One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
29 Oliver Queen x Barry Allen - Séries | Arrow e The Flash
Notas iniciais
Oliver Queen x Barry Allen
Arrow e The Flash
"Barry e Oliver = Amor ardente."
Barry Allen corria, sem rumo para algum lugar. Lugar que ele não sabia onde, mas algum lugar. Em sua identidade de herói, o Flash, parecia um borrão, ou raio, passando por entre as ruas de Central City. E aos poucos, percebia estar saindo da cidade, indo para outra cidade, Starling City, em que se situava Oliver Queen, mais conhecido por Arqueiro Verde.
O velocista não sabia o que, ou por que, estava indo para ali, mas sabia que precisava, precisava ver Oliver, conversar com ele, seja lá o que fosse. A mente do herói de Central City era algo em conturbação. Não conseguia entender, toda vez em que o herói de Starling City era mencionado, seu coração começava a bater como se quisesse sair de seu peito, ou toda vez em que Oliver lhe tocava, enquanto explicava algo, Barry podia sentir seu sangue sendo bombeado em velocidade recorde para seu membro, a voz grossa de Oliver era algo que o deixava fora de si, em vários sentidos. E era com esses pensamentos que Barry parava em frente a uma casa abandonada que Oliver Queen usava para treinos, para em seguida, entrar.
Aqueles segundos correndo haviam feito o moreno pensar em tudo que acontecia, com seu coração e mente; o suficiente para descobrir o que vinha havendo, e tomando uma decisão.
O maior; encontrava-se encostado na parede daquela casa abandonada, limpando suas flechas e ora concertando-as. Barry tirou a parte do traje que cobria seu rosto e cabeça, aproximando-se do homem, vendo-o erguer o arco em sua direção, devido ao susto levado por não ter sido avisado pelo moreno de sua visita.
“O que você faz aqu...” – Não houve tempo de terminar sua fala pelo fato do velocista ter usado sua velocidade ao seu favor, aproximando-se rapidamente e colocando sua mão direita no rosto do maior e parte de seu pescoço, puxando-o para um beijo. Ao terem os lábios colados, o coração de Barry soube que era aquilo que ele precisava, aquilo que ele não entendia ou compreendia, era nada mais, nada menos que sua paixão crescente pelo homem louro/castanho claro a sua frente.
Apesar do susto, o maior logo se pôs a corresponder, por ansiar aquilo há muito tempo também. As mãos dele logo seguiram um caminho para a cintura do menor, enlaçando o corpo mais magro e prensando-o contra o seu. As línguas em uma incansável e árdua batalha.
O corpo levemente prensado de Oliver, pela velocidade de Barry ter o empurrado para trás ao contato de ambos os corpos, encostando-os, ambos abraçados, na parede, logo pôs o velocista contra a parede, abaixando mais o traje do herói escarlate no pescoço, dando-lhe espaço para aproveitar a pele exposta. Os beijos de Oliver desciam e subiam pelo pescoço do garoto, vendo-o gemer com cada parte ali exposta sendo chupada, e com os leves arranhares de dentes de Queen, fizeram Barry arrepiar.
As mãos abusadas de Allen desceram para o membro coberto, e já ereto, pelo traje de Oliver, acariciando o local, provocando um gemido rouco e grave involuntário do arqueiro, graças à voz do mesmo. Mesmo as nádegas de Barry estar cobertas, isso não foi motivo para brecar Oliver, que pressionava um dedo contra a entrada, ainda coberta, tanto pelo traje do herói escarlate, quando pela cueca do mesmo, fazendo Barry gemer, ao ouvido de Oliver, excitando-o mais do que possível, na concepção do louro acastanhado. Os movimentos de ambos os homens eram rápidos e sem parada, em direção ao crescente prazer que sentiam.
Com Oliver, Barry não sentia a menor necessidade de usar a rapidez, não era necessária a velocidade que lhe era alcançável. Com o mais velho, não havia necessidade de ele ir mais rápido, quanto mais durasse, era o melhor.
Os ralos pelos na face de Oliver, que mostravam que a barba do mesmo crescia novamente, acariciavam a face de Allen, fazendo cócegas. Eles não paravam os beijos, línguas se acariciando, conectando-se. A cada movimento realizado por suas bocas coladas, eram enviadas leves eletricidades para os homens. Era difícil definir o que sentiam; a única coisa que sabiam, e podiam definir, eram os sentimentos de amor e prazer sentidos em seus beijos e gestos, repetitivos ou não.
Os dedos de Barry procuraram pelo zíper que fechava o traje de Arqueiro Verde de Oliver, descendo o mesmo e podendo retirar o traje do louro acastanhado, deixando o peitoral definido exposto. O maior não ficou sem reação, descendo a parte do traje do Flash que cobria o peitoral magro, porém definido. Agora Allen estava com o traje sendo inteiro retirado pelo maior, ficando somente de cueca. Os beijos dados por Oliver em toda a extensão da barriga de Barry; o fizera arrepiar, fazendo com que Oliver notasse, e continuasse, beijando agora as coxas do de fios morenos, enquanto desfazia-se da cueca do mesmo, revelando o membro do garoto, que estava deveras ereto, e se pondo a chupar, fazendo com que o garoto moreno gemesse.
Assim que o gozo do menino viera, Oliver se levantou, engolindo o líquido, e beijando Barry, fazendo com que o garoto sentisse o próprio gosto e gemesse durante o beijo. A mão direita de Oliver foi à cabeça do moreno, abaixando-o contra seu peito, mas antes, Barry tinha que beijar o maxilar do mesmo, coisa que a muito, quis. Os beijos molhados de Barry escorregavam por todo o peitoral do homem, fazendo com que o mesmo gemesse, quando a calça do traje do mais velho já havia sido desgrudada do corpo do mesmo, e a boxer arrancada rapidamente e brutamente, pôde ser revelado o tamanho nada pequeno de Oliver, que sorria com satisfação ao ver Barry olhando para seu dote, quase babando.
Logo Barry se pôs a chupar o pênis do mais velho, fazendo com que o mesmo gemesse com os as lambidas lentas da língua quente do menor, ou com a sucção forte.
A parte mais interessante de todo aquele instrumento era a cabeça, que Barry fazia questão de se manter firme naquele pedaço de carne, pressionando a língua repetidas vezes no pequeno furo localizado no meio da “cabeça do membro”. As veias pulsantes em todo o pênis do mais velho, era algo gostoso de passar a língua, pensava Barry. E quando veio o gozo do maior, em jatos fortes, Barry fizera questão de engolir, sentindo o gosto, bom.
Por não poder segurar mais, Oliver pega Barry, prensando-o contra a parede, de costas para a mesma, enquanto penetrava o mesmo, entrando, fazendo o mesmo sentir prazer e com uma forte dor, que logo passaria, para logo estarem se beijando enquanto os movimentos tornavam-se mais agressivos, e muito mais prazerosos.
O frio da parede branca, o calor dos corpos, o “objeto” duro dentro de si, era tudo que Barry podia sentir ou pensar, enquanto o membro de Queen era empurrado dentro de seu apertado buraco.
Queen não era um que poupava gemidos, roucos e grossos, que faziam o velocista se arrepiar. As mãos de Oliver que apertavam os quadris de Barry; foram para a parede, segurando-a/apoiando-se com força, enquanto com toda força que lhe era permitida, chocava-se com Barry, sua virilha batendo na bunda do garoto, que os gemidos eram altos, e palavras obscenas eram ditas em seu ouvido.
“Me... Lembre que... Um ótimo jeito de poder ser fodido é pegar alguém... De surpresa!” – A frase dita por Barry, que era cortada pelos gemidos do mesmo, fez com que a força investida em Oliver aumentasse, investindo contra o garoto mais forte, fazendo-o urrar, quando acertada a próstata mais três vezes, e fazendo-os chegar ao ápice, com Barry gemendo e mordendo o ombro do louro acastanhado, enquanto o outro dava a última investida, chocando as costas de Allen contra as paredes.
O membro de Oliver, que depois de retirar de dentro de Barry, mesmo que tivesse acabado de chegar ao ápice, ainda mantinha-se duro, fazendo com que o Queen olhasse com malicia para Allen, que logo se pôs a sorrir e agachar-se, chupando o membro do homem, fazendo-o gemer e por vezes, suspirar. Ao ter uma ideia melhor, parou a sucção e ficou em pé, virando-se, ficando cara-a-cara com a parede, enquanto introduzia novamente o instrumento de Oliver dentro de si, gemendo, pela leve dor que sentia, e pelo prazer que vinha junto com a dor.
E voltaram a se mover, mudando de apoio da parede, para a mesa de madeira grudada a mesma, somente aos gemidos e palavras obscenas soltas de suas bocas, sabendo que no dia seguinte, estariam marcados de unhas e chupões.
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