One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
35 Loki x Magnus Chase - Livro | Magnus Chase e os Deuses de Asgard
Notas iniciais
Magnus Chase x Loki
Magnus Chase e os Deuses de Asgard: A Espada do Verão
“Digamos que um Deus assassino goste de ti...”
“AAAAAAAHH!” – Gritava o Deus Nórdico, tentando sair das amarras que lhe prendia nas pedras. Tentando cortar o véu que dividia o espaço entre os mundos, para poder ultrapassa-lo. Quando estava pensando em desistir, o veneno da cobra acima de si caiu em seu rosto, deixando com mais raiva ainda, logo pôde sentir o corpo ser puxado, como se tentassem arrancar sua alma, e quando deu por si, estava em frente a um local que lhe parecia um restaurante, ou algo do gênero. Vestia uma camiseta branca com sobretudo bege, calça jeans azul lavado e sentia o cabelo cair de leve no rosto com a boina encaixada perfeitamente em sua cabeça. Ao entrar no local, a primeira coisa que chamou a atenção do homem foi o garoto virado de costas para ele, só pôde ouvir o garoto falar com o tal do garoto chamado Amir.
“Ei Amir, pode pegar um falafel do Fadlan pra mim?” – Perguntou o garoto, vendo Amir assentir e ir em direção da porta atrás do mesmo. O loiro de costas se virou, assustando-se por ter um deus assassino atrás de si.
Loki logo percebeu que reconhecia aquele olhar, aquele cabelo e o modo provocante que o garoto sorria.
“O que diabo você faz aqui?” – Perguntou o garoto. – “Pelo que eu saiba você está preso... Numas três pedras com veneno de cobra caindo em seu rosto.”.
“Não me provoque garoto.” – O sorriso charmoso de Loki atingiu Magnus, deixando-o fora de órbita por segundos. – “E então, antes de começarmos uma discussão e guerra ao nosso redor, posso sentar com você?”.
Magnus olhou desconfiado para o Deus, assentindo e indo em direção a uma mesa. Quando foi se sentar, Loki chegou por trás do mesmo e arrastou a cadeira para trás, esperando o garoto sentar para poder ajeitar a cadeira.
“Estou me sentindo uma mocinha em um encontro.” – Tirou sarro Magnus, vendo o Deus sentar diante de ti e vendo o mesmo sorrir diante a piadinha do de cabelos longos.
“Enfim, explicando a parte do que faço por aqui, é o seguinte, eu quase consegui escapar da minha prisão, estou somente com setenta e cinco por cento da minha alma e ‘corpo’ para fora daquele lugar horrível, sendo assim, posso fazer tudo normal... Ou quase normal, já que explodir um lugar com um estalar de dedos não é tão normal.” – Falou o deus assassino, vendo Magnus sorrir, pronto para ironizar.
“Mas devemos concordar que para nós, isso até que não foge dos padrões de realidade.” – Confirmou, sorrindo, vendo o malandro assassino repuxar os lábios, para um sorriso malicioso.
*
Ambos passavam em frente da ponte onde antigamente Magnus vivia quando não era, bem, morto.
“Não acredito que depois de tanto tempo, estou eu aqui, com um deus quase fugitivo, morto, ou quase, e para completar, em um quase encontro.” – Falou Magnus, vendo o sorriso sincero, sem malicias, raro de Loki.
“Quando se menos espera, de mecânico, você vira um empresário.” – Diz o malandro, vendo o olhar desconfiado de Chase para ele, que somente se limitou em continuar com a cara séria, reservada para poucas ocasiões.
“Certo, agora que estamos embaixo desta linda e acolhedora ponte, me conte o que diabo você tem na cabeça para fugir de novo. As chances de você se machucar não seriam tão pequenas, seria drástico.” – O menor falou, vendo o mais velho revirar os olhos.
“Não se preocupe, eu estou bem.” – Ao terminar de falar, o rosto do assassino ficou vermelho, e ele se inclinou logo sentindo o sangue jorrar por entre os pulsos, que estavam feridos por milênios preso àquelas malditas cordas. Magnus mal pôde processar tudo, somente correndo pra segurar o deus, pelos pulsos, logo usando os poderes que lhe eram permitidos para curar os outros, ao ver o maldito homem melhor, Magnus se limitou a sorrir, sentindo o mundo girar e caindo nos braços do deus.
*
Magnus acordava lentamente, vendo que estava deitado de barriga para cima, tendo como primeira visão as pedras que constituíam a ponte, e ao virar, um deus com sorriso malicioso esquentava as mãos na fogueira recém-feita.
“Nunca desmaie novamente deste modo, achei que morreria, e se morresse fora de Valhalla você não teria como renascer, iria direto para o reino da minha filha adorável, Hel. Sem contar que se eu quisesse poderia tomar seu corpo sarado só pra mim, eu te sequestraria isso é fato.” – Acrescentou, piscando. O rosto de Magnus somente ficou vermelho diante de tal jogada.
Enquanto se sentava, Magnus reparou em como a cor do deus melhorara, muito, desde que havia usado o poder de Frey para curar o homem.
“Você não me escutar falando isso sempre, mas obrigado.” – Loki deu uma acrescentada na frase, sabendo que o menor riria, e acertou. Mas algo que ambos não puderam perceber, era como estavam pertos um do outro, e poderiam até se abraçar. – “Quem sabe o que teria acontecido com este deus imortal em sua frente?”.
“Okay, mesmo que eu possa ter quase morrido e ter gasto quase meu estoque extra de energia, estou bem, e fico feliz em você ter se curado... Mas agora que estamos falando de cura, você não pode se curar?” – Perguntou Magnus, vendo o deus sentar em um barril que ali tinha.
“Não, eu sou um humano com alguns poderes incríveis, como, magia e ilusões, mas cura eu estou sem, simplesmente por não estar em meu modo ‘Complete God’.” – Zoou o deus, vendo o outro revirar os olhos.
Um silêncio constrangedor se apossou do lugar, deixando-os quietos se admirando e vez ou outra olharem para os lados. Ao ambos derem uma olhadela de canto para cada um de si, a mão esquerda de Loki puxou a nuca de Magnus, prensando lhes os lábios, enquanto a mão direita foi em direção à cintura do loiro menor, puxando-o contra o seu próprio corpo, as línguas se movendo de modo sincronizado, bocas ligadas em perfeita harmonia, os narizes se tocando de forma lenta enquanto os lábios trocavam os beijos que em tempos eram esperados. Loki deu uma mordidinha no lábio inferior de Magnus, puxando o lábio, sendo audível o som do lábio batendo no próprio dente, Magnus colocou a mão esquerda no rosto do homem louro acastanhado, enquanto a mão direita ia em direção ao peito do homem, peito coberto pela camiseta branca. O menor decidiu aventurar-se por baixo da camiseta, sentindo a barriga bem definida do deus, que somente soltou um pequeno suspiro sentindo os dedos quentes de Magnus vagando por sua pele exposta pelos dedos, a camiseta sendo levantada aos poucos, e sem demorar muito, os beijos que somente se dispunham nos lábios de Loki, Magnus foi descendo, beijando o pescoço alvo, raspando os dentes, sentindo o arrepiar do homem. O sobretudo foi tirado de forma grave, pelo menor, enquanto os dedos do deus arrancavam o colete preto que Magnus vestia, colete que nem foi reparado antes. A camisa de manga longa também foi tirada, deixando com que Loki pudesse aproveitar-se daquela barriga com tanquinho invejável para adolescentes da idade do menor.
Os barris amontoados em três, com o papelão em cima, formando uma cama, agora tremia de leve, com os atos vezes agressivos, vezes suaves. A boina de Loki foi tirada, revelando os lindos e dourados cabelos louros acastanhados do homem. A camiseta branca foi tirada lentamente por Magnus, que fez questão de admirar o quanto podia e ‘não podia’ do mais velho. As línguas voltaram a se tocar, em uma batalha que parecia durar uma eternidade, até o deus Loki vencer, tomando controle do beijo e sentindo as mãos do menor começarem a desabotoar o botão de sua calça, revelando a boxer preta, que em breve seria mais uma das peças em que estaria rasgada ali embaixo da ponte.
Os beijos aumentaram de velocidade, mostrando suas necessidades. A bermuda jeans azul escura usada pelo garoto era retirada, com a luz do sol poente iluminando a corrente do jeans, que era a própria Espada do Verão, mas Loki sabia que teria outros dias para sua caça incansável, mas por enquanto, o que importava era o garoto, e Magnus percebia a bermuda ir ao chão, revelando que o mais importante aquele momento era ele.
Enquanto ambos agora tateavam os corpos, as mãos de Magnus pararam, descendo até a boxer, rasgando-a e vendo o grande volume voar para fora da calça, apontando para ele, o deus então se curvou, tocando o próprio pênis com a língua, e com essa maravilhosa visão, Magnus se pôs a chupar o membro do deus assassino, sentindo o gosto de hidromel que tinha o instrumento. As línguas se encostando e o roçar da barba do mais velho no rosto de Chase, somente o deixava mais fora de si do que possível, enquanto o hálito de menta do deus invadia suas narinas. O homem então se levantou, curvando-se para trás, deixando o trabalho de chupar somente para o filho de Frey, que fazia uma forte sucção, sentindo as veias que ali tinhas bombeando, até que o gozo do deus chegou, e Magnus se pôs a engolir, ficando elétrico logo, o efeito que hidromel lhe causava.
A calça do homem nos joelhos, a cueca rasgada nas coxas viris e o pênis babado de gozo, era a visão perfeita para Magnus, que se deliciava vendo o deus. Graças os barris com o papelão ser encostado na parede, Loki o encostou, podendo rasgar a cueca do rapaz, retribuindo o favor de minutos mais cedo. O membro com veias, logo foi de encontro com a boca de Loki, que chupava com força, fazendo o garoto ser levado à loucura. Por estar de pé, Loki tinha uma vantagem, não precisaria mover o garoto um centímetro. Ao parar de chupar o garoto, logo o penetrou, fazendo-o gemer, mas ia devagar, para não machucar o garoto.
Logo os movimentos foram aumentando, com o desejo em crescente calor, os movimentos rápidos, atingindo o ponto certo, logo fizeram Magnus se desfazer, sujando todo o peito do homem, peito de pouco pelo. Não demora muito e Loki se desfaz dentro do filho de Frey, fazendo-o gemer, e ao retirar ambos gemem, trocando beijos.
*
“Obrigado, filho de Frey. Você é o meu favorito.” – Falou o deus, piscando, colocando o sobretudo e saindo de baixo da ponte, enquanto o garoto colocava o colete novamente e sorria sarcasticamente, vendo o outro sorrir também.
O loiro foi atrás do acastanhado, dando-lhe um beijo, antes de ver o maior se dirigir para uma árvore ali no canto abaixo da ponte. O deus fez um aceno de adeus e com um brilho, desapareceu, deixando um filho de Frey sorrindo e revirando os olhos, sozinho.
“Idiota gostoso.” – Falou para si mesmo, Magnus Chase.
Fale com o autor