One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
75 Dory x Marlin - Filmes | Procurando Nemo
Notas iniciais
Dory x Marlin
Procurando Nemo / Procurando Dory
"Just sometimes."
A garota de cabelos azuis da raiz até a metade do cabelo, onde se tornava amarelo, andava pelo bar servindo os clientes, os olhos violetas olhando todos com atenção — uma mania que herdara do pai. Ela segurava a bandeja com os cafés e algumas bebidas alcoólicas, passando por entre as mesas com seus patins amarelos apreciando a manhã com o sol morno e a linda paisagem que podia ser vista do grande vitral. Ela podia observar a escola em frente, com crianças entrando na mesma felizes e excitadas para seus primeiros dias de aulas.
E pensar que quando era eu, vivia emburrada e com ódio de tudo e todos... Dory pensava, rindo, mas mantendo-se focada, ao ver um pai, segurando a mão do filho, lhe dando um beijo na testa e vendo-o entrar com um amiguinho, ele trajava um blazer marrom, vestindo uma camiseta branca e laranja em listras, com sapatos marrons lustrados, uma calça preta que dava um contraste no cabelo preto do mesmo, que era curto, mas não em demasia, era possível ver o mesmo balançando ao vento. A garota de sardas viu o mesmo se dirigir agora para o estabelecimento onde estava, entrando no mesmo fazendo o som do sino soar, fazendo-a entregar o último café e se dirigir para a mesa do homem, que ficava em frente ao vitral, dando a vista maravilhosa do horizonte mais para baixo, onde ficava a praia.
"Olá, senhor. Sou Dory, o que gostaria?" — Ela seguiu o roteiro dos atendentes, vendo-o virar o rosto em sua direção e sorrir.
"Olá Dory, sou Marvin. Quero um café preto simples." — Ele respondeu, ela sorriu e voltou à cozinha.
Dory ajudou o cozinheiro e logo o café foi esquentado, ela pegou a pequena xícara e patinou até o homem, colocando na mesa e entregando para ele o sachê de açúcar que estava em falta ali naquela mesa, ele sorrindo em agradecimento.
...
Dory tirou o avental da cintura e os patins, colocando seus all-stars azuis, tirando a camisa branca de uniforme, deixando aparecer a camiseta de uma baleia, e seguindo para a porta do estabelecimento, para ir embora, já que seu turno chegara ao fim.
"Ei, Dory, um segundo!" — Marvin a chamava, fazendo-a se virar para ver quem era, constatando ser o homem do blazer marrom que estranhamente combinava com a camiseta de listras brancas e laranjas.
"Eu." — Ela disse, e ele parou em frente à ela, respirando fundo, antes de se pronunciar.
"Que tal sairmos um dia, só para nos conhecermos melhor?" — Ele perguntou, e ela olhou para ele desconfiada, brincando.
"E se eu fosse uma psicopata? Ia querer sair comigo?" — Ela viu ele rir pelo nariz.
"Vamos ter que descobrir." — Ele afirmou e ela assentiu, estendendo a mão para pegar o número na mão dele, escrito em um pedaço pequeno de papel sulfite.
...
Dias depois, encontro marcado e ambos sentados um em frente ao outro, conversavam rindo por estarem no bar onde haviam se conhecido. Como era turno da noite de Dory, ela pedira para o chefe para no horário de fechar, deixar que ela ficasse ali e ele aceitou.
Marvin dava umas cantadas fofas e falhas, resultando nas risadas dos dois ali, um clima ameno com cheiro de café e cookies, que eles saboreavam naquele instante
"Posso te beijar." — Perguntou Marvin, surpreendendo Dory, que sorriu e retrucou.
"Que moço recatado, pede para a dama, ao invés de dar insinuações." — Disse brincando, porém sincera.
"Prefiro do que puxar e beijar, é mais respeitoso." — Ele disse, fazendo-a sorrir, feliz por estar com ele ali, apesar de mal o conhecer.
"É bom que ainda haja cavalheirismo." — Ela disse, puxando-o pela mão, tirando-o do outro lado da mesa, fazendo-o sentar do seu lado, colocando sua mão na nuca dele, vendo-o sorrir, e beijá-lo, os lábios numa guerra vencida pela de cabelos azuis.
Dory pegou a mão do companheiro e levou para a sua coxa, ele separando os lábios, encostando as testas e perguntando: "Tem certeza?".
"Tenho 26 anos, tenho plena certeza." — Ela falou, vendo o mais velho (um ano mais velho), ainda tímido levou as mãos para a barra da camiseta que ela vestia, enquanto a via tirar a própria touca.
Ela levou rapidamente as mãos para a calça do homem, desabotoando-a e vendo-o retirá-la, enquanto já sem sua timidez que pudesse atrapalhar, abaixava o short da garota, que sorriu ao encarar os olhos naquele instante negros de desejo.
Sem enrolação, Dory o pegou pela gola, puxando-o para deitar no banco, sobre ela, beijando-o e levando as mãos para o volume já bem considerável. Dory tirou a camiseta do mesmo, exibindo um corpo magro, pouco definido e com poucos pelos, ela levou os lábios para o pescoço do homem, lhe dando um chupão que o fizera gemer, a mão do mesmo vai em direção para a vagina da mulher, coberta pela calcinha, que logo foi retirada, tendo dois dedos introduzidos, fazendo-a gemer.
Ela masturbava-o por cima da cueca, fazendo-o gemer, e o pau crescer. Ela abaixou a cueca do mesmo, exibindo um pênis com uma glande maior que o mesmo, sendo o membro mais fino, ela sorriu, tirando os dedos do amigo e colocando o membro do mesmo dentro de si, movendo-se e vendo-o gemer alto, ecoando por todo o estabelecimento no escuro da noite.
Os movimentos eram rápidos, precisos e excitantes, ambos se beijavam, com o orgasmo se aproximando, fazendo-os relaxar no banco, sentindo os espasmos, enquanto trocavam carícias.
...
No dia seguinte, Marvin se aproximou de Dory, sorrindo.
"Oi Dory." — Todo sorridente, ele disse, vendo-a se virar para ele.
"Quem é você?" — Depois de um tempo, o homem percebeu que a mulher não brincava.
"Sou o Marvin, lembra?" — Respondeu e logo o sorriso no rosto dela apareceu.
"Ah! Sim, desculpe, às vezes eu tenho essas falhas de memórias..." — Ela se desculpou, abraçando-o e sentindo os braços quentes do mesmo lhe rodear, num forte abraço.
"Quem é ela papai?" — Perguntou seu filho, Nemo.
"Sou Dory, quer aprender baleiês?" — Ela perguntou para o garoto, fazendo-o rir, com os sons que ela emitia.
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