Notas iniciais
Costumo sempre por músicas em capítulos ... Então deixo a banda e a música nas notas .

My Death

Quer um motivo para não acreditar em ninguém ? Nem mesmo em sua própria sombra ? Vou lhe dar agora ...

Andava calmamente , minha rotina era fácil e prática , como para qualquer garota de 11 anos , órfã . Andava no orfanato calmamente , a estranha garota isolada , simples que fora achada em um bar quando tinha dois anos quando era abusada , bem , depois disso fui levada a um orfanato , onde vivi até meus onze anos de idade , e aqui estou eu , fugindo dos guardas em plenos doze anos .

- Pare Garota — disse um apontando para min uma arma .

- Não — disse entrando em um beco correndo .

O local era escuro e úmido, o chão era coberto de lodo assim como as paredes do local , luzes falhavam conforme me aproximava rapidamente do local que desejava , no final do beco . Corri mais rápido que o desejado , cheguei ao final desejando que houvesse saída , tateei as paredes úmidas do local , nada . Olhei para os lados , procurando algo , a neblina estava densa . Segui para o lado direito , uma voz em minha mente só dizia para não ir ... Tarde de mais ...

Onde quer que eu vá, ninguém diz não para mim

Eles não dizem, eles não dizem- VersaEmerge¹

Cheguei a uma parede , a pintura amarela desbotava , sem nem uma placa , só uma parede e uma porta escrito "entre" .

Eles são tudo o que eu quero sentir

O bom, o mau, sempre indiferentes

Me inspire, antes de eu te deixar

E partir pro próximo

Você estava fascinado como um tolo

E eu te matei com facilidade — VersaEmerge¹

Olhei a direita , ali estava a porta , já podia ouvir os paços se aproximando , corri até a porta forçando a fechadura de leve , nada. Tentei com mais força e novamente nada ocorreu , peguei o grampo que prendia minha franja e soltei deixando os cabelos descerem até meu olho direito tampando-o . Os paços eram mais audíveis estava nervosa , muito nervosa , quando de repente a porta se abre , entro rapidamente trancando a porta atrás de min .

Você está me chamando de insaciável e eu não posso negar

No coração do insubstituível

Impossível encontrar

Devo me contentar com menos?

Você é bom, mas eu quero o melhor

Eu quero você junto ao resto

Eu quero o mundo, sem consequências — VersaEmerge¹

Olhei oque estava em minha volta , olhei na parede um interruptor , o toquei , ligando a luz e vendo uma costina negra , fechando-a . Suspirei me virei e passei a examinar o local , paredes como se estivessem sido pintadas a uma semana na cor bege , o piso era de madeira , e continha móveis rústicos e uma TV de no máximo 42 polegadas em uma mesinha . Olhei em volta três portas , abri a primeira , dava para um quarto , andei lentamente e abri o armário , vazio , me joguei na cama de casal e fitei o teto .

- Perfeito — disse tendo uma ideia .

Pulei da cama e seguiu para a segunda porta , dava para um banheiro , sorri , estava precisando de um banho . Andei até a última porta dando de cara com uma cozinha , corri até a geladeira a abrindo os cortes que fiz em minha fuga estavam começando a arder , abri a geladeira pegando um liquido transparente .

"Água ! " — penseu pegando um copo no armário colocando o liquido e o bebeu em seguida . Engoliu o liquido só ai sentindo um gosto diferente na água , estava mais doce . Pois o copo na mesa dirigindo-se para a pia para lavar suas mãos , quando viu seus machucados curando-se instantaneamente , assim que ouviu um disparo e um grito masculino em seguida .

- Maravilha — disse correndo até a porta olhando pelo canto da costina .

Um garoto da sua idade estava sendo chutado por seu pai , ou padrasto não sei , só sei disse dessa informação pela frase :

- É uma droga para a família ! — gritou o homem firmando o garoto na porta que eu estava . — Morra verme — disse pondo a arma na sua cabeça . — Suas últimas palavras ?- perguntou .

Abri a porta o puxando para dentro e deixando o pai assustado pelo garoto ter desaparecido , sorri . Tolo.

Joguei o garoto no sofá .

- Oque eu tenho que fazer ?- perguntei para min mesma olhando o estado deplorável que o garoto se encontrava . — O liquido ... — eu disse saindo correndo deixando o garoto cuspindo sangue na sala . Peguei um pouco do liquido da garrafa e coloquei em um copo , levando-o para o garoto .

Abri sua boca quando vi que ele estava desmaiado e derramei o liquido .

~ Duas Horas Depois ~

Ainda estava ali observando o garoto , quando ele abriu um olho e perguntou-me .

- Quem é você ?

- Belas últimas palavras — disse brincando me lembrando das palavras de seu pai .

Notas finais
Música do Capítulo:
VersaEmerge :
No Consequences
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.