One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
19 Regina x Emma - Série Once Upon a Time
Notas iniciais
Emma Swan andava pelos corredores do castelo de Camelot, à procura de Regina Mills.
A filha de Charming e Snow que estava sob a luz da Lua Sangrenta que iluminava todos os corredores, procurando a Rainha Má, esperava poder conversar com alguém que realmente à entendesse. Entendesse o que as trevas faziam ao corpo e à mente de alguém, apesar de Killian entender, ela preferia Regina para lhe contar, já que a mesma era “perita” neste assunto, a resposta daquela incógnita que tinha quando pensava em Regina e Killian, era algo que ela não tinha. Um conflito interno mal resolvido.
Quando avistou a porta do quarto da mulher que milimetricamente era mais baixa que ela, seu coração começou á pular do peito; e sua respiração ficou rarefeita.
Verificou se a porta estava aberta, constatando que sua dúvida não estava errada, dando três batidinhas e entrando em seguida, fechando-a assim que já estava dentro do cômodo.
A de fios morenos estava na varanda, com o vestido vermelho ressaltado pela luz da Lua Vermelha. Olhava para os arredores do castelo pensando em como tirar as trevas de Emma, sem perceber que a mesma se aproximava dela por trás, até levar um susto quando sua visão foi tampada pelas mãos da loira, e o sussurro frio da mesma em seu pescoço, fazendo-a se arrepiar.
“Quem é?”
“Emma.” – Disse Regina fingindo tédio.
“Ah, qual é? Tira essa cara de tédio, eu sei que está feliz, seu sorrisinho de canto na hora que sussurrei em seu ouvido denunciou-te.” – Disse Emma sorrindo para a mais baixa.
“Maldito sorriso.” – Pensou Regina do sorriso da loira.
As duas ficaram conversando, juntas, olhando para a Lua, que naquela noite brilhava intensamente, um Domingo maravilhoso.
Regina explicava para Emma que as trevas eram algo difícil de controlar, uma hora ou outra ela iria acabar caindo em tentação. A loira já estava mudando, dos trapos que vestia mais cedo, começou a vestir preto, ela usava um vestido preto não muito colado no corpo, que caía até o chão.
Ao decorrer da conversa, uma mão de Emma foi parar na coxa da de cabelos morenos, alisando levemente. Emma, como uma boa Dark One, ou Senhora das Trevas, puxou rudemente a levemente mais baixa, colando-lhe os lábios nos seus.
Os movimentos dos lábios eram de uma batalha crescente, Regina para não ficar em desvantagem, subiu em cima de Emma, rebolando no colo da mesma, proporcionando-lhes um gemido. As reboladas provocadas por Regina em Emma só excitavam mais ainda ambas, podendo deixá-las mais nervosas, no sentido de se estar ansioso, e ansiarem por mais beijos e reboladas, que em breve aconteceriam seguidos de beijos e chupões por todo o pescoço da loira.
Dito e cumprido, as reboladas só tinham tendências de aumentarem, sendo seguidas de beijos e chupões pelo pescoço da loira, de vez em quando uma mordidinha ou arranhada de dentes, deixando um leve rastro de saliva quente, que só excitava mais a Salvadora, ou Senhora das Trevas.
Regina estralou os dedos, com utilização da magia, podendo tirar as fitas que prendiam os fios loiros de Emma, juntamente com o salto que a mesma usava.
O calor do ambiente aumentava consideravelmente, sem contar que ainda estava aberta a varanda, entrando todo o vento frio da noite para o quarto, juntamente com a luz vermelha da Lua naquela noite, iluminando, às mesclas do branco lunar mais o vermelho, as duas.
Em seguida o vestido de Emma estava rasgado na parte do torso, mostrando o sutiã também preto que a mesma usava. Regina lambeu de modo sensual o colo do seio da loira, causando uma jogada de cabeça para trás e um gemido da parte de Emma. Emma, para não ser ultrapassada rasgou a fenda do vestido da de cabelos morenos, revelando a calcinha vermelha que a mesma logo tratou de tirar, para poder penetrar três dedos, fazendo a ligeiramente mais baixa gemer manhosamente, esperando por mais que a loira pudesse proporcionar.
Aos poucos, entre beijos; gemidos; chupões e mordidas, as duas sentiam o prazer que nunca sequer haviam sentido, era um jogo que ambas sabiam jogar, por mais prazeroso que fosse nunca perdiam a determinação de fazerem a parceira atingir o máximo que o máximo pode ter.
Não demorou muito para a Rainha Má não ter mais o vestido no corpo, somente suas peças íntimas, assim como Emma.
Emma desceu sua cabeça em direção ao órgão genital da de fios morenos, arrancou a calcinha e se pôs à chupar, lamber com desejo e paixão já armazenados por muito tempo, Regina se segurava nos lençóis já bagunçados da cama, segurando, ou tentando, os gemidos em forma do nome da de fios loiros.
Regina tirou a cara de Emma de seu órgão, para arrancar o sutiã da ligeiramente mais alta, podendo se deliciar com os seios da mesma em sua boca, chupava cada um com desejo, rapidez e destreza, e no meio deste processo ainda deu um tapa na bunda da loira. Logo foi interrompida por Emma que arrancou o sutiã da mesma e começou à passar a língua de leve nos mamilos de Regina, para provocar a mesma, ainda fazia questão de puxar-lhe o cabelo de leve, para poder aproveitar a vista daquela mulher tão rendida em seus braços, gemendo.
Emma foi surpreendida, gemendo o nome de Regina, quando os dedos da Rainha Má adentraram seu interior.
Entre os beijos e gemidos, ambas continuaram se dando prazer até o Sol raiar, gozando muitas vezes, sendo acompanhados de bons gemidos dos nomes de ambas.
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