Only you

11 Capítulo 11


Notas iniciais
Me desculpem se o capítulo não ficou muito bom, hoje fiquei totalmente sem tempo pra escrever, mas prometo recompensar no próximo. Vamos lá ;)

Anteriormente...

– Prepare um café forte quando chegar em casa, você está precisando.

– Não estou bêbada, Lanie.

– Beijaria o Castle novamente hoje?

– Oh, sim. – ela ligou o rádio do carro no último volume. – Faria tantas coisas com Castle hoje. – ela riu, na verdade, ela estava rindo de tudo.

– Oh, Girl, controle-se! – Lanie caiu na gargalhada junto com a amiga que estava completamente pirada.

Alguns minutos depois, Lanie anunciou que haviam chegado.

– Vou te levar lá encima. – Então ela acompanhou à amiga até seu apartamento.

Kate abriu a porta do apartamento e convidou a amiga para entrar.

– Entra, Lanie.

Elas entraram, kate jogou a chave encima da mesa.

– Vai tomar um banho que eu faço um café pra você.

– Obrigada, Lanie, você é minha melhor amiga, eu te amo, Lanie. – ela abraçou a amiga que ria da situação, Beckett estava animadinha demais.

– Também te amo girl, agora vai lá.

Beckett foi tomar banho enquanto Lanie fazia um café forte para amiga. Kate estava bem alegrinha, catava no chuveiro e ria sozinha. Depois de alguns minutos embaixo d’água ela sai enrolada em uma toalha.

– Está melhor? – Lanie estendeu uma xícara à amiga.

– Eu não estava mal, Lanie. – ela pegou a xícara.

– Uhum, sei. É bom ter alguns remédios para dor de cabeça por aqui. Aliás, me conta tudo.

– Tudo? – Beckett bebeu mais gole de café.

– Não se faça de desentendida. O escritor...

– Ai Lanie. – ela suspirou e sorriu ao lembrar-se da cena. – Foi tão maravilhoso, eu sei que amanhã eu posso me arrepender, mas...

– Se arrepender de que? Kate, você é uma mulher livre, o Castle também, vocês não estão fazendo nada de errado.

– Nos beijamos e foi tão perfeito. – o olho dela brilhava.

– Está tão apaixonada...

– Eu me segurei pra não sair dali com ele... — ela confessou

– Marcou bobeira! – as duas riram.

Lanie sentou no sofá e Beckett à acompanhou, pegou o celular e examinou a hora.

– Nossa, não achei que fosse tão tarde, amanhã eu preciso chegar cedo na delegacia.

– Eu também.

As duas saboreavam aquele líquido fumegante em suas mãos.

– Kate, estou vendo que você está bem, então eu vou pra casa e a senhorita, trate de dormir e descansar, amanhã temos que trabalhar.

– Você tem razão.

Beckett se levantou e levou Lanie até a porta, se despediram e ela foi embora. Kate não ficou muito tempo acordada, logo que a amiga foi embora, ela tratou de se deitar e dormir pelas poucas horas que ainda restavam antes de ir para delegacia.

6:00am

O despertador toca, aquele barulho parecia estrondoso, na cabeça de Beckett parecia mais uma banda musical.

– O não, não é possível que já esteja na hora... – ela balbuciou essas palavras com muita dificuldade, desligou o despertador e se levantou.

– Ôh céus, que dor insuportável. – ela levou à mão na cabeça. – Lanie este certa quando diz que sou fraca pra bebidas, parece mais que fui atropelada.

Apoiando nas paredes ela foi em busca de algum remédio. Logo que encontrou, tomou e preparou um café; estava cambaleando de sono .

– O que eu fui fazer? Quando irresponsabilidade, detetive. – Ela pegou seu café e se sentou. O vestido da noite passada estava jogado no sofá, ela pegou e o aproximou do nariz, tinha o cheiro dele; ela sorriu, não estava totalmente arrependida da noite que tivera, apenas a ressaca era uma má lembrança. Se perdeu em pensamentos sobre a noite anterior, percebeu que estava atrasada e tomou um banho gelado pra despertar.

– Oh meu Deus, estou atrasada! – Ela se vestiu depressa e saiu.

No caminho ela colocou uma música romântica, em um volume baixo, sua dor de cabeça ainda incomodava, comprou um copo enorme de café.

7:20am. NYPD

A porta do elevador se abre e ela nem percebe de inicio, fica parada segurando o copo de café, até que se dá conta que chegou e vai até sua mesa, estava bocejando.

– Hi, meninos. – Ela parecia cansada

– Hey! – eles disseram em coro.

Não perguntaram nada, ela se sentou e logo em seguida, Castle chegou, ela sentiu o cheiro de sempre, o perfume misturado com o café.

– Bom dia meninos. – a aparência de cansaço também era evidente no escritor.

– Bom dia, pensei que não viesse mais aqui. – Disse Espo.

– Acha que eu iria abandonar minha delegacia favorita?

– A noite de vocês foi animada? – Ryan quis saber

– A minha foi maravilhosa, mas poderia ter sido melhor. – Castle se antecipou e sorriu.

– Ele levou a ex. – Espo alfinetou. – Ou devo dizer, atual?

Nesse momento Beckett revirou os olhos.

– Ex! Eu e Gina somos apenas amigos, ela volta hoje pra L.A.

– Linda amizade, Castle. – Esposito riu debochado e Castle o repreendeu.

– As mocinhas podem parar de fofoca e voltar ao trabalho? – Beckett disse já cansada de ouvi-los.

– É melhor fazer o que ela está mandando. – Castle sussurrou pros meninos e foi até sua cadeira. Deixou os dois copos encima da mesa.

– Bom dia, detetive. – ele sorriu

– Bom dia, Castle. – ela retribui o sorriso.

– Tudo bem?

– Estou bem, apenas cansada e com dor de cabeça. E você?

– Não poderia estar melhor. – ele a olhou nos olhos e ela corou.

Ficaram em silêncio por algum tempo, logo ele falou.

– Não sabia que dançava tão bem...

– Castle! – Ela sussurrou o repreendendo.

– E o Paul?

– Quem?

– O cara com quem você estava quando cheguei.

– Ah sim, o Paul.

– Você parecia estar gostando bastante dele.

– Está com ciúmes, Castle? – ela sussurrou o provocando

– Ciúmes? Claro que não, aquele cara não tem capacidade pra competir comigo.

Beckett deu uma gargalhada.

– Seu ego é inabalável.

– Tenho certeza que sou melhor que ele, em TODOS os sentidos.

– Não tenho essa certeza...

– Que comprovar? Ele não faz o que eu faço. – Ele piscou, ela corou e mordeu o lábio inferior.

– Castle, não quero de deixar mal, mas... Paul era gente boa, bonito, atraente...

– Mas sou eu quem você quer. – ele se aproximou dela.

– Ah é? Como chegou à essa conclusão? – ela tentou disfarçar, estava com vergonha.

– Seu corpo fala por você. – ele sussurrou e ela mordeu os lábios novamente.

– Castle, você disse que seríamos só amigos...

– Só se você quiser. Eu também disse que você poderia utilizar da nossa amizade para outros fins. – ela ficou mais vermelha ainda.

– Você não tem jeito...

– Você estava linda.

– Para, Castle, estamos no local de trabalho.

– Só te fiz um elogio.

– Ok, obrigado, mas já pode parar.

– Como quiser.

Kate fazia relatórios enquanto Castle rabiscava um bloquinho qualquer.

– Ah, sua jaqueta está na minha casa, como eu esqueci de trazer, você pode ir lá em casa mais tarde pra buscar. – ele a olhou com malícia.

– Vou pensar... você pode muito bem traze-la amanhã, Castle.

– Por que não quer ir na minha casa? Está com medo de ficar sozinha comigo? Eu não mordo, juro, só se você pedir. — ele sussurrou e ela sorriu.

– Vamos ver, Castle.

– Beckett, a Lanie está te chamando, tem algo novo no caso. – Ryan quebrou o clima entre os dois.

– Ok, eu vou lá.

Ela se levantou e Castle foi atrás.

– Ah Castle, pega mais café, sinto que ainda não estou acordada.

– Pode deixar. – ele foi em direção à cafeteira enquanto Kate ia até o laboratório.

(...)

– Hey Lanie. – ela entrou. – O que temos?

– Você com cara de ressaca. – ela observou.

– Fora isso. – Beckett revirou os olhos.

– Descobri a arma do crime. Uma panela, provavelmente uma frigideira, foi atingida muitas vezes na cabeça.

Kate olhou para o corpo.

– Precisamos interrogar o irmão da vítima. Vou pedir pro Esposito o procurar.

Ela pegou o telefone e deu as coordenadas à Espo e Ryan.

– Castle já chegou?

– Sim. – ela sorriu.

– Falou alguma coisa sobre ontem?

– Me provocou, óbvio.

– Só isso?

Castle chegou mas percebeu que as duas estavam falando dele, então resolveu ficar lá fora e escutar o que estavam dizendo.

to be continued...

Notas finais
Desculpem o capítulo, sem que não está do melhores! Comentem *----*