Notas iniciais
Minna, éssa é a minha quarta fic, (terceira publicada), e só vou continuar quando tiver dois comentários, e mais uma coisa, quando Megumi entra no prédio, entrem nesse link e ousam a musica ok???
Espero que gostem...
Bjs.: Mika-chan

No cemitério, novamente Kanato mostrava a Yui o tumulo de sua mãe, mas, alguma coisa não estava normal. Tinha alguma coisa a mais no ambiente, ou alguma coisa fora do normal. Uma áurea, uma pessoa descansava no canto de uma árvore, estava com um caderno de desenhos, seu rosto estava escuro, mas seu cabelo percebia-se claramente pela sua cor prata. Pele branca levemente bronzeada manchadas com nanquim e tinta de caneta preta, ela cheirava a óleo de eucalipto, e tinta gel vencida.

-Yui-san você é tão inútil... – Kanato disse como se isso fosse uma piada.

Um suspiro alto como se fosse uma risada foi retirado da garota, o que incomodou os dois jovens adolescentes, que perceberam a sua presença.

-Quem é você??? – Kanato encarou a menina com um olhar curiosamente psicopático.

Ela se levantou, abraçou o seu caderno e saiu das sombras. Seu rosto estava tomado por uma tribal na parte esquerda, seus olhos eram acinzentados como um dia de chuva.

-Megumi, Mizushi Megumi... – Ela virou as costas e saiu andando até desaparecer na escuridão.

Kanato e Yui voltaram para a mansão concordando que aquilo era estranho demais para um dia. Sabiam que eles não eram normais, mas, uma menina aparecer no meio do cemitério particular deles era ainda mais estranho...

-Kanato, Yui, estão atrasados para irmos para a escola... – Reiji falou com o tom normal dele.

-Sumanai... – Ambos falaram juntos e foram para seus devidos quartos se trocarem.

A caminho da escola, Subaru estava meio estranho, parecia preocupado. Os seis garotos logo mudaram sua posição como se fossem atacar algo, estavam alerta.

-Ano, aconteceu alguma coisa??? – Yui não percebia nada de diferente na paisagem.

Não obteve resposta, suspirou forte e fechou os olhos a fim de descansar. Metade do caminha já havia se passado, estavam no meio da floresta densa, não havia nada em volta, somente árvores, quando ouviram um grito. Parecia de um homem, as folhas das árvores balançavam como se mil pássaros saíssem de dentro delas, um som de rosnado de lobo ecoava a velocidade que as folhas voavam e se desprendiam das árvores e arbustos. Um cheiro de eucalipto e rosas saia do meio da floresta. Mais a frente, um homem se jogou na frente da carruagem, seus olhos refletiam um brilho de pavor e desespero, como se estivesse prestes a morrer, olhava fixamente para uma das árvores.

-M-me perdoe, nunca mais vou tentar encostar no seu caderno de novo... Por favor, POUPE A MINHA VIDA!!!! – O homem dizia aos prantos, implorava pela vida como se realmente iria ser tirada.

Esse foi um ato que chamou a atenção de todos, principalmente de Subaru. Uma ultima vez escutou-se o barulho das árvores, o cheiro de eucalipto e rosas foi ficando mais intenso.

-Deveria ter pesado nisso antes de tentar pegar o que me pertence, não posso te deixar viver depois do que viu sobrem mim... – Kanato se aguçou quando ouviu essa voz, era familiar, mas não se lembrava de onde a conhecia.

-Si-sinto muito... POUPE A MINHA VIDA!!!! – O homem gritava em desespero, quase chorando.

Os sete que estavam na carruagem somente observaram a cena sem intrometer ou falar algo que poderia voltar-se contra eles. Até mesmo poderia comprometer sua mascara com os alunos da escola.

-Tarde de mais... – Um vulto negro e prata passou cortando o ar do local até ouvirem um estalo em uma árvore do outro lado da pista. – Bela tonalidade de sangue... Sera que o gosto é bom?!

Presas foram vistas saindo da boca do dono do tal vulto, em seguida foram cravadas no pescoço do homem, o qual não demorou a ficar sem sangue e falecer.

-AB+, raridade, mas já experimentei melhores... – O dono do vulto revelou-se das sombras.

-Megumi??? – Kanato reconheceu imediatamente a garota, que lançou um olhar mortal para a carruagem.

Subaru pareceu estar recobrando algo de seu passado e não demorou muito a ficar com dor de cabeça e começar a implorar pela vida de alguém. Vozes podiam ser ouvidas de dentro da floresta, elas se aproximavam com uma incrível velocidade e força que derrubava as árvores em seu caminho.

-Megumi-chan!!!

-Nee-chan!!!

-Onee-sama!!!

Um garoto e duas garotas apareciam chamando por Megumi. As duas choravam em quanto corriam ao seu encontro, enquanto o garoto apenas observava a cena com um ar de alivio.

-Onii-chan, Aya-chan, Kaya-chan, o que vocês estão fazendo aqui???

As meninas sussurraram alguma coisa no ouvido de Megumi, depois disso saíram como se nada tivesse acontecido. Subaru ainda estava atormentado com alguma coisa. Mas resolveram cuidar disso na elcola, se esperassem um pouco mais, estariam atrasados para as aulas.

-Kanato, quem era ela??? – Raito ficou curioso quando percebeu que Kanato a reconheceu, como ele odiava duvidas, perguntou sem falar nada.

-Mizushi Megumi, não conheço ela sem ser de vista, encontrei-a hoje no nosso cemitério. –Kanato falou abraçando Tedy e encolhendo seus joelhos.

-Ano, ela não seria filha da família que acabou de se mudar para a mansão ao lado hoje??? – Yui se lembrou de ter visto um caminhão de mudanças no mesmo dia mais cedo.

-Não sei, mas com certeza ela não é humana, nem seus irmãos... – Reiji ajustou os óculos e seguiu quieto todo o caminho assim como os demais.

Chegando na escola, tiveram as aulas normais, mais um pouco inquietos pela abertura repentina de uma escola para crianças especiais do outro lado da rua. O movimento nela era muito normal para uma escola recém-aberta. A escola era muito chique, não se podia ver muita coisa dela por ter muros muito altos, mas alguns dias antes da inauguração podia-se ver um carro de baias e um caminhão de celas e esporas chegando ao prédio, assim, poda-se presumir que a escola havia pistas de hipismo de variados tipos. Ouviam-se boatos de que a escola tinha um prédio somente para laboratórios e que os tubos de ensaio eram feitos de pedras preciosas e os alunos são quem escolhem as pedras que seriam utilizadas em seus materiais. E mais, a ala de artes tinha tintas feitas de ouro e materiais raros. Com toda certeza era o paraíso para qualquer aluno.

Mas tudo o que é bom, mesmo tendo começado há pouco tempo, tem um fim... Na hora da saída da escola, escutava-se firmemente um barulho de explosão do prédio laboratório. Vários alunos e professores saiam correndo da escola. A maioria dos meninos estava em volta de três garotas as três com cabelos prateados a mais alta tenha os cabelos nos pés, mas estavam presos por uma trança, então imagina o comprimento deles soltos... As duas outras eram gêmeas, uma delas com cabelos curtos na altura dos ombros, e a outra com os cabelos na altura do quadril. A multidão se afastou, e o rosto das meninas foi revelado. Megumi e suas irmãs, Makoto e Noriko. As duas estavam segurando os braços de Megumi como se tentassem impedi-la de alguma coisa.

-Onee-sama, você não pode entrar no prédio, é muito perigoso... – A menina com os cabelos mais cumpridos tentou acalmar a irmã.

-Calada Noriko!!! – Megumi deu uma cotovelada na sua irmã e entrou no prédio.

Enquanto Megumi se arriscava dentro do prédio, Subaru e seus irmãos somente observavam de dentro da carruagem. Ainda não tinham saído por causa do transito, quando ouviram um estoura dentro do prédio.

-Nee-chan!!!! – Makoto se apavorou no mesmo momento em que o portão da escola explodiu.

-Subaru-kun?! – Yui se assustou quando Subaru pulou a janela e adentrou o prédio.

Não se sabe como, mais ele conseguiu passar pelos portões recém-estourados. Na sala de ciências.

-Cade??? Onde eu deixei esse pingente??? – Megumi procurava por um colar que deixa-ra cair durante a correria. –Cof-cof!!! Eu preciso achar o meu colar e sair daqui ráp-... ACHEI!!! – Megumi abaixou-se e pegou o colar. Era um pingente de cavalo em galope, em ouro negro. – Agora é só sair dá qu-... – Antes dela terminar a frase, um dos tubos de ensaio estourou, fazendo-a andar para trás, mas bateu a cabeça em um armário que estava caindo e desmaiou.

Subaru ainda estava dentro do prédio não sabia o que estava fazendo lá e nem para onde estava indo, mas por ironia do destino, estava indo para o mesmo lugar onde Megumi se encontrava desmaiada. A dor de cabeça dele aumentava quanto mais se aproximava de Megumi. A dor era quase insuportável, mas lembrava-se de alguma coisa, não sabia se era verdade ou não, mas, naquele momento a lembrança de uma garota chamando por ele e falando que o amaria até a sua morte, era tudo que o confortava.

-Onii-san... – Megumi murmurava enquanto estava desacordada.

Para Subaru, reconhecer a voz foi essencial para o momento, sabia a quem ela pertencia, a menina de sua memoria e Megumi eram a mesma pessoa, mas ela não sabia que estava prestes a ficar presa em uma teia de aranha. Mas essa não era qualquer teia...

-M-Megumi, não pode ser... – Subaru entra na sala tentando encontrar Megumi.

Ele se depara com uma memoria de Megumi mais nova sorrindo e rindo com ele, e isso tira totalmente sua concentração. A garota aos poucos foi acordando e viu o rapaz quase caindo .

-Onii-san!!! – Ela falou sem pensar e correu para ajuda-lo.

-Megumi... É você??? – Subaru abraçou a garota, a qual começou a chorar.

-Onii-san... – Ela não conseguia falar muito bem, não se podia dizer que é a mesma Megumi de antes da escola.

Não conseguindo manter o equilíbrio, ela caiu de joelhos no chão, movimento que leva o maior a se ajoelhar somente com um joelho.

-Megumi, você esta bem???

Ela somente acena com a cabeça e sorri para o maior. Com um braço Subaru envolve Megumi para um abraço e com a outra mão, acariciava a cabeça da menor.

-Megumi... – Ele levanta o queixo dela e a olha com uma olhar arrependido. – Me desculpe por te abandonar...

Em menos de um segundo os dois já estavam se beijando, à medida que o tempo passava, o beijo se aprofundava cada vez mais, até a água fria interromper o clima todo romântico em que eles se encontravam.

-Tem alguém ai??? – Um dos bombeiros começou a gritar.

-AQUI!!!! – Megumi gritou como se estivessem presos há séculos.

O bombeiro logo os achou e os tirou do prédio. Subaru tentou falar alguma coisa para Megumi, mas foram separados por seus irmãos. Como em câmera lenta eles foram se afastando, tentando se comunicar entre seus olhares, mas isso não funcionava. Achavam que tudo estava acabado, mas não sabiam que isso era apenas o começo do amor proibido entre esses dois apaixonados irmãos...

Notas finais
Minna, espero que tenham gostado...
Para a ficha de inscrição vocês devem colocar os seguintes dados:
Nome completo:
Idade:
Raça:
Aparência:
Historia:
Atitudes:
Amigos:
Inimigos:
Vestimentas:
Campos adicionais (opicional):

Mandem as fichas...
Bjs.: Mika-chan
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.