One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
22 Wendy x Pan - Série | Once Upon a Time, short-fic 1
Notas iniciais
Wendy x Pan
Once Upon a Time
"Amores antigos não morrem, parte 1."
A Darling andava pelas ruas de Londres, enquanto pensava em suas aventuras quando menor, agora tinha seus 17 anos, mesma aparente idade de Peter Pan, cujo ela procurava por meses, sem mensagem ou sinal de vida.
Tentava achar métodos de ir à Neverland, mas parecia impossível. Feijões já não eram algo comum de ser visto; métodos de achar Neverland eram algo totalmente impossível, como o próprio nome dizia, nunca, ela nunca acharia mais Pan.
Todos seus esforços pareciam ir ralo abaixo em todas tentativas possíveis e impossíveis, enquanto pensava nisso, Wendy foi surpreendida por uma forte chuva, sem se estressar, levantou as mãos para o céu e começou a correr e dançar na chuva, não teria vergonha, principalmente por estar de noite. Foi aí que sentiu suas sapatilhas serem inundadas pela água, mas não parou; isso só a incentivou mais ainda. Seu vestido negro como aquela noite, com leves pontos brancos, parecendo as estrelas, ia sendo molhado e colado ao seu corpo conforme a chuva caía.
Seu maior medo era perder o amado, mas percebeu que, não importa o que fizesse; uma hora os dois se afastariam. Peter Pan não deixaria o lado negro por nada, ele precisava do poder.
Foi pensando, que sentiu algo se movendo ao redor dela, pegou a adaga escondida no vestido e notou algo se aproximando atrás dela, se virou e prendeu o homem com os braços, apontando a adaga para a região do estômago.
“Quem é você?” – Pergunta ela.
“Não lembra, de mim Wendy?” – Perguntou o homem com aparência nos cinquenta anos.
“Peter?” – Correu para abraçar o mesmo, só ela reconheceria a voz e os olhos do amado. – “O que aconteceu com você?”.
“Não posso ficar muito tempo, minha magia fica fraca aqui, precisava te ver.” — Disse o homem, voltando para a aparência de adolescente que tanto amava.
“Sendo assim, o tempo está se esgotando.” – Ela disse, puxando o de roupas habituais verdes contra seu corpo, pressionando os seus lábios nos dele, sendo correspondida em seguida. – “Também estava com saudade.”.
O garoto homem puxa Wendy pela cintura, deixando seus corpos exalando calor, para começarem se beijar. O beijo era uma batalha, entre a saudade, o desejo e o amor.
O calor dos corpos, mais os movimentos eróticos das línguas, deixavam Peter mais excitado. Em um estralar de dedos do Pan, eles estavam em um quarto de hotel, bem luxuoso, onde poderiam fazer o que queriam. Falando em fazer o que queriam, o vestido de Darling era reduzido às cinzas quando o loiro estralou os dedos, deixando a garota somente com sutiã e calcinha a mostra. O conjunto de peças íntimas era de um azul marinho parecido com o oceano pela madrugada, perto do amanhecer. Diante daquela visão o rei dos meninos perdidos salivou, o tesão e desejo à mil por hora.
Ela, para não deixar barato, arrancou a “camisa” verde que o mesmo usava, mostrando o peitoral magro, porém definido do mais velho. As unhas de Darling passeavam pelo torso do homem, arranhando e fazendo-o soltar suspiros, a mão da garota não foi contida, indo para a região das calças do garoto, dentro da mesma, constata que o mesmo não usava cueca, passou a estimular o membro do mesmo, fazendo-o gemer.
Cada movimento causado pela mão de Wendy, o vai-e-vem da masturbação, trazia Peter para mais perto do ápice, algo que ele queria conter, mas Wendy não, pois sabia que era muito bem capaz de reanimá-lo.
O ápice foi o momento em que o mesmo perderá as calças, por culpa, ou sorte, de Darling; e ela colocou o membro do mesmo na boca, começando uma sucção que na terceira, ele já se desfazia.
O loiro pegou Wendy pela cintura, virando-a de costas para si, e passando sua ereção no meio das coxas, perto da vagina da mesma, fazendo-a gemer. Ele aproveitou para arrancar-lhe a calcinha, juntamente com o sutiã, para poder chupar os seios da mulher, levando-a a um prazer jamais conhecido por ela. Ele, para prepara-la, penetrou lhe três dedos. Ela só podia gemer; vez ou outra o nome daquele que lhe proporcionava tamanha excitação.
“I love you.” – Disse ele, no melhor sotaque britânico que podia fazer.
“I love you too.” – Ela e seu sotaque britânico, que tanto tocavam o amor daquele homem.
Enquanto essas ações ocorriam, ela distribuía pelo pescoço do loiro, beijos e leves chupões. Ao fazer gemer seu nome, algo que era no mínimo, muito excitante para ela, ela pegava na bunda do mesmo, apertando forte, para que marcasse na pele exageradamente branca do garoto.
Em um único movimento, Wendy já estava na cama, sendo beijada no pescoço, ombros e colo dos seios. Como não fazia o tipo de ficar por baixo, ela colocou Pan embaixo dela, podendo lamber o torso do garoto, fazendo-o se arrepiar com aquela língua morna.
Ela penetrou o pênis de Peter em si, podendo “cavalgar” no garoto, fazendo ambos gemerem e soltarem algumas palavras “proibidas”.
Em seguida, Pan inverteu as posições, podendo penetrar em Wendy deitada, enquanto a mesma se contentava em acabar com as costas do loiro, graças às suas unhas enormes e potentes.
O ápice veio da forma mais poderosa possível, fazendo ambos gemerem tão alto a ponto de acordar alguns vizinhos de hotel.
Eles riram e se deitaram, dormindo de concha, para a possível última noite que haveriam de ter, antes do homem ter que partir para não ser destruído pela própria magia.
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