim. Expulsei-os de lá.
–Você sempre foi muito orgulhoso, comentou.
–Orgulho devia ser o meu primeiro nome, disse amargo. –O meu pai apareceu logo depois do Emmett e do Charlie e eu fugi me embrenhando na floresta. A única pessoa que conseguiu me trazer de volta foi mamãe. Uma semana depois.
Silêncio. Bella suspirou.
–Me perdoe Edward.
Ele assentiu.
–Eu devia ter imaginado o quanto você também estava sofrendo. Como você mesma disse, era apenas uma adolescente na época.
–Eu sobrevivi. E você também. E agora nós estamos juntos, Edward.
–Eu sei. E tenho um medo da porra que você acorde um dia e decida ir embora de novo.
Bella sorriu.
–Aquela conversa no avião, quando falou sobre a sua carreira... Caralho, Bella, eu surtei. Desculpe-me.
–Você não me deixou falar, ela disse sentindo seu coração transbordar de amor.
–Eu sei que agi errado, mas não consegui me controlar. Desculpe ok?
–Está desculpado, mas quero que saiba que a minha carreira é muito importante para mim, Edward.
–Eu sei, disse passando a mão pelos cabelos bagunçados.
–Mas você é mais importante, disse num sussurro.
Ele parou. Não respirou. Não moveu um músculo sequer.
–O que?!
Perguntou ansioso e pálido. Não tinha certeza de ter escutado direito. Bella reuniu toda coragem que lhe restava, levantou, andou calmamente até ele, sentou ao seu lado e segurou suas mãos com as dela, fitando-o diretamente nos olhos.
–Você sempre foi e sempre será mais importante que a minha carreira, Edward. Você, papai, Rose, seus pais, Breaking Dawn... Depois que voltei e que passamos a ficar juntos entendi muitas coisas.
Ele a fitava com o coração disparado. Seus medos e suas dúvidas se desvanecendo num mar de esperanças que via refletido agora nos olhos castanhos escuros da mulher que amava.
–Você me envolve, seduz, encanta e ao mesmo tempo me deixa furiosa, louca da vida. Você consegue o melhor e o pior de mim, Edward.
Agora ela compreendia isso muito bem.
–Posso dizer exatamente a mesma coisa, falou com um meio sorriso trazendo-a para o seu colo, acomodando-a sobre si, dando-lhe o sorriso torto que seria capaz de incitar uma manada de gado. Os olhos suaves como o mar quando está verde brilhavam pela emoção. Bella perdeu a concentração por um momento, mas buscou o ar, recuperando-se e fitando-o diretamente nos olhos.
–Eu te amo, Edward.
Ele arregalou os olhos.
–O que disse?
–Que você me deixa louca, furiosa, ela respondeu mordendo o lábio inferior, levando-o entre os dentes.
–Depois disso.
–Que eu amo você. Que piada não?
–Piada?!
–Devo ser muito idiota, resmungou divertida.
–Repita.
–Eu te amo, Edward.
–Mesmo? Isso é sério?! Você me ama, Bella?!
Seu coração galopava disparado, suas mãos tremiam, sua respiração estava entrecortada devido à forte emoção.
–Sim, mas e quanto a você?
Ele abraçou-a sem conseguir conter as lágrimas, enterrando seu rosto nos seios macios cobertos pela blusa preta justa.
–Deus do céu! Eu faria qualquer coisa por você e você ainda tem dúvidas?!
–Edward...
–É claro que eu te amo!
–Oh céus... Quanto tempo nós desperdiçamos...
Ele colocou um dedo sobre o lábio dela, silenciando-a.
–Escute: Eu sei que não sou fácil e que teremos problemas. Sou impulsivo, esquentado, possessivo, ciumento e você, gatinha me faz perder a cabeça como ninguém. Num minuto você age como se não se importasse comigo e no minuto seguinte como se precisasse de mim para sempre. Achei que fosse um jogo no começo, mas quando estamos na cama... Porra Bella, você me completa como nenhuma mulher jamais consegui. Pensei em te seduzir, eu tinha um plano e...
–Você tinha um plano?!
–Sim. Eu ia te deixar tão viciada em mim, que você não ia conseguir beijar mais ninguém, nem um simples beijo, quanto mais o resto!
Bella gargalhou com vontade. Ela amava e era correspondida da mesma forma. O que mais poderia querer?!
–Edward Anthony Cullen, você é impossível!
–Só quando se trata de você, respondeu sem ter vergonha de enxugar as lágrimas de felicidade que rolavam pelo seu rosto.
–Eu te amo seu bobo. Te amo desde a nossa adolescência.
–Eu também, embora não me desse conta disso. Eu só pensava em você, só sonhava com você e só queria você.
–Edward... A emoção foi intensa, Bella não sabia o que dizer.
–Emmett sabia que você mexia comigo e muitas vezes me perturbava por isso. Eu ficava louco da vida e partia para briga. Nunca percebeu que eu ficava mais calmo com você por perto?
–Não. E quanto a minha carreira...
Ele a interrompeu.
–Escute, está bem? A fazenda sempre foi o meu lar, mas apesar de adorar viver aqui, se quiser ir embora depois que pegarmos esse maluco que anda atrás de você, tudo bem. Vou viver com você onde quiser. Em qualquer lugar. Não espero que abra mão da sua carreira de tradutora por mim, mas não posso mais ficar sem você, Bella. Não consigo mais viver sem você. Eu tentei por cinco anos, lembrando todas as noites de como foi maravilhoso ter amado você aquela tarde no lago. Faço qualquer coisa para ter você comigo, mesmo que isso signifique sair das montanhas e de Montana.
Bella sentiu seu coração bater mais forte. Edward sempre a amara. Se ela não tivesse sido tão imatura na época, as coisas com certeza seriam diferentes. Eles poderiam até estarem casados, como Rose e Emmett.
–Me desculpe Edward, eu não sabia, eu nem desconfiava... Você nunca me disse nada...
–Naquela época nem eu mesmo sabia que era amor. Eu só sabia que precisava de você como nunca havia precisado de ninguém. Quando percebi que era virgem eu quase morri de tanta felicidade. Quando nos amamos pela segunda vez, tudo parecia perfeito. E aí você ergueu o olhar pra mim. Foi naquele momento. Você tinha um ar inocente, ingênuo... Sem máscaras. Você enxergou através de mim, Bella, tocou a minha alma. Cada toque seu na minha pele me consumia como uma labareda de fogo.
–Eu não percebi nada. Eu era inexperiente, ingênua, completamente imatura... Papai nunca conversou muito sobre sexo, eu entendo até o quanto era difícil para ele, falou num suspiro exasperado.
–Posso imaginar. Depois daquela tarde eu não queria sair com mais ninguém. Os garotos me ligaram para ir numa festa em Billings, mas eu recusei. Acharam que eu estava doente. Fui para casa e esperei que você aparecesse ou me ligasse, sei lá. Eu dormi e acordei com um sorriso enorme no rosto. Mas no outro dia...
–Você soube que eu havia ido com papai a capital.
–Sim e logo depois soube que você estava indo embora para a faculdade. Lembro como se fosse hoje... Sentei à mesa para tomar meu café da manhã e papai falou que meu dia seria cheio, pois seu pai não estava na fazenda. Ele tinha ido até a cidade providenciar tudo para a sua mudança. Não acreditei. Parecia que não tinha significado nada para você. Foi um pesadelo. Tive raiva de você por estar desprezando a coisa mais maravilhosa que já tinha me acontecido. E fui orgulhoso demais para te procurar.
Bella riu aconchegando-o mais.
–Mas saiba que eu sinto o mesmo. Sempre senti.
–Diga outra vez.
–Eu te amo, seu bobo, mas e quanto a Tânia?
–O que tem ela?
–Vocês tiverem um caso. Era uma afirmação e não uma pergunta.
–Sim, tivemos.
Ele confirmou sem titubear.
–E?
Ele a fitou confuso.
–E o que?! Não viu a minha reação hoje?! Acabou Bella. Nunca houve nada realmente sério entre eu e Tânia. Éramos parceiros de cama, nada mais. Eu quero você, eu estou com você e ponto final. Sua voz era firme e decidida.
–Você a amou?
A dor da resposta àquela pergunta seria como uma ferida no seu coração.
–Não, se não me casaria com ela, respondeu prontamente, fazendo com que Bella segurasse sua respiração. A implicação da frase era óbvia, embora ele não a tivesse pedido em casamento. Ainda.
–Caralho, esse é o dia mais feliz da minha vida!
Exclamou feliz.
–Pensei que fosse o dia em que eu voltei à fazenda, brincou mexendo nos cabelos dele.
–Foi um deles. Vou fazer uma lista.
–Quero ver esta lista depois, pediu beijando os cantos da boca masculina.
–Diga novamente, pediu acariciando de leve um dos seios enquanto ela gemia num suspiro de prazer.
–Eu te amo, Edward Anthony Cullen, repetiu feliz.
–Vai me dizer de novo, enquanto nos amamos?
–Quantas vezes você quiser. Mas... Nós não viemos aqui para ter uma conversa?!
Foi à vez dele então revirar os olhos.
–Meu Deus, quanta ingenuidade...
–Você disse que o seu primeiro nome deveria ser orgulho?
–Sim.
–Hum... Pensei num sobrenome para combinar...
–Qual?
–Sedução, ela falou com os olhos brilhando.
–“Orgulho e Sedução”? Nesse caso, acho que sou irresistível...
Respondeu deliciado pegando-a no colo e subindo as escadas em direção ao seu quarto. Bella deu um gritinho e segurou firmemente em seu pescoço, ansiosa pelo que estava por vir.
Notas finais
beijo
Kiki
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