One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.

50 Steve Rogers x Tony Stark - Quadrinhos ou Filmes | AVENGERS


Notas iniciais
CAPÍTULO 50, PORRA! *--------* AÊÊÊÊ! Então, o que dizer? Me atrasei um pouco, mas okay né, pois como prometido, postaria hoje mesmo, afinal, é o aniversário da fanfic. :D Sei que muitas vezes falei que postaria alguns capítulos em tais dias e daí me atrasei, mas é que como sabem, sou gente como gente, tenho escola, projetos, livros, fanfics, cursos, livros, séries e desenhos em andamento e nisso me atrapalho... Então me desculpem, mas jamais deixaria de realizar a promessa do aniversário da fanfic. Por fim, espero que gostem, pois amei fazer esse capítulo que em breve será uma história. :) Foi difícil para ter ideia para esse capítulo? Sim. Demorei um mês para pensar em algo? Sim. Eu estava pensando em um mês antes de completar esses seis meses para ter ideias para o capítulo? Sim. Foi fácil? Não. Mas cada segundo valeu a pena, ou a galinha toda como falo. Sei que temos todos os capítulos que me pediram e irei fazer, só estou tentando me organizar com tudo que está por vir. :D Boa leitura! :P

Especial de 50 capítulos e seis meses da fanfic.

Capitão América x Homem de Ferro

Quadrinhos e Os Vingadores (filme)

“Especialmente.”

Tony andava pelos corredores do seu esplêndido edifício, observando todos que iam e vinham, conversando ou quietos. A camiseta preta brilhando ao sol forte que entrava pelas janelas, enquanto sua placa que mantinha o coração ativo brilhava por baixo da camiseta, azul claro como o céu daquela manhã. Os cabelos negros sendo balançados levemente pelo pouco vento que andava pelos corredores, enquanto avistava os companheiros de grupo, dirigindo-se a eles. Natasha jogada aos ombros de Bruce, abraçando-o pelo pescoço com o braço direito, enquanto fazia carinho nos cabelos do homem Hulk, deixando-o rubro, semelhante à cor nos cabelos da ruiva; isso enquanto Clint ria dos mesmos, vendo o amigo ficando mais corado. Steve falava com Thor, enquanto por uma tela projetada, vendo a imagem de Loki, que sorria com escárnio para uma câmera escondida, aparentemente descoberta.

— Okay, eu não sei mexer com essa parte – Assumiu o Capitão América para Thor, que somente riu, esperando Tony intrometer-se, e ele não errou no pensamento: — Deixe que eu lhes ajude. – Surgiu o Homem de Ferro ao lado deles, apertando algumas teclas e bloqueando a câmera de visão para o deus da trapaça.

— Ainda não entendo como você é capaz disso. – Falou sorrindo o capitão.

— Graças ao meu pai, e meu interesse. –Disse Tony sorrindo, se dirigindo ao outro lado da sala, olhando as projeções e acrescentando-as novas informações. – Se quiser uma ajuda, estou disponível o dia todo.

— Está bem, agora parem de flertar vocês dois e me respondam o que iremos fazer hoje, já que Loki ‘tá preso de novo – ele não cansa? – e no momento não há nenhuma ameaça mundial? – Perguntou Natasha, depois de zoar com Tony e Steve, vendo-os ficarem levemente rosados.

— Duas ideias, um bar à noite e agora treinar. – Sugere Steve, vendo todos olharem com um olhar sádico para ele. – Que foi?

— Steve, vossos companheiros jamais sentiriam necessidade de mais treinamento. Já que vossos companheiros de time, assim como nós, treinam todos os dias. – Diz Thor, vendo todos concordando e antes que Clint pudesse zombar do modo antiquado de fala do deus, o mesmo o calou com a mão. – Nem penses.

— Mas de qualquer modo, eu vou ficar aqui, treinando. Depois, mais para a noite, me informem de onde estarão e eu irei atrás de vocês. – Avisou Steve, e como todos o conheciam nem tentaram o contrário. Enquanto todos saiam, Tony vai em direção de Steve, apoiando no ombro do mesmo, dizendo no ouvido do loiro: — Tem certeza que não vai? Seria tão divertido.

— Tenho Stark. – Disse em tom forte o capitão, sem pensar nem em mudar de ideia. Tony fez um bico tristonho, dando um beijo na bochecha do loiro, se pronunciando a seguir: — Okay, então. Estarei lá na ‘base’, qualquer coisa, pode subir. – Falou malicioso, saindo da sala olhando Cap de cima a baixo. Ao sair do local, o homem de topete preto foi em direção ao elevador, apertando o botão que ia para a base deles, Vingadores, o local onde ficavam para conversar, flertar ou dar festas; no topo de todo o prédio, tendo vista para quase toda a cidade ali localizada.

O filantropo foi em direção ao computador central da sala, abrindo-o e iniciando todo o sistema da nova armadura que estava criando. Ao iniciar o computador, o projetor do protótipo da armadura foi vista pelos olhos castanhos do homem, que sorriu, iniciando uma de suas brincadeiras favoritas, a criação de novas armaduras cada vez mais potentes.

Tocou no projetor azul da armadura, movendo-o e separando por peças, logo sendo envolvido por toda a adrenalina de uma nova criação, o suor escorrendo levemente, as mãos correndo para realizar que tanto quer e ter a última peça encaixada, finalizando o quebra-cabeça gigantesco e enormemente perigoso para muitos. O homem parou em frente do que havia montado, contemplando.

— T-Tony, ahn, você poderia me ajudar à compreensão das coisas complicadas no computador? – Interrompeu o Capitão-América gaguejando inicialmente, por conta do olhar malicioso de Tony, que o deixava encabulado.

— Porque não, Cap? – Respondeu, sorrindo malicioso se aproximando do louro, podendo contemplar o rosto do homem. – Qualquer coisa que você quiser.

— Então Stark, por onde começamos?

— Pela roupa. – Sussurrou Stark.

— Quê? – Perguntou Rogers, sem entender.

— Nada. – Se apressou em responder, Stark. – Mas enfim, começamos pelo uso do Ctrl e Alt, explicando; servem para se pressionados ao mesmo tempo e clicando nesses símbolos pequenininhos aqui o símbolo aparece, está vendo?

Enquanto ia explicando, expandia as projeções, explicando para o agora sentado no sofá, Steve, que com um caderninho jogado na mesinha de centro por Tony, ia anotando. Tony entendia todas aquelas confusões, pois imagina você congelar-se no tempo e quando vê, tudo evoluiu mais do que se era pensado e você está redondamente atrasado. E por mais que ele tentasse ensinar para o loiro tudo que ele poderia querer saber e mais, ele sabia que o Capitão-América sempre ainda teria várias dúvidas. As mãos de Tony sendo sempre expressivas, por sinal comum em Stark, passando a explicar o uso de algumas teclas para o loiro, que levantando a mão sempre quando tinha uma dúvida.

Segundos sendo passados, minutos em seguida, para logo horas. Estavam tão conectados, dentro daquela bolha criada por eles, que não perceberam que já eram umas seis da tarde, com o céu sendo tingido de um rosa claro, meio alaranjado.

Mais alguns minutos depois, eles terminam a aula, que começara às uma da tarde e terminara às seis.

— Obrigado sir Stark. – Agradece o anti-nazista.

— Quem diz sir hoje em dia? – Zombou Stark, vendo o outro lhe lançar um olhar feroz.

— Ah Stark, cale a boca. – Pronunciou irritado o loiro, fazendo com que Tony risse, e sem poder conter-se sorri ao ver o moreno rindo.

— Ah... Então, agora são seis da tarde, o que vai fazer? – Pergunta Tony, andando até o elevador, sendo seguido por Rogers.

— Tomar um banho... E você gostaria de tomar algo mais tarde? – Perguntou o loiro, ingênuo.

— Uhn, isso é um encontro? – Brincou rindo o Homem de Ferro, vendo o outro rir também enquanto revirava os olhos.

— Mais como uma saída amigável. – Respondeu o outro, sorrindo, enquanto curvava-se e apertava o botão para o andar de dormitórios, tendo que se apoiar na parede, quase colando seus lábios com os de Stark, ficando cara-a-cara, deixando o menor – Stark – vermelho, logo se recompondo novamente, assim como o moreno.

— Claro. Em que bar? – Pergunta o moreno, levemente desnorteado.

— No Antiques Restaurant. – Respondeu, sorrindo com brilho no olhar por ser em um lugar que lhe lembrava sua época tão nostálgica no momento.

— Nossa que coisa mais velha, amigo, tem tantos outros lugares que preciso que você conheça, e prefere ir logo nesse? – Perguntou, em tom de brincadeira rude – brincadeira de mau gosto -, vendo o outro ficar com o olhar triste e assumir uma face mascarada.

— Sim, o único lugar que pode me lembrar quem eu realmente sou e de onde vim, Stark. – O falar rude do Capitão o denunciou, fazendo Tony se sentir culpado.

— Desculpe, não foi minha intenção lhe ofender. – Disse com a voz ressentida, abraçando o próprio corpo.

— Sem problema, é só não tocarmos mais nesse assunto. E então, topa? – Perguntou já recomposto, o Capitão.

— Claro. Que horas? – Perguntou, sendo respondido pelos dedos de Steve, que levantou oito dedos.

A porta do elevador se abriu, dando para o laboratório de Stark, que teria uma coisa para fazer antes de poder ir.

— Até já, Cap! – Nas pontas dos pés, segurando-se nos ombros do loiro, lhe deu um beijo demasiadamente próximo à boca.

— Até Mister Stark. – Falou o outro, com um sorriso contido.

Enquanto saia do elevador, andando até a penúltima porta naquele andar, pequeno comparado aos outros, Stark não pôde evitar olhar para trás e ver Steve olhando para sua bunda. Ao perceber que Tony sabia, a face do Capitão ficou rubra, antes de a porta do elevador fechar.

Ao chegar na penúltima porta do andar, o homem colocou a mão no reconhecimento de DNA computadorizado, e a porta se abriu, revelando as coisas de sua infância imperfeita.

O homem de cabelos pretos foi em direção a uma mesinha velha, uma que tinha na sua casa quando pequeno e pegou um bolo industrializado que comprara no dia anterior e pôs na mesa, pegou uma vela e fincou no bolo, acendendo o topo da pequena vela.

— Feliz aniversário, Tony. – Disse o homem para si mesmo, derramando uma lágrima do olho, que caia na mesa, com um som mudo.

*

O celular de Steve vibrou na cabeceira de madeira da cama, o atraindo a atenção. Andou até perto da cabeceira, alcançando o celular e desbloqueando a tela, dando de cara com um aviso de ser aniversário de Tony.

— Mas o quê? – Se perguntou Steve.

E quando viu abaixo do alerta, e descobriu ser enviado da S.H.I.E.L.D, mas não por algum agente e sim por ter sido desbloqueado ao o sistema da organização ter sido invadido por Tony quando ensinava o loiro.

— Eu tenho que fazer algo para ele...

*

— Para você. – Disse Steve entregando um buquê de flores, ao ver Stark se aproximando dele já com as roupas semelhantes da época do Capitão. – Feliz Aniversário.

— Obrigado – Sorriu o Homem de Ferro, pegando as flores, ficando nas pontas dos pés e dando um beijo meia-lua no Capitão, que logo corou. O rosto do de Tony se contorceu, notando que ninguém nunca soube seu aniversário. – Mas como diabos você sabe meu aniversário?

— Digamos que ao me ensinar hackear alguma coisa, você desbloqueou essa informação na sua ficha e com isso, a notificação foi enviada provavelmente para todos da S.H.I.E.L.D. – Falou o Capitão, vendo o outro abaixar a cabeça, com uma carinha triste.

— Sabe por que nunca comemoro meu aniversário? Pois minha infância não foi muito boa e meu aniversário era sempre o pior de todos os dias do ano. E desde então, decidi manter a data para mim, sem deixar qualquer um saber. Cap, você não faz ideia do que é não ter seu pai sem dar a ti um mínimo de amor, eu sei que ele se preocupava comigo, mas ele parece que nunca amou o próprio filho. – A face desolada de Tony já com lágrimas nos olhos, levou o maior puxá-lo pela cintura, abraçando-o, enquanto deixava-o chorar em seu peito, com as flores sendo esmagadas.

— Ei, ei, ei... Não fique assim, vamos para o restaurante e comer muito, que tal? – Sorriu o Capitão, mostrando os dentes brancos e perfeitos.

— Às vezes só tenho vontade de socar esses dentes perfeitos. – Afirmou o Homem de Ferro, sorrindo¹ e limpando as lágrimas, enquanto pegava no braço do mais velho e os levava até a moto do Capitão, que montou primeiro erguendo a mão para Stark.

— Eu consigo sozinho. – Disse Tony, tentando subir na moto, mas com as flores complicando não conseguiu, se apoiando na mão ainda erguida do Capitão, que gargalhou da desgraça de Tony.

— Vai rindo mesmo, vai. – Sugeriu Tony fazendo birra, sentando-se. Capitão, ainda rindo, colocou o capacete, antes de acelerar, fazendo a moto logo começou a se mover, fazendo o vento atingi-los, fazendo os cabelos ficarem mexendo em uma dança lenta. Tony, como sempre um provocador de marca maior, pensa em revidar pelas risadas do Capitão, que continuava atento à estrada. Como estava segurando no peito do Capitão-América para não cair, com o corpo colado às costas do lindo loiro, Tony levou os lábios para a nuca do louro, dando beijos ali, fazendo o capitão suspirar.

— Tony, pare de me provocar, tenho que concentrar nas ruas. – Avisou o Capitão, sentindo sua camisa social à moda de 1920 sendo desabotoada só na região do peito, e não ser desabotoada mais, a mão de Tony desceu mais, apalpando o membro do Capitão, que gemeu: — Ohh... Tony pare.

— Não, está tão bom. – Respondeu o filantropo.

Quando a mão do insaciável homem adentrou sua calça, Steve brecou, sentindo a mão do outro lhe apertar o membro já duro sobre a cueca.

— Opa, chegou. – Respondeu Steve, tirando a mão do moreno de dentro de sua calça, se pondo a levantar. A gargalhada de Tony o fez ficar extremamente confuso, sem saber como reagir. O moreno colocou o buquê em cima do acento da moto, pegando no braço do mais velho e levando-o para dentro do Antique Restaurant indo em direção à recepcionista que os atendeu maravilhosamente bem, levando-os para a mesa marcada por Steve, que continuava ainda perdido em pensamentos do menor com seu corpo.

— O que vamos comer? – Perguntou Tony, pegando o cardápio e logo pedindo para a garçonete. – Já sei o que quero: Batata-frita, pastéis de queijo – amo pastéis de queijo –, e acho que também um prato de massas.

— O que foi aquilo? – Perguntou Steve.

— Ah, é que estou com fome. – Respondeu sorrindo o moreno.

— Não esse aquilo, aquele aquilo. – Falou o Capitão, vendo o outro mandar-lhe um sorrido malicioso.

— Simples, era eu revidando suas risadas pelo meu mico. – Respondeu simplesmente.

— Uma vingança?! Sério Stark? Achei que não era tão criança assim. – Respondeu o amigo.

— Um mico por outro. Ou melhor, um mico por uma prazerosa vingança. – Sorriu maliciosamente, Tony.

— Sem comentários Stark. – Riu encabulado o loiro.

— Não precisa comentar nada, eu posso ficar de boca cheia. – Rebateu o moreno.

O pigarreio forte do loiro, completamente vermelho, foi a referência que fez o moreno parar de provocar o louro. Steve pediu uma comida simples, de cada dia (N/A: Não pude evitar invadir rapidinho aqui no meio da história só para falar que Steve é gente com a gente.) e conversava com Tony sobre as batalhas que vinham tendo, enquanto ambos esperavam as comidas chegarem.

Ao ser posta na mesa, toda a comida gordurosa de Tony, Steve não pôde evitar dar uma beliscada, experimentando o que nunca comera ali, ou evitava comer em qualquer lugar, erro mesmo foi ele ter comentado sobre isso com Tony, que lhe lançou um olhar provocativo.

— Você pode experimentar e viciar em outra coisa proibida. – O homem disse, fazendo o homem louro revirar os olhos, sem deixar de rir do homem moreno.

— Não tenho nada a dizer. – Respondeu o loiro, vendo o prato de comida chegar.

Comeram e conversaram, ao acabarem, o celular de Steve tremeu, sendo confirmado ao olhar o celular, que seu plano estava em andamento. E em seguida a música do bar começou a tocar, levando as pessoas à dança de 1920 ou 1930, incluindo Steve, que se levantou e estendeu a mão para o moreno, convidando-o.

— Tem certeza? Não sou o melhor para dançar músicas que se dança colado. – Perguntou o outro ainda sentado.

— Certeza. – Respondeu o Capitão.

— Já que insiste. – Disse sarcástico, Tony enquanto se levantava dando a mão para o amigo.

Enquanto se moviam para o meio da pista, Rogers pegou na cintura de Stark, abraçando-o e começando à balançada no ritmo lento da música. Tony ficou tentado a beijar o queixo do maior, mas para quê cair em tentação se podia fazer exatamente isso e deixar o capitão ainda mais corado. Os dois abraçados ali no meio da pista de dança eram o ‘casal’ mais fofo, deixando todos ao redor babando, vendo os olhares que se lançavam, de apaixonados, mesmo que não admitissem ou falassem algo do gênero. A música ia acabando, e o som sendo abaixado até prevalecer somente um silêncio absoluto.

— FELIZ ANIVERSÁRIO ANTHONY! – Todos que estavam no restaurante gritaram de repente, assustando Tony, que estava desligado olhando para os olhos azuis do Rogers.

— Mas o quê porr... – Antes que pudesse completar a frase seus amigos Vingadores entraram no restaurante, pela porta dos funcionários, com uma placa enorme de: “Feliz aniversário, filantropo!”.

Os olhos do Homem de Ferro encheram-se de água, indo abraçar os amigos, sentindo algumas lágrimas quentes caindo, molhando suas bochechas deixando os rastros invisíveis tão conhecidos por todos quando na solidão. Assim que saiu do abraço, o moreno virou-se, olhando para a cara do Capitão-América, sorrindo como nunca antes visto, em plena e total felicidade.

— Foi você, não foi? – Perguntou, e sem nem mesmo Steve ter chance de responder, os amigos Vingadores gritaram um “Sim” bem alto, confirmando as suspeitas do moreno. A cara do moreno se fechou, o mesmo começou a se aproximar do capitão, até parar em frente do mesmo – que engoliu em seco –, e o abraçou forte, deixando todos ao redor soltarem o ar, em um sonoro “hãf...”.

— Obrigado, de verdade. – Tony ficou na ponta do pé.

Com um pouco de receio, o moreno aproximou a sua face da do loiro, enquanto selava rapidamente os lábios em um selinho demorado, que de inicio o Rogers ficou sem saber como reagir, até por as mãos na cintura do menor, fechando os olhos, o puxando, iniciando um verdadeiro beijo, com direito a muita língua, mordidas e puxadas seguidas de selinhos, terminado com um encostar de testa.

— EU ERA HOMOFÓBICO, MAS AGORA COM ESSE CASAL FOFO, É IMPOSSÍVEL SER, MEU SHIPP É CANON! – Gritou um cara, enquanto puxava todos para uma salva de palmas².

O resto do que se tornou uma festa no Antique Restaurant foi somente danças e mais beijos, para em seguida poderem ir para a torre dos Vingadores, descansar depois de uma noite daquelas, tão maravilhosa e fantástica.

*

Tony andava de um lado para o outro no próprio quarto, decido a sair e visitar um certo loiro... Que talvez estivesse dormindo, ele rezava para que não.

Então ele vestiu o robe de seda, e saiu do quarto, indo em direção da porta do loiro, onde que a porta sempre estava aberta – como ele sabia? Simples, meses e anos observando Steve Rogers – logo não hesitou em adentrar, de leve sem causar muitos barulhos, indo em direção à cama do homem e sentando-se.

— Hey, Rogers, está acordado? – Perguntou o moreno, sentindo a cama se balançar.

— Não. – Respondeu o loiro. – Insônia?

— Também e você? – O outro assentiu. – Obrigado por hoje.

— De nada. – O louro se levantou, pegou duas cervejas no frigobar e colocou na mesinha encostada na parede, puxando-a para um pouco mais perto e sentando-se ao lado direito de Tony. – Quer?

— Você ainda pergunta?

O loiro riu, e abriu as cervejas, dando uma na mão do moreno, enquanto tomava a dele, e passaram alguns minutos conversando, falando de tudo que acontecera naquele dia, o quão louco ele fora.

— E o beijo, foi uma surpresa? – Perguntou Tony, vendo o outro corar, e o moreno desatou a rir.

— Sim e não. Sim por você ter dado em cima de mim o dia todo e não, pois eu jamais pensei que teríamos coragem...

— Teríamos? – Perguntou Tony, sorrindo. – Então eu não sou o único aqui? Você está interessado por mim?

— Sim Stark, estou. – Respondeu rindo, o capitão.

Os dois ficaram um momento no silêncio, observando um ao outro, as garrafas de cerveja já vazias, e somente a sanidade deles que estava a um ponto de explosão, se não fizessem o que queriam logo. Enquanto Tony apoiava a garrafa na mesa, Steve virou o rosto do outro para ficar cara-a-cara com a sua face, sem dar tempo de parar para pensar, já se movendo em direção ao mesmo, e o beijando³.

As línguas se entrelaçaram em necessidade maior, estalando com o beijo demasiado excitante e preciso, o loiro mordeu o lábio inferior de Tony, puxando-o. Tony geme quando o loiro desce os beijos, levando uma das mãos para puxar o cabelo do mesmo, tendo acesso ao pescoço depois de distribuir beijos pelo maxilar.

Tony foi empurrado para a cama, tendo Steve o puxando para o colo, onde mordidas e chupões foram distribuídos por todos os lugares visíveis.

A regata de Stark foi rasgada4, mostrando o torso definido, não exageradamente, um físico desejável.

A língua de Rogers foi descendo, dando selinhos pelo corpo do moreno, até chegar à calça de moletom, a qual foi arrancada logo, junto com a cueca, sendo o membro ereto jogado para fora, e Tony lançado contra a cama, gemendo ao sentir a mão de Steve ao redor do membro do próprio membro, massageando-o.

Quando a boca do loiro chegou ao pau de Stark, quase que o playboy não se segurou, jorrando tudo, mas por sorte, só sorte mesmo, conseguiu segurar, tirando a regata azul do loiros de orbes azuis, passando a mão pelo físico melhor que o seu, não exagerado, mas muito sarado, em comparação com o seu que somente nem tinha gomos.

O louro logo parou de chupar o moreno, percebendo que o outro chegaria a gozar, e deixou que o moreno fosse lhe beijando pelo peito, lhe lambendo os gomos, sem poder ficar sem suspirar. Ao chegar no caminho do paraíso – lê-se, do umbigo indo para baixo, os pelinhos loiros descendo e compondo ao redor das bolas — o moreno deixou as mãos ali, fazendo carinho e abaixou a calça do louro, juntamente com a cueca, chupando com força e enorme sucção o pênis, grande e de não pequena glande.

Parou logo, mas fez o suficiente para ter Steve gemendo, Steve ajeitou Tony deitado de costas nos travesseiros, encostado na cabeceira da cama e o penetrou, devagar fazendo ambos gritarem, tamanho o prazer. Tony podia sentir a dor, mas a paixão e prazer eram maiores.

I love you. — Disse Tony, vendo o outro sorrir, mais ainda, e lhe beijar a testa, movendo-se devagar.

I love you, too. — Respondeu o loiro, enquanto beijava os lábios do moreno, já sentindo o moreno mover-se desconfortável, e dizendo: “A dor ainda domina, mas pode se mover mais rápido.”.

E mesmo com a afirmação para poder ir mais rápido, o loiro continuou indo devagar, para não machucar o amado, logo vendo que o menor se contorcia de prazer, podendo continuar com mais força e precisão.

O ápice já chegava, lhes fazendo dar um ultimo beijo, antes de Steve gozar, e Tony o acompanhar, sujando-os.

Ambos caíram de barriga para cima, respirando ofegantes, logo o loiro abraçando o moreno, em conchinha.

— Partiu banho? – Pergunta ele.

— Claro. – Responde Tony.

—(x)_

— Como seria o nome dado para nossa família? – Perguntou Steve, agora já deitado com Anthony, de mãos dadas e grandes sorrisos.

— Super Family? – Sugeriu Tony.

— Não, Super Family está mais para Superman e Supergirl...5

— Blaster Family, então. Mil vezes mais poderosa. – Respondeu o Homem de Ferro, fazendo o Capitão-América sorrir, rindo em seguida.

Notas finais
¹: Referência à um dos filmes, no momento em que Tony fala exatamente essa frase. ²: Referência à Karina Modesto, minha amiga, infelizmente só conhecida virtualmente. Nós estávamos comentando sobre o shipp ser canon e por isso a referência. ;) ³: Referência à um gif, o qual colocarei abaixo das referências. 4: Outro gif. 5: Referência à Harley Quinn, minha amiga, infelizmente só conhecida virtualmente. É uma referência pois estávamos falando disso e essa é a opinião dela.  :) Aqui os gifs 4 e 3: http://49.media.tumblr.com/ce934db738a45a895229bab27bdf1c4c/tumblr_nx7ggbgIJP1rhgl8vo1_500.gif (Infelizmente não achei o quarto, mas se achar eu coloco depois aqui.) Dedico esse capítulo principalmente para Harley Quinn, Karina Modesto e Júlia Ribeiro Tunucci Benedito!