One short - Aula de Biologia
1 Capítulo 1
Notas iniciais
- minha história
-plágio é crime
Meu nome é Valéria. Nome de puta eu sei, mas culpem minha mãe. Claro que não sou nenhuma santinha, na verdade eu gosto muito de diversão. Mas que fique claro, não consigo diversão com caras do colégio, bom, não os caras normais do colégio. Ele é diferente. Gosto de caras mais velhos. E ele vale a pena o risco. To falando do meu professor de Biologia é claro.
Um tesão. 1,80.26 anos. Atlético, Olhos castanhos, cabelo preto um pouco acima dos ombros, moreno. Gosto de homens de olho claro, pele branca, o estilo de todas, mas caras morenos são ainda melhores. Já estou de olho desde o começo do ano, nesse professor novo. E eu invisto. O melhor de tudo é ser uma escola adepta de aula integral. Sento sempre na frente dele, vou nas aulas de reforços e recuperações, sempre que posso estou por perto, provocando. E o melhor é ver a reação dele. Ele tem um autocontrole admirável, admito. Sei que o excito, mas ele é certinho, desconversa, ignora, finge que não está acontecendo nada. Não é como se o uniforme me ajudasse, o que não me impede, é claro. Saia,a minha é dois palmos acima do joelho. Meias finas, gosto de preta. Blusa social, sempre deixo os dois primeiros botões abertos, justa e não é como se escondesse a lingerie , transparente daquele jeito. Terninho preto. Sapato a escolha, salto no meu caso, e preto. Na verdade, gosto muito mais de preto que vermelho.
Naquele dia, eu tinha uma "duvida" e aproveitei para ter a resposta depois do horário. O sr. Parker ficava até tarde corrigindo provas, um péssimo hábito. Ou não.
Bati na porta.
-Entre.
Entrei. Ele estava concentrado em uma prova, nem ao menos olhou-me. Bem, gosto de atenção. Fechei a porta, e por obra do destino a chave estava na fechadura. Tranquei, e guardei no bolso do terninho.
- Professor?
-Valéria?
- Eu gosto de Val.
- O que faz aqui?
- Eu tenho uma dúvida.
Caminhei até ele.
- O que seria? Se eu puder ajudar.
- A pode ajudar. Tenha certeza.
Sentei em sua mesa e cruzei as pernas, o que com certeza mostrou mais do que o necessário delas.
- Eu estava pensando que o senhor poderia me ensinar algumas coisas amais. Estou muito curiosa sobre certo assunto.
Lentamente, abri dois botões.Sem tirar os olhos da minha blusa, ele me perguntou.
- Qual assunto?
-Ah não sei. Estava pensando se uma lingerie preta destaca meu tom de pele ou não. Talvez uma opinião masculina pudesse me ajudar.
- Desculpe, acho que não posso ajudar.
Mentiroso. Caminhei até ele e sentei em seu colo. Passei a mão por seus ombros e desci até o cós da calça social. Com a velocidade de uma lesma, coloquei a mão dentro e acariciei seu pau mais que duro, sobre a cueca.
- Na verdade, pode sim.
-Val, isso... não podemos...
- Podemos sim. Não dá mais de fugir professor.
Sussurei em seu ouvido, e o mordi de leve. Ele estremeceu. Seu peito arfava. Beijei-o de forma provocativa, brincando com o lábio inferior. Mas não esqueci de seu amigo.Ele me afastou rudemente. Achei que me expulsaria da sala. Não. Tínhamos roupas demais.
- tem ideia de como me controlo? é difícil. Com você me provocando,sempre sentando na frente com as pernas abertas e essa saia curta. O sutiã rendado pela blusa inutil.
Arrancou minhas roupas. Despiu-se. Não era hora de um tirar a roupa do outro. Aquilo estava atrasado.Me colocou sobre uma carteira. Beijou-me meus lábios, pescoço e meus seios. Neles, se demorou. Chupando e beliscando. Me levando a loucura. Estava molhada antes mesmo de sua boca chegar à minha boceta. Arranhei-o e puxei seus cabelos enquanto lambia meu clitóris. Vi estrelas.
-O meu deus! Professor!
- Diga, sua putinha...
- Me fode! Me fode com força!
- Adoro uma ninfeta que implora... Sua vadia!
- Eu quero seu pau duro em mim!
E ele entrou com força. Todo de uma vez. O pau duro, grande, bombando rápido, com força. Eu queria mais. Apertei minha perna em sua cintura e me esfreguei nele como uma cadela no cio. Com uma mão tomou meus seios e os apertou, me fazendo gritar.
- hum AHHHHHHHHHHHHH
-Molhada, só pra mim. Finalmente... Ai que bocetinha gostosa, apertadinha. Grita pra mim cadela!
- PROFESSOR! AHHH Que pau gostoso. Mais forte.
-Sua puta, parece uma cadela no cio. Você é uma cadela no cio?
-Sou! Eu sou vadia como uma cadela do cio!
- Então se esfrega em mim cadela!
Depois ele me pegou por trás e eu gritei não como uma cadela, mas como uma puta de verdade.
Fodemos mais vezes, comecei a ter aulas particulares. Não era só físico. Depois de dois meses de sexo casual, começamos a namorar. Me formei a dois anos e agora moramos juntos.Descobri que ele foi para o exército, gosta de boxe, é filho único e perdeu a mãe quando criança, gosta de dormir do lado esquerdo da cama e odeia cenoura, é um cara romantico apesar do sexo louco,ama basquete e é alérgico à gato. Meus pais no começo quando descobriram que estavamos juntos, quase morreram, e armaram o barraco, ameaçaram até denunciá-lo à direção da escola. Mas eu já sou maior de idade,tenho 20 anos agora e basicamente não há provas contra agente. No fim eles aceitaram. Nunca gostei tanto de biologia.
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