One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.

27 Frajola x Piu Piu - Desenho | Looney Tunes


Notas iniciais
Oi pessoas! Vim destruir a fucking infância de geral, assim como destruí a minha. :D Espero que gostem, e Lovatics, me contem, como Demi diva tanto? A ideia deste capítulo, inicialmente foi de ser uma versão humana, mas pode imaginar como o desenho mesmo, então fica pela imaginação de vocês! :T Site oficial da fanfic criado: http://fagundes009.wix.com/oneshots Boa leitura!

Frajola x Piu-Piu

Looney Tunes

"Nerd+Popular=Atração Opostamente Deliciosa."

Piu Piu andava pelos corredores do colégio a procura de Frajola, o garoto branquelo e não muito alto estava um pouco irritado, Frajola havia pregado mais uma peça nele, deixando o garoto um poço de impaciência.

Piu Piu era o infeliz garoto que vivia chamando a atenção do garoto popular, Frajola; não entendia, qual era a sua graça? Usava roupas frouxas, que amava, e normalmente uma calça moletom, dificilmente um jeans... E claro, não podia esquecer os casacos moletons.

Sempre estava andando pelos cantos, esperado a próxima briga que arranjariam com ele, que infelizmente não tinha amigos naquela escola, todos haviam ficado em sua antiga.

A folha que era segurada por sua mão, já estava amassada e totalmente rasgada, todos se assustavam com os passos agressivos do rapaz, surpreendidos por uma reação do menino, que andava em direção à mesa do refeitório mais chamativa, seu olhar gelado, e hoje, somente hoje, por sua calça moletom estar lavando, ele tinha que usar o jeans, que realçava a sua grande bunda, que ele vangloriava muito, uma bunda durinha, mas muito fofa; mas naquela escola, andar com revelando sua bunda daquele jeito, não era algo que ele queria.

Seu punho foi de encontro com a mesa de madeira, batendo, fazendo o som ecoar por todo refeitório, fazendo com que todos parassem o que faziam, para observar o irado garoto de pele branca levemente amarelada.

“Cara, eu me irritei, e dessa vez, você mexeu com algo que você jamais gostaria. Já não cansou de me expor? Porra, a vida é minha, não devo satisfação a ninguém e o que sou ou deixo de ser, é problema meu!” – Os berros de Piu Piu ecoavam por todo o local, fazendo até com que as “tias da comida” parassem, vendo sua “criança” crescendo.

“Ui, o “viadinho” se irritou...” – Disse Frajola, vendo todo seu grupo rir, fazendo com que a cara do menino em pé transparecesse toda a raiva e frustação do garoto.

“É impressionante... Faça-me o favor, e vá se fuder!” – Jogava o papel com caligrafia ruim, escrito “É gay é?” em Frajola, vendo o sorriso do mesmo oscilar, antes de se virar e seguir porta a fora do refeitório, vendo todos soltarem o ar preso nos pulmões.

“Só se for com você.” – Disse o de pele clara, alto o suficiente para que escutasse enquanto saia, e que percebesse todos rindo do que o popular havia dito.

As lágrimas escorrendo por suas bochechas, e todos olhando para ele no corredor, realmente, não era a melhor combinação criada.

Sua raiva era expressada pelos gestos de seu corpo, as pisadas fortes no chão, e a cada curva, sua mão fechada sendo chocada contra armários. Não demorou muito, e sentiu alguém o seguindo, e para que paz, se não podia ser Frajola?

Sentiu seu corpo ser prensado contra um dos armários ali no extenso corredor, enquanto uma mão apalpava sua bunda, sem poder conter-se, gemeu, vendo o sorriso de Frajola crescer diante da visão raivosa de Piu Piu gemendo ali.

“Por quê?” – Perguntou com raiva, o de olhos azuis. – “Qual o seu problema, sempre me enchendo a porra do saco, mas sempre precisa de mim, do meu corpo.”.

“Por causa, de você ser o meu porto, sem você não dá para se viver.” – Disse o de olhos castanhos, vendo Piu Piu sorrir com aquilo.

“Espere, tem algo errado aqui, estamos no meio do corredor, e você está praticamente abusando de mim aqui.” – Disse o de olhos azuis, vendo o sorriso de canto de Frajola aparecer. – “Não, você finalmente está assumindo? Seu filho da puta, você finalmente está assumindo!”.

O beijo que Piu Piu “roubou” de Frajola foi algo que todos que estavam ao redor perceberam, isso sem contar nos que já haviam percebido na “pegação de bunda” que estava ocorrendo ali. Alguns olhavam com nojo ou com descrença, outros olhavam com felicidade explicita; já outros, olhavam e iam embora, sem se interessarem ou crucificarem...

Então, quando se deram conta de que não estavam em suas casas, pararam, voltando a andar, dessa vez normalmente, mas com as mãos dadas, exalando felicidade.

Quem diria que assim que o sinal batesse, e não houvesse ninguém nos corredores, a sala do faxineiro fosse tão boa para se amar? E esses foram o pensamento de Frajola e Piu Piu, assim que entraram na sala e quase instantaneamente começaram a se beijar, enquanto a mão de Frajola ia em direção da bunda do garoto de orbes azuis e pele levemente amarelada, apertando-a, fazendo o que mais gostava; o menor gemer.

O beijo dos dois era uma batalha de línguas agressivas, se chocando, sugando, calor exalando... Enfim, um desejo voando entre aquela minúscula sala, quando em um passe, a camisa do “nerd” era jogada no chão, fazendo com que o maior pudesse aproveitar o torso levemente definido do garoto, lambendo o mamilo do mesmo, vendo-o se contorcer.

Uma mão do menor atrevido foi em direção à ereção escondida, na verdade bem a mostra, naquele pano preto da calça jeans que usava, tocando o local, vendo o maior gemer com as esfregadas da palma do de orbes azuis em seu membro e testículos.

Em seguida, era a camisa do de orbes castanhos que se encontrava no chão limpo da minúscula sala, e o torso bem definido do garoto era lambido ou chupado por Piu Piu, que fazia o maior gemer, e vendo-o gemer, constatava que quanto maior o prazer, maiores eram os palavrões.

Os botões desabotoados da calça jeans, somente dois, do mais velho eram um passo a mais para o caminho do Paraíso de Piu Piu... Com a calça aos pés de Frajola, e o pênis do maior em sua face, pelo fator do mais velho não usar cuecas na escola, exatamente pelo motivo de Piu Piu ser fogoso quando queria.

O de olhos azuis deu três tapas em sua face, tapas sendo repetidos pela mão grande do homem-gato, como o de pele amarelada chamava, logo sendo substituído pelo pênis do homem, o membro se chocando contra a cara do menino, fazendo com que o de olhos castanhos gemesse diante da visão e do membro aos impactos contra a pele macia do rosto do garoto de olhos azuis quase cinzas.

Em seguida, o pênis do maior de cabelos morenos estava na boca do de fios louros, enquanto a língua chupava toda àquela extensão, foi interrompido bruscamente pelos braços fortes do de fios morenos, puxando-o para cima, fazendo com que o louro entrelaçasse as pernas ainda cobertas pela calça, que logo estavam no chão, e colava agressivamente as costas do menino de olhos azuis na parede, vendo-o gemer, enquanto o penetrava, vendo sair de sua boca um gemido forte, quase agressivo, se não fosse pelo seu suspiro seguinte.

O penetrar lento, mas agressivo e expressivo, levava ambos os homens à loucura, sendo saciados pelo ápice intenso que vinha a seguir.

Notas finais
Better When I'm Dancin' e Waitin for You são as músicas que me inspiraram depois dessa uma semana e um dia sem atualização... Desculpem-me povo lindo. Contem-me como foi em destruir a infância de vocês nos comentários... :) Beijos de chocolate nublado. -^-^-