Only One Survivor
17 Capítulo 16
Notas iniciais
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Estou sendo boazinha e postando bem mais rápido né? *-*
Então agradeceria muuito se todos que estão lendo deixassem review, não custa nada e me deixaria super feliz :D
Só mais uma coisa: depois que essa fic acabar, vocês gostariam de uma interativa? Respondam depois. E também eu estou com outra fic em desenvolvimento como eu já havia dito e é original. Alguém vai querer ler?
Enfim,espero que gostem e comentem bastante!
Boa leitura ♥
Chace’s POV
Eu não conseguia tirar da cabeça que eu havia deixado Diana mais uma vez. Eu confiava de todas as formas em Sam, mas estava preocupado com os dois.
Allan e eu não conversamos muito enquanto seguíamos os Pacificadores. Felizmente eles não estavam tão longe quando voltamos a ir atrás deles. Mas o caminho era bem longo. O lugar a que estavam indo parecia ser no fim da Capital, depois ainda da casa do presidente.
Os seguimos silenciosamente e a uma distância boa para não prestarem muita atenção em nós. Mesmo na parte afastada, ainda havia pessoas andando, então isso não seria um problema.
Quando finalmente chegamos, eu e Allan encaramos o local a nossa frente. Era parecido com uma bola, mas com a parte de baixo fincada ao chão, dando a impressão de que era cortada ao meio – ou se estendia para baixo. Era preto reluzente e refletia o sol de meio de tarde.
A central de controle dos Jogos.
Assim que chegamos, eu comecei a pensar no que poderíamos fazer ali. Olhei ao redor para as casas perto da central. Casas usam encanamentos...
- Tem ideia de como entrar? – Allan me perguntou.
- Acho que tenho – respondi, esticando o pescoço para ver melhor. – Não tenho certeza de que vá funcionar, mas é melhor que nada. Vamos esperar os Pacificadores entrarem primeiro.
- Certo.
Ficamos olhando enquanto eles desapareciam dentro do prédio. Pude enxergar as portas se abrindo automaticamente e se fecharem logo depois que o último Pacificador passou.
- Vamos – eu chamei.
Fomos até perto da entrada. Com certeza ali havia câmeras, então eu tinha que agir rápido.
Me concentrei e fiz uma coisa que não fazia há muito tempo, desde que eu vencera os Jogos no ano passado. Essa memória me atrapalhou, mas consegui mesmo assim. Senti um puxão doloroso no abdome e ouvi um rugido de água nos ouvidos.
Poderia dar tudo errado. Descobririam nossa posição. Eu poderia botar tudo a perder. Mas tive que fazer isso para conseguirmos entrar.
O encanamento de todas as casas explodiu, assim como a da central de controle dos Jogos. Uma onda enorme cobriu o lugar e acertou a casca preta reluzente com força, tanto dentro quanto fora. As portas automáticas se abriram. Houve um choque elétrico no prédio.
Allan e eu corremos em disparada para dentro sem esperar para ver se algum Pacificador apareceria. Logo que entramos, descobrimos que o lugar era apenas dividido em duas partes. A sala de controle e transmissão e a de segurança. A água corria pelo piso, inundando tudo. Entramos na primeira sala e afoguei quem estava lá dentro, mas os televisores continuaram intactos.
Quase desmaiei na porta. Estava exausto apenas com esse esforço e minha visão ficou manchada com pontos escuros. Ignorei isso e Allan foi mexer nos botões de transmissão. Uma tela mostrava o que estava acontecendo nos Jogos e outra os narradores falando normalmente.
Allan apertou alguma coisa e a tela que mostrava os narradores mudou para um garoto assustado e cansado, olhando confusamente para a câmera com os olhos azuis demais. O garoto era eu. Eu mesmo estava ao vivo para toda a Capital enquanto a tela que mostrava os Jogos marcava mais uma morte e o número de tributos se reduzia a 5.
A porta da sala em que estávamos estava travada pela água, o que impedia os Pacificadores de entrar imediatamente, mas eles disparavam tiros e a porta não aguentaria muito tempo.
- Fala alguma coisa! – Allan gritou vendo que eu ainda estava olhando ridiculamente para a câmera com uma cara de maluco.
O que ele quer que eu fale? “Estamos aqui porque estamos fazendo a revolução e queremos acabar com os Jogos Vorazes. Agradeceria se pudessem nos ajudar. Ah, e a Capital capturou os deuses, então também estamos trabalhando para libertá-los. Até mais, agora tenho que ir porque estão querendo nos matar, mas obrigado pela atenção”.
Minha mente se acendeu. É, era isso que eu iria falar. Não exatamente desse modo. Quem era boa com as palavras era Diana, não eu. Entretanto, tentei do melhor jeito que pude.
Assim que terminei de falar, as portas se abriram. A sala se esvaziou da água e no mesmo instante um tiro atingiu a tela. Eu não tinha mais força para puxar mais uma vez a água.
Os Pacificadores nos cercaram apontando as armas e nos imobilizaram. Quem eu pensei ser o chefe dos Idealizadores entrou, e atrás dele o próprio presidente, com um olhar de ódio. Ele sorriu, olhando para mim e Allan.
- Já sabem o que fazer com esse – disse, olhando para Allan. – Levem-no para junto da outra. Chegamos ao número 5.
Dois Pacificadores arrastaram Allan para forma da sala e não o deixaram reagir. Eu fiquei imóvel, considerando as armas de fogo direcionadas para mim.
- Quanto a ele – continuou Henry, dessa vez olhando para mim. – Primeiro vai ter um tratamento especial.
Notas finais
Lembrem-se que antes de começar a matar todo mundo perguntei quem vocês preferiam ok? kkkk Então o que quer que aconteça foi escolha de vocês. Até o próximo e os comentários =D
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