One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.

47 Kirito x Asuna - Anime | Sword Art Online


Notas iniciais
Oi, pessoas... Sim, eu falei que postaria provavelmente até 22:00 e olha, eu acabei esse "rápido", cerca de uma hora e meia, e tendo minha irmã brigando comigo e querendo enfiar a tesoura no meu c@. :/ Então, espero que gostem, e se der, somente se der, posto mais algum até 00:00. O.o So... Boa leitura.

Kirito x Asuna

Sword Art Online

“Jogo virtual.”

Kirito conversava com Asuna, mexendo na espada e vendo suas melhorias, falando com a garota sobre como sair daquele jogo infernal, ao qual tinham que sobreviver, SAO.

Conversavam calmamente, mas ainda pensando, sobre como é que deveriam estar seus corpos fora daquele mundo virtual, aquela realidade real que depois de tanto tempo passaram a desejar voltar, sendo que era sempre um inferno onde estavam, sentindo saudade da família, se arrependendo daquele terrível erro que fora entrar no jogo.

Sentados estavam, olhando para o sol se pôr e surgir a lua, deveria ter uns bons quinze minutos ainda.

“Que saudade da minha vida.” – Disse Kirito, vendo a outra assentir.

“O que pretende fazer assim que sairmos?” – Perguntou a menina, com os olhos ‘passando’ todos os desejos dela, que não eram poucos, fazendo-a sorrir.

“Então, provavelmente sair mais, conhecer mais gente e ser feliz.” – Respondeu ele, vendo-a sorrir compreensiva. – “Você?”.

“Passear pela floresta e abraçar todos.” – Respondeu a garota, se levantando, cansada de lamentar-se. – “Vamos treinar Kirito?”.

“Pra já!” – Respondeu ele, melhorando a espada e se levantando entusiasmado e com brilhos nos olhos, vendo-a pegar a adaga recém-adquirida sorrindo maliciosa, logo pulando contra o garoto, vendo-o se esquivar, girando e atacando-a, ela desvia e vê o sol fraco deixando seus cabelos brilhando, enquanto deixa o céu mais rosa alaranjado.

O coração deles batendo forte, os pés batendo no chão ao pularem e aterrissarem, os olhos cruzados, a poeira da terra sendo levantada e o brilho do mar no penhasco a uns bons seis metros dali, enquanto a luta parecia uma dança com musica interior em suas mentes, a adaga corta um pouco do braço perto do ombro do garoto, fazendo arquejar, correndo em direção à garota, se jogando nela para acerta-la como um furacão, mas errando e ainda a garota o derruba no chão batendo em suas costas, fazendo-o sentar com força no chão.

“Outch.” – Pronunciou-se, vendo a garota sorrir com uma ligeira vontade de rir. – “Não ria.”.

Ao terminar a fala, Asuna não pode se segurar, rindo, ou melhor, gargalhando do mesmo, vendo-o revirar os olhos, acessando o estoque e pegando uma cura, melhorando o machucado, e sorrindo para a garota, um sorriso cético, antes de ataca-la e vê-la desviar com classe, zombando dele com o sorriso crescente.

A mais alta então atacou, acertando a coxa do garoto, sem querer, contando que queria acertar o outro braço, mas a posição que o outro fez a prejudicou, machucando-o na coxa e vendo-o gritar, enquanto o sol revelava o sangue. O tecido rasgado da calça jeans preta mostrava também a cueca molhada de sangue. A cena era horrível, mas mesmo assim minimamente excitante. Asuna se perguntava como em um jogo virtual, ela podia estar molhada, sendo que era como estava no momento. Ignorando isso, voltou à procura de algo que curasse o menino. Ao achar, aplicou nele diretamente na coxa, dentro da calça, vendo ele se curando, mas ainda sujo, considerando que nenhum dos dois tinha algo que limpasse-os naquele momento. A mão dela ainda continuou ali na coxa quente do menino, logo em seguida acariciando-o, sentindo um leve movimentar na cueca do garoto, sendo uma ereção. O olhar dos dois se encontrou ambos com desejo extremamente aparente, as bocas já molhadas, de tanto terem que passar a língua, pois a boca ficava seca rapidamente.

A mão do garoto subiu rápido para as costas da garota, puxando-a para si, ela sobre ele, e os lábios encostado, iniciando um beijo quente e cheio de tesão muito excitante, tornando tudo ao redor como se fosse choque, deixando-os estáticos por um momento tentando processar aquilo que estava acontecendo. Mas logo o beijo voltou, fazendo os dedos de Kirito irem de encontro ao zíper do vestido de Asuna, que gemeu ao sentir uma mordida do homem em seu maxilar. O zíper desceu, revelando o sutiã branco por baixo daquele vestido branco em detalhes vinho.

Os olhos cinza escuro levemente verde de Kirito brilhavam ao pôr-do-sol que os esquentava mornamente. Os beijos intensificando-se, as mãos de Kirito saem das costas da garota e vão em direção aos seios cobertos, massageando-os, vendo a garota gemer e morder o lábio, com uma cara de santinha, coisa que com certeza não era, constatando o modo como rebolava acima do membro do garoto.

A garota levou a mão que estava dentro da calça feito pela adaga, massageando o membro do garoto por cima da boxer verde escura, enquanto se abaixava e ia em direção da calça jeans escura, pronta para tirá-la. Desabotoou a calça e retirou-a, levando os lábios para a cueca, lambendo em cima da cueca, fazendo-o soltar um gemido animalesco. A garota pegou e abaixou a cueca do menino, lambendo as bolas sujas de sangue, limpando-as e fazendo o garoto gemer com a língua quente e o vento frio.

Os últimos raios de sol iluminavam os olhos deles e os contornos de seus corpos, desejosos de carinho e desejo.

Cueca arrancada depois de a calça jeans ser baixada, juntamente com o sutiã da garota, seios sendo apalpados incansavelmente, gemidos voando ao vento e promessas ditas em sussurros de cuidados eternos e amor sempre intacto, mesmo com brigas e tudo que se enfrenta em paixão ardente.

O pau do garoto sendo mirado para cima, enquanto a garota se senta nele, fazendo ambos gemerem, compartilhando aquela intimidade e amor de tanto tempos juntos enfrentando aquele mundo novo para tantos.

Dividiram seus medos, desejos, realizações e acima de tudo, a paciência, que tanto era necessária em vários momentos.

O incessante movimento lento que já se tornava rápido e sem paradas, os fazia gemer, aproximando-os do orgasmo. Deram seu último beijo daquela noite, tendo seu ápice e dormindo ao caírem juntos na grama, com suas roupas como ‘colchão’.

“Essa distância me faz ter a certeza que posso te amar mesmo sem ter você pertinho de mim.” – Autor desconhecido.

“Lembre-se que a distância pode causar a dor, mas nunca o esquecimento de um grande amor.” – Márcio & Goró. (A Distância)

“Por mais que a distância possa separar dois olhares, nunca vai separar dois corações!” – Autor Desconhecido.

Notas finais
Gostaram? Quero comentários! *-* Beijos pessoinhas. Até o próximo. :3