One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
33 Jack Frost x Elsa - Filme | Frozen
Notas iniciais
Jack Frost x Elsa
A Origem dos Guardiões e Frozen
“Dois corações de gelo.”
O olhar de Elsa vagava da sua janela à parede. Não se concentrava, mas com no que poderia se concentrar? Não estava fazendo nada e nem tinha o que fazer naquele quarto gelado e sombrio. A neve incessante que caia lá fora era tão convidativa, mas o risco de ferir alguém, não valia o menor esforço, nem sequer pensamento. Como sempre, a porta do quarto se mantinha trancada, mesmo depois da morte dos pais, ela insistia em permanecer no quarto, não saindo nem para comer. Enquanto pensava nos seus poderes, que para ela eram mais uma maldição, a janela escancarou-se, lançando flocos de neve para todos os lados daquele cômodo. O garoto que lhe visitava toda noite estava parado na patente da janela, olhando-a com os olhos azuis, com o cabelo cor de gelo caindo nos seus olhos. Cor gelo que mais parecia cinza. O olhar gelado do garoto, porém quente tranquilizante, lhe olhava implorando, implorando para que fossem ali fora, fora do quarto, para o desconhecido do escuro da já jazida noite escura e brilhante com as estrelas chamativas. A loira então se levantou, dando a mão para o de casaco moletom azul, sentindo os pés saírem do chão, e logo estar a alguns metros do chão, voando sobre a floresta que se encontrava a alguns quilômetros de distância do castelo que lhe era a prisão fria e deprimente de todos os dias na vida.
Em poucos segundos pôde sentir o gelo sob seus pés, e diante de ti, havia um enorme casarão abandonado, cujo muitas vezes lhe era visitado por ambos diante de belo esplendor. O garoto logo a puxou para dentro do local, e ao entrar, podia ser visto velas em todos os lugares, tornando o lugar visível, do que já fora escuro e sombrio. No centro da enorme sala, havia uma mesa, com comidas diversas, como, bife a milanesa; nhoque e lasanha.
“E então, futura rainha, quer comer?” – Perguntou o garoto, vendo a rainha, futura rainha, sorrir e assentir.
Ambos andaram até a ponta daquela enorme mesa, ele tirando a cadeira de baixo da mesa, deixando a linda donzela sentar-se, podendo empurrar, deixando-a confortável. Ao sentar-se, logo estavam conversando, não somente sobre o frio que fazia, mas não os incomodava, mas também do reino de Elsa.
“Soube que seus pais morreram... Meus pêsames.” – Disse o garoto, vendo-a sorrir tristemente.
“É, ainda não sei como lidar com a notícia.” – Assumiu.
“Bem, vamos no distrair comendo... Pois comer, é vida. Ou quase vida, já que tecnicamente eu sou um “espírito” das crianças, enfim, deu pra entender.” – A confusão do garoto foi o que fez a garota sorrir, sendo notada mais ainda pelo menino de tom gélido e azul claro.
Enquanto comiam, conversavam e provocavam risadas um nos outros, sem poder esquecer que aquele era o aniversário de amizade deles, fazia um ano que se conheciam, conheciam-se através do desespero de Elsa, que um ano antes, preocupada com seus poderes crescentes, implorara aos céus por alguém que lhe entendesse, quando este garoto, aparecera sobre o patente de sua janela. Lembrar que o sorriso dele abrandara o coração dela, deixando-a calma e fazendo-a dormir, em dias que não havia conseguido dormir, era a coisa mais honrosa, em sua opinião.
Depois de comerem, conversarem sobre sua amizade, e rirem muito; foram para o sofá ali localizado ao canto do local.
“Certo, acho que falamos tudo que tínhamos para falar, o que fazemos agora?” – Perguntou o garoto.
“Fazemos o que eu sempre quis fazer.” – Afirmou ela, subindo no colo de Jack, beijando o mesmo. Os lábios dos dois dançavam, sentindo e absorvendo seus frios, um tocando o corpo do outro em pressa, vontade e desejo; sem grosserias. Elsa podia sentir algo que jamais sentiu; o calor, juntamente com o conforto com Jack.
Os beijos foram avançando, até o agasalho azul do garoto fosse retirado e a barriga de quatro gomos fosse revelada, As mãos, agora quentes, de Elsa passaram por aquele caminho ‘montanhoso’, enquanto distribuía beijos pelos lábios do garoto.
O vestido longo azul usado pela mulher foi tirado, com delicadeza, do corpo da mesma, deixando-a somente com as peças de roupa que lhe eram intimas. Ela rebolava, continuadamente, vendo o de olhos claros a sua frente excitado e cheio de tesão. Já sentia o membro do garoto em sua genitália, roçando no local, fazendo-a gemer. O garoto deitou-a no sofá, subindo por cima dela, Sentindo as unhas dela rasgarem o tecido de moletom daquela calça, deixando-o somente de cueca, revelando o notável volume ali presente. As unhas da mulher, pintadas em branco, rasparam no tecido da cueca, sobre o membro do garoto gélido, causando um ligeiro tremor de excitação no de cabelos cinza esbranquiçado.
Os pelos de Jack se eriçaram ao ver as mãos de Elsa procurar por seu pênis em sua cueca, logo sentindo a mão dela pegando o instrumento e lambendo, com o membro em sua cara, devido o garoto estar por cima dela. As mãos de Jack arrancaram o sutiã da garota, deixando-a com os seios à mostra. Com a sucção parada, as mãos de Jack ficaram apalpando os seios de Elsa, vendo-a suspirar.
A calcinha de Elsa foi retirada, com gentileza, fazendo Jack poder olhar o quanto Elsa estava ‘molhada’, ficando mais excitado, e logo penetrando a mulher com calma e sutileza, sentindo as unhas dela arranhando suas costas, para logo estarem em movimentos rápidos e frenéticos sem pausa.
*
Depois de finalmente terei gozado, ambos ficaram deitados no sofá, até Jack os levar para o quartinho ali perto, onde havia uma cama de casal, ficando assim, deitados juntos de concha, dormindo envoltos no amor que tinha entre eles.
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