One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
16 Zac Efron, ou Troy Bolton x Martina Stoessel - Cantores
Notas iniciais
Martina Stoessel x Troy Bolton
Cantores / Filme
"Na escada não."
“Martina.” – Dizia o professor na hora da chamada.
“Presente.” – Responde a garota.
“Zac.” – Continuou a chamada, dizendo o nome do garoto cujo Martina gostava.
“Presente.” – Disse o garoto, deixando que o professor prosseguisse com a chamada.
Enquanto o professor continuava com a chamada, Martina, que sentava no fundo de sua sala; fica observando Zac, que senta mais no meio da sala, nesse momento o garoto brincava com seus amigos, exibindo o seu lindo sorriso. O garoto ria dos amigos que ficavam brincando um com os outros.
Então ela pensava, e se tudo tivesse sido diferente à partir do momento em que havia entrado na escola, ano passado? Cada turbilhão de coisas que haviam acontecido naquele ano, invadia sua cabeça agora; As amizades que fizera, em conjunto com os professores que havia conhecido, entre tudo quanto era bizarro e acontecia justo com uma adolescente saindo de seus dezessete anos.
E enquanto ia saindo de seus turbilhões de memórias, o sinal tocou, avisando que já era hora de sair da sala de aula, para o tão esperado intervalo; onde poderia comer e conversar com seus amigos.
“E então, o que houve entre vocês?” – Perguntava Martina para sua amiga, que contava sobre o relacionamento com o possível “ficante”, que estava em uma passageira crise.
Enquanto a amiga contava, e Martina ia prestando atenção em suas palavras, Zac invade a conversa; acomodando-se na mesa junto dos amigos.
“Oi?” – Pergunta, soando irônica, a amiga de Martina. – “Pelo que saiba, e vocês mesmos disseram, que àquela mesa, é a de vocês e por isso ninguém poderia sentar ali.” – Dizia a garota loira enquanto apontava para a mesa em que eles sentavam.
“É... Mas hoje queremos inovar.” – Disse o garoto que era amigo de Zac, Mike, possível amor da garota, Ludmilla, amiga de Martina.
“Foda-se, estamos conversando.” – Disse Ludmilla, como se fosse para uma criança de três anos.
“E pelo que saiba; ninguém perguntou.” – O ruivo, Mike, afirmou ironicamente para a mesma, fazendo com que a mesma revirasse os olhos devido à infantilidade do colega de classe.
“Gente; chega né?” – Se intrometeu, Martina, parando com a briga. – “Vem Lud, vamos sair daqui.”.
A loira se rende; indo atrás de sua amiga. A de pequenas mechas roxas vai indo, quando é interrompida pela namorada de Zac, que à faz tropeçar.
“Olha aqui garota, na boa, não aguento mais ter que todo dia olhar para sua cara e ficar quieta.” – Afirmava Martina, estressada. – “Por que diabos; implica tanto comigo?”.
“Não gosto de você.” – Dizia com simplicidade Kendra.
“Também não gosto de você, e nem por isso jogo pudim na sua cara, te faço tropeçar, entre outros maus que já me causou.” – Dizia sem poder se segurar; Martina, saindo do refeitório e indo para as escadas do colégio.
“Ei, Mart espera!” – Exclamava Ludmilla para a garota de cabelos roxos.
“Ei Lud, faz um favor por mim? Só preciso de um momento à sós.” – Pediu Martina, vendo sua amiga assentir e ir procurar o “ficante.”.
Ficou ali na escadaria que dava para a botânica da escola, botânica que ninguém usava para nada, só para cuidar das plantas. Somente ela conhecia a botânica, assim pensava a garota enquanto ia subindo, não sem antes fechar a porta que quando abria dava para uma escadaria, que levava para o andar acima, onde ficavam as plantas e suas diversas espécies.
Sentou no último degrau, tirando os fones de ouvido do bolso da calça que usava; pegando o celular em seguida e plugando o fone. Entre as músicas selecionadas, a que mais chamou sua atenção foi “Drag Me Down”, do One Direction.
Viu que a música descrevia suas emoções, mas de tão submersa em pensamentos; não viu Zac se aproximar, não sem antes trancar a porta que dava acesso para a escadaria, pensando em coisas mais íntimas que percebera que a menina sentia por ele, que queria fazer.
“Oi.” – Disse ele, fazendo com que ela levantasse a cabeça percebendo não estar sozinha. E essa foi à deixa para uma conversa envolvente entre os dois, mas não sem Zac pedir desculpas por tudo que ocorrerá, e contando que havia terminado com a namorada; que não amava, como Kendra também não amava ele.
Em determinado momento, Zac se aproximou de Violetta, apelido que ele mesmo havia dado à garota, tocando-lhe os lábios com os dele.
Para aproximar o corpo do garoto, ela colocou os braços no pescoço do mesmo, conseguindo aproximá-lo. Ele tirava a blusa dela, tendo total acesso aos seios da mesma, cujo ele apertava; fazendo-a gemer. Ela, para não ficar um passo atrás, arrancou-lhe a camisa, exibindo o torso musculoso do garoto, cujo ela começou a passar as unhas, tendo a deliciosa sensação de vitória ao fazer o mesmo se arrepiar e gemer lentamente seu nome.
Com isso, pode abrir o botão do cós da calça do garoto, descendo-a para ele, e vendo o consideravelmente grande volume que se formará ali, mas não aproveitando muito a vista, para logo poder abaixar a boxer do garoto logo.
Ela começa uma forte sucção, com direito à lambidas e eventuais chupões no pescoço do garoto.
Quando percebeu que o mesmo ia gozar, parou se levantou e começou a se vestir.
“Porque parou?” – Pergunta Zac.
“Eu jamais transaria em uma escada.” – Afirma a de cabelos roxos, indo embora.
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