One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
25 Hook x Pan - Série | Once Upon a Time - Fetiche
Notas iniciais
Hook x Pan
Once Upon a Time
"Gancho e Peter revelam os desejos escondidos."
Desde que Salvará Swan, estava preso naquela maldita terra, Neverland, seu pior pesadelo.
Dizimar todas àquelas trevas; acabou por terem aberto um portal, que o sugou até aquele reino, a terra dos piores infernos pessoais do capitão. Não só as lembranças, mas Pan, que também era o demônio em forma de adolescente, vivia atormentando o mesmo. Difícil mesmo era suportar o loiro cheio de malícia para seu lado. Agora estava sentado dentro de uma das casas/árvores de Peter, esperando o mesmo aparecesse com os suprimentos necessários para a sobrevivência deles.
Pois é, ambos estavam tendo que viver juntos, pois a magia de Peter acabou por ter enfraquecido um pouco devido a batalha contra os heróis, enquanto o pirata estava mais estressado e irritado por estar preso naquela ilha.
O que mais deixava Jones irritado, era o fato de Pan ser tão atraente (e ao mesmo tempo totalmente irritante), e estar sem sexo durante no mínimo, dez meses.
Bebia seu rum como se não houvesse amanhã, pensando em como estava Emma, Storybrooke e seus habitantes. Enquanto bebia, o loiro de roupas verdes e feitas de folhas; entrou na árvore, carregava consigo frutas, juntamente com um cantil de água cheio. O garoto vestia uma camisa de folha que grudava no corpo, com uma calça jeans achada por ali na ilha.
“Hey, Killian.” – Disse o loiro, se aproximando do de fios morenos, cujo mesmo estava vestido com a roupa pirata que tanto amava. Estendeu-lhe uma fruta, a mesma foi pega de brusquidão da mão do aparente adolescente.
Enquanto Peter se sentava no sofá/animal morto bem limpado, enquanto Jones ingeria a fruta com o rum, o loiro comia banana enquanto tomava água.
“Então Killian, o que anda pensando?” – Perguntou o menor.
“Nada que lhe deva satisfação.” – Retrucou.
“Nossa amigo, que grosso e bruto com minha pessoa, você está sendo injusto.” – Sorria, com um olhar denunciando uma imensa vontade de rir.
“Injusto é você, não me ajuda a achar uma saída deste inferno!” – Se exalta Killian.
“Injusto, com quem? Só se for com você, aqui tenho tudo que quero. E caía na real, não há saída.” – Respondeu, sorrindo irônico. Levantou do sofá e foi em direção ao capitão. O pirata se levantou, e gritando devido a raiva, pegou Pan pelos braços, o loiro, somente soube colocar as mãos no peito do homem, pelo susto tomado.
Killian puxa o loiro pela cintura, colando-lhes os lábios. Instintivamente o loiro geme.
“Killian...” – O gemido causa um arrepio em Killian, que logo começa a chupar e beijar o pescoço exposto do adolescente. O garoto interrompe bruscamente, para sair devagar do interior da árvore.
“Diga-me, o que há de errado? Não me desejas?” – Pergunta Jones.
“Não é que não desejo, desejo até demais, aí que vem o problema.” – Dizia o garoto, e pela primeira vez, Hook via o menino tão transparente. – “Se me envolver contigo, irei atrapalhar as coisas para nós dois; afinal, você quer ir embora, já eu, quero que fique.”.
“Mas eu não posso ficar.” – Disse o pirata.
“Não pode, ou não quer? Um minuto e poderia fazer você mudar de ideia.” – O loiro sorriu maliciosamente, fazendo com que o de orbes azuis sorrisse com ele. – “Quer saber? Dane-se.”.
Peter levou as mãos até o peitoral debaixo da camisa do capitão, passeando sua mão pelo torso definido e por seus pelos. Uma mão desceu, indo até a virilha do homem de cabelos morenos, massageando até chegar ao membro ereto dentro da calça do capitão, e masturbar o homem diante de si.
Killian tinha gemidos contidos, gemidos viris, que excitavam muito o jovem Peter Pan.
“Tem certeza que vai embora?” – Perguntou o loiro.
“Depois falamos disso.” – Disse Jones entre gemidos.
“Responda.” – Exigiu o menor, parando o movimento e apertando o membro de Killian entre as mãos, fazendo com que o outro desse um alto gemido, podendo comparar a um urro.
“... Certeza eu não tenho.” – Responde Killian depois de um suspiro. – “Agora pode continuar?” – Ele pergunta sorrindo malicioso, sentindo o menor voltar aos movimentos.
A mão do menor era passada pelo abdômen do maior levemente, com o intuito de fazê-lo se arrepiar, o que estava funcionando, enquanto beijava o maxilar do moreno, sentindo os pelos da barba do mesmo arranhando lhe a face, para partir para o pescoço do homem diante de si.
A camisa do pirata mostrava os pelos do peito do mesmo, não podendo evitar, o loiro suspira, percebendo, o capitão decidi tirar o sobretudo, juntamente com a camisa, vendo o loiro sorrir, mostrando o diabo que era. Para empatar um pouco as coisas, o pirata rasgou a “camisa” que o loiro usava, vendo-o sorrir com a iniciativa.
O lábio inferior do loiro foi mordido pelo moreno, Peter não sabia o que fazer com aqueles desejos que tinha pelo homem à sua frente, deseja-lo parecia algo errado, mas certo para ele. O leve puxar dos lábios do loiro pelos dentes do moreno era algo espetacular, Hook ainda fazia questão de lamber o lábio do menor, fazendo-o gemer.
Os movimentos de Peter pararam por um momento, para o mesmo ir se agachando lentamente, mordendo ou somente raspando os dentes no torso do homem à sua frente. O passar de dentes pelos “tanquinhos” do pirata, deixava o mesmo um pouco mais a passo de explodir de tesão, o loiro sabia tirar ele da zona de conforto, levando-o para conhecer uma parte de si que jamais conhecerá, seu lado negro, negro maliciosamente falando.
A mão do menor saíra de dentro da calça do homem para começar a apertar o membro do mesmo por cima do tecido, fazendo-o grunhir, ou soltar gemidos mais grossos. Os beijos sendo distribuídos pelo torso do homem foram abaixados até o tecido da calça, mais especificadamente na região do membro, para logo serem substituídos pelas mãos do loiro desafivelando o cinto do homem, para ter melhor acesso naquela esperançosa região.
Quando a calça do capitão caiu, o sorriso de Peter foi tão grande que o pirata não conseguiu não rir.
“O que foi?” – Perguntou o mais baixo.
“Nada, só essa sua cara de demônio pervertido.” – O sorriso do capitão foi até fofo para àquele momento.
“Ai Deus, dai-me paciência.” – Disse o loiro revirando os olhos, voltando para o que fazia.
Enquanto ajudava o capitão a tirar suas botas, via os pés do mesmo, até decidir tentar algo, cujo talvez o pirata não aceitasse. Levou um dos pés em direção ao seu membro, fazendo com que o pé do pirata massageie o local, fazendo-o gemer arrastadamente.
“Não acredito que tenha fetiche por pés...” – Disse o pirata sorrindo. – “Deus, cada vez me assusto com você.”.
“Só um pouco...” – Responde Peter sorrindo de volta.
Como estava ajoelhado no chão, não era muito difícil dos movimentos do pé do pirata serem realizados, logo o pé do capitão era levado em direção à cara do loiro, que sorria divertido vendo a cara do pirata, mas notava que nem que fosse no interior do ser dele, o pirata estava se excitando, ele sabia.
Mas antes de continuar com algo, arrancou a calça do pirata, vendo a perna dele com os maravilhosos pelos, voltando ao que fazia anteriormente. Passou a cara nos pés do pirata, cobertos pelo tecido, deu um leve gemido, pela excitação sentida e para provocar mais o homem em cima de seu olhar. Começou então a lamber os dedos do capitão por cima do tecido, mordendo a ponta, tentando tirar com os dentes, e quando conseguiu; os dedos de Killian foram chupados com tanto afinco que mostrava toda a vontade do garoto de chegar até o fim om aquilo, mas Killian concordava, se começaram, acabariam.
Os gemidos de Jones tiveram mais destaques a cada sucção mais forte por parte de Pan. Peter foi parando aos poucos, para poder compartilhar um beijo com o homem, mostrando-lhe o próprio gosto, e para poder atenção para outros pontos do homem, como Jones havia se encostado em uma árvore, estava com um braço atrás da cabeça, mostrando o sovaco, com pelos; o que ainda excitava Pan. Podia ser considerado um fetiche estranho, mas para ele não importava, o prazer sempre seria o mais importante, depois do amor...
Os lábios de Peter Pan foram em direção do sovaco do capitão, sendo seguido pelo olhar do pirata, mas antes, Peter fez questão de levar umas de suas mãos para o torso do homem, acariciando-o, assim que os lábios do garoto encostaram na precisa região que procurava, a língua dele fez o trabalho por si só. Os gemidos que eram abafados por si mesmo, essa era a visão de Killian que ele amaria ver todo dia, a qual assistia no momento.
A única coisa que Pan não aguentava mais ver em sua frente, era a maldita cueca que o capitão usava; aquela boxer, contendo todo o volume que ele amaria chupar, até o homem mais velho ter gozado variadas vezes em sua boca...
Depois de ter feito o que tanto queria; deixar o homem que tanto desejava sentir prazeres em lugares considerados “errados” por muitos, foi se agachando novamente, quando foi surpreendido por Killian, puxando-o contra a árvore, e se agachando, rasgando sua calça jeans, até ver a cueca que Pan usava, verde. Logo a cueca era algo que sumia entre as matas daquela floresta ao redor dos dois, e começou com uma lenta masturbação, que em seguida seria substituída pela língua morna do capitão.
Depois de ter se desfeito na boca de Killian, e o mesmo ter engolido tudo, o loiro o puxou para um beijo, em que o tecido da cueca, juntamente com o volume que estava coberta pela mesma, faziam cócegas no loiro. O dedo do moreno pressionava levemente sua entrada, fazendo-o gemer, ao passo que o dedão entrava dentro de si, Pan gemia mais alto.
O beijo entre os dois prosseguia; cada vez mais urgente, deixando suas peles mais ferventes, percebendo que necessitavam de algo, deles mesmos. Os dedos principais, sendo três; indicador, médio e anular, cujos mesmos estavam dentro de Peter, movendo-se com o movimento do beijo dos homens.
Foram interrompendo os beijos, assim como os movimentos dentro do garoto-verde.
Peter Pan enfim se agachou, pronto para arrancar a cueca de Killian Jones. Mas antes o pirata puxou a cabeça do menino contra sua cueca, e consequentemente seu membro, esfregando a cara do garoto ali, fazendo com que o mesmo gemesse. O menino passou a língua ali, chupando por cima da boxer preta que o capitão usava, a língua do garoto escorregava por ali, fazendo o pirata gemer seu nome, até sentir que o mesmo havia gozado, engolindo o que passava pelo tecido. E quando enfim arrancou; a ereção do maior veio em sua cara, logo sendo colocada em sua boca, e o menino passou a absorver cada resto do liquido que poderia ter ainda ali no pênis do homem.
A sucção forte de Pan fazia com que o de orbes azuis fosse levado aos céus, sentir a língua do mesmo em si, era algo maravilhoso e se pudesse, amaria ter isso a vida toda, o pirata e o anti-herói.
Assim que parou de ser chupado, o capitão pirata pegou seu membro e começou a batê-lo na cara do garoto, fazendo com que ambos gemessem levemente.
O capitão pegou o loiro pelas nádegas, puxando-o para sua cintura, onde cruzou as pernas, esperando ser penetrado, mas por breves segundos, sentindo o membro do capitão sendo levemente passado entre suas nádegas.
O capitão foi devagar, no começo, penetrando lentamente até escutar os gemidos do vilão, assim como ele, e começarem a gemer juntos.
Não havia como descrever àquele momento em que ambos gemiam, suspiravam, reviravam os olhos de prazer. Era simplesmente o suor escorrendo de seus corpos, o prazer desgrudando de seus corpos, o calor sendo irradiado naquele momento na noite fria. Ainda penetrando Pan, e entre beijos, Killian levou os dois para dentro da árvore, jogando Peter na cama, para em seguida subir sobre o mesmo e penetrá-lo enquanto sentia a cama, convocada por meio de magia à muito tempo por Pan, sendo atacada contra a cada a cada investida forte dele.
Eles gemiam tanto que mal perceberam o ápice se aproximou; quando ocorreu, eles não pararam, eram incansáveis, pois era o impossível contra o impossível, o que os pararia? Nada... Por isso, que àquela noite foi regada de desejos e amores escondidos.
“Jamais pensei que isso aconteceria...” – Afirmou Killian, deixando a frase voar ao vento.
“Muito menos eu.” – Falou o loiro, sendo surpreendido por um beijo do pirata.
“Essência
É de nossa essência ter fantasias sexuais,
Fetiches; gostar de um pouco de safadeza.
Tentar negar é como negar a própria natureza.”.
/Alma Poeta/
Fale com o autor