One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
37 Unique x Ryder Lynn - Série | Glee
Notas iniciais
Unique Adams x Ryder Lynn
Glee
“Às vezes temos que cair para podermos levantar mais fortes.”
Unique corria pelos corredores do colégio McKinley High, sentindo as lágrimas escorrerem pelas bochechas negras, levemente rosadas, tanto pela maquiagem quanto por estar corada. O barulho do salto alto ecoando, algumas das poucas pessoas, que ainda estavam na escola naquele horário, uma hora depois do término das aulas, riam dela, outros já somente desviavam. Ao avistar a tão desejada por ela naquele momento, sala do Coral, ela foi em direção da mesma, indo para o cantinho que tinha vazio de entre as arquibancadas e a sala do professor Will Schuester. Sentou-se no máximo que podia do canto daquele pequeno cubículo e ficou sentindo as lágrimas saírem juntamente com os soluços que não eram mais contidos, principalmente por aquela sala ser a única que ninguém iria e nem veria a mesma chorar. O choro somente aumentava, fazendo-a lembrar que aquela era a primeira em muito tempo que chorava, e tentando acalmar-se, ficou lembrando de tudo que passou naquela sala e com todos, até aquele momento, faltando um pouco tempo para o início as tão esperadas Nacionais. Relembrando de tudo, lembrou-se de quando havia feito a conta fake da branquela que tentava se aproximar de Ryder... Ah! Esso realmente não foi o melhor momento, logo em seguida, o choro aumentava, deixando-a sentindo uma dor de angustia no peito.
No meio de um soluço sufocado, ela pôde escutar o leve ranger da porta entreaberta da sala, trazendo luzes de fora, já que ali dentro estava escuro, não tanto já que ainda era de tarde e entrava luz pelas janelas. Uma mochila foi posta/jogada em cima do piano, fazendo um baque surdo. A mochila vermelha sendo iluminada pela fresta da porta foi a válvula de escape, pois no segundo seguinte, Ryder aparecia, olhando para Unique, logo transparecendo a cara de apreensão em vê-la chorar, sem saber o que exatamente fazer.
“Está tudo bem?” – Perguntou o garoto se aproximando da garota, vendo-a abaixar a cabeça e apoiar nos joelhos.
“Não.” – Avoz saiu abafada, mostrando que voltara a chorar.
“Então me conte, o que houve para que esteja assim?” – Perguntou o garoto, se aproximando dela, sentando ao lado da mesma.
“Você não a menor ideia de como é ser alguém igual a mim... A menor ideia de como é ser sempre brecado na rua e questionado ou agredido verbalmente, até mesmo fisicamente sobre ser você mesmo. O medo que sinto toda vez que saio de casa é terrível, não saber o que vai acontecer... O pior de tudo é quando na sua própria escola, você sofre com isso.” – As lágrimas escorriam com facilidade, revelando todas as inseguranças e incertezas de Unique. – “Meu pior medo é o que possa acontecer com os outros ao meu redor, amigos e família. Não entendo a humanidade, o quão difícil é evoluir nessa porra de galáxia? Eu cansei, cansei de ser tratada como inferior, cansei de me curvar, não me curvarei a mais ninguém. Cansei dessa merda de mundo intolerante, cansei de não poder ser quem sou, cansei de ter que ficar tentando lutar todo dia, ninguém me mantém presa, eu sou a rainha dessa bosta toda...” – O olhar de tristeza fora substituído por raiva, por ira, por exaustão. E ao perceber, Ryder arrastou a bunda mais para o lado da garota, abraçando-a. Com o rosto enterrado no peitoral de Ryder, com as últimas lágrimas caindo, Unique caiu no sono, levando Ryder junto, enquanto acariciava o rosto da garota.
*
Ao despertar, Unique sentiu o rosto ser acariciado, mas decidiu ainda não abrir os olhos, sentindo o leve acariciar. Logo abriu os olhos, olhando para o rosto sereno do garoto, que sorria, ainda abraçando-a.
“Desculpe pelo que fiz, fingindo ser alguém que não era.” – Falou Unique, vendo o garoto assentir.
“Sem problemas, mas acho que fingir ser outro alguém para se aproximar de mim ou de outra pessoa, não será mais um problema.” – Disse o garoto, vendo-a franzir a sobrancelha.
“Como assim?” – Perguntou ela.
“Por causa disto...” – Ele puxou-a pela nuca, colando os lábios.
Os lábios se moviam com maestria e uma rapidez que expressava suas necessidades, os dois sorrindo, as mãos tentando localizar mais carne, mais calor, sentir mais o tesão que pesava ali. A mão de Lynn puxava Unique pela nuca, a mesma, decidiu então subir no colo do maior, rebolando, sentindo o membro do garoto de franja pulsar abaixo de si.
“Ei, um minuto, eu não posso tirar minha calça, o que ali é o mesmo que você e eu não quero ter minha primeira vez seja com aquilo. Mas se quiser minha blusa, eu estou tomando hormônio, então não teria tanto problema.” – Unique ‘pôs as cartas na mesa’.
“Isso não quer dizer que não há outros modos.” – Falou o de franja, voltando a beijá-la.
A mão de Unique foi rapidamente para a calça do garoto, desabotoando os botões, o garoto sorriu e começou a abaixar a calça, revelando o volume, delicioso de se olhar, enquanto as unhas longas de Unique arranhavam a cueca verde clara listrada de verde escuro sob a fraca luz vindo dos postes de fora.
A blusa rosa da garota foi tirada, revelando o sutiã preto, para que o garoto pudesse ter mais visão daquele corpo magnifico.
A mão da garota entrou rapidamente na cueca boxer do rapaz, bombeando o membro do mesmo por dentro, logo tirando de sob o tecido o membro de uns vinte centímetros, que logo estava dentro da boca quente da mulher negra, que sugava enfiando na goela, onde mantinha um pouco e logo tirava, voltando à sucção. O garoto tirou a camiseta, revelando os gomos de seu tanquinho, o qual era arranhado.
O gozo de Ryder veio sem aviso prévio, fazendo-o gemer surpreso e ver a mulher engolir tudo.
Ele colocou novamente a cueca e a calça, puxando Unique pro seu lado novamente, abraçando-a sem a sua camiseta, deixando-a sentir do seu calor e seu suor quente, ela somente sorria igual a ele.
Ele deu um último beijo nela, para se abraçarem e voltarem ao sono, abraçados e sonhando com eles juntos em um campo de rosas... Sonhos sincronizados.
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