One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
46 Ruby Rose x Weiss Schnee - Anime | RWBY
Notas iniciais
Ruby Rose x Weiss Schnee
RWBY
“Rosas brancas como a neve.”
Ruby treinava correndo pela escola com sua foice, sentindo a raiva lhe tomar por completo, sua irmã havia perdido o braço, Weiss havia ido embora, e Blake estava muito distante, sempre fria. Ter toda a escola naquele estado deplorável e acabado a deixava demasiadamente triste, sem saber o que fazer, somente podendo treinar mais e mais, usando como objetivo aqueles Grimms detestáveis.
Lembrar da morte de Pyrrha a feria constantemente, lembrar dos olhos aflitivos, mas orgulhosos pela morte honrada, da garota ruiva, somente a deixava mais triste, perder uma das amigas em batalha deixava-a com o coração beirando a dor incalculável.
O mais triste entre tudo, era ter perdido sua equipe, cada uma se perdeu em si mesmas, vivas, mas ainda sim mortas, com a visão de um futuro melhor destruído, enquanto lutavam para tentar consertar tudo o mais rápido possível. Ao menos ter Jaune ao seu lado tentando fazer todos rirem, achando que ninguém percebia o olhar de ódio dele e tristeza profunda.
A visão mais impressionante na escola toda era a torre do ex-diretor, agora morto, congelada inteirinha e saber que ela mesma havia feito aquilo.
Weiss enviara uma carta semanas depois que chegou na escola novamente, explicando que o pai havia buscado ela e levado para longe de tudo aquilo. A garota de cabelos brancos como neve pedia desculpas, mandava beijos para todas e falava que sabia sobre a irmã de Ruby, e que esperava ter enviado para o lugar certo, sabendo que a garota de capa vermelha era persistente e voltaria para a escola, e não ficaria longe, sabendo que o mundo corria perigo novamente.
“Take it slow but it's not typical
He already knows that my love is fire
His heart was a stone, but then his hands roam
I turned him to gold and I took him higher
But I'll be your daydream
I'll wear your favorite things
We could be beautiful
Get drunk on the good life
I'll take you to paradise
Say you'll never let me go”
Algumas semanas de muitas lutas depois, Ruby andava procurando mais Grimms, tendo a surpresa de uma nave pousando; nave a mesma que era da família de Weiss, a garota, agora já sempre suspeitando de tudo à sua volta, escondeu-se, vendo a porta da nave abrir, saindo da mesma uma garota toda de branco, com uma espada poderosíssima, ao menos de vista parecia, e vários guardas.
“Fiquem em postos, se virem Grimms, mate-os.” – E ao som daquela voz presunçosa e suspirante de alegria, percebeu ser a mesma garota que tempos atrás, lê-se três meses, era da sua equipe.
“Weiss?!” – Perguntou, comovida, a chapeuzinho vermelho.
“Oi, Ruby, voltei.” – Sorriu a garota, mandando um guarda trazer uma mesinha, juntamente com chá, café e água. – “Quer beber algo, chapeuzinho vermelho?”.
“Como?” – Perguntou a morena de pele branca e olhos cinza.
“Meu pai, eu discuti feio com ele e depois de muita insistência, eu peguei uma das naves dele e vim embora sem olhar para trás.” – Respondeu com simplicidade, sentando-se e pegando uma xicara de chá.
“Weiss, você não sabe como as coisas estão difíceis.” – Disse Ruby, com os olhos cheios de água, indo abraçar a ‘loira’ sentada, sentando no colo da mesma, fazendo-a derrubar o chá na própria calça. – “Desculpe.” – Disse Ruby corada, levantando, mas sendo puxada de volta para um abraço por parte da outra garota, que ao levantar, puxou Ruby para uma parte da floresta mais obscura, a floresta onde ambas iam quando queriam conversar, parte da escola essa que não havia sido muito afetada. Sentaram em uma das rosas ali existentes e começaram a conversa.
“Vai me conte, o que houve nesse tempo?” – Perguntou a loira, sorrindo, acalmando mais e mais a morena.
“Yang entrou em negação, Blake se distanciou e eu agora estou tentando destruir todos os Grimms existentes.“ – Assumiu, suspirando, Ruby.
“Mas não precisa se preocupar, afinal, agora estou aqui.” – Disse Weiss, se aproximando da de capuz, vendo-a sorrir.
“Sempre, juntas.” – Respondeu Ruby, aproximando-se mais, colando suas testas, compartilhando as respirações.
“Sempre.” – Pronunciou a Schnee, antes de beijar com desejo a levemente menor.
“Deep in my bones I can feel you
Take me back to a time when we knew
Hideaway
We could waste the night with an old film
Smoke a little weed on the couch in the backroom
Hideaway
Say you'll never let me go
Say you'll never let me go
Ah ah ah
Ah ah ah
Ah ah ah
Say you'll never let me go
Say you'll never let me go
Say you'll never let me go”
Com o desejo ardente, a loira tirou com pressa o capuz vermelho da morena, vendo o cair no chão, os lábios dando selinhos, antes de a camiseta preta de Ruby ir para o chão, revelando o sutiã rosa que usava. Ruby foi até a calça jeans branca e com poucos tons de azul, desabotoando-a, vendo cair por chão, sorrindo.
Os beijos da morena foram se movendo até a orelha da loira, mordiscando ali, fazendo a loira gemer com o atrevimento, pegando com sua mão direita com destreza sobre o tecido localizado no seio, arrancando aquele pedaço de pano indesejável, podendo massagear os seios, vendo a outra gemer com a boca em seu ouvido, mordiscando seu lóbulo, fazendo-a dar leves tremidas, sentindo o vento frio do tempo ali, como também do bafo quente e com cheiro de hortelã com chocolate da amiga.
A camisa social da loira com tirada com cuidado, mas ainda sim com uma pegada desejosa, sendo retirada em seguida quase rasgando, podendo então aquela pele branca como a lua ser chupada e marcada com a boca da garota de cabelos morenos caindo aos olhos cinza como a luz da lua, ambas precisa daquilo, precisavam do amor ressentido.
A mão de Schnee foi em direção à calcinha de Ruby, entrando ali e sentindo a vagina quente e raspada, logo em seguida penetrando, sentindo seus dedos se espremerem, tirando um gemido genuinamente alto de Rose, que somente rasgou com os dedos a calcinha preta em detalhes azuis da loira, caindo de boca e metendo-lhe a língua, fazendo a gemer de surpresa.
O ápice se aproximando e ambas continuam em sincronia se provocando e amando.
Uma das guardas de Weiss passa ali por perto, vendo as garotas e ficando excitada, logo saindo dali com aquele segredo que seria para sempre seu, armazenado à sete chaves dentro do seu espirito, que morreria com aquela imagem, que a fizera masturbar-se na noite escura e fria.
*
Ruby e Weiss andavam lado a lado, conversando, até verem Blake e a mesma correr até as duas, abraçando-as e chorando.
“A Yang... A Yang...” – Chorava compulsivamente a Fauno, soluçando.
“O que houve?!” – Perguntou exasperada a de capuz vermelho.
“Ela está vindo para cá e...” – Quando ia falar, Blake foi interrompida por Yang, que tinha uma prótese-arma.
“Eu vim para chutar a bunda desses Grimms.” – Fala a de amarelo, sorrindo para todas. – “Nada e nem ninguém me parará.”.
Todas correram para a menina, abraçando, e sem que percebessem, Blake deu um selinho, sem querer (internamente querendo), por ter escorregado.
E assim, começou um novo volume, o quarto.
“Ah
Ah
Say you'll never let me go
Deep in my bones I can feel you
Take me back to a time when we knew
Hideaway
We could waste the night with an old film
Smoke a little weed on the couch in the backroom
Hideaway
Say you'll never let me go
Say you'll never let me go
Ah ah ah
Ah ah ah
Ah ah ah
Say you'll never let me go
Say you'll never let me go”
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