Notas iniciais
E aqui estou eu, com o último capítulo. Sei que demorei, mas tive que fazer umas coisas antes. Mesmo assim, espero que gostem bastante, porque foi feito com muito amor pra vocês :D Obrigada Maria pela recomendação *-*
Nesse tem algumas surpresas, que irei explicar lá no final.
Muito obrigada mesmo a todos que acompanharam até aqui desde a primeira temporada, que comentaram, recomendaram, favoritaram. Eu agradeço mesmo, de coração. Isso faz uma escritora muito feliz *.*
Acabei de postar uma nova história com uma amiga, então agradeceria se vocês também lessem se gostarem da ideia ;D
Boa leitura ♥

Dois meses depois

Sam agora morava na Capital, pois seu pai, Andrew Odair, se tornara o novo presidente de Panem, já que Sam ainda não tinha idade suficiente. Os Jogos Vorazes foram definitivamente extintos e não voltariam a existir.

Sam não falava com muitas pessoas e por isso não tinha tantos amigos. Ele ainda não conseguia tirar da cabeça o que tinha arranjado para os velhos amigos. No final, é claro, funcionou. A rebelião aconteceu, o presidente foi morto e substituído e o objetivo principal, que era acabar com os Jogos, fora cumprido. Mas Sam se sentia sozinho e principalmente culpado.

Nenhum dos deuses havia entrado em contato com ele nenhuma vez nesses dois meses. As pessoas estavam felizes com as novas mudanças e a nova presidência, então tudo estava calmo, tanto nos Distritos como na Capital.

Sam estava na mansão do presidente sozinho, já que seu pai estava trabalhando. Estava sentado no sofá da sala do primeiro andar, que por si só já era do tamanho de sua antiga casa, lendo, que era o que mais gostava de fazer, estando feliz ou triste. Nenhum empregado estava ali, e tudo estava no mais completo silêncio.

Ergueu os olhos um segundo do livro por achar ter escutado alguma coisa, como um pequeno estalo. Como nada nem ninguém apareceu, Sam voltou-se novamente para a leitura. Mas então uma voz interrompeu.

— É assim que trata visitas? Achei que meu amigo fosse mais educado do que isso.

Sam pulou com o susto e deixou o livro cair com um baque no chão. Levantou-se do sofá num átimo e olhou para as duas pessoas a sua frente, sem poder acreditar nos próprios olhos. Um garoto de cabelos pretos, olhos azuis e alto, e uma garota de cabelos castanhos escuros e olhos que mudavam de cor.

— Então, não vai falar nada, nem nos cumprimentar? – perguntou Chace Morrison, olhando Sam com divertimento.

— É, não viemos até aqui só para te matar do coração – Diana Owen disse, sorrindo.

Sam abriu e fechou a boca algumas vezes, sem saber o que dizer, com os olhos arregalados de surpresa. Diana se adiantou e jogou os braços ao redor do pescoço dele, dando um abraço apertado. Ele retribuiu abrindo um sorriso enorme. Chace foi para o lado deles.

— Acho sim que vocês vieram aqui só para me matar do coração – disse Sam finalmente.

Ele e Diana se separaram.

- Como? – o garoto perguntou.

Diana e Chace se entreolharam.

— Depois que você libertou os deuses – Diana começou – você pediu para que eles fizessem alguma coisa, mas não podiam porque aquilo tudo ainda era uma missão.

— Então eles ajudaram depois – Chace terminou. – O que fizemos pelo jeito foi bem importante para eles por terem nos oferecido isso.

— Espera – disse Sam. – “Isso”...? Vocês... São deuses menores?

Eles sorriram mais ainda.

— Exatamente.

— Isso é incrível – disse Sam.

— É... – Diana fez uma cara travessa. – E nós pedimos algo a mais.

Sam estava quase perguntando o que ela queria dizer com isso quando as portas da mansão se abriram abruptamente por um empurrão e uma garota loira de olhos castanhos entrou afobada, respirando fundo para recuperar o ar.

— Desculpem o atraso – Jill Mason pediu e começou a falar rápido. – Trombei com uma criança no caminho, fui me desculpar e acabei fazendo uma profecia para ela, ela começou a chorar e foi até a mãe e eu saí correndo antes que achassem que eu era uma maníaca, então... – Jill cruzou o olhar com Sam e soltou um suspiro para se acalmar. – Bem, não importa.

Correu até ele ansiosa, pretendendo abraçá-lo, mas Sam contornou sua cintura com o braço e a beijou. Jill retribuiu com entusiasmo e os dois sorriram quando se separaram.

— Eu não resisti – explicou Diana ao receber o olhar dos dois. – Tive que pedir isso.

— Jill é o novo Oráculo de Delfos – Chace completou.

Sam olhou para ela.

— Fico feliz que esteja aqui. Senti sua falta. – Em seguida, não pôde evitar perguntar para os três: — E quanto a Allan?

Jill, Chace e Diana balançaram as cabeças negativamente.

******

Diana e Chace não podiam ficar muito mais tempo, mesmo se quisessem. Eles se despediram de Jill e Sam e foram embora.

Jill passou a morar na casa do presidente por insistência de Sam, mas o pai dele não se importou muito. Na realidade, ficou até feliz.

Mesmo sem Allan de volta, as coisas estavam muito melhores do que antes. E Sam esperava que isso continuasse pelo resto da vida.

Notas finais
O que acharam? Comentem todos pelo menos nesse por favor me dizendo o que acharam do final, é importante para mim *-*
Bem, vamos às explicações :D Eu não seria tão má de trazer uma personagem de volta só para depois matá-la de novo (na verdade eu seria kkkkkk mas não quis fazer isso com vocês). Sam obviamente foi o personagem mais votado como favorito. Diana ficou em segundo, Jill em terceiro e Chace em quarto e Allan não teve nenhum voto, por isso eu nem o trouxe de volta hahahaha. Espero mesmo que tenham gostado, porque eu me diverti muito escrevendo e vendo o que vocês estavam pensando =D
Agora seria uma boa hora para recomendar não é? *----* Me deixaria mais feliz ainda, mas é com vocês, como sempre. Amo todos vocês, de verdade. Obrigada por acompanharem a fic e me incentivar cada vez mais. Espero ainda nos vermos em outras.
Não se esqueçam de dar uma passadinha na minha nova fic e comentarem se gostarem. Chama-se PsykoPassion.
Beijos ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!