Notas iniciais
gemtem espero que vocês gostem ]:

Quando os sonhos e a realidade ás vezes se misturam, é assim mesmo que deveria ser.

“Ele era musculoso, alto, moreno, gostoso e extremamente lindo. O homem dos meus sonhos. Era como estar assistindo ao ‘Titanic’. Eu estava em pé, em cima daqueles ferrinhos do navio, sabe? Como a Rose no filme. Ele me segurava pela cintura, como o Jack. O vento batia no meu rosto, fazendo os meus cabelos ‘voarem’ lentamente. Era estranho e ridículo olhando por outro ângulo. Estranho... Aquilo mais parecia um sonho. Sonho?”

Acordei assustada com o despertador tocando alto. Dei um murro no mesmo para que parasse de tocar, nada. Dei outro, nada. Levantei-me, totalmente exausta por trabalhar praticamente a noite inteira. Peguei o despertador e o joguei contra a parede. Não sei por que, mas me arrependi no mesmo instante.

–Ai meu Deus. –Corri até o despertador. –Meu denguinho lindo, você não quebrou não é?

Agarrei o despertador e o beijei. Coloquei no meu criado mudo e me joguei na cama.

–Ah cama, porque és tão aconchegante pela manhã? –bufei.

Fui em passos lentos até a minha cozinha-americana. Eu morava sozinha, num apartamento no Brooklin, New York. Eu adorava morar sozinha em algumas ocasiões, mas batia uma saudade de quando minha mãe fazia o meu café da manhã. Mas agora eu não posso pagar nem uma governanta. Gastei todo o meu salário do mês passado em bolsas da Gucci, alguns sapatos e vestidos de grife. Se arrependimento matasse... Hoje eu estou falida, cheia de dividas e esperando o meu chefe entregar o cachê.
Deu um branco, esqueci completamente o fui fazer na cozinha e lembrei que hoje teria reunião, ás sete. Voltei em disparada para o meu quarto que era quase ao lado da cozinha, olhei o relógio... SEIS E QUARENTA?

–Juntando o horário que demoro pra fazer minha higiene matinal, com o tempo que gasto pra me arrumar, mais o tempo que leva pra eu ir ao Starbucks, comprar um cappuccino e ir para WONDER dá no mínimo 20 minutos... -Falei incrédula.

Fiz minha higiene matinal em 5 min. — pelo menos. –Vesti a roupa que eu separei para vestir e desci até a garagem do condomínio. Tudo isso deu no mínimo 10 min. OK. Entrei no meu carro Mercedes vermelho, liguei a ignição e sai em disparada. No meio do caminho, surpresa pra Jane... Aposto que você não contava com essa. ENGARRAFAMENTO.

–Cassete. — Gritei e buzinei, até parece que buzinar vai diminuir ou tirar os carros da minha frente. –Droga! O Johnson vai me matar... –Olhei para os lados com a esperança de achar algum atalho, nada. –o jeito é esperar. –resmunguei.

**

–Merda, 07h20min. –bufei. – Será que ainda dá tempo? –Disse incrédula.

Comecei a correr, desviando das pessoas que estavam no meu caminho. Destino? Sala do meu chefe.

–Pra onde está indo mocinha?

Alguém me parou com o braço, me impedindo de passar.

–Ed, da licença? Deixa eu passar... –Pedi, ou melhor, implorei.

–Só se me der um beijo e dizer: O Ed é lindo, eu amo o Ed. –Ele falou fazendo biquinho.

Revirei os olhos. –Deita, dorme e sonha Edgar. Agora sai da frente que eu tenho uma reunião. –Ele abriu o caminho e eu passei.

–Nossa, ela ta apressadinha gente. –Ele falou rindo com a mão na cintura.

Pra esclarecer, Ed é o meu melhor amigo. Ou amiga. Sim, ele era gay. Ele era mais alto que eu alguns centímetros, mais velho que eu só um ano. Eu tinha 23 e ele 24. Ele era musculoso, moreno... “Ô desperdício.” Era isso que eu repetia pra mim mesma toda vez que o via. E acho que todas as mulheres daqui também.

Bati na porta. –Com licença, desculpe-me pelo atraso Sr. Johnson. Posso entrar? –Falei com um sorriso forçado. Incrédula.

–Jane Smith. –Ele disse sorrindo. –Só estava faltando você querida, entre.

Ufa, alivio. Isso era quase impossível, o Johnson nunca era assim. Era sempre tão, sério... Johnson era gordo, posso dizer fofinho? Usava um óculos pequeno, arredondado e vermelho. O que o deixava mais estranho do que já parecia ser. Ele era branco e careca. Careca? Não. Ele não se considerava careca, ele tinha um pouco de cabelo branco no topo da cabeça.

–Muito obrigada, prometo que isso não vai se repetir. –Entrei e me sentei na cadeira com o nome ‘Mrs. Smith’. –Então, sobre o que estavam discutindo?

–Sobre seu futuro, Jane. –Ele disse.

–Como assim, sobre meu futuro? Quer dizer então que vou poder publicar sobre política? –Sorri de orelha á orelha.

–Não é bem assim... –Disse Marinna séria.

–Você terá que fazer uma tarefa, que durará...

–Um ano. –Marinna completou.

–O que? Um ano? –Gritei sem querer.

–Mantenha a calma Srta.Smith, a sua tarefa é fácil. Feito ela você poderá realizar o seu sonho. Isso é o seu sonho não é? Publicar sobre política? –Marinna perguntou.

–Claro, mas...

–Sem mas Jane, escute o temos á te falar. –Ordenou John.

–Como eu disse você terá que fazer isso durante um ano, somente um ano.

–Tudo bem, mas o que é que eu tenho que fazer mesmo? –Perguntei sem entender.

–Ok. O trabalho é simples. Tudo que tem que fazer é fingir ser uma adolescente e estudar numa escola com vários outros adolescentes. Terá que escrever todos os dias, tudo o que passou com você e tudo o que os adolescentes fazem. Como um diário...

–Mas porque eu? –Não entendia.

–Porque é a que tem mais cara de adolescente, Jane. –Brincou John. Sorri meio sem graça. –E você também é a que mais sabe do universo teen aqui na empresa.

–Terá que mudar de nome, casa, vida... –Falou Marinna sorridente. –Será uma experiência única, aproveite. –Implorou ela pra mim.

Os dois estavam com ‘cara de cachorro pidão’. Pensei um pouco... Que mal faria ficar um pouco longe da empresa e aproveitar tudo o que eu não aproveitei na adolescência? Que mal faria? É, nenhum.

–Eu aceito. –Todos sorriram, inclusive eu.

Notas finais
Ô gente, da uma força ai. eu sei que não ta muito bom, todo começo é assim não é? não é? ]]]]]]]]]]]]]]]]: pelo menos comigo, a sem criatividade é. poxinha, mereço pelo menos 3 reviews pra continuar a história? deem sugestões
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.