One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
3 Atena x Poseidon - Livros | Percy Jackson e Os Olimpianos
Notas iniciais
Atena x Poseidon
Percy Jackson e Os Olimpianos
"Este amor enterrado de séculos não é fácil."
Atena andava graciosamente pelos campos do Olimpo, observava ninfas e Deuses fazendo seus afazeres cotidianos, andava em direção ao seu templo, mais especificamente à sua biblioteca, para a continuação de um livro que havia começado a ler um dia atrás, e, por diversos problemas no Olimpo, como Zeus traindo Hera novamente, ela não pôde terminar.
Mal conseguiu chegar em sua biblioteca quando uma ninfa passou e à avisou que Zeus estava convocando-a para uma reunião.
“Deuses; mereço.” – Dizia em voz baixa enquanto entrava no escritório de Zeus e o via se atracando com uma ninfa. – “Ahan!” – Pronunciou-se alto para que ele a escutasse, fazendo com que o mesmo se virasse assustado para a filha.
“Pode entrar minha filha, muito obrigado por seus serviços.” – Dizia ele a ninfa assim que ajeitou seu terno. A ninfa somente abaixou a cabeça e, envergonhada, saiu da sala em estilo grego.
A loira entra no escritório, que de cores azuis vibrantes e brancos parecem brilhar mais com seu vestido grego branco e suas madeixas onduladas que pareciam pequenas cascatas. Seus olhos cinza pareciam constatar com os desenhos de raios nas paredes.
Seus olhos analisavam tudo como se fosse uma estratégia de sobrevivência. Eles passeavam pelos móveis ali localizados, grande maioria branca, outros de um azul mais escuro. Desde a janela que dava uma vista para o mundo dos mortais, como também as pedras lápis-lazúli que decoravam o aquário, cujo Poseidon sempre vivia brincando com os peixes ali residentes.
Balançou a cabeça tirando a imagem de um Poseidon sorridente com os peixes e se virou para o pai.
“Por que me chamou?” – Pergunta ela, rápida e objetiva; sentando-se em uma das duas cadeiras em frente à mesa de seu pai.
“Poseidon precisa de ajuda para reformar o reino dele.” – Diz Zeus, fazendo com que as pupilas de Atena se dilatassem, porém, (sempre há um mas.) ela não ia ceder tão fácil. Pois se Poseidon era seu tio mais odiado, por que cederia tão rápido? Apesar de aqueles olhos verde-água lhe fazer ter sonhos um pouco excitantes demais, mas não, ela jamais admitiria em voz alta.
“Por que eu deveria?” – Diz ela sorrindo convencida, fazendo com que seu pai revirasse os olhos para com ela, mas sem conseguir sorrir um pouco com a teimosia de sua filha.
“Vamos Atena, foi o próprio Poseidon que veio até mim, pedir sua ajuda, você não perderia a chance de jogar na cara dele que ele pediu ajuda.” – Diz ele brincando.
“É tem razão.” – Diz ela sorrindo com a tentativa de provocação a Poseidon, logo prossegue. – “Eu vou.”
*
Atena já estava no reino de Poseidon, abaixo do Oceano Atlântico, mas parecia que o reino não vivia nadando, era tudo “normal”, se andava, se respirava, tinham árvores e belos frutos, Atena logo tratou de ir em direção ao portão principal, onde Poseidon a esperava, com uma calça jeans, sapato social e uma camisa de praia, “bem a cara dele mesmo”; pensava ela.
Foi se aproximando aos poucos, agora com mais facilidade, pois agora estava usando uma calça jeans e uma camisa cinza com uma estampa de coruja; e ainda vestia um salto alto preto, de no mínimo dez centímetros, deixando-a em poucos centímetros maior que Poseidon.
“Olá sobrinha!” – Disse Poseidon com felicidade. — “Que bom que aceitou meu convite.”.
“Olá tio.” – Disse Atena um pouco mais séria, porém sorriu, mostrando-lhe os dentes brancos que tinha, corando em seguida.
*
Já haviam se passado uma semana, e ela havia descoberto que Poseidon não era um idiota, egocêntrico, imbecil; e outros adjetivos que ela não poderia citar.
Demorou pra cair a ficha, mas ela estava muito, muito mesmo, apaixonada por Poseidon, aquele idiota sabia como mexer com ela, como provocá-la e ela gostava disso. Gostava dele enchendo a paciência que com ele ela não tinha.
Um dia Afrodite falou: “Vocês podem negar, mas o amor e o tesão reprimido de vocês dá até para ser sentido de longe”, Atena logo se opôs á ideia e começou a rir de Afrodite, a mesma olhou para ela com a cara de “Espere e verás”.
E não é que a bendita tinha mesmo razão?
A amizade dos dois evoluiu muito, conversavam sobre livros, séries e suas divindades.
Lá estava Atena, nesse exato momento, correndo de Poseidon para ele não ver o projeto de arquitetura do reino, havia sido muito difícil criar, e agora o ser queria pegar para ver, a primeira regra que haviam combinado era que ele não tentaria ver quando ela dissesse não, ele aguentou, uma semana, mas agora, em compensação, parecia um maníaco.
Ela ria se divertindo com a cara que ele fazia, ele ria da risada dela, até que tiveram que parar para respirar, não antes de Poseidon se jogar contra Atena, fazendo ambos caírem no gramado fofo dos campos, ele por cima dela e ela corada.
Por sorte, ou não, era Natal para os mortais, e, por consequência ficava mais frio nos Oceanos, sorte de Poseidon poder controla-los para ficarem na temperatura ambiente, e com esse assunto de Natal o beijo embaixo de um Visco se tornava mais importante ainda, e justo Poseidon e Atena estavam embaixo de um.
“É, não podemos recusar essa oferta de paz.” – Diz Poseidon beijando de leve os lábios de Atena, a mesma não demorou a corresponder, aprofundando o beijo, tornando-o gostoso, mais caloroso.
Poseidon estralou os dedos e em milissegundos estavam em sua cama na biblioteca particular, deitados, se beijando.
Atena foi a que deu iniciativa, arrancando/rasgando a camisa de Poseidon, arranhando as unhas pelo peitoral do mesmo fazendo gemer e pedir por mais.
“Onde aprendeu isso? Pelo que me lembre você é uma Deusa Casta.” – Pergunta ele boquiaberto.
“Querido, sou Deusa da Sabedoria e Estratégia em batalha.” – Diz ela como se fosse óbvio.
Ela foi em direção ao seu pescoço, onde lhe deu belos chupões que ficariam marcados no dia seguinte, e, mordiscadas, desceu a mão direita em direção ao volume grande formado na região da calça jeans do Rei dos Mares, e apertou de leve, causando um gemido involuntário do homem. Ela passa a mão pela barba por fazer de Poseidon e senta em seu colo, rebolando em seguida, fazendo com que ele gema cada vez mais alto.
“Eu esperei tanto por ti, tentei de várias formas de te esquecer, mas nunca cheguei conseguir, você é única.” – Diz Poseidon.
“E eu, quando te vi com Medusa em meu templo, “percebi” que tinha que ser virgem para toda eternidade, para nunca mais chegar a ser machucada como fui por você.” – Diz Atena deixando que uma lágrima vá de encontro ao chão.
Poseidon abaixa a cabeça e pedi milhões de desculpas, ela com a mão, levanta-lhe o queixo a possibilitando de ver os olhos verde-água que tanto amava cheios de lágrimas. Beijou-lhe os lábios e arranhou a barba que tanto lhe dava charme. Voltou a se concentrar no pescoço do Deus dos Mares, aspirando seu cheiro e mordendo o pescoço do mais velho.
Rebolou em seu colo, logo sentindo novamente a ereção de Poseidon em sua parte íntima coberta somente por duas peças de roupa. Poseidon, já entrando novamente no clima, tira a camisa de Atena, e em seguida, seu short, para logo arrancar a própria calça, com ajuda de Atena e a mesma arranca-lhe a cueca, ao qual ela joga para sabe se lá onde.
Assim que tirou a cueca de Poseidon, seu queixo caiu, o membro do mesmo era enorme, suculento, digamos.
Assim ela começou masturbando-o, e depois passou a língua por ali, logo a boca estava envolta no membro suculento e passava os dentes de levinho, só para arranhar de pouco fazendo-o gemer e depois de alguns minutos, gozar na boca dela, sem conseguir segurar, ela engole tudo, sem deixar nada.
Ele sobe por cima dela, tirando o resquício de roupa que havia nela. Deixando-a nua por completo, sem aguentar, ele penetra ela, com velocidade e dor da parte de Atena, aí se lembre que a Deusa da Sabedoria estava em sua primeira vez , assim que ela se acostuma com o tamanho, ambos começam a se mover em perfeita sincronia, até explodirem os hormônios na hora do orgasmo e dormirem juntos e abraçados ao calor dos corpos de cada um.
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