One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
17 Baltazar x Crô - Novela | Fina Estampa
Notas iniciais
Baltazar x Crô
Fina Estampa
"Mesmo depois de muito tempo, sei que é o amor de minha vida."
“Hey Paloma!” – Chamava Crodoaldo por sua filha, que veio correndo até o mesmo.
“Fala papai.” – Afirmou a garota pelo apelido que havia dado ao pai para poder diferenciar do seu outro pai.
“Quero saber como foi na escola hoje, nem conversamos.” – Responde ele, fazendo com que a filha, já com treze anos, se sentasse ao seu lado e começasse à contar seu dia.
Crô ouvia sua filha atentamente, e tentava arrancar todas as informações sobre o possível “crush” da filha; que a cada palavra sobre o menino, os olhos da garota brilhavam mais. Baltazar chegou já perguntando com sua rotineira voz de alguém bravo, quem era o garoto.
“Oi para você também pai.” – Diz a adolescente ironicamente para o pai, sendo seguida pela risada de Crô, que ria da cara que o marido fez no momento que a filha o respondeu.
“É, isso mesmo. Agora minha filha nem me respeita mais. Eu sofro, sou feito de capacho nesta casa, ninguém me ama.” – Dizia dramaticamente o mais alto, fazendo com que Crô risse mais do marido, mas parando e se levantando para ir em direção do marido e o abraçar.
“Não querido, você sabe que nós te amamos.” – Disse ainda abraçando o marido, Crodoaldo.
“Também te amo, gazela.” – Afirmou, fazendo Crô olhar para ele com um sorriso de canto, por conta do apelido.
“Vou te mostrar minha gazela interior mais tarde.” – Disse o mais baixo para Baltazar.
“Desnecessauro!” – Exclamou Paloma, que ainda continuava ali e agora ria sem parar da cara que seus pais fizeram ao ela exclamar.
“Então Paloma, que horas temos que ir para a casa da sua amiga?” – Pergunta Baltazar para a garota ainda sentada.
“Agora.” – Disse ela, levantando-se e puxando o pai por um braço, enquanto pegava a mochila e iam em direção ao carro do pai. – “E a propósito, não faça muito barulho assim que eu não estiver em casa, ainda temos vizinhos.” – Deu um conselho para seu pai que à olhou descrente, enquanto a mesma somente sorria.
Crô, enquanto seu marido e filha estavam fora, ficou relembrando todos esses anos que haviam se passado. Depois da viagem ao Egito, cujo fora sua quase “lua de mel” com Baltazar, eles finalmente assumiram, se casando cinco anos depois, e já com a adoção de Paloma em suas mãos, a família estava formada. Marilda havia se casado, estava com um homem maravilhoso, rico e bonito.
“Crô; cheguei!” – Grita Baltazar, atrapalhando seus pensamentos.
“Isso mesmo demônio, atrapalha os pensamentos dos outros.” – Dizia o mais baixo, fingindo-se de ofendido.
“Calma “gazela”; deixe que eu esfrio-te desse fogo no cu. Ou pioro.” – Disse “Zoiudo”, apelido atribuído para Baltazar, por Crô; fazendo com que o mesmo se arrepiasse e corasse.
A cada passo dado por Baltazar em sua direção, fazia, inconscientemente ir para trás, até não ter por onde fugir, por estar encostado na parede, com seu marido dando-lhe leves beijos no pescoço, e de vez em quando, uma mordida. Era impossível não poder, ou não conseguir, gemer a cada beijo distribuído em seu pescoço.
Baltazar segurava Crô pela cintura, puxando o mais baixo contra seu corpo, colando-os e deixando o calor que somente aumentava em ambos os corpos, ser exalado.
Por conta de Baltazar estar somente de moletom, já era visível sua ereção, que roçava um pouco abaixo do umbigo do mais baixo, que gemia, pedindo mais contato para com os corpos de ambos. Baltazar, nada bobo, arrancou a camisa que Crodoaldo usava, exibindo um corpo não muito definido, mas uma barriga sequinha, cuja “Zoiudo” amava.
Como estavam na sala, conforme iam se beijando, iam se dirigindo às cegas para a cozinha, onde Baltazar pegaria Crô pelo quadril e o colocaria em cima da bancada da cozinha, onde arrancou lhe a calça, revelando umas pernas brancas, quase idênticas com a coloração do torso do mesmo. O mais alto começou a distribuir beijos pela barriga do mais baixo, fazendo o menor gemer mais do que já gemia.
Com um olhar safado, o ex-motorista arranca a cueca do milionário, deixando escapar o membro ereto do mesmo. Baltazar desceu sua boca, mas não seus olhos, que estavam olhando “safadamente” para Crô, em direção ao membro do mesmo, lambendo a extensão.
Crô segurava nos cabelos de Baltazar, ajudando nos movimentos. Para não ficar para trás, o mais baixo arranca a camisa do mais alto, revelando um corpo bem definido, e arrepiando-se somente com aquela visão. Crô aproveita para passar suas unhas não tão curtas no “tanquinho” de seu marido, fazendo o mesmo gemer. Crô cansado dos joguinhos desce da bancada e arranca as calças de seu marido, vendo o volume um pouco anormal, diga-se de passagem, grande, coberto pela boxer que usava. Lambendo por cima do pano, o membro de seu marido, Crô dá uma leve passada com seus dentes fazendo seu marido gemer e arrancar a própria cueca, com seu membro batendo na cara do mais baixo, que logo começa a sugar, ele geme.
Ele logo não aguenta mais, vendo que vai gozar; Baltazar para Crô. Virando-o contra a bancada, para que Crô possa se apoiar, Baltazar ameaça, passando seu membro entre as nádegas do mais baixo, mas em seguida penetrando com força, fazendo ambos gemerem.
Conforme iam se mexendo, o suor aumentando, conforme seus corpos iam esquentando mais e mais, o ápice chegando, e os gemidos de ambos homens altos, eles gozam. Em tempo significantemente perto.
Mas quem disse que acabou?
Baltazar continuou com beijos, mas dessa vez na nuca do milionário, fazendo com que ele gemesse. Baltazar, como um bom incansável que era, começou a se movimentar novamente no interior do menor.
E assim, começou mais uma longa noite.
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